Manuais de utilização do SISWEB Aqui você encontrará manuais operacionais para utilização do SISWEB, Sistema de Gestão Pública de Saúde utilizado na Secretaria de Sorocaba desde 2011. SUPORTE SIS: Conforme previsto em contrato (CPL 424/2020), caso precise de ajuda com o SIS, entre em contato com o Suporte SIS através dos canais abaixo: ☎️ (15) 3238 2113 | 📧 suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br HORÁRIO DE ATENDIMENTO: Segunda-feira a Sexta-feira das 08:00 às 17:00 (Não atende em finais de semana e feriados) 📝 Termo de Referência Instrução Normativa SES n.º 10, de 02 de Dezembro de 2024 Dispõe sobre a utilização do Sistema Integrado de Saúde (SIS) para o registro, controle e gestão de ações e procedimentos no âmbito da Secretaria da Saúde, estabelece diretrizes para o manejo dos prontuários físicos no contexto da implantação do prontuário eletrônico, define plano de contingência para indisponibilidade do sistema e orienta sobre os critérios para acesso excepcional aos prontuários físicos. Documento na íntegra Instrução Normativa SES nº 10, de 02 de Dezembro de 2024 Publicada no Jornal do Município, edição nº 3610, em 05 de Dezembro de 2024 Download do Documento Original Assinado Prontuário Eletrônico do Cidadão Base Conceitual do Sistema Neste capítulo, abordaremos, de forma resumida, os conceitos básicos que orientam o Sistema de Gestão Pública de Saúde e o funcionamento das ferramentas do sistema. Estratégia de utilização do Sistema O  Sistema de Gestão Pública de Saúde é uma ferramenta que visa a estratégia da Secretaria de Saúde para reestruturar as informações dos serviços prestados a população. Esta ação está alinhada com a proposta mais geral de reestruturação dos Sistemas de Informação em Saúde (SIS) do Ministério da Saúde (MS), entendendo que a qualificação da gestão da informação é fundamental para ampliar a qualidade no atendimento à população . A Estratégia faz referência ao processo de informatização qualificada do Sistema Único de Saúde (SUS) em busca de um SUS eletrônico ( e-SUS ) e tem como objetivo concretizar um novo modelo de gestão de informação que apoie os municípios e os serviços de saúde na gestão efetiva e na qualificação do cuidado dos usuários. Esse modelo de gestão da informação na Saúde nacional é definido a partir de diretrizes e requisitos essenciais que orientam e organizam o processo de reestruturação desse SIS, instituindo-se o Sistema de Informação em Saúde para a Secretaria da Saúde. A Estratégia adotada no município tem embasamento na estratégia que instituiu o Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB), por meio da Portaria GM/MS Nº 1.412, de 10 de julho de 2013 e a Estratégia e-SUS APS para sua operacionalização. A Estratégia preconiza: Identificar e Individualizar o registro : registro individualizado das informações em saúde e identificado, por meio do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cartão Nacional de Saúde (CNS), para o acompanhamento dos atendimentos aos cidadãos; Integrar a informação por meio da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) : integrar a RNDS enviando dados em saúde, a partir de modelos de informações padronizados; Reduzir o retrabalho na coleta de dados : reduzir a necessidade de registrar informações similares em mais de um instrumento (fichas/sistemas) ao mesmo tempo; Informatizar as unidades : desenvolvimento de soluções tecnológicas que contemplem os processos de trabalho da APS, com recomendações de boas práticas e o estímulo à informatização dos serviços de saúde por meio do  Programa Informatiza APS ; Qualificar os dados em saúde : promover a qualificação da entrada dos dados em saúde por meio da padronização das terminologias e adoção de metodologias de registro clínico. Gestão do cuidado : introdução de novas tecnologias para otimizar o trabalho dos profissionais na perspectiva de realizar a gestão do cuidado; Coordenação do cuidado : otimizar o uso da informação na gestão e no cuidado em saúde na perspectiva de integração dos serviços de saúde. Durante a leitura deste manual, os softwares do Sistema de Gestão de Saúde Pública , também são referidos como Sistema Integrado de Saúde e Sistema com PEC , respectivamente, ou ainda, simplesmente, SIS . Política de Controle de Versão do Sistema O desenvolvimento do Sistema, considerando todos os  softwares  e  aplicativos , está organizado em versões. A Política de Controle de Versões do Sistema SIS, conforme ilustra a Figura 1, utiliza um esquema clássico de versionamento de sistemas ( major.minor.revision ). Assim, alinhando-se ao tipo de implementação incluída no sistema, considerando três tipos de alterações a seguir: a. o  primeiro dígito  para indicar novas funcionalidades (N); b. o  segundo dígito  para indicar manutenção evolutiva (E); e c. o  último dígito  para indicar apenas manutenção corretiva do sistema (C). Figura 1 - Política de Controle de Versões do Sistema e-SUS APS Cadastro de Usuários Individualização e Identificação dos Registros O SIS é utilizados de forma complementares nos cenários possíveis de informatização das Unidades de Saúde. Essa ferramenta possibilita a identificação dos registros de atendimentos ao cidadão por meio do CNS ou CPF, promovendo efetiva coordenação e gestão do cuidado, além da possibilidade de compartilhamento de informações com outros sistemas de saúde em diferentes níveis da Rede de Atenção à Saúde (RAS). Considerando o princípio doutrinário da universalidade no SUS, se o cidadão não possuir um CNS ou CPF, ele  DEVE ser atendido e poderá ser utilizado o registro no SIS. Entretanto, este registro do atendimento vira um  dado individualizado e não identificado . Dessa maneira, o dado apenas comporá o consolidado de ações desenvolvidas pela equipe. Outra alternativa para o cidadão que não possui CNS ou CPF, é criar um CNS para este cidadão (solicitando diretamente aos profissionais com acesso ao CadSUS WEB), possibilitando a identificação tanto do cidadão quanto do registro nos sistema de informação. Utilizando o Cadastro do Cidadão O SIS apresenta aos profissionais das equipes de Saúde um grande módulo de cadastro de usuários, o qual se subdivide em dois módulos distintos: Cadastro de Usuários e e-SUS Cadastro Domiciliar . O primeiro é realizado por meio da tela Usuários nas Unidades de Saúde como um todo e o seu principal objetivo é realizar o cadastramento dos usuários dos serviços de saúde. Trata-se de um cadastro  simplificado , apenas com informações individuais, com possibilidade de interoperabilidade com a base nacional do CNS. Já o segundo é realizado por meio do módulo e-SUS, a partir das fichas de Cadastro Domiciliar, utilizados principalmente pelo Agente Comunitário de Saúde (ACS) para cadastrar os residentes da microárea sob responsabilidade deste profissional. Este cadastro é mais completo e contém levantamentos importantes para a análise de saúde do território de abrangência da equipe de saúde. NOTA: A consulta na base nacional do CNS dependerá de conectividade de internet disponível na Unidade de Saúde A forma oficial de cadastro de cidadão é a tela de Usuário, ela está liberara para que todas as equipes de saúde possa obter informações de seus usuários da forma mais integrada possível. Interoperabilidade com o CadSUS A partir da normatização dos padrões de interoperabilidade , por meio da Portaria GM/MS 2.073, de 31 de agosto de 2011 , que regulamenta o uso de padrões de interoperabilidade e informação em saúde para SIS no âmbito do SUS , nos níveis Municipal, Distrital, Estadual e Federal, e para os sistemas privados e do setor de saúde suplementar. O Ministério da Saúde vem desenvolvendo, com o apoio do Departamento de Informática do SUS (DataSUS) , uma série de ações com vistas a ampliar a interoperabilidade entre os diversos sistemas de apoio à assistência à saúde. Em especial, sobre o processo de interoperabilidade de cadastro do cidadão , organizado pelo Sistema do CNS , e conforme definido no Catálogo de Padrões de Interoperabilidade de Informações de Sistemas de Saúde (CPIISS) , temos as especificações dos perfis IHE PIX e PDQ : PIX - Patient Identifier Cross- referencing HL7 V3 (PIXV3) - possibilita que múltiplas aplicações distribuídas possam correlacionar informações sobre um único paciente, a partir de fontes que conhecem este paciente por diferentes identificadores; PDQ - Patient Demographics Query HL7 V3 (PDQV3) - possibilita que múltiplas aplicações distribuídas consultem os dados demográficos de pessoas armazenados num servidor central (no caso Brasileiro, o servidor do Cadastro Nacional de Usuários do SUS), a partir de um conjunto de dados demográficos pré-definidos. As especificações dos perfis IHE PIX e PDQ para interoperabilidade de cadastro, já constam no barramento do CNS , disponibilizados pelo DATASUS , e já estão integrados ao Sistema. Fluxo do Cidadão no Sistema As ferramentas desenvolvidas para organizar o fluxo do cidadão no sistema, como a  Fila de Atendimento  e a  Agenda de Serviço , tiveram como base conceitual o Caderno de Atenção Básica (CAB) nº 28 - Volume I , o qual define o processo de  Acolhimento à Demanda Espontânea , observando as possíveis variações desse fluxo a partir da necessidade de atendimento do cidadão, bem como, quando este já tem uma consulta agendada ou busca por algum serviço específico dentro da Unidade de Saúde. O fluxograma, como mostrado na figura a seguir, busca representar um padrão de fluxo dos usuários nas Unidades de Saúde, partindo do pressuposto de que a recepção é o primeiro contato e de que, havendo situações imprevistas cuja avaliação e definição de oferta(s) precisa(s) de cuidado não seja(m) possível(is) na recepção, deve haver um espaço adequado para escuta, análise, definição de oferta de cuidado com base na necessidade de saúde e, em alguns casos, intervenções. Em boa parte dos serviços, esse espaço é uma sala de acolhimento (lugar especificamente tomado com essa função, mas que deve ser visto como um dos momentos e espaços de acolhimento, sem exclusividade, pois há - ou pode haver - acolhimento antes e depois, com ou sem uma sala específica). Fonte: CAB 28, Volume I, pág 28. Como todo padrão, este, ainda que se aplique a grande número de situações, não pode ser tomado em caráter absoluto, sob pena de gerar problemas decorrentes da falta de mediação e ajuste entre um padrão recomendado e uma realidade com características singulares. O mais importante, nesse desenho, não é a definição da ordem e do local onde cada ação deve ser realizada, mas a lógica dele, que, sinteticamente, supõe: 1) Que usuários com atividades agendadas (consultas, por exemplo) ou da rotina da unidade (vacina, por exemplo) devem ser recebidos e devidamente direcionados, evitando esperas desnecessárias que geram aglomerações na recepção; 2) Que situações imprevistas são inerentes à vida e, nesses casos, requerem certa organização da unidade de saúde e do processo de trabalho da equipe, tanto para compreendê-las quanto para intervir sobre elas; 3) Que os trabalhadores encarregados de escutar demandas que surgem espontaneamente (sem agendamento prévio) devem ter: capacidade de analisá-las (identificando riscos e analisando vulnerabilidade), clareza das ofertas de cuidado existentes nas Unidades de Saúde, possibilidade de diálogo com outros colegas, algum grau de resolutividade e respaldo para acionar as ofertas de cuidado em tempos e modos que considerem a necessidade dos usuários do SUS. Fonte: CAB 28, Volume I, pág 28. Outro aspecto importante que merece ser destacado é que, em algumas situações, a própria pessoa que realiza a  Escuta Inicial pode ser a responsável por realizar intervenções (em maior ou menor grau). Por exemplo, se uma usuária refere atraso menstrual ou tosse (sem sinais de gravidade) há seis semanas e, se a escuta e avaliação estão sendo realizadas por um enfermeiro, já se pode avaliar a possibilidade de solicitação de teste de gravidez e exame de escarro, respectivamente, considerando os protocolos locais ou aqueles recomendados pelo MS. Ou, ainda, se uma criança de quatro anos apresenta diarreia leve sem qualquer sinal de risco, o enfermeiro, imediatamente após a escuta, pode oferecer sais para reidratação oral e orientar os pais sobre cuidados e sinais de risco, inclusive, solicitando a busca pela unidade de estratégia referência para solicitar ao ACS a visitar a família, se necessário (a depender da avaliação de vulnerabilidade psicossocial). Em todos esses casos, fica evidente a preocupação de não burocratizar o acolhimento e o fluxo do usuário na unidade, bem como de ampliar a resolutividade e a capacidade de cuidado da equipe. NOTA: Lembrando que, em caso de atenção primária à saúde, os usuários geralmente são conhecidos ou estão próximos (por morarem perto ou serem adscritos à UBS) e que o efetivo trabalho em equipe (multi, inter e transdisciplinar) produz relações solidárias e complementares entre os profissionais (enriquecendo-os individualmente e ao conjunto da equipe), gerando, assim, mais segurança e proteção para os usuários da UBS. No que se refere à definição de intervenções, segundo a estratificação da necessidade do cidadão (mediante avaliação de risco e vulnerabilidade), em “não agudo” (intervenções programadas) e “agudo” (atendimento imediato, prioritário ou no dia), o que se pretende é que a necessidade do usuário seja estruturante do tipo e do tempo das intervenções, materializando, aqui, o princípio da equidade. Mais uma vez, o fluxograma proposto deve ser contextualizado, pois, se há uma pessoa cuja necessidade requer agendamento de consulta para acompanhamento em até uma semana e se há disponibilidade no dia (pelo número de faltosos, por exemplo), pode-se aproveitar para atendê-lo (oportunizando o acesso, otimizando as ofertas existentes e fortalecendo potencialmente o seu vínculo com a equipe). No item que trata da “avaliação de risco e vulnerabilidade” no CAB 28 do Volume 1 , bem como no volume 2 , esse tema é abordado de forma mais detalhada. Em síntese, o fluxograma mostrado nas figuras acima devem ser tomado como uma oferta, um ponto de partida possível, uma estratégia de visualização e organização do trabalho coletivo nas Unidades de Saúde, devendo, sempre que necessário, ser adaptado, enriquecido, testado e ajustado, considerando a singularidade de cada lugar, de modo a facilitar o acesso, à escuta inicial qualificada e o atendimento a necessidades de saúde com equidade, assumindo a perspectiva usuário-centrada como um posicionamento ético-político, que tem implicações organizativas e no processo de trabalho das equipes. Modelo conceitual do Prontuário Eletrônico do Cidadão O registro da prática clínica nas Undiades de Saúde, bem como sua organização no processo do cuidar, têm especificidades oriundas dos atributos essenciais do nível de atenção à saúde, a saber: Atenção à saúde no primeiro contato : implica acessibilidade e utilização dos serviços de saúde pelos usuários a cada novo problema ou a cada novo episódio de um mesmo problema; Longitudinalidade : implica a existência de uma fonte regular de atenção à saúde e seu uso ao longo do tempo, independente da presença de problemas específicos relacionados à saúde ou do tipo de problema; Integralidade : tomando uma das dimensões da integralidade, implica na abordagem de um cuidado integral ao indivíduo e sua família, relacionada a um valor a ser sustentado e defendido nas práticas dos profissionais de saúde, tanto pela resolutividade da atenção quanto pela articulação da equipe para uma atenção multiprofissional, valorizando a composição dos saberes de cada membro da equipe; Coordenação do cuidado : implica na articulação entre os diversos serviços e ações de saúde, de forma que estejam sincronizados e voltados ao alcance de um objetivo comum, independentemente do local onde sejam prestados, tendo a equipe de atenção primária à saúde a responsabilidade de atuar como centros de comunicação entre os serviços de atenção secundária, terciária, de apoio diagnóstico e terapêutico, como definido pelas RAS. As equipes de saúde devem estar atentas a esses atributos, incorporando novas formas de organização e registro em seu processo de trabalho cotidiano, a fim de prover cuidado efetivamente centrado nas pessoas, nas famílias e nas comunidades de seu território. A prática clínica, de acordo com modelo referido, pode ser entendida, portanto, dentro de um conjunto integrado e articulado de atividades e ações que visam promover uma atenção integral à saúde, a saber: Gestão do Processo Clínico Individual: organização de dados e informações clínicas que permitem ter um conhecimento razoável, e a cada momento, da situação de saúde de cada pessoa adscrita. Inclui a abordagem clínica individual e a consulta em si, seja na Unidade de Saúde ou no domicílio do cidadão; Gestão do Processo Familiar:  entende a família como um sistema complexo e aberto, e aplica conhecimentos e métodos de análise da sua estrutura e dinâmica, identificando sua história e ciclo de vida, recursos e problemas. Inclui a abordagem familiar; Gestão da Prática Clínica:  diz respeito à organização em equipe dos cuidados às pessoas, famílias e comunidades do território. Tendo esses conceitos como norteadores , o modelo de Registro Clínico Orientado por Problemas , em conjunto com a Classificação Internacional de Atenção Primária (CIAP) , tem um potencial amplamente reconhecido a partir da capacidade de organizar e padronizar a informação , buscando garantir a continuidade e a longitudinalidade do cuidado, auxiliando na comunicação e na tomada de decisão em equipe, e permitindo um arquivo de dados-base das pessoas e famílias em acompanhamento, fornecendo eventualmente também dados para investigação científica ou prova para diligências legais (RAMOS, 2008; WONCA, GUSSO, 2009). Registro Clínico Orientado por Problemas O modelo de Registro Clínico Orientado por Problemas (RCOP) foi o modelo adotado pelo Sistema e-SUS APS e adaptador para o Sistema de Gestão Pública de Saúde para estruturação das funcionalidades do PEC. Este modelo, idealizado por Lawrence Weed na década de 1960 como Registro Médico Orientado por Problemas (RMOP), por meio dos trabalhos "Medical records that guide and teach" e "Medical records, medical education and patient care", os quais ajudaram na sistematização e consolidação dos conceitos de lista de problemas e do próprio conceito de prontuário orientado por problemas, trazendo como uma das principais ferramentas o método SOAP (Subjetivo, Objetivo, Avaliação e Plano) para registro das notas de evolução clínica. Este modelo também é conhecido por História clínica orientada ao problema (HCOP), ou ainda, mais recente, por Registro de Saúde Orientado por Problemas (ReSOAP). O modelo RCOP traz como elemento central da forma de registro do cuidado, o método SOAP, como veremos detalhadamente mais adiante. Ao longo do tempo, cada registro irá compor a história clínica do cidadão, esta por sua vez, organizada por problema. Logo, neste ponto é válido discutir o que exatamente estamos conceituando como problema. Para Weed (1966): “Problema é tudo aquilo que requer um diagnóstico, que envolve algum tipo de manejo ou cuidado, ou que interfira na qualidade de vida do cidadão, de acordo com a percepção dele”. Para Rakel (1995), quem adaptou o modelo para a medicina de família e comunidade, considera que: “É um problema qualquer item fisiológico, patológico, psicológico ou social, que seja de interesse para o médico ou para o paciente”. Trazendo o conceito para uma abordagem multiprofissional, característica essencial da Rede de Atenção Pública de Saúde, podemos conceituar como: “ Problema é tudo aquilo que requer ou pode requerer uma ação da equipe de saúde e, em consequência, motivará um plano de intervenção ”. Podemos ainda subjetivar o “problema”, considerando outras condições de saúde que requer ações da equipe de saúde, como a atenção ao pré-natal ou o acompanhamento do desenvolvimento da criança. O modelo RCOP é composto por quatro componentes: Base de Dados Lista de Problemas (Folha de Rosto) Evolução (utilizando o método SOAP) Folha de Acompanhamento (Fichas de resumo e fluxograma) A seguir cada componente será detalhado em relação ao que foi proposto no modelo RCOP, e ao mesmo tempo confrontando com a implementação do Sistema, dada as diferenças na implementação, a partir das potencialidades do processo de informatização. Base de Dados A base de dados é composta pelos dados da primeira consulta ao cidadão, o que de modo geral inclui: Identificação, Antecedentes pessoais, Antecedentes familiares, Exames clínicos e os fatores de risco. Ao longo do tempo os dados devem ser atualizados a fim de ter a situação geral do cidadão mapeada. No Sistema de Gestão Pública de Saúde, o componente da base de dados, principalmente considerando o processo de informatização deste componente, não se traduziu em uma única funcionalidade como os outros três componentes, pois de certa forma cada bloco tem um fluxo de alimentação e consumo da informação distinto. O bloco de identificação, tem pelo menos duas fontes de informação, uma que se dá pelo Cadastro da APS, realizado prioritariamente pelos ACS. A outra fonte de informação é um bloco de informações mais administrativo que dialoga essencialmente com a necessidade de identificar corretamente e univocamente o indivíduo. O bloco de Antecedentes, tanto os pessoais como os familiares, podem ser compostos por uma quantidade razoável de informação, dialogando com a cultura do processo de anamnese tradicional. O bloco de antecedentes inclui: Informações do Pré-natal, parto e nascimento do cidadão; Informações gerais: Cirurgias, Internações e outras Observações, registrando alguns possíveis fatores de risco; Antecedentes pessoais, os quais são integrados à lista de problemas, entendendo estes como problemas resolvidos (ver Lista de problemas); Antecedentes familiares; Antecedentes obstétricos: bloco de dados gerais; Antecedentes obstétricos pessoais, também integrado a lista de problemas; Antecedentes obstétricos familiares O bloco de Exames clínicos está integrado ao registro do SOAP, e são monitorados, quando necessário, pelas folhas de acompanhamento, vinculados a problemas ativos. Lista de Problemas A lista de problemas foi um dos pontos importantes, do modelo idealizado por Lawrence Weed. Este componente trouxe a idéia de antepor o prontuário clínico com uma folha de rosto, listando os problemas de saúde do paciente. A lista era composta pelos problemas crônicos de saúde, chamados de Problemas Ativos (que requerem ação terapêutica contínua) e os Inativos ou Resolvidos (que não requerem ações terapêuticas imediatas). No Sistema Integrado de Saúde, assim como no e-SUS APS, este componente se traduz em duas funcionalidades complementares, uma que compõem a folha de rosto do prontuário, porém que não se limita a apenas a lista de problemas. E outra funcionalidade para visualizar e gerenciar a lista de problemas de forma separada. Na organização da lista de problemas usamos o modelo proposto por Roman (2009), que acrescentou um subtipo dos problemas inativos, classificando estes problemas como latente, quando estes estão resolvidos, porém ainda podem ter influência negativa na saúde do indivíduo. Os problemas latentes são os problemas pendentes que colocam em risco o paciente, não exigem manejo, mas, sim, vigilância: ex- fumante; familiares portadores de câncer de mama ou Doenças cardiovasculares; revascularização cardíaca, entre outras. Esta organização resultou portanto em duas listas, uma lista de problemas principal, composta por problemas ativos ou latentes, e outra lista com os problemas resolvidos. A folha de rosto, aproveitando as potencialidades do processo de informatização, trouxe uma composição de blocos de informação, similar a um sumário clínico do cidadão, estendendo a ideia original da lista de problemas principal com o bloco de últimos contatos, a lista de alergias e reações adversas e a lista de medicamentos ativos (em uso). Evolução SOAP O método SOAP, usado para organizar as notas de evolução no atendimento ao cidadão, é uma forma prática e padronizada de registro, organizada em quatro itens seqüenciais titulados pela primeira letra de cada item, resumidamente como segue: S (subjetivo - queixa do paciente ), onde é registrado o que é o relato do paciente, se possível da forma como foi referido. O (objetivo - exame clínico/físico do paciente ), anotam-se os achados da observação do profissional de saúde, do exame físico e dos exames laboratoriais. A (avaliação - hípotese diagnóstica ) é o juízo que o profissional de saúde estabelece à luz das queixas, dos achados e do raciocínio clínico. É o espaço das especulações, inferências e conclusões. P (plano - conduta ) é o item em que é anotada a conduta, seja solicitando exames, recomendando medicamento ou aconselhamento. Cada um desses itens desenvolve o problema contido e indexado na lista de problema, estabelecendo um vínculo que facilita a localização, nas várias vezes em que um problema é conduzido. Diferente do modelo original, conforme estruturado por Roman (2009), o Sistema estrutura o registro do atendimento utilizando apenas o SOAP. Nos quadros Subjetivo  e  Avaliação , cada problema tratado é codificado em uma lista de itens, permitindo um registro integrado sobre a situação de saúde do cidadão. Essa estratégia reduz a quantidade de informação registrada, estimulando a notificação de todos os problemas tratados, dada a simplificação. Folha de Acompanhamento No RCOP a avaliação da evolução de determinada situação ou sintoma, especialmente em situações crônicas, pode ser anotada sob forma de fluxograma, planilha ou das chamadas "fichas de programas". Nesses documentos, pode-se incluir dados como a frequência da sintomatologia, a evolução da medicação, a evolução dos exames complementares e outros dados de interesse. No Sistema, a funcionalidade de Acompanhamento, contempla esse último componente do RCOP, permitindo que os profissionais de saúde, a partir dos itens monitorados pela lista de problemas/condições sejam monitorados de forma mais organizada. Classificação Internacional de Atenção Primária (CIAP) O sistema de Classificação Internacional de Atenção Primária - Segunda Edição (CIAP2) , adotada pelo Brasil, é uma ferramenta adequada à APS, porém, também pode ser utilizada em todos os outros segmentos de atenção à saúde, pois permite classificar questões relacionadas às pessoas e não as doenças. Possibilita classificar não só os problemas diagnosticados pelos profissionais de saúde, mas os motivos da consulta e as respostas propostas pela equipe seguindo o método SOAP, como visto na seção anterior. Essa classificação pode ser utilizado por todas as categorias profissionais de saúde. A CIAP2 evidencia os motivos de procura do cidadão (sofrimento ou enfermidade) ao serviço de saúde, mesmo que não sejam doenças objetivamente evidenciadas por qualquer tipo de exame (clínico, sangue ou de imagem). Permite conhecer melhor a demanda dos pacientes. Potencializa a prevenção quaternária como concebida por Marc Jamouille, visando evitar intervenções inadequadas. Permite qualificar a prática profissional, potencializando o planejamento das ações nas unidades de saúde, como também na programação das atividades de educação permanente. Favorece que o cuidado ao paciente seja assumido de forma multiprofissional pela equipe de saúde. A CIAP2 baseia-se em uma estrutura simples, fundada em dois eixos: 17 capítulos, em um deles, com um código alfa cada, e 7 componentes idênticos no outro, com rubricas numeradas com códigos de dois dígitos, como por exemplo, capítulo dos olhos, músculo- esquelético, circulatório, etc; além de incluir um capítulo geral e outro de problemas sociais. Fonte: CIAP2, 2008 Dentre as aplicações da CIAP2, as mais importantes consistem em descrever episódios de cuidados e em padronizar os prontuários dos pacientes. Essas duas funções encontram-se intimamente ligadas e têm por base a CIAP2 , enquanto princípio classificador de dados obtidos na prática da medicina de família e comunidade, e da atenção primária. Entendendo a CIAP2 como um sistema de classificação, o modelo de registro, conforme podemos ver no diagrama a seguir, inicia pelo problema percebido pelo cidadão e o seu sentimento sobre a necessidade de cuidado, logo, ao acessar o serviço de saúde, devem ser registrados o motivo da consulta, referido pelo cidadão, o problema de saúde detectado pelo profissional e a intervenção/procedimentos de cuidado, iniciando um episódio de cuidado. Para fazer melhor uso da informação, a definição abaixo nos auxilia a entender o conceito de  episódio de cuidado , caracterizado pelo registro desses três elementos da consulta: “Os motivos da consulta, os problemas de saúde/diagnósticos, e os procedimentos para o cuidado/intervenções são a base de um episódio de cuidados, constituído por uma ou mais consultas, incluindo as alterações ao longo do tempo. Por conseguinte, um episódio de cuidados refere-se a todo tipo de atenção prestada a determinado indivíduo que apresente um problema de saúde ou uma doença. Quando esses episódios são introduzidos no processo informatizado de um paciente com base na CIAP2 , é possível avaliar a necessidade de cuidados de saúde, a abrangência, o grau de integração, de acessibilidade e responsabilidade. ” ( CIAP2, 2008 ) Ao fazer a associação do registro via SOAP a uma classificação adequada ao processo de trabalho das unidades de saúde, o sistema potencializa o uso da informação de registro do atendimento a médio e a longo prazo, possibilitando melhor avaliação da situação de saúde da população. Observando este modelo aplicado ao Sistema Integrado a Saúde, temos: Motivo da consulta : registrado no bloco Subjetivo do SOAP, o motivo de consulta reflete a perspectiva da pessoa sobre o que está acontecendo com ela. O profissional de saúde deve codificá-la exatamente como o paciente a expressa, sem fazer qualquer juízo de valor quanto à veracidade e/ou exatidão do mesmo. Se o paciente apresentar mais de uma razão para a consulta, essas múltiplas razões devem ser codificadas também. O PEC permite que sejam registrados mais de um motivo da consulta. Problema de saúde : registrado no bloco Avaliação do SOAP, o problema de saúde, detectado ou avaliado, é o item principal de um episódio de cuidado, podendo ser classificado de acordo com o estágio em que se encontra a gravidade do problema e o grau de certeza que se pode ter sobre o diagnóstico. Intervenção/Procedimento de cuidado : registrado no bloco Plano do SOAP, a intervenção consiste no plano de ação proposto de acordo com o motivo da consulta e avaliação realizados pelo profissional. NOTA: para mais informações sobre como utilizar a CIAP 2 , acesse o material disponível sobre esse tema no site da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, por meio do link:  [http://www.sbmfc.org.br/default.asp?paginaId=72] . Racionalidades em saúde As racionalidades em saúde é baseado no termo *Racionalidades Médicas*, que é todo o sistema médico complexo construído sobre seis dimensões: morfologia humana, dinâmica vital, doutrina médica (o que é estar doente ou ter saúde), sistema diagnóstico, cosmologia e sistema terapêutico, o termo Racionalidade em Saúde propõe uma ampliação desse conceito para uma abordagem multiprofissional de cuidado em saúde incluindo as práticas tradicionais/populares, ancestrais e ou alternativas. Política Nacional de Saúde Integral de Lésbica, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (PNSILGBT) A PNSILGBT reconhece identidade de gênero e orientação sexual como determinantes sociais de saúde devido à discriminação e ao preconceito que podem vulnerabilizar essas populações. A PNSILGBT tem desenvolvido diversas ações com o objetivo de promover a saúde integral da população LGBT, com foco na eliminação da discriminação e do preconceito institucional, bem como na contribuição para a redução das desigualdades e a consolidação do SUS como um sistema universal, integral e equitativo. Para atender as diretrizes desta política foi incluído no sistema de gestão pública de saúde, tanto na ficha de cadastro individual quanto no cadastro simplificado do PEC, o campo nome social; Deverá ser incluído também a identidade de gênero . Ainda prevendo o acesso à saúde da população LGBT sem impedimentos no sistema, o PEC não restringe as classificações da  SIGTAP, CID, CIAP e demais funcionalidades para um determinado sexo. Dessa forma, havendo a inclusão do campo, se a identidade de gênero  for preenchido ao realizar o  cadastro individual do cidadão, o sistema com PEC desabilita as críticas relacionadas ao sexo feminino ou masculino, permitindo o uso de todas as funcionalidades independente do sexo do cidadão . Termo de Uso e Condições Gerais O Termo de Uso e Condições Gerais do Sistema, será introduzido em versões futuras e deverá ser um termo de aceitação obrigatória. Este tem como principal objetivo, esclarecer os direitos e obrigações entre usuário e fornecedor do software, além de, esclarecer alguns pontos importantes sobre a responsabilidade do profissional de saúde em relação a privacidade do cidadão. O texto do termo disponível no sistema está descrito a seguir: Este documento busca esclarecer os direitos e obrigações do fornecedor e do usuário do Sistema, bem como as condições da correta utilização do referido sistema. “Ao utilizar o SIS você se torna um USUÁRIO , e isso implica a aceitação plena e sem reserva de todos os itens do presente  TERMO . Como funciona? O Sistema de Gestão Pública Municipal é um software privado que atende as necessidades de modernização do cuidado em saúde nas redes municipais. O SIS é uma ferramenta de propriedade privada. Em contrato vigente através da CPL 424/2020 com a prestadora Vivver Sistemas LTDA., CNPJ 26.623.721/0001-41. O Sistema Integrado de Saúde com Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) é um sistema de software que auxilia, entre outras coisas, nas ações de: Gerenciamento de Unidades de Atenção Primária à Saúde; Organização da agenda e processo de trabalho; Gerenciamento de Unidades de Atenção Especializada; Organização da agenda e processo de trabalho; Gerenciamento das Unidades de Urgência e Emergência; Organização de processo de trabalho; Registro e organização, em formato de prontuário eletrônico, para os profissionais de saúde; Registro e organização, em formato de Coleta de Dados Simplificada (módulo CDS), por meio de fichas e processo de digitação destas; Monitoramento e avaliação das ações de saúde no território; Cadastro de estabelecimentos e profissionais O cadastramento de estabelecimentos de saúde, bem como o cadastro dos profissionais lotados nestes estabelecimentos, é baseado no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES). A responsabilidade de alimentação e atualização do SCNES é da gestão no nível municipal. Portanto, qualquer informação relacionada a estabelecimentos de saúde e/ou profissionais que estejam em desacordo com a realidade deverá ser adequada no SCNES e no SIS. Acessando o sistema O acesso ao sistema se dá única e exclusivamente por meio de  LOGIN  e  SENHA . Estes são de seu uso pessoal e intransferível, devendo, portanto, o USUÁRIO do sistema tomar todas as medidas necessárias para manter em sigilo as referidas informações. Envio de informações ao SISAB O Sistema Integrado de Saúde está totalmente integrado ao modelo de transmissão do Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB), sistema oficial de monitoramento das ações da Atenção Primária à Saúde em nível nacional. A depender do cenário de implantação local, os dados serão enviados de forma manual ao SISAB. Proteção dos dados Considerando o modelo de atenção preconizado pela Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), o Sistema de Gestão Pública de Saúde facilita a comunicação entre os profissionais de saúde da mesma equipe, bem como com os profissionais da mesma unidade de saúde, compartilhando informações por meio do sistema. Para isso, será necessário o aceite do presente TERMO e o esclarecimento do cidadão em relação à sua própria privacidade, informando o por que e para que o seu dado está sendo coletado. O modelo adotado pelo SIS, para garantir o consentimento do cidadão, é o opt-out, ou seja, todo cidadão terá seus dados compartilhados dentro do serviços saúde do município, alinhado ao modelo de atenção preconizado. Entretanto, deverá ser acrescentada opção no sistema para que, caso o cidadão opte por não compartilhar os seus dados de atendimento, basta que ele solicite o bloqueio do compartilhamento por meio da atualização do seu cadastro (no módulo Usuário). Nesses casos, o profissional, sempre que possível, deve esclarecer os benefícios de compartilhar os dados de atendimentos por meio do Sistema . As informações a serem compartilhadas referem-se às registradas durante o atendimento a um cidadão, incluindo, tanto as informações do USUÁRIO do sistema, que se remetem ao contexto do atendimento, quanto a qualquer outra que seja disponibilizada de acordo com as ferramentas oferecidas pelo Sistema. O Sistema mantém conduta de respeito à privacidade e, sobretudo, CONFIDENCIALIDADE dos dados dos profissionais e cidadãos, nos termos dos códigos de éticas que regulamentam as profissões de saúde, da Lei Geral de Proteção de Dados, da Constituição Federal, do Código Penal e de todas as normas brasileiras aplicáveis nesse contexto. Recomendamos que o USUÁRIO do sistema, ao acessá-lo, mantenha a conduta dentro dos parâmetros legais e éticos, mantendo o máximo de cuidado na proteção dos dados coletados, assim como, na privacidade e CONFIDENCIALIDADE dos dados dos cidadãos e dos profissionais aos quais ele tenha acesso. ATENÇÃO! Lembre-se de que o prontuário pertence ao cidadão. O USUÁRIO do sistema, desde já, fica ciente de que toda a informação contida no prontuário eletrônico poderá ser compartilhada nas Redes de Atenção à Saúde que fazem o cuidado do cidadão, em especial com a equipe de saúde de referência¹ para a Atenção Primária, por meio do SIS, ou ainda via impresso, quando solicitado pelo cidadão. ¹Entende-se aqui como equipe de saúde de referência a equipe responsável pela área/território ao qual o cidadão está adstrito, como preconizado pela Política Nacional de Atenção Básica. Infraestrutura tecnológica A responsabilidade pela certificação da configuração adequada dos equipamentos, em pleno acordo com requisitos mínimos necessários para uso do Sistema é da gestão no nível municipal. Portanto, não cabe a Vivver Sistemas a responsabilidade pelo funcionamento e desempenho inadequado do Sistema, caso as configurações mínimas recomendadas não sejam atendidas. Responsabilidade do usuário do sistema e do secretário municipal de saúde Após o LOGIN, todo registro feito pelo usuário do sistema será de sua responsabilidade: O registro e envio dos dados ao SISAB é de responsabilidade do USUÁRIO do sistema. É importante que o registro seja fidedigno em relação às ações de saúde executadas, a fim de garantir a qualidade dos dados do sistema de informação em saúde; O USUÁRIO do sistema é responsável pelos resultados obtidos por meio do uso de qualquer ferramenta deste software, inclusive aqueles decorrentes do uso indevido e da não execução dos processos complementares que garantam a segurança dos registros; Realizar a guarda, proteção e o tratamento dos dados do prontuário eletrônico, seguindo as disposições presentes na Lei no. 13.709/2018; Não disponibilizar, emprestar ou permitir a pessoas ou instituições não autorizadas pelo secretário municipal de saúde o acesso à base de dados do PEC; Realizar a anonimização e desidentificação dos dados quando estes forem extraídos com a finalidade de gerar relatórios gerenciais; Garantir, para fins de estudos por órgãos de pesquisas, a anonimização e desidentificação dos dados pessoais, sempre que possível, assim como assegurar os devidos padrões éticos relacionados a estudos e pesquisas. Referências Bibliográficas BRASIL. Ministério da Saúde.  Acolhimento à demanda espontânea . v. 1. Brasília: Ministério da Saúde, 2011. (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica n. 28, Volume I) BRASIL. Ministério da Saúde.  Acolhimento à demanda espontânea: queixas mais comuns na atenção básica . Brasília: Ministério da Saúde, 2012. (Cadernos de Atenção Básica, n. 28, volume 2) CANTALE, Carlos R.  Historia clinica orientada a problemas . S l : University of Southern California, 2003. DEMARZO, Marcelo Marcos Piva; OLIVEIRA, C. A.; GONÇALVES, Daniel Almeida.  Prática clínica na estratégia saúde da família: organização e registro . São Paulo: UNIFESP, 2011. GUSSO, Gustavo; LOPES, José Mauro Ceratti.  Tratado de Medicina de Família e Comunidade: 2 Volumes: Princípios, Formação e Prática . Artmed Editora, Brasil, 2012. JAMOULLE, Marc; GOMES, Luis.  Prevenção Quaternária e limites em medicina . Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, v. 9, n. 31, 2014. OLIVEIRA, Maria Amélia de Campos; PEREIRA, Iara Cristina.  Atributos essenciais da Atenção Primária e a Estratégia Saúde da Família . Rev. bras. enferm., Brasília , v. 66, n. spe, p. 158- 164, Sept. 2013 . Available from . access on 22 Aug. 2017. http://dx.doi.org/10.1590/S0034- 71672013000700020. ROMAN, Angelmar Constantino.  Informatização do registro clínico essencial para a atenção primária à saúde: um instrumento de apoio às equipes da estratégia saúde da família . 2009. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. ZURRO, A. Martín et al.  Atención primaria: conceptos, organización y práctica clínica . Elsevier España, 2003 WONCA. World Organization of National Colleges. Associations of General Practitioners. Family Physicians. Elaborada pelo Comitê Internacional de Classificação da WONCA.  Classificação Internacional de Atenção Primária (CIAP 2) . 2. ed. Florianópolis: Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, 2010 2025 Ministério da Saúde. Manual e-SUS APS, ultima vez modificado em 19/01/2024 e disponibilizado em https://saps-ms.github.io/Manual-eSUS_APS/ - É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial.     Orientações Gerais sobre o Sistema Neste capítulo, abordaremos os conceitos e orientações iniciais para utilização do Sistema com PEC. Versão do Sistema Usada neste Manual Esse manual é desenvolvido para familiariza e orientar a correta utilização do Sistema de Gestão Pública de Saúde utilizado na Secretaria da Saúde de Sorocaba/SP. O Acesso a ele se dá através da internet, pelo endereço https://sisweb.sorocaba.sp.gov.br/ Para desenvolver o manual, usamos de referência a versão 24.12.01 . Organização e Componentes- Padrão do Sistema O Sistema Integrado de Saúde foi pensado para ser uma ferramenta que trás familiaridade ao usuário, considerando que o Sistema Operacional mais utilizado no mundo é o Microsoft Windows e que ele tem o conceito de utilização de Menu Inicial, Barra de Tarefas e Área de Trabalho. A Ferramenta foi pensada em utilizar como base a padronização de visualização do SO, com uma estrutura familiar onde os Módulos podem ser encontrados em um menu, que as telas dos módulos podem ser inseridas na área de trabalho para facilitar o acesso e que cada uma delas, quando abertas, ficará visivel na barra de tarefas do sistema. Orientações Básicas de Utilização do Sistema No quadro abaixo, são apresentadas algumas orientações gerais sobre os componentes padronizados no sistema. De finições Rrepresentação visual Campos obrigatórios : são marcados com  * (asterisco) e devem ser obrigatoriamente preenchidos. Campos obrigatórios não preenchidos: ficam na cor vermelha. Barra de erros:  O Sistema é preparado para apresentar no rodapé da página uma barra que descreve os erros ao realizar algum procedimento, bastando parar o mouse sobre "Mostrar todos os erros" para saber o que resolver. Campos quadrados:  ( checkbox ) são para a escolha de mais de uma opção. Campos em círculo  ( radio button ) :  são de única escolha.  [ATENÇÃO]: após selecionado, não será possível desvincular a escolha por uma das outras opções. Caso selecione por engano, será necessário cancelar o registro e reiniciar o processo. Data: digite a data ou clique no símbolo no canto direito do campo, onde aparecerá o calendário, com a data atual selecionada. Para avançar/retroceder o mês: clicar nas setas ou ; Para avançar/retroceder o mês/ano: clicar sobre . Para localizar o dia atual mais rápido, basta clicar em . Caixa de seleção: ao digitar parte da palavra desejada, o sistema automaticamente traz todos os registros que contêm a palavra, após selecione o item desejado. Topo da Tela: o botão no canto inferior direito das telas serve para levar a visualização da página ao topo de maneira mais rápida. Status das Telas: no canto inferior das telas haverá sempre a sinalização da utilização dela no momento, podendo essa ser demonstrada com os status de Inserção, Localização e Visualização. As telas funcionarão diferente de acordo com seus status Bloco de Informação: O Sistema é modular e é pensado em blocos de informações, que podem ser minimizados e maximizados. Minimizar Bloco:  Os blocos podem ser minimizados para facilitar a visualização de informações (o contrário também ocorre). Maximizar (Restaurar) Bloco:  Os blocos minimizados também podem ser maximizados (restaurados) para exibir as informações Menu Lateral:  O menu lateral pode ser ocultado também, é uma opção viável para ampliar a área de visualização do preenchimento. Para ocultar você deve clicar em e para desocultar é só clicar em Quantidade de resultados na busca:  Algumas informações do sistema serão demonstrados em tabela, com o padrão de mostrar 10 registros, nesse caso, há opção de aumentar a quantidade de registros que deseja visualizar. Exportação de resultados em tabela:  Algumas telas do sistema que retornam os dados em tabela, apresentam no canto superior direito do bloco o botão que permite extrair a tabela em diversos formatos, incluindo MS Excel ou .csv Parametrização de visualização de tabelas: Essas tabelas geralmente também permitem a possibilidade de configurar o layout de apresentação, basta clicar no botão e selecionar quais informações você quer deixar para serem visualizadas em tela. Unidade e setor onde estou trabalhando:  Na barra de tarefas do sistema, no canto inferior direito, há um visualizador fácil para identificar em qual unidade/setor você está logado. Controle de Acesso ao Sistema O Sistema controla o acesso dos usuários do PEC por meio de um identificador ( login ) e uma  senha de uso pessoal , portanto, a entrada no sistema é pessoal e individual para cada usuário, conforme pode ser visualizado abaixo ATENÇÃO : Cada profissional terá seu acesso, controle de permissões e controle de auditoria vinculado a seu login (SMS), devendo portanto, utilizar apenas seu login e senha pessoal para o uso do sistema. A identificação para acesso ( login ) será controlada pelo próprio sistema, usando como padrão, o SMS cadastrado.  O  login  é pessoal e intransferível , pois busca garantir que os registros feitos no sistema sejam identificados pela identificação de operador do profissional. O controle da  senha é pessoal e deve ser alterada no primeiro acesso. Para criação da senha, o gestor responsável deverá enviar a ficha CNES ( Servidores Fixos / Servidores temporários [CNPJ, Residentes, Estágios, etc.]) preenchida e enviada por e-mail para cadastrocnes@sorocaba.sp.gov.br solicitando vinculação na unidade e liberação de acesso como operador. Como Criar/Alterar Sua Senha A Senha padrão do sistema deve ser alterada assim que o usuário realizar o primeiro login , essa é uma tarefa de responsabilidade do usuário para garantir a integridade dos dados. A alteração de senha pode ser realizada a qualquer momento. Na barra de tarefas do sistema, localize o e clique para visualizar a opção Senha A tela que abrirá quando clicar em Senha pedirá que você informe a senha atual e, após, pedirá que digite uma nova senha e, por questão de segurança, repita a mesma nova senha no campo abaixo, bastando apenas clicar em Atualizar para concluir a tarefa. Esqueci Minha Senha, o que Faço? Existem três maneiras de recuperar sua senha de acesso ao sistema: O principal canal para é o de envio de e-mail para suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br identificando-se e solicitando reset da senha para acesso. Também existe a opção de entrar em contato por telefone com o suporte sis para ter mais agilidade ao processo, porém, esse não exclui a necessidade do envio de email para auditoria dos chamados realizados. O Contato deve ser feito através do número (15) 3238 2113 . O Sistema recentemente recebeu o botão Redefinir Senha na tela de login, portanto, caso você tenha um e-mail cadastrado no sistema, poderá redefinir a senha a qualquer momento com rapidez. ATENÇÃO:  A redefinição de senha através da tela de login irá funcionar apenas se você tiver um e-mail cadastrado no sistema. Para confirmar essa informação, com o sistema logado você deve clicar em e verificar se há um e-mail seu cadastrado abaixo do seu nome. O e-mail que aparecer na tela de identificação do operador será o responsável por receber as informações para redefinição de senha . Caso não tenha um e-mail cadastrado no sistema , você deverá enviar um e-mail para suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br , identificando-se e solicitando o reset da senha e o cadastro de um e-mail . Importante: Não se esqueça de informar um e-mail ao qual você tenha acesso. Autenticação via gov.br O Login através do gov.br também está sendo desenvolvido para facilitar acesso ao sistema, dessa maneira você não precisará se preocupar em lembrar seu usuário SMS e senha, podendo utilizar as credenciais que utiliza em todos os sistemas que faz login através do login único no Brasil. Atualmente a autenticação está presente apenas no ambiente de testes/treinamento e, em breve deverá estar disponível no ambiente de produção . Unidade/Setor Sempre que entrar no Sistema, é indicado que verifique em qual unidade você fez login, caso necessite alterar, você deve clicar em e após em Unidade. Nessa tela, estarão liberados para você todas as unidades e setores que foram solicitadas para o Suporte SIS < suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br >, baseado nas unidades que você tem cadastro no SCNES . Caso a unidade e/ou setor em que você estiver trabalhando não conste na lista liberada em seu usuário, deverá ser solicitado liberação ao Suporte SIS < suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br >, porém, por questão de segurança, essa solicitação deve ser feita pela Coordenação ou com a Ciência da Coordenação (basta colocar a coordenação em Cópia no email). Não esqueça de que, para alterar a unidade/setor do login, você deve confirmar a alteração. IMPORTANTE: Existem dois tipos de liberação no Sistema, a liberação de Operador e de Profissional , ter liberação de Operador na Unidade não significa que você tem liberação para lançar atendimentos como Profissional. O Contrário será impossível de acontecer, uma vez que para lançar atendimento como Profissional, você deverá estar logado(a) na unidade. Cidadão (Usuário) Neste capítulo serão abordadas as questões relacionadas ao gerenciamento do cadastro de usuário. Todo cidadão, para ser atendido nas Unidades de Saúde por meio do sistema com Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC), ou seja, para possuir um prontuário eletrônico ativo, deve ter um cadastro ativo no sistema, independentemente de estar ou não identificado pelo número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) ou pelo Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). Considerando as diferentes fontes de informação da base de cidadãos do sistema e as possibilidades de consulta integradas à base nacional do Cadastro de Usuários do SUS (CADSUS), por meio do CNS, recomenda-se que, antes de realizar qualquer ação no cadastro de um cidadão, seja para consulta, atualização ou inclusão de um novo registro, seja realizada uma busca prévia na base local ou na base nacional, quando houver conectividade. Cadastro de Usuário O cadastro na tela Usuários é um cadastro simplificado que estende e integra os dados necessários do CADSUS. O padrão mínimo esperado para realizar um cadastro no Sistema é: Nome do Paciente; Data de Nascimento; Sexo; Nome da mãe; Raça/cor; Endereço estruturado: CEP; Logradouro; Bairro; Número; Telefone; CPF; CNS; Municipio de nascimento; Com todos esses dados preenchidos, o cadastro não trará nenhum problema em relação a envio de produção ao Ministério da Saúde. Para iniciar um novo cadastro, você deve clicar no ícone  localizado no canto superior esquerdo da janela. É indicado que os pacientes realizem solicitação de cadastro na unidade portando minimamente documento de identidade (RG, CPF ou CNH) e Comprovante de Residência, dessa maneira, bastará preencher os dados do mesmo de acordo com os documentos e salvar o cadastro clicando em  . Em nenhum momento é necessário solicitar o Cartão SUS do paciente, apesar de ser recomendado. Isso ocorre porque o sistema possui  integração com a base do CNS , permitindo a consulta  para carregar as informações iniciais no cadastro. Com a tela de Usuário em modo de inserção, clique em no campo CNS. Será aberta uma janela com campos básicos para realizar uma pesquisa na base nacional. Basta preencher os campos- chave para efetuar a busca. Você pode consultar tanto pelo CPF  quanto pelo CNS. Ao clicar em 'Pesquisar', o resultado com os dados da pessoa será exibido. A partir disso, clique em   para sincronizar os dados iniciais, obtidos da base nacional, e dar continuidade ao cadastro. Verifique se as informações importadas do CADSUS contemplam o mínimo esperado. Complemente os dados que estiverem faltando e salvem o cadastro clicando em . ATENÇÃO: Havendo problemas na Consulta CADSUS, notifique o  Suporte SIS < suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br > por e-mail solicitando a correção da funcionalidade. Caso tenha problemas em relação ao endereço estruturado ( CEP , Logradouro , Bairro , Número ), pedimos que comuniquem por e-mail o setor de Saúde Digital < dti.ses@sorocaba.sp.gov.br > da Secretaria da Saúde para verificar a necessidade de cadastro ou atualização do endereço , devendo então ser preenchido o endereço no campo Endereço descritivo . Sempre que possível, verifique qual é a área do paciente para vincula-lo a Unidade de referência. A Consulta deve ser realizada pelo CEP da rua diretamente no Serviço de Localização de Unidades de Saúde . O Serviço de Localização de Unidades de Saúde < https://servicos.sorocaba.sp.gov.br/selu/ > pode ser encontrato facilmente na árvore de links da Atenção Primária a Saúde < https://linktr.ee/aps.sorocaba > com o nome " Qual UBS/USF é mais perto? ". Busca pelo cidadão Para iniciar a busca pelo cidadão, é necessário selecionar abrir a tela Usuários ( Ambulatório > Usuários ) e inserir ao menos um dos seguintes dados para realizar a busca clicando em . Número do Prontuário; Nome do cidadão; Número do CNS do cidadão; Número do CPF; Data de nascimento; Nome da mãe; Em caso de sucesso na busca pelo cidadão o resultado mostrará todas os campos com informações do cidadão preenchidos, como nome, data de nascimento, número do CNS e CPF, sexo, nome da mãe, unidade referência, endereço estruturado ou endereço descritivo, telefone, município de nascimento e a data da última atualização do cadastro, entre outros. É importante ressaltar que a busca poderá trazer usuários inativos, podendo ser visualizadas diretamente na mesma tela. Esses cadastros podem ser reativados editando o cadastro, clicando em . Dependendo do campo que você utilize para localizar o prontuário, o sistema sempre irá realizar uma busca na base  de cadastro  local (do próprio sistema) e poderá trazer um ou mais resultados, restando ao profissional a escolha do cidadão que está sendo buscado. Caso a busca seja muito genérica o sistema retornará uma mensagem de que muitos cadastros foram encontrados e irá solicitar o refinamento da busca para aproximar com mais fidedignidade os resultados que o profissional está esperando. Edição de Cadastro A edição do cadastro de usuário será possível sempre que a tela estiver em modo de Visualização, e deverá ser feita clicando em . É importante destacar que o cadastro do usuário deve estar sempre atualizado, dentro de nossos alcances, porém, caso esse paciente tenha vinculação em alguma família, a edição poderá ser realizada apenas pela Agente Comunitária de Saúde da Unidade Referência do Paciente. Paciente vinculado a uma família Você pode verificar essa informação em Família No exemplo acima, o paciente em questão está vinculado a uma família e, portanto, a unidade referência dele deverá ser notificada por email para realizar a liberação. Segue lista de email das unidades para facilitar a comunicação, bem como um padrão de texto esperado para realizar a solicitação. UBS Angélica < csangelica@sorocaba.sp.gov.br > USF Aparecidinha < csaparecidinha@sorocaba.sp.gov.br > USF Barão < csbarao@sorocaba.sp.gov.br > UBS Barcelona < csbarcelona@sorocaba.sp.gov.br > USF Brigadeiro Tobias < csbrigadeirotobias@sorocaba.sp.gov.br > USF Cajuru < cscajuru@sorocaba.sp.gov.br > UBS Carandá < ubscaranda@sorocaba.sp.gov.br > UBS Cerrado < cscerrado@sorocaba.sp.gov.br > UBS Éden < cseden@sorocaba.sp.gov.br > UBS Escola < csescola@sorocaba.sp.gov.br > UBS Fiori < csfiore@sorocaba.sp.gov.br > USF Habiteto < cshabiteto@sorocaba.sp.gov.br > UBS Haro < csvlharo@sorocaba.sp.gov.br > UBS Hortencia   < csvlhortencia@sorocaba.sp.gov.br > UBS Laranjeiras < cslaranjeiras@sorocaba.sp.gov.br > USF Lopes de Oliveira < ubslopesdeoliveira@sorocaba.sp.gov.br > UBS Maria do Carmo < csmariadocarmo@sorocaba.sp.gov.br > UBS Marcia Mendes < csmarciamendes@sorocaba.sp.gov.br > UBS Maria Eugênia < csmariaeugenia@sorocaba.sp.gov.br > UBS Mineirão < csmineirao@sorocaba.sp.gov.br > USF Nova Esperança < csnovaesperanca@sorocaba.sp.gov.br > UBS Nova Sorocaba < csnovasorocaba@sorocaba.sp.gov.br > USF Paineiras < cspaineiras@sorocaba.sp.gov.br > USF Rodrigo < usfrodrigo@sorocaba.sp.gov.br > USF Sabiá < cssabia@sorocaba.sp.gov.br > UBS Santana < csvlsantana@sorocaba.sp.gov.br > USF São Bento < cssaobento@sorocaba.sp.gov.br > UBS São Guilherme < cssaoguilherme@sorocaba.sp.gov.br > UBS Simus < csjdsimus@sorocaba.sp.gov.br >  UBS Sorocaba I < cssorocaba1@sorocaba.sp.gov.br > USF Ulisses Guimarães < csulisses@sorocaba.sp.gov.br > USF Vitória Régia < csvitoriaregia@sorocaba.sp.gov.br > USF Wanel Ville < cswanelville@sorocaba.sp.gov.br > Texto esperado em email para desvincular paciente de família Olá, tudo bem? Sou [IDENTIFICAR-SE] e trabalho na unidade [NOME DA SUA UNIDADE] . Recebemos o paciente prontuário [NUMERO DO PRONTUÁRIO] relatando alteração de endereço de residência, notamos que o mesmo está vinculado a sua unidade [NOME DA UNIDADE REFERÊNCIA] na família: Segmento: [NÚMERO DO SEGMENTO] Área: [CÓDIGO DA ÁREA] - [NOME DA ÁREA] Micro Área: [NÚMERO DA MICRO ÁREA] Nº da família: [NÚMERO DA FAMÍLIA] Por ter apresentado comprovante de residência, solicitamos a desvinculação do paciente da família com endereço [ENDEREÇO ESTRUTURADO ANTERIOR DA FAMÍLIA (CEP, LOGRADOURO, BAIRRO, NÚMERO)] e correção do cadastro do mesmo para o endereço [ENDEREÇO ESTRUTURADO ATUAL DA FAMÍLIA (CEP, LOGRADOURO, BAIRRO, NÚMERO)] , bem como sua vinculação com a Unidade Referência [NOME DA SUA UNIDADE] . Atenciosamente, [SEU NOME COMPLETO] Paciente sem vínculo com família Caso não haja vinculação de família no cadastro do paciente, a edição deverá ser realizada clicando em e, para obter sucesso, bastará apenas preencher os campos mínimos esperados. Nome do Paciente; Data de Nascimento; Sexo; Nome da mãe; Raça/cor; Endereço estruturado: CEP; Logradouro; Bairro; Número; Telefone; CPF; CNS; Municipio de nascimento; ATENÇÃO:  Sempre que possível, cadastre o número NIS do Paciente. Informações adicionais do paciente No cadastro de pacientes, o sistema conta com um recurso valioso chamado Informações Adicionais do Paciente . Esse é um campo de texto livre, ideal para registrar informações que facilitem o alinhamento entre os operadores, promovendo um atendimento mais ágil e eficiente. No entanto, é importante destacar que, apesar de ser um campo aberto, ele não deve ser utilizado para registrar o número de prontuário CROSS/SIRESP , pois há um campo específico destinado a essa finalidade nas solicitações de procedimentos ou guias de encaminhamento. Por outro lado, esse espaço pode ser muito útil para anotações como a retirada de documentos ou qualquer outra observação relevante que contribua para um histórico organizado e uma comunicação eficaz entre a equipe. Anexar documento O sistema oferece uma ferramenta essencial para a organização e gestão de documentos dos pacientes: a opção de anexar arquivos diretamente ao cadastro . Com esse recurso, qualquer documento apresentado pelo paciente na unidade pode ser digitalizado e armazenado com segurança , facilitando o acesso às informações sempre que necessário. Além de reduzir o uso de papel, essa funcionalidade garante que a equipe tenha à disposição, de forma prática e rápida, todos os registros importantes do paciente. Dessa forma, evita-se a perda de documentos físicos e melhora-se a comunicação entre os profissionais que realizam o atendimento. Sugestões de documentos que podem ser anexados: Comprovante de residência RG ou outro documento de identificação Cartão SUS Termo de consentimento informado Autorização para procedimentos médicos Declaração de acompanhamento Laudos médicos e exames apresentados pelo paciente Qualquer outro documento relevante para o atendimento Manter os documentos digitalizados no sistema não só organiza melhor as informações do paciente, mas também torna o atendimento mais ágil, seguro e eficiente . Sempre que um comprovante ou termo precisar ser consultado, ele estará ali, acessível com apenas alguns cliques! Portal do cidadão e Aplicativo Agenda UBS Sorocaba O acesso dos pacientes ao sistema foi concebido com base na Lei nº 10.528, de 31 de julho de 2013 , que estabelece a transparência dos dados relacionados à saúde pública no município. Mais do que disponibilizar informações gerais, essa legislação incentivou a criação de ferramentas que permitem ao próprio paciente acessar seus registros, promovendo mais autonomia e facilitando o acompanhamento de seu histórico de saúde. Essas ferramentas estão disponíveis exclusivamente para usuários da rede municipal , pois o acesso é vinculado ao cadastro do paciente no sistema, com ênfase no registro do CPF , garantindo maior segurança e controle das informações. Uma vez que o paciente tem um número de prontuário no sistema, com a informação do CPF corretamente preenchida, o mesmo deverá ser informado sobre a senha do portal, que pode ser visualizada no final da tela Usuários. A senha demonstrada acima é utilizada para as duas ferramentas que descreveremos a seguir. Aplicativo "Agenda UBS Sorocaba" O aplicativo Agenda UBS Sorocaba está publicado na Apple Store para celulares com Sistema Operacional iOS e na Google Store para celulares com Sistema Operacioanl Android. É a ferramenta atual disponível para que a população consiga visualizar notícias, verificar os dados e atualizar número de celular e e-mail, verificar o cartão de vacina, realizar agendamento para consulta nas unidades de atenção primária, verificar os agendamentos futuros e anteriores e confirmar presença nas consultas. Portal do cidadão O acesso ao Portal do Cidadão encontra-se inativo para acesso desde que houve a publicação do aplicativo, porém, em eventuais necessidades o mesmo poderá ser acessado novamente. O Acesso será realizado através do link < https://sisweb.sorocaba.sp.gov.br/cidadao_login > Recepção de Serviço (Pacientes Agendados) A recepção de serviço é o fluxo utilizado para organizar o atendimento de usuários que possuem agendamento prévio na unidade de saúde. Esse tipo de atendimento é comum tanto nas unidades de Atenção Primária à Saúde, APS, quanto nas unidades de Atenção Especializada à Saúde, AES, sendo fundamental para a gestão dos atendimentos programados ao longo do dia. Por meio desse fluxo, a equipe de recepção realiza a confirmação da chegada do usuário, garantindo que ele seja corretamente vinculado ao agendamento previamente realizado e encaminhado para o atendimento correspondente. Dessa forma, a recepção de serviço se diferencia da recepção espontânea por estar diretamente vinculada aos atendimentos agendados, sendo essencial para garantir a organização da agenda da unidade e o correto fluxo dos usuários ao longo do atendimento. Compreender e utilizar corretamente esse fluxo é fundamental para assegurar a execução adequada dos agendamentos, evitar inconsistências no atendimento e qualificar o acesso aos serviços de saúde. Onde localizar a Recepção de Serviço A funcionalidade de recepção de serviço está disponível no sistema dentro do módulo de atendimento ambulatorial, sendo utilizada no fluxo de usuários com agendamento prévio. Para acessar essa tela, siga o caminho abaixo Ambulatório > Solicitação > Recepção de Serviço . Esse caminho permite que a equipe de recepção acesse a tela responsável por registrar a chegada dos usuários agendados, possibilitando a vinculação correta com os atendimentos previamente marcados na unidade. É importante que os profissionais estejam familiarizados com esse acesso, pois ele faz parte da rotina diária das recepções e está diretamente relacionado à organização dos atendimentos programados. Estrutura da tela de Recepção de Serviço A tela de recepção de serviço é organizada em três blocos principais, que orientam o profissional desde a configuração dos filtros até a execução das ações sobre os agendamentos. Compreender a função de cada bloco é fundamental para utilizar corretamente o sistema, garantir a organização do atendimento e evitar inconsistências no fluxo dos usuários. Dados do executante O primeiro bloco da tela é destinado à configuração dos filtros que determinam quais agendamentos serão exibidos. Os campos de município , unidade e operador permanecem bloqueados, sendo preenchidos automaticamente de acordo com o usuário logado no sistema. Os demais campos permitem refinar a busca dos agendamentos: Tipo de agenda : possibilita filtrar entre agendamentos centrais e locais Centrais: podem ser utilizados para agendar pacientes por diferentes unidades Locais: são exclusivos da própria unidade Tipo de atendimento : classifica os agendamentos conforme a finalidade do atendimento Primeira consulta Interconsulta Retorno Serviço : corresponde ao tipo de atendimento ofertado na agenda Exemplos mais comuns nas unidades de APS incluem: Coleta de exames Coleta de exames gestante PAC puericultura Consulta médica AP Consulta odontológica AP Consulta pré natal Consulta puerperal Outros serviços podem existir, conforme a organização da unidade. CBO : refere-se à Classificação Brasileira de Ocupações, utilizada para identificar a função do profissional de saúde vinculado ao atendimento. Entre os códigos mais comuns utilizados nas unidades, destacam-se: 225125 - Médico Clínico 225250 - Médico ginecologista e obstetra 225124 - Médico pediatra 223208 - Cirurgião dentista - clínico geral 223505 - Enfermeiro Devem existir outros códigos, conforme a composição da equipe. Especialidade : atualmente não é utilizada como parâmetro no município, podendo ser desconsiderada no uso da tela. Profissional : permite filtrar os agendamentos por profissional específico. Este bloco tem como principal objetivo permitir a filtragem dos dados . No entanto, recomenda-se que, sempre que possível, os filtros permaneçam sem preenchimento , garantindo que todos os agendamentos do dia sejam exibidos e reduzindo o risco de que algum paciente deixe de ser atendido. Calendário de agendamentos O segundo bloco apresenta um calendário que permite selecionar o dia desejado e visualizar um resumo dos agendamentos. Ao acessar a tela, o sistema seleciona automaticamente o dia atual. A seleção de outro dia altera diretamente os dados exibidos no bloco de agendamentos. Além disso, o calendário apresenta indicadores visuais que resumem a situação dos agendamentos: Solicitação total de vagas disponíveis Agendado total de pacientes agendados Recepcionado total de pacientes recepcionados Estornado total de atendimentos estornados Cancelado total de pacientes cancelados Faltou total de pacientes faltosos Feriado dias em que não é possível realizar agendamentos A marcação de falta é realizada automaticamente pelo sistema após um dia do agendamento, desde que não seja recepcionado. Uma prática útil para atualização da tela é alterar o dia selecionado e, em seguida, retornar ao dia desejado. Esse procedimento força a atualização dos dados exibidos, especialmente após a aplicação de filtros. Agendamentos O terceiro bloco apresenta a listagem dos pacientes agendados, sendo o principal espaço de execução das ações pela equipe de recepção. Nesse bloco, é possível visualizar informações como horário, número de prontuário, nome do usuário, CPF, CNS, profissional e CBO. Também estão disponíveis funcionalidades como: Recepcionar o paciente Cancelar agendamento Informar falta Ativar agendamento Estornar recepção Imprimir ficha Aplicar filtro de situação Pesquisar no grid de agendamento Ações específicas como cancelamento, registro de falta, ativação de agendamento e estorno de recepção, podem não estar disponíveis para todos os usuários, pois dependem de permissões específicas definidas pela gestão da unidade. Busca e localização de pacientes Para facilitar a localização do usuário, recomenda-se utilizar o campo de pesquisa, que permite buscar por: Número de prontuário Nome do usuário CPF CNS A princípio, pode parecer que não há agendamentos para o paciente, com a indicação visual de “Nenhum registro encontrado”. Isso ocorre porque o sistema realiza a filtragem inicial com base na coluna “Hora agenda”. Após inserir a informação no campo de pesquisa, é necessário clicar na coluna correspondente no grid, como “Nº prontuário” ou “Usuário”, para que o filtro seja aplicado corretamente e os resultados sejam exibidos. Essa prática permite localizar rapidamente o paciente, especialmente em dias com grande volume de atendimentos. Seleção e ação Cada paciente listado possui um campo de seleção. Após localizar o usuário, basta: Selecionar o paciente Clicar na ação desejada, como “Recepcionar” Ao realizar a recepção, o sistema solicitará a confirmação do profissional executante.  Caso necessário, é possível alterar o profissional, desde que ele pertença ao mesmo CBO do agendamento. Dicas e alertas Durante a utilização da tela de recepção de serviço, algumas práticas contribuem diretamente para a organização do atendimento e para a qualidade das informações registradas no sistema. Por padrão, o sistema exibe uma quantidade limitada de agendamentos no grid. Recomenda-se que o operador ajuste essa visualização para exibir o maior número possível de registros, conforme a necessidade da unidade, facilitando a identificação dos pacientes ao longo do dia. Outra estratégia que pode otimizar o atendimento é a utilização do filtro de situação. Manter selecionada apenas a opção “Agendado” permite visualizar com mais clareza os pacientes que ainda não foram recepcionados, contribuindo para maior agilidade no fluxo da recepção. Além disso, é imprescindível que, sempre que possível, seja realizada a atualização dos dados cadastrais dos pacientes. A conferência de informações como CPF e telefone deve fazer parte da rotina da recepção, garantindo maior confiabilidade dos dados utilizados pela unidade. Essa atualização deve ser realizada na tela de Usuários, conforme orientações descritas no manual Cidadão (Usuário) . Outro ponto de atenção importante é que o sistema somente permite a recepção de pacientes que possuem o Cartão Nacional de Saúde, CNS, devidamente preenchido no cadastro. Esse parâmetro foi definido para garantir a consistência das informações e evitar glosas na produção enviada ao Ministério da Saúde. Caso o paciente não possua CNS, é responsabilidade da equipe da unidade realizar a emissão do documento. Para isso, deve-se seguir as orientações descritas no manual Cadastro e Acesso ao SGOP e CadSUS Web . Recepção Espontânea A recepção espontânea é o fluxo utilizado para organizar o atendimento de usuários que procuram a unidade de saúde sem agendamento prévio. Esse tipo de atendimento é comum tanto nas unidades de Atenção Primária à Saúde (APS) quanto nas unidades de Atenção Especializada à Saúde (AES), especialmente em situações em que o usuário necessita de algum procedimento, orientação ou avaliação no momento da chegada à unidade. Na prática, esse tipo de atendimento é frequentemente realizado por meio da tela direta de recepção espontânea, utilizada para agilizar o registro e o encaminhamento do usuário. No entanto, este manual orienta a adoção de um fluxo estruturado a partir da tela de usuários, com o objetivo de garantir maior rastreabilidade das informações e qualificar o processo de atendimento. Essa abordagem permite não apenas registrar corretamente a entrada do usuário na unidade, mas também possibilita a conferência e atualização de dados cadastrais essenciais, como CPF e telefone, que devem ser verificados e atualizados sempre que possível durante o atendimento. Entre as situações mais comuns que se enquadram na recepção espontânea, destacam-se: Acolhimento pela equipe de saúde, para escuta inicial e definição de conduta Realização de testes rápidos, conforme disponibilidade da unidade Atualização da situação vacinal, de acordo com o calendário vigente Verificação de sinais vitais, como apoio à avaliação do estado geral do usuário Dessa forma, a recepção espontânea se diferencia dos atendimentos agendados por sua natureza imediata e não programada, funcionando como um fluxo complementar que amplia o acesso do usuário aos serviços de saúde. Compreender quando e como utilizar a recepção espontânea, bem como seguir o fluxo orientado neste material, é fundamental para garantir o direcionamento adequado do usuário, contribuir para a organização do atendimento na unidade, assegurar a qualidade dos dados cadastrados e qualificar o acesso aos serviços ofertados. Onde localizar a tela de Usuários Para realizar o fluxo de recepção espontânea conforme orientado neste material, é necessário acessar a tela de usuários no sistema. Essa tela é o ponto inicial do processo, pois é nela que o paciente será localizado, terá seus dados conferidos e atualizados, e a partir dela será realizada a recepção. O acesso é feito pelo seguinte caminho: Ambulatório >  Usuários A tela de recepção espontânea é amplamente utilizada de forma direta por muitos usuários, principalmente pela agilidade no registro do atendimento. No entanto, este material orienta a realização do processo a partir da tela de usuários, com o objetivo de incentivar a conferência e atualização cadastral no momento do atendimento. Essa abordagem contribui para que informações essenciais, como CPF e telefone, sejam verificadas e mantidas atualizadas sempre que possível, fortalecendo a qualidade da base de dados e a efetividade do contato com os usuários. Localização do paciente Ao identificar que o usuário necessita de um atendimento espontâneo, o primeiro passo é acessar a tela de usuários e realizar a busca do paciente no sistema. A localização pode ser feita utilizando diferentes informações, conforme disponibilidade: Número do prontuário CPF CNS Também é possível realizar buscas mais amplas, como: Nome do paciente (escrevendo apenas partes do nome, não necessita ser exatamente igual e completo) Nome da mãe (escrevendo apenas partes do nome, não necessita ser exatamente igual e completo) Combinação de dados, como nome da mãe e data de nascimento Ao digitar o nome do paciente, o sistema apresenta automaticamente uma lista com possíveis correspondências, exibindo informações como prontuário, nome, nome da mãe, data de nascimento e número de identidade. Basta selecionar o paciente correto para prosseguir. Outra possibilidade é realizar a busca por meio de filtros mais detalhados, como nome da mãe e data de nascimento, sendo útil em casos em que há dúvidas sobre o cadastro. Após preencher os dados de busca, clique no ícone de lupa para carregar as informações completas do paciente. Caso o sistema identifique mais do que um resultado possível, ele abrirá um grid para que você selecione o paciente desejado. Conferência e atualização dos dados do paciente Após localizar o paciente, é fundamental realizar a conferência dos dados cadastrais antes de prosseguir com o atendimento. Nesse momento, deve-se confirmar com o usuário, sempre que possível, as seguintes informações: CPF Telefone O CPF é o principal identificador do paciente e deve ser priorizado no cadastro. Além disso, é importante que o paciente também possua o Cartão Nacional de Saúde, CNS, registrado no sistema. Outro ponto de atenção importante é que o sistema somente permite a recepção de pacientes agendados que possuem o Cartão Nacional de Saúde, CNS , devidamente preenchido no cadastro. Esse parâmetro foi definido para garantir a consistência das informações e evitar glosas na produção enviada ao Ministério da Saúde. Caso o paciente não possua CNS, é responsabilidade da equipe da unidade realizar a emissão do documento. Para isso, deve-se seguir as orientações descritas no manual Cadastro e Acesso ao SGOP e CadSUS Web . Caso seja necessário corrigir ou atualizar alguma informação, clique no ícone de edição. Realize as atualizações necessárias e, em seguida, clique em salvar para confirmar. A atualização cadastral deve ser realizada como parte da rotina da recepção, contribuindo para a qualidade das informações e para a efetividade do contato com os usuários. Realização da recepção espontânea Com o paciente devidamente localizado e com os dados conferidos, o próximo passo é realizar a recepção. Na tela de usuários, localize, na parte inferior esquerda, a opção Recepção . Ao clicar nessa opção, o sistema abrirá a tela de recepção espontânea já com os dados do paciente preenchidos. Na tela de recepção, o operador deve inicialmente verificar o campo Setor da unidade de saúde . Na maioria dos atendimentos, o setor permanecerá como: 0 PADRÃO No entanto, para atendimentos específicos, como vacinação, é necessário alterar para: 35 SALA DE VACINA A definição dos demais setores e a organização dos profissionais é de responsabilidade da coordenação da unidade, podendo variar conforme a rotina local. Em seguida, devem ser preenchidos: CBO do profissional Profissional responsável pelo atendimento Em muitos casos, ao selecionar o profissional, o sistema preenche automaticamente o CBO, desde que o profissional possua apenas um vínculo cadastrado na unidade. Após o preenchimento das informações, clique em salvar para concluir a recepção do paciente.   Recepção de Unidade de Pronto Atendimento A recepção de unidade de pronto atendimento é o fluxo responsável pelo registro inicial dos pacientes nas unidades de urgência e emergência, como as UPAs. É a partir desse momento que o atendimento do usuário passa a ser formalmente registrado no sistema, permitindo sua inclusão na fila e o acompanhamento do seu percurso dentro da unidade. Diferente dos fluxos ambulatoriais, que podem envolver agendamentos prévios ou atendimentos espontâneos organizados, a recepção na urgência está diretamente relacionada à necessidade imediata de atendimento, exigindo maior agilidade e precisão no registro das informações. Por meio da tela de recepção, é possível tanto identificar pacientes já cadastrados quanto realizar novos cadastros, quando necessário, garantindo que todos os atendimentos sejam devidamente registrados. Além disso, a forma como a recepção é realizada, especialmente a definição do tipo de entrada e do encaminhamento, impacta diretamente na organização da fila, no direcionamento do paciente e na dinâmica de atendimento da unidade. Compreender corretamente o funcionamento dessa tela e a importância de cada etapa do processo é fundamental para assegurar a organização do fluxo assistencial, a qualidade das informações registradas e a eficiência no atendimento prestado ao usuário. Onde localizar a tela de Recepção (UPA) A tela de Recepção é o ponto inicial de registro dos atendimentos no módulo de urgência e emergência (UPA). É através dela que os pacientes são recepcionados, e, quando necessário, também permite realizar o cadastro inicial do paciente, seguindo os mesmos critérios utilizados na tela de cadastro convencional. Acesso à tela de recepção Para iniciar um novo registro de recepção, o operador deve acionar o botão "+" (Adicionar Novo Registro) disponível na parte superior da tela. Ao clicar, será exibida a tela completa de recepção com os blocos: Dados da Recepção Dados do Usuário (Paciente) Documentos Dados de Endereço Dados do acompanhante/responsável Preenchimento da Recepção O primeiro campo obrigatório a ser preenchido é o Tipo de Entrada . A parametrização do Tipo de Entrada determina: Se o paciente passará por triagem ou seguirá direto para o atendimento. O peso de ordenação na fila de atendimento. Recepção com tipos de entrada  sem triagem Em algumas situações, de acordo com a parametrização da unidade e dos serviços vinculados, determinados tipos de entrada não exigem o envio do paciente para a triagem. Nestes casos, o paciente será encaminhado diretamente para a fila de atendimento da especialidade. Identificação do tipo de entrada Ao selecionar um tipo de entrada parametrizado como sem triagem , o sistema automaticamente exibirá o bloco adicional de Encaminhamento para a fila de atendimento , que deve ser preenchido pelo operador. Campos obrigatórios para o encaminhamento: CBO de Encaminhamento : deve ser informado o código de ocupação (especialidade) para onde o paciente será direcionado na fila. Exemplo: Médico Clínico (CBO 225125). Importância da seleção correta do CBO A escolha correta do CBO de Encaminhamento determina para qual especialidade o paciente será encaminhado e impacta diretamente: Na formação da fila de atendimento; Na organização operacional da unidade; Localização do Paciente e Recepção com Triagem Habilitada Antes de preencher os dados do paciente manualmente, o sistema permite realizar uma busca automática a partir do número de prontuário. Localização automática por dados únicos (Prontuário, CPF ou Nome Completo Único) Se o paciente apresentar um cartão de identificação emitido pela Atenção Primária (ou se o profissional já souber o número de prontuário dele), o preenchimento pode ser realizado de forma simplificada: Informe o número do Prontuário no campo correspondente. Após digitar o número, basta: Clicar fora do campo (perder o foco), Ou pressionar a tecla TAB , Ou pressionar a tecla ENTER . O sistema automaticamente realizará a busca na base local e carregará todos os dados já cadastrados do paciente. Essa funcionalidade evita o retrabalho de digitação, minimiza erros e acelera o processo de recepção, garantindo a consistência das informações cadastrais do paciente. IMPORTANTE: Essa funcionalidade também possibilita a busca automática através da digitação do CPF ou do Nome completo do paciente , desde que o nome informado seja único na base de cadastros. Essa busca nominal funciona bem para nomes não comuns, onde não há risco de retorno múltiplo. Quando houver mais de um paciente correspondente Nos casos em que: O nome informado é comum e existem múltiplos pacientes com o mesmo nome; Ou a busca é feita apenas pela data de nascimento ; Ou ainda quando são informados poucos dados de identificação, o sistema exibirá uma lista de possíveis pacientes que atendem aos critérios preenchidos. Essa lista será apresentada em formato de tabela, contendo: Número do prontuário; Nome completo; Data de nascimento; Nome da mãe; CNS; CPF. O operador deverá revisar a lista, localizar o paciente correto e clicar no botão Selecionar ao lado do registro desejado. Imediatamente após a seleção, o sistema carregará automaticamente todas as informações do paciente na tela de recepção, permitindo a continuidade do processo de atendimento. OBSERVAÇÃO: Esse recurso facilita o trabalho da recepção mesmo quando o paciente não apresenta nenhum documento. Ao informar somente a data de nascimento, é possível localizar o cadastro pré-existente e evitar a criação de registros duplicados. Cadastro de Paciente pela Tela de Recepção Além de realizar a busca de pacientes já cadastrados, a tela de recepção também permite a realização do cadastro direto de novos pacientes , quando não localizado na base local. Caso o paciente não seja localizado pelos métodos de busca, preencha diretamente os campos do bloco Dados do Usuário . Campos mínimos obrigatórios: Nome completo do paciente; Data de nascimento; Sexo; Nome da mãe; Raça/cor; Endereço completo (CEP, Logradouro, Bairro, Número); Telefone de contato; CPF; CNS (se disponível); Município de nascimento; NIS (quando disponível). IMPORTANTE: O preenchimento completo desses campos garante a regularidade dos dados cadastrais para envio de produção e evita problemas posteriores de inconsistência cadastral. No caso das unidades de urgência, podem ocorrer dificuldades com o preenchimento do Endereço Estruturado (CEP, Logradouro, Bairro, Número) para pacientes residentes em outros municípios. Quando o endereço estruturado não for localizado, deve-se informar obrigatoriamente o Município de residência e complementar o endereço no campo Endereço Descritivo . Contudo, é importante estar ciente de que essa condição poderá gerar problemas no preenchimento de Notificações Compulsórias , que exigem o endereço estruturado completo para registro. Integração com o CADSUS Durante o preenchimento é possível realizar a consulta à base nacional CADSUS utilizando o botão ao lado do campo CNS . A lógica de consulta, preenchimento e sincronização segue exatamente o mesmo fluxo já descrito no módulo de cadastro de usuários: Informe os dados mínimos (Nome + Data de nascimento, Nome + Mãe, ou CPF isolado); Clique em Pesquisar ; Escolha o paciente correto e clique em Sincronizar . Após o preenchimento completo, basta clicar em  Salvar . O sistema irá automaticamente atribuir ao paciente um número de prontuário, liberando o cadastro para continuidade do atendimento. Finalização da Recepção Após o preenchimento completo da recepção e o cadastro (ou identificação) do paciente, basta salvar o registro para que o paciente seja inserido no fluxo de atendimento da unidade. Uma vez que a recepção esteja concluída, o sistema disponibiliza na tela os botões operacionais de controle do atendimento: Desistência: Registra que o paciente optou por não realizar o atendimento, mesmo após ter passado pela recepção. Situação comum quando o paciente desiste espontaneamente antes da realização do acolhimento ou atendimento médico. Cancelar: Permite excluir um registro de recepção realizado de forma incorreta ou equivocada. Essa ação apaga o registro da fila de atendimento e da produção da unidade. Evasão: Registra que o paciente deixou a unidade antes de ser atendido, caracterizando abandono de atendimento. Esse registro é importante para controle estatístico e para análises de indicadores de permanência na fila. IMPORTANTE: A correta utilização destes botões auxilia na organização da fila de atendimento e no controle preciso dos dados operacionais da unidade de urgência. Demonstração em vídeo Faturamento O faturamento na saúde pública transforma os registros de atendimentos e procedimentos em informações estruturadas para envio ao Ministério da Saúde, assegurando o repasse de recursos e a atualização dos indicadores assistenciais. No Sistema de Gestão Pública de Saúde , esse processo ocorre principalmente por meio do Boletim de Produção Ambulatorial (BPA) , que consolida dados de todas as unidades e prestadores contratados. O setor de faturamento é responsável por gerar, revisar e validar esses arquivos, prevenindo glosas e garantindo que tudo seja corretamente registrado e pago. O SIA/SUS é a base nacional que processa a produção ambulatorial enviada pelos municípios, validando oficialmente os atendimentos. Já o SIGTAP é a tabela oficial que reúne códigos, descrições, valores e regras de faturamento, funcionando como uma “língua comum” entre os registros locais e o processamento no SIA. A atualização mensal de ambas as bases no sistema é essencial para evitar rejeições e inconsistências no faturamento. Atualização Mensal do SIA e do SIGTAP As tabelas do  SIA e do SIGTAP são atualizadas mensalmente pelo Ministério da Saúde e precisam ser importadas no Sistema de Gestão Pública de Saúde para que o faturamento seja processado de acordo com as regras vigentes. Essa atualização garante que todos os procedimentos, valores e códigos utilizados no registro das produções estejam compatíveis com a versão oficial em uso no país. No próprio sistema é possível conferir se as tabelas já estão atualizadas. Para isso, basta clicar no botão  localizado no canto inferior direito da tela. Ao acessar essa área, serão exibidas as informações do usuário logado e, logo abaixo, as versões atuais do SIA e do SIGTAP instaladas no sistema. Exemplo: Na imagem, a versão SIA está em 06/2025 e a versão SIGTAP também em 06/2025 , indicando que o sistema já está alinhado com a competência de junho de 2025. Manter essas tabelas atualizadas é uma responsabilidade do setor de faturamento ou da equipe de gestão do sistema, e deve ser feita antes da emissão do Boletim de Produção Ambulatorial (BPA). Caso as versões estejam desatualizadas, será necessário realizar o download e a importação dos arquivos corretos antes de prosseguir para as etapas de geração do faturamento. Preparando o Computador para os downloads Antes de realizar o download do SIA e SIGTAP, é necessário preparar o computador para que seja possível acessar e baixar os arquivos disponibilizados pelo Ministério da Saúde. Em versões recentes do Windows, o acesso a esses portais precisa ser feito utilizando o  Microsoft Edge no modo de compatibilidade com o Internet Explorer, pois alguns sites ainda utilizam recursos antigos não suportados por navegadores modernos. Para configurar, abra o Microsoft Edge e acesse o menu de configurações clicando no ícone de três pontos no canto superior direito e depois vá em Configurações . Localize a opção Navegador padrão e, em Páginas do modo Internet Explorer clique em Adicionar uma página . Não se esqueça de adicionar todas as páginas necessárias para download de arquivos oficiais BPA, SIA e SIGTAP,  http://sia.datasus.gov.br/versao/listar_ftp_sia.php http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/download.jsp Após essa etapa, é indicado que o navegador seja reiniciado para aplicar as alterações. Baixando o arquivo SIA Utilizando o Microsoft Edge, agora preparado, a atualização do SIA deve ser feita mensalmente antes da emissão do BPA, garantindo que o sistema utilize a base mais recente disponibilizada pelo Ministério da Saúde. Existem duas formas de acessar a lista de versões do SIA: Acesso direto: pelo link http://sia.datasus.gov.br/versao/listar_ftp_sia.php Acesso pelo site: Entre no portal do SIA/SUS http://sia.datasus.gov.br/ Clique na aba Versões Sistemas . Selecione a opção SIA para abrir a lista de arquivos disponíveis para download. Na lista exibida, localize o arquivo  BDASIA correspondente à competência a ser atualizada. A lógica para identificação é simples: o final do nome do arquivo indica o mês da base de dados . Exemplo: Se estamos no mês de agosto e vamos rodar o faturamento do mês anterior, devemos baixar o arquivo que termina com 07 (referente a julho, que é a competência anterior). Arquivo de exemplo: BDASIA2407.exe 07 = mês de julho Essa atenção evita erros de competência e garante que os procedimentos estejam de acordo com as regras de faturamento do período correto. Importando o arquivo SIA Com o arquivo  BDASIA já baixado e salvo em um local de fácil acesso, o próximo passo é abrir o módulo Produção no Sistema de Gestão Pública de Saúde e acessar a tela Importação SIA . Ao entrar na tela, o sistema já exibe o ano e o mês preenchidos automaticamente, mas é fundamental conferir se os valores correspondem à competência do arquivo baixado. Por exemplo, se o arquivo é BDASIA2407.exe , o ano deverá estar definido como 2025 e o mês como Julho . Em seguida, basta clicar em Escolher Arquivo , localizar o arquivo BDASIA no computador e confirmar a seleção. Depois disso, clique em Carregar para que o sistema leia o conteúdo do arquivo. Quando as tabelas disponíveis forem exibidas, selecione a opção Marcar todos para garantir que todas as informações sejam atualizadas, e então clique em Realizar importação . Aguarde até que o sistema confirme a conclusão do processo e, durante esse período, não feche a tela para evitar falhas na atualização. Atenção: Essa ação pode demorar por volta de 15 a 25 minutos. Assim que a importação for concluída, feche a janela para prosseguir com as demais etapas. Nesse momento, o SIA já estará atualizado com sucesso. Baixando o arquivo SIGTAP Utilizando o Microsoft Edge já preparado, a atualização do SIGTAP também deve ser feita mensalmente antes da emissão do BPA, garantindo que o sistema utilize a tabela mais recente de procedimentos disponibilizada pelo Ministério da Saúde. Existem duas formas de acessar a lista de versões do SIGTAP: Acesso direto: pelo link http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/download.jsp Acesso pelo site: Entre no portal do SIGTAP: http://sigtap.datasus.gov.br/ Clique na aba Download . Selecione a opção Base de Dados SIGTAP para abrir a lista de arquivos disponíveis. Na lista exibida, localize o arquivo que corresponda à mesma competência do SIA que você baixou . O SIGTAP normalmente é disponibilizado com antecedência e pode estar com uma competência mais recente, mas é fundamental utilizar a  mesma competência do SIA , garantindo que ambas as bases estejam alinhadas para o faturamento. Exemplo: Se o SIA baixado foi de julho/2025 (arquivo BDASIA2407.exe ), o SIGTAP também deve ser o de julho/2025, mesmo que já exista um arquivo de agosto/2025 disponível. Essa atenção evita incompatibilidades e erros no processamento do BPA. Importando o arquivo SIGTAP Com o arquivo do SIGTAP já baixado e salvo em um local de fácil acesso, abra o módulo Produção no Sistema de Gestão Pública de Saúde e acesse a tela Importação SIGTAP . Ao entrar na tela, verifique se o ano e o mês exibidos correspondem exatamente à competência do arquivo baixado. Como o SIGTAP deve estar alinhado com a competência do SIA, é fundamental que esses valores sejam idênticos aos utilizados na atualização do SIA. Em seguida, clique em Escolher Arquivo , localize o arquivo do SIGTAP no computador e confirme a seleção. Depois, clique em Carregar para que o sistema leia o conteúdo do arquivo. Quando a lista de tabelas for exibida, selecione a opção Marcar todos para garantir que todas as informações sejam atualizadas. Depois, clique em Realizar importação e aguarde até que o sistema confirme a conclusão do processo. Durante essa etapa, não feche a tela para evitar falhas na atualização. Assim que a importação for concluída, feche a janela para prosseguir com as demais etapas. Nesse momento, o SIGTAP já estará atualizado com sucesso e pronto para ser utilizado na emissão do BPA. Atenção: Essa ação pode demorar por volta de 35 a 45 minutos. Assim que a importação for concluída, feche a janela para prosseguir com as demais etapas. Nesse momento, o SIGTAP já estará atualizado com sucesso. Início do Processo de Faturamento Com as tabelas do SIA e do SIGTAP devidamente atualizadas, o próximo passo é iniciar a emissão do faturamento no  Boletim de Produção Ambulatorial (BPA) . No Sistema de Gestão Pública de Saúde , essa emissão é feita dentro do módulo Produção , que permite gerar, revisar e organizar os arquivos antes do envio para processamento pelo Ministério da Saúde. Dentro do módulo Produção , existem três telas principais: Emissão do Faturamento : onde o sistema gera o arquivo correspondente à competência selecionada. Fatura Nova : onde o arquivo fica disponível para a equipe de faturamento baixar e processar no sistema BPA. Consistência da Produção : utilizada para corrigir inconsistências após o processamento final, como ajustes no CNS dos pacientes e CEP de residências inconsistentes. Sempre que houver alterações, é necessário excluir a produção anterior e gerar uma nova versão. ATENÇÃO: A geração da produção no Sistema de Gestão Pública de Saúde é um processo que consome um volume significativo de processamento. Para evitar impactos no desempenho do sistema, existe um parâmetro que define os horários permitidos para essa operação. Ao tentar gerar a produção fora do horário estabelecido, o sistema exibirá um alerta informando a restrição. Esse controle garante que o processo não ocorra em momentos de maior demanda, reduzindo o risco de lentidão no sistema. Antes de realizar a emissão do faturamento, verifique sempre o horário permitido para garantir que o processamento ocorra sem problemas. Emissão do Faturamento A tela  Emissão do Faturamento é responsável pela parametrização dos filtros necessários para a geração do Boletim de Produção Ambulatorial ( BPA ). Esse processo é essencial para consolidar os dados da produção ambulatorial e permitir o faturamento correto dos serviços prestados. Configuração dos Filtros Para as unidades de gestão pública , o faturamento deve ser gerado seguindo a configuração padrão, sem a necessidade de alteração nos filtros. O preenchimento correto dos campos é o seguinte: Marcar a opção "não" no filtro "Incluir Prestadores" : Uma vez que o faturamento será gerado sem vinculação direta a prestadores contratados. Competência : selecionar sempre o mês anterior ao vigente. Por exemplo, se estamos em março, a competência a ser gerada será fevereiro. Unidade de Saúde : não preencher esse campo. Quando deixado em branco, o sistema, por padrão, considera todas as unidades de saúde , garantindo que nenhuma produção seja omitida no faturamento. #EXEMPLO DE COMO É MOSTRADO O FILTRO APÓS A GERAÇÃO DO BPA Município: 3552205 UnidadeSaude.IndUnidadePropria = 'Não' Tipo BPA: COMPLETO Unidades selecionadas: 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Geração da Produção Após configurar os filtros corretamente, clique no botão Gerar Produção . Esse botão possui duas opções: Gerar Produção: inicia a consolidação dos dados para o faturamento, considerando os filtros aplicados. Esse processo pode levar alguns minutos. Apagar Produção: exclui a produção já gerada. Essa opção deve ser utilizada sempre que forem realizadas correções na tela de Consistência da Produção (exceto para prestadores), antes de gerar uma nova produção. Para garantir um fluxo mais seguro e evitar erros, recomenda-se sempre utilizar primeiro a opção Apagar Produção antes de gerar novamente. Isso assegura que todos os dados serão processados de forma atualizada e sem resíduos de versões anteriores. Após essa etapa, vamos finalmente optar por  Gerar Produção . Esse processo pode levar alguns minutos, pois envolve a consolidação de um grande volume de informações. IMPORTANTE: Para os prestadores que possuem contrato com a prefeitura , a emissão do faturamento deve seguir uma configuração específica para garantir que apenas os atendimentos realizados pela unidade prestadora sejam considerados. Ao gerar a produção, é necessário: Marcar a opção "sim" no filtro "Incluir Prestadores" , garantindo que os dados sejam processados corretamente. Selecionar a competência do mês anterior (exemplo: em março, gerar a produção de fevereiro). Informar apenas a unidade do prestador no filtro de unidade de saúde. #EXEMPLO DE COMO É MOSTRADO O FILTRO APÓS A GERAÇÃO DO BPA Município: 3552205 UnidadeSaude.IndUnidadePropria = 'Sim' Tipo BPA: COMPLETO Unidades selecionadas: 5883229 Essa separação é essencial para assegurar que todas as obrigações contratuais sejam cumpridas corretamente. O prestador tem a responsabilidade de registrar todas as informações exigidas, como  procedimentos realizados, CID correspondente e cadastro correto dos pacientes e dos profissionais , evitando erros que possam gerar glosas no faturamento . Após a conclusão da geração, os dados estarão prontos para a próxima etapa do faturamento. Após concluído, a tela de confirmação de finalização do processo pode ser fechada para iniciar a geração do BPA. Esse processo também deverá levar um tempo, sempre que iniciado também será exibido um pop-up com barra de progresso. Após a conclusão da geração, os dados estarão prontos para a próxima etapa do faturamento. A tela de confirmação de finalização do processo pode ser fechada para prosseguir. Esse processamento pode levar alguns minutos e, durante a execução, o sistema exibe um pop-up com barra de progresso. Com a emissão concluída, duas telas podem ser utilizadas, dependendo da necessidade: Fatura Nova A tela Fatura Nova permite visualizar e realizar o download da produção gerada. É nela que o arquivo BPA ficará disponível para ser baixado e encaminhado à equipe responsável pelo faturamento. Após o download, o arquivo poderá ser processado no sistema do BPA/SIA. ATENÇÃO: Pode ocorrer um problema na geração dos arquivos em que, mesmo ao filtrar para visualizar apenas unidades próprias , alguns prestadores configurados como unidades do Município são incluídos no arquivo, ainda que sejam apenas prestadores. Para evitar essa situação, siga os passos indicados abaixo. Quando o arquivo de faturamento for gerado pelo setor responsável, pode ocorrer de unidades prestadoras serem incluídas indevidamente . A solução para esse problema é simples, mas exige que todo o processo de emissão do faturamento seja refeito . 1ª Etapa – Identificação: O primeiro passo é identificar quais unidades foram apontadas pela equipe de faturamento como indevidas no arquivo. Como a correção envolve ajustes nas configurações do estabelecimento, recomenda-se que esse procedimento seja realizado fora do horário de expediente , preferencialmente o mais tarde possível no dia. 2ª Etapa – Correção: Após identificar as unidades, acesse Administração > Unidade Saude Essa tela permite localizar e alterar as parametrizações do estabelecimento . Uma vez que a unidade tenha sido apontada pelo setor de faturamento, você poderá encontrá-la  pelo código ou até mesmo pelo próprio CNES da unidade. Após localizar a unidade, inicie a edição clicando no ícone de editar . Em seguida, clique em Unidade de Saúde para acessar as opções de Complemento e altere o campo Unidade Própria para Não . Após realizar essas etapas, salve a alteração de parametrização e, em seguida, refaça o processo de geração do faturamento . Consistência da Produção A tela Consistência da Produção fica localizada em  Produção > Consistência da Produção e é utilizada para analisar e corrigir inconsistências nos dados da produção ambulatorial. Ela serve tanto para ajustes no cadastro dos pacientes, como quando há ausência do CNS, quanto para correção de endereços inválidos ou incompletos. É importante saber que a verificação só estará disponível depois que o arquivo BPA tiver sido gerado para aquela competência. Ao abrir a tela, basta selecionar o mês e o ano do processamento desejado e clicar no botão com o ícone de lupa para iniciar a pesquisa. Nesse momento, o sistema começa a analisar o arquivo BPA gerado para o período informado, verificando linha por linha em busca de inconsistências. Esse carregamento costuma levar alguns minutos, geralmente entre cinco e dez, dependendo do volume de dados. Quando o carregamento terminar, o sistema exibirá uma relação dos tipos de erros encontrados e a quantidade de ocorrências para cada um. No exemplo abaixo, foram encontrados erros de registros com endereços inválidos registros sem CNS de pacientes informados. Para iniciar a correção, basta clicar sobre o tipo de erro desejado. O sistema abrirá uma nova janela listando todos os registros com aquela inconsistência específica. Esse carregamento também pode levar alguns minutos. No caso do exemplo abaixo, foi escolhida a inconsistência de CNS não preenchido. Na listagem, é possível visualizar as informações já cadastradas para os pacientes, como nome, nome da mãe e data de nascimento. No campo  CNS , deve-se inserir um número válido e clicar em Alterar para salvar. É indicado que a correção seja realizada com base nos dados cadastrados no próprio CADSUS . O ajuste é gravado automaticamente tanto na produção quanto no cadastro do paciente, evitando que o mesmo problema reapareça em competências futuras. Inconsistências CNS Ao corrigir inconsistências de CNS não preenchido , podemos nos deparar com diferentes situações que impedem ou dificultam a atualização imediata do cadastro. Aqui, vamos apresentar alguns exemplos desses problemas e como podemos tratá-los para que o registro fique regularizado e não volte a aparecer nas próximas competências. Paciente desconhecido e sem nenhuma informação Dentro da listagem de inconsistências de  CNS não preenchido , podem aparecer casos em que não é possível realizar a correção direta. Um exemplo disso é quando o nome do paciente está como “Desconhecido”, o nome da mãe como “Não informado” e a data de nascimento é genérica, como “01/01/2001”. No caso ilustrado abaixo, trata-se de uma recepção recente, do próprio mês de agosto de 2025. Nessas situações, não existe informação suficiente para identificar o paciente e, portanto, não é possível preencher um CNS válido. O procedimento adotado será acessar o cadastro desse usuário e inativá-lo no sistema, evitando que gere inconsistências em competências futuras. A partir de agora, todos os cadastros que se enquadrarem nesse cenário — ou seja, impossíveis de corrigir por falta de dados — deverão gerar também um contato com o profissional que realizou a recepção e sua chefia imediata. O objetivo é solicitar uma explicação formal sobre o motivo de o atendimento não ter sido registrado corretamente. Essa prática vai garantir que as falhas no registro sejam tratadas na origem, reduzindo a reincidência de inconsistências e melhorando a qualidade das informações enviadas para faturamento. Cadastro inexistente no CADSUS Em alguns casos, ao buscar o paciente no CADSUS usando as informações da tela de inconsistências do Sistema de Gestão Pública de Saúde, o sistema retorna a mensagem de que o usuário não foi encontrado. Quando isso acontecer, basta confirmar o cadastro clicando em Sim e, em seguida, abrir a tela de cadastro do paciente no sistema para utilizar os dados já registrados localmente e transcrevê-los para o CADSUS . Mesmo que o cadastro local esteja incompleto ou com informações ruins, é importante preencher o máximo de dados possível no CADSUS, seguindo inclusive as orientações oficiais do próprio sistema, por exemplo:  O preenchimento do campo telefone é obrigatório por determinação da Portaria 133/12. Caso o cidadão não tenha telefone , o campo telefone deverá ser preenchido com o número do telefone do estabelecimento responsável pela inclusão ou edição do cadastro. Da mesma forma, caso o campo  Município de Nascimento não esteja informado, e para garantir ao menos um cadastro mínimo válido, mesmo não sendo a estratégia mais correta, será utilizado como referência o município onde está localizada a unidade em que o paciente foi atendido. Essa prática permite identificar qual unidade fez o último registro sem corrigir os dados do paciente, possibilitando inclusive o uso do telefone e município da unidade para manter a integridade mínima do cadastro. Ao finalizar o cadastro no CADSUS, o CNS gerado deve ser informado na tela de inconsistências e salvo, atualizando tanto a produção quanto o cadastro do paciente. Inconsistências CEP Assinatura Digital no Sistema de Gestão Pública de Saúde A Assinatura Digital no Sistema Integrado de Saúde foi implantada com o objetivo de garantir segurança jurídica , autenticidade e rastreabilidade dos documentos clínicos e administrativos emitidos na rede municipal. Por meio da integração com o  GOV.BR , os documentos assinados passam a ter validade nacional, em conformidade com os padrões da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) . Essa funcionalidade elimina a necessidade de assinatura manual, permitindo que prescrições, atestados, solicitações de exames, evoluções e guias de encaminhamento sejam validados eletronicamente no próprio sistema. 1. Acesso e Pré-requisitos Para utilizar a assinatura digital GOV.BR, o profissional deve: Estar logado no sistema com conta GOV.BR ; Possuir conta nível Prata ou Ouro ; Ter o aplicativo GOV.BR instalado no celular , com notificações habilitadas; Estar vinculado a um cadastro profissional ativo no sistema. Para elevar o nível da conta GOV.BR, acesse o endereço: https://www.gov.br/governodigital/pt-br/identidade/conta-gov-br/niveis-da-conta-govbr   2. Realização da Assinatura Digital A assinatura digital é realizada após o salvamento do registro no sistema, independente do tipo de documento gerado . Isso significa que, sempre que um registro for concluído, seja  atendimento, prescrição, atestado, solicitação de exame ou guia de encaminhamento , o sistema habilitará o botão “Imprimir” , permitindo que o documento seja assinado digitalmente. O assinador GOV.BR será considerado a fonte primária de assinatura digital no Sistema de Gestão Pública de Saúde.  A escolha se baseia na  facilidade de uso , dispensa de instalação de programas adicionais e ampla disponibilidade entre os profissionais da rede , visto que o GOV.BR é uma ferramenta oficial do Governo Federal, utilizada nacionalmente para diversos serviços públicos. O GOV.BR é a mesma plataforma utilizada para:    • Declaração do Imposto de Renda ;    • Acesso à Carteira Nacional de Habilitação Digital (CNH) ;    • Meu SUS Digital.    • Consultas e emissões de documentos oficiais ;    • Acesso a benefícios como MEU INSS , ENEM , CadÚnico , entre outros. Essa padronização garante que todos os usuários do sistema possam utilizar o mesmo método de assinatura, sem necessidade de certificados específicos ou dispositivos externos. 2.2 Fluxo de Assinatura GOV.BR Após finalizar o seu registro, seja atendimento, prescrição, solicitação de exame, solicitação de procedimento de serviço (guia de encaminhamento) , ou outro documento, localize e clique no botão “Imprimir” . Clicando em imprimir, você deve selecionar o relatório que deseja imprimir, seja ficha de atendimento, prescrição, comprovantes, etc. Assim que o documento carregar, visualize as informações para garantir que se trata do relatório correto e clique em Assinar com Gov.Br   Uma tela se abrirá para exibir qual relatório será impresso, confirmando o documento você pode clicar novamente em Assinar com GovBR Insira o código que você receberá por SMS ou pelo Aplicativo gov.br e clique em Autorizar Assim que o processo for finalizado, o documento aparecerá para ser baixado e imprimido com a assinatura. ⚙️ Observação: O botão “Assinar com GOV.BR” é exibido apenas após o salvamento do registro . Caso o documento ainda não tenha sido salvo, a opção de assinatura não será apresentada. Guia de Encaminhamento e Fila de Demanda Reprimida Se você chegou até aqui, é porque já deve estar familiarizado com o módulo de atendimento SOAP e sabe como utilizá-lo para registrar e acompanhar as informações clínicas dos pacientes. Agora, vamos avançar para o próximo passo: o Módulo de Guia de Encaminhamento (Solicitação de Procedimento de Serviço). Este módulo é essencial para garantir que os pacientes sejam direcionados corretamente aos serviços de saúde necessários, seja para consultas especializadas, exames ou outros procedimentos. Aqui, você aprenderá como criar, gerenciar e acompanhar as solicitações de procedimento de serviço (guia de encaminhamento), garantindo um fluxo de trabalho eficiente e uma comunicação clara entre os profissionais de saúde. Como emitir a guia de encaminhamento Para realizar uma solicitação de serviço (guia de encaminhamento), é importante saber que o botão correspondente só será habilitado após a finalização do atendimento SOAP . Isso garante que todas as informações necessárias estejam registradas e que o processo de encaminhamento seja feito de forma adequada. Criando a solicitação de procedimentos de serviços Após concluir o atendimento, você pode localizar o botão de solicitação de serviço em dois lugares: No rodapé da página : Ao finalizar o atendimento SOAP, role a página até o rodapé e procure pelo botão de "Solicitar Serviço" ou "Guia de Encaminhamento". No menu lateral : Alternativamente, você pode acessar o mesmo botão diretamente pelo menu lateral da tela de atendimento, onde ele estará disponível após a finalização. Clicando no botão de Solicitação de Procedimento de Serviço, um pop-up aparecerá na sua tela para que você informe qual o tipo de serviço a qual estará encaminhando o paciente. Poderá haver mais de uma opção, porém, o passo-a-passo para cada um deles é exatamente igual, portanto, prosseguiremos no tutorial com a Consulta Especializada. Preencimento mínimo da Guia de Encaminhamento Note que a tela de solicitação de procedimento de serviço já virá préviamente preenchida com as informações do atendimento e do paciente. Isso acontece porque a solicitação está diretamente vinculada ao atendimento SOAP realizado, garantindo consistência e agilidade no processo. A solicitação de serviço é organizada em blocos para facilitar o preenchimento e o rastreio da necessidade do encaminhamento. Os dois primeiros blocos —  Dados da solicitação  e  Dados do usuário — serão automaticamente preenchidos, já que se trata de uma solicitação originada de um atendimento. Isso não apenas poupa tempo, mas também assegura que os dados estejam corretos e alinhados com o contexto clínico. Nessa etapa, deveremos trabalhar com o preenchimento exclusivo dos  Dados da Agenda preenchendo as informações: Tipo de atendimento executante : Informe se é primeira consulta, retorno ou interconsulta. Procedimento : Selecione o procedimento adequado com base na tabela SIGTAP. CBO Especialidade executante : Indique a especialidade para a qual o paciente está sendo encaminhado. Para facilitar o preenchimento, abaixo listamos as regras de preenchimento de Tipo de Serviço , Procedimento e CBO Executante parametrizados no sistema: Lista de Regras de Preenchimento da Solicitação Download da Planilha aqui TIPO DE SERVIÇO CÓD. PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO CÓD. CBO CBO CONTROLA FILA? CONSULTA ESPECIALIZADA 0301100055 CATETERISMO VESICAL DE DEMORA 223505 Enfermeiro Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000002 PROVA TUBERCULINEA 223505 Enfermeiro Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997975 EQUOTERAPIA 223605 Fisioterapeuta geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010048 CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR NA ATENÇÃO ESPECIALIZADA (EXCETO MÉDICO) 223810 Fonoaudiólogo geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999903 FONOAUDIOLOGIA RECEM NASCIDO DE RISCO 223810 Fonoaudiólogo geral Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999497 CONSULTA ALERGISTA E IMUNOLOGISTA INFANTIL 225110 Médico alergista e imunologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999498 CONSULTA ALERGISTA E IMUNOLOGISTA ADULTO 225110 Médico alergista e imunologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9966666669 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA CARDIO RETORNO POLICLINICA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999575 CONSULTA FAIXA ETARIA ESPECIAL RETORNO 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999967 CARDIOLOGIA PRE OPERATORIO 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999968 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL RETORNO 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225215 Médico cirurgião de cabeça e pescoço Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999752 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO JD SIMUS 225215 Médico cirurgião de cabeça e pescoço Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225215 Médico cirurgião de cabeça e pescoço Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999961 CONSULTA PEQUENA CIRURGIA RETORNO 225225 Médico cirurgião geral Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999988 PEQUENA CIRURGIA CENTRO CIRURGICO 225225 Médico cirurgião geral Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225230 Médico cirurgião pediátrico Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225230 Médico cirurgião pediátrico Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999962 CONSULTA PEQUENA CIRURGIA 225235 Médico cirurgião plástico Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999610 FORMULÁRIOS ESPECIAIS 225240 Médico cirurgião torácico Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225240 Médico cirurgião torácico Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000228 TEA INTERROGADO 225125 Médico clínico Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000229 TEA CONFIRMADO 225125 Médico clínico Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000230 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR (EXCETO TEA) 225125 Médico clínico Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999548 FISSURA LABIOPALATINA / FENDA PALATINA 225125 Médico clínico Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999967 CARDIOLOGIA PRE OPERATORIO 225125 Médico clínico Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999931 PEQUENA CIRURGIA CENTRO CIRURGICO COLOPROCTOLOGIA 225280 Médico coloproctologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225280 Médico coloproctologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225135 Médico dermatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997899 SUSPEITA DE CA DE PELE 225135 Médico dermatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225135 Médico dermatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225203 Médico em cirurgia vascular Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225203 Médico em cirurgia vascular Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225155 Médico endocrinologista e metabologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000132 AMBULATÓRIO DE TRANSEXUALIDADE 225155 Médico endocrinologista e metabologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999575 CONSULTA FAIXA ETARIA ESPECIAL RETORNO 225155 Médico endocrinologista e metabologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225155 Médico endocrinologista e metabologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999968 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL RETORNO 225155 Médico endocrinologista e metabologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225155 Médico endocrinologista e metabologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225160 Médico fisiatra Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225160 Médico fisiatra Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997982 AVALIACAO DE TROCA DE CANULA E SONDA (GASTROSTOMIA INFANTIL 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999575 CONSULTA FAIXA ETARIA ESPECIAL RETORNO 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999791 CONSULTA PRÉ GASTROSTOMIA ADULTO 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999953 GASTRO FIGADO HEPATOLOGIA 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999968 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL RETORNO 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999495 CONSULTA GENETICISTA INFANTIL 225175 Médico geneticista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999496 CONSULTA GENETICISTA ADULTO 225175 Médico geneticista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225175 Médico geneticista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225180 Médico geriatra Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999577 CONSULTA GINECOLOGIA PROCEDIMENTOS 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225185 Médico hematologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225185 Médico hematologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225185 Médico hematologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999493 CONSULTA INFECTOLOGISTA INFANTIL 225103 Médico infectologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999494 CONSULTA INFECTOLOGISTA ADULTO 225103 Médico infectologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225255 Médico mastologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225255 Médico mastologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225109 Médico nefrologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225109 Médico nefrologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225109 Médico nefrologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225260 Médico neurocirurgião Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000134 NEUROLOGIA ESCLEROSE MÚLTIPLA 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999105 AVALIAÇÃO NEUROPSICOLOGICA 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999575 CONSULTA FAIXA ETARIA ESPECIAL RETORNO 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999968 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL RETORNO 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997857 CONSULTA MEDICA SUPLEMENTACAO ALIMENTAR E DIETAS RETORNO 225118 Médico nutrologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999877 CONSULTA MEDICA SUPLEMENTACAO ALIMENTAR E DIETAS 225118 Médico nutrologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999562 CONSULTA OFTALMO PLASTICA RETORNO 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999619 TRATAMENTO GLAUCOMA BOS 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999629 CONSULTA OFTALMO RETINA RETORNO 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999730 CONSULTA OFTALMO RETINA 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999731 CONSULTA OFTALMO PTERIGIO 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999733 CONSULTA OFTALMO OUTRAS PATOLOGIAS EM GERAL 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999737 CONSULTA OFTALMO ESTRABISMO 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999738 CONSULTA OFTALMO GLAUCOMA 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999755 CONSULTA OFTALMO TRIAGEM GERAL (SOMENTE GUIA DE OFTALMOLOGISTA) 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999769 CONSULTA OFTALMO REVISÃO GLAUCOMA 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999914 OFTALMO HANSENIASE 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000135 ORTO TUMOR 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000210 ORTO TUMOR - RETORNO POLICLINICA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997911 ONCOLOGIA ORTOPEDICA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999639 CONSULTA AMBULATORIO DE ACUPUNTURA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999747 CONSULTA CLINICA ORTOPEDISTA GERAL E OMBRO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999748 CONSULTA CLINICA ORTOPEDISTA MAO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999749 CONSULTA CLINICA ORTOPEDISTA GERAL E COLUNA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999895 CONSULTA CLINICA ORTOPEDISTA GERAL E QUADRIL 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999943 CONSULTA CLINICA ORTOPEDISTA JOELHO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999959 PEQUENA CIRURGIA CENTRO CIRURGICO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999621 MANUTENCAO AASI ADULTO ACIMA DE 11 ANOS 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999623 AASI SOLICITAÇÃO APARELHO PRIMEIRA VEZ 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999625 PRIMEIRA VEZ OU MANUTENÇÃO INFANTIL 3 A 10 ANOS 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999626 PRIMEIRA VEZ OU MANUTENÇÃO INFANTIL 0 A 2 ANOS 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999937 CONSULTA NEONATOLOGIA 225124 Médico pediatra Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999575 CONSULTA FAIXA ETARIA ESPECIAL RETORNO 225127 Médico pneumologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225127 Médico pneumologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999968 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL RETORNO 225127 Médico pneumologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225127 Médico pneumologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225133 Médico psiquiatra Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225136 Médico reumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225136 Médico reumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225136 Médico reumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225285 Médico urologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225285 Médico urologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999857 CONSULTA MEDICA DE INFERTILIDADE OU ESTERILIDADE 225285 Médico urologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999892 CONSULTA UROLOGISTA VASECTOMIA 225285 Médico urologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225285 Médico urologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010048 CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR NA ATENÇÃO ESPECIALIZADA (EXCETO MÉDICO) 223905 Terapeuta ocupacional Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999567 ALTA QUALIFICADA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999568 MARCA PASSO 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999569 CIRURGIA CARDIACA PEDIATRICA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999570 CIRURGIA CARDIOVASCULAR 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999571 CATETERISMO 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999572 ARRITIMIA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999573 ARTERIOGRAFIA ELETIVA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999574 ANGIOPLASTIA ELETIVA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999642 CONSULTA PRE CIRURGICA DE CABECA E PESCOCO 225215 Médico cirurgião de cabeça e pescoço Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999741 CONSULTA PRÉCIRÚRGICA GASTRO GERAL 225225 Médico cirurgião geral Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999652 CONSULTA PRE CIRURGICA INFANTIL DE 0 A 14 ANOS 225230 Médico cirurgião pediátrico Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9900000207 DEMANDA EM CDR - PLÁSTICA - APENAS REGULAÇÃO INSERE 225235 Médico cirurgião plástico Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999651 CONSULTA PRE CIRURGICA PLASTICA REPARADORA 225235 Médico cirurgião plástico Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999650 CONSULTA PRE CIRURGICA TORACICA 225240 Médico cirurgião torácico Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999867 CONSULTA PRE CIRURGICA PROCTO 225280 Médico coloproctologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999959 PEQUENA CIRURGIA CENTRO CIRURGICO 225135 Médico dermatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999649 CONSULTA PRE CIRURGICA VARIZES 225203 Médico em cirurgia vascular Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999768 CONSULTA PRE CIRURGICA CIRURGIA VASCULAR ALTA COMPLEXIDADE 225203 Médico em cirurgia vascular Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9900000206 DEMANDA EM CDR - BARIÁTRICA - PENAS REGULAÇÃO INSERE 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999578 CONSULTA PRE CIRURGICA RECONSTRUÇÃO DE TRANSITO 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999579 CONSULTA PRÉ CIRURGICA DRGE DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO E OUTRAS ANOMALIAS DO ESOFAGO 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999586 INTESTINO PORÇÃO FINAL (HEMORRÓIDAS, FÍSTULAS, PROLAPSOS E CISTO PILONIDAL) 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999864 CONSULTA PRÉ CIRURGICA VESÍCULA 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999865 CONSULTA PRE CIRURGICA HERNIA 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999618 CONSULTA PRÉ CIRURGICA GINECOLOGICA NIC E NIV GRAU II E III 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999793 CONSULTA PRE CIRURGICA LAQUEADURA 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999913 CONSULTA PRE CIRURGICA EM GINECOLOGIA 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999949 CONSULTA GINECOLOGIA COLPOBIOPSIA 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999648 CONSULTA PRE CIRURGICA EM MASTOLOGIA 225255 Médico mastologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999766 CONSULTA PRE CIRURGICA EM NEUROCIRURGIA DE COLUNA 225260 Médico neurocirurgião Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999770 CONSULTA PRE CIRURGICA EM NEUROCIRURGIA DE CRANIO 225260 Médico neurocirurgião Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999997983 GLAUCOMA CIRURGICO 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999732 CONSULTA OFTALMO PLASTICA OCULAR 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999735 CONSULTA OFTALMO CATARATA 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9900000209 DEMANDA EM CDR - APENAS REGULAÇÃO INSERE 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999759 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA COLUNA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999760 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA MAO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999761 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA OMBRO E COTOVELO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999762 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA PE E TORNOZELO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999764 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA QUADRIL 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999765 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA JOELHO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999773 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA INFANTIL 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999774 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA MUSCULO ESQULETICO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999775 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA GERAL 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999776 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA PSEUDOARTROSE E FIXADORES 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999397 CONSULTA CIRURGICA AMIGDALA ADENOIDE 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999646 CONSULTA OTORRINO TRIAGEM CIRURGICA 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9900000208 DEMANDA EM CDR - PRÓTESE PENIANA 225285 Médico urologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9900000209 DEMANDA EM CDR - APENAS REGULAÇÃO INSERE 225285 Médico urologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999584 VASECTOMIA 225285 Médico urologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999643 CONSULTA PRE CIRURGICA EM UROLOGIA 225285 Médico urologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999862 CONSULTA PRE CIRURGICA POSTECTOMIA 225285 Médico urologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9900000141 EXAME ECOCARDIOGRAMA SOB ESTRESSE FARMACOLOGICO 225120 Médico cardiologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0209040017 BRONCOSCOPIA (BRONCOFIBROSCOPIA) 225240 Médico cirurgião torácico Controla EXAME ESPECIALIZADO 0205010040 ULTRASSONOGRAFIA DOPPLER COLORIDO DE VASOS 225203 Médico em cirurgia vascular Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999627 ULTRASSONOGRAFIA DOPPLER PARTES MOLES 225203 Médico em cirurgia vascular Controla EXAME ESPECIALIZADO 0204050014 CLISTER OPACO C/ DUPLO CONTRASTE 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 0204050170 URETROCISTOGRAFIA 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 0204050189 UROGRAFIA VENOSA 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 0204060028 DENSITOMETRIA OSSEA DUO-ENERGETICA DE COLUNA (VERTEBRAS LOMBARES E/OU FEMUR) 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 0209010010 COLANGIOPANCREATOGRAFIA RETROGRADA (VIA ENDOSCÓPICA) 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997854 ANGIORESSONANCIA 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997855 ANGIOTOMOGRAFIA 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997860 COLANGIORESSONANCIA 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997970 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA (MEMBROS SUPERIORES, INFERIORES, COLUNA E BACIA) 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997971 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA (TÓRAX, ABDOME, PARTES MOLES E PELVE) 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997972 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA (CRÂNIO, PESCOÇO, FACE) 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997976 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA COM SEDAÇÃO 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999106 CINTILOGRAFIA E IODOTERAPIA 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999526 RX EED (RAIO X CONSTRATADO DE ESOFAGO, ESTOMAGO E DUODENO) 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 0201010470 BIOPSIA DE TIREOIDE OU PARATIREOIDE - PAAF 225155 Médico endocrinologista e metabologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0209010037 ESOFAGOGASTRODUODENOSCOPIA 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997856 ECOENDOSCOPIA 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997952 ENDOSCOPIA COM LIGADURA 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997953 COLONOSCOPIA (INTERNAÇÃO) 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997954 COLONOSCOPIA (ABAIXO DE 17 ANOS) 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997955 COLONOSCOPIA (ACIMA DE 17 ANOS E ABAIXO DE 65 ANOS) 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997956 COLONOSCOPIA (ACIMA DE 65 DE ANOS) 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999107 MANOMETRIA ADULTO 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999108 PH METRIA ADULTO 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999607 PH METRIA INFANTIL 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999608 MANOMETRIA INFANTIL 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999615 VIDEOGLUTOGRAMA 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0204050065 HISTEROSSALPINGOGRAFIA 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211040045 HISTEROSCOPIA (DIAGNOSTICA) 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999600 VULVOSCOPIA 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla EXAME ESPECIALIZADO 0201010216 BIOPSIA DE FIGADO POR PUNCAO 225103 Médico infectologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0201010607 PUNÇÃO DE MAMA POR AGULHA GROSSA 225255 Médico mastologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0204030030 MAMOGRAFIA 225255 Médico mastologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211050059 ELETROENCEFALOGRAMA QUANTITATIVO C/ MAPEAMENTO (EEG) 225112 Médico neurologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999396 ELETROENCEFALOGRAMA ADULTO (EEG ADULTO) 225112 Médico neurologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999628 ELETROENCEFALOGRAMA INFANTIL EEG 225112 Médico neurologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211060100 FUNDOSCOPIA 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211060127 MAPEAMENTO DE RETINA 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211060178 RETINOGRAFIA COLORIDA BINOCULAR 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211060232 TESTE ORTÓPTICO 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0405050020 CAPSULOTOMIA A YAG LASER 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9900000133 REFLEXO VERMELHO SOMENTE REGULAÇÃO INSERE 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999915 OFTALMO GLAUCOMA 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211050083 ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG) 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0202090140 DOSAGEM DE SODIO E CLORO NO SUOR (C/ COLETA) 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0209040025 LARINGOSCOPIA 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0209040041 VIDEOLARINGOSCOPIA 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211050105 POLISSONOGRAFIA 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211070351 TESTES VESTIBULARES / OTONEUROLOGICOS 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999622 BERA POTENCIAL EVOCADO AUDITIVO BILATERAL 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999624 TESTE DA ORELHINHA 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0202090140 DOSAGEM DE SODIO E CLORO NO SUOR (C/ COLETA) 225335 Médico patologista clínico / medicina laboratorial Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997861 CLONIDINA 225335 Médico patologista clínico / medicina laboratorial Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997862 DOSAGEM DE GLUCAGON 225335 Médico patologista clínico / medicina laboratorial Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211080055 ESPIROMETRIA OU PROVA DE FUNCAO PULMONAR COMPLETA COM BRONCODILATADOR 225127 Médico pneumologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211090018 AVALIACAO URODINAMICA COMPLETA 225285 Médico urologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999863 BIOPSIA DE PROSTATA 225285 Médico urologista Controla Preenchendo o Bloco  Dados da Agenda , abaixo, teremos dois novos blocos: Justificativa/Observações e Protocolo . A partir daqui, os campos de Justificativa e os Protocolos são de preenchimento obrigatório e devem ser preenchidos de acordo com as queixas apresentadas pelo paciente que justifiquem a necessidade do encaminhamento. NOTA: Os campos relacionados a  Motivo de Agendamento e CID , são préviamente cadastradas, tratando-se de opções que devem ser selecionadas de acordo com a necessidade Os campos Justificativa , Condições que justificam e Resultados de exame realizados são campos abertos para descrever e devem se basear em: Orientações para Preenchimento dos Campos de Texto: Justificativa ( preenchimento obrigatório ) : Descreva  por que o procedimento está sendo solicitado , relacionando a queixa do paciente com a indicação clínica. Exemplo: "O paciente apresenta [condição], que causa [sintomas/limitações]. O procedimento é indicado para [objetivo]." Condições que Justificam : Detalhe  as condições clínicas específicas do paciente  que embasam a solicitação. Exemplo: "O paciente apresenta [achados clínicos], como [descrição], que justificam a necessidade do procedimento." Resultados de Exames Realizados : Informe  os exames realizados e seus resultados , se houver. Caso não haja exames complementares, indique que o diagnóstico foi clínico. Exemplo: "Exame clínico evidenciou [condição]. Não foram solicitados exames complementares, pois o diagnóstico foi clínico." Na versão v25.02.13 e anteriores , apenas o campo de justificativa é obrigatório no sistema. No entanto, recomenda-se preencher também, pelo menos, o campo de motivo do agendamento e o CID . Esse preenchimento completo contribui para maior agilidade no processo , evitando que a solicitação seja devolvida com pendências pela equipe da Central de Regulação, o que pode atrasar o atendimento ao paciente . Para melhorar esse fluxo, será aberto um chamado solicitando a customização deste módulo no sistema, tornando esses campos obrigatórios . Recomendamos que, para o campo motivo do agendamento , seja utilizado "320 [AES] AVALIAÇÃO ESPECIALIZADA" ou outro que melhor se adeque ao encaminhamento. Além disso, é fundamental que o CID seja informado em letras maiúsculas , pois, se inserido em letras minúsculas, o sistema poderá registrá-lo com erro, impedindo sua correta localização. Protocolo de Encaminhamento O Bloco de  Protocolo será gradativamente implementado no sistema e também será obrigatório sempre que estiver ativo para o CBO e procedimento encaminhado. Ele foi desenvolvido para incluir questões específicas relacionadas aos protocolos da especialidade, com o objetivo de auxiliar o médico regulador a classificar corretamente os pacientes na fila de demanda reprimida . Esses protocolos serão elaborados por especialistas da rede , garantindo que as perguntas e critérios estejam alinhados com as melhores práticas clínicas e as necessidades reais dos pacientes. A implementação desse bloco visa melhorar a organização das filas de espera e garantir que os casos mais urgentes sejam priorizados de forma adequada. Sempre que o Protocolo for ativado, queira saber que o preenchiento do mesmo será obrigatório também e, para visualizá-lo, você deverá clicar em para expandí-lo. Com o Protocolo devidamente preenchido, devemos salvar a Solicitação de Procedimento de Serviço, NOTA: Caso o serviço a qual você esteja encaminhando o paciente ainda não tenha um protocolo definido no sistema, bastará apenas salvar a solicitação. NOTA: É importante ressaltar que o Sistema validará as informações apenas no momento do salvamento, portanto, impedirá que o paciente seja cadastrado duas vezes na mesma demanda, indicando inclusive o número de encaminhamento que esteja causando a duplicação. Agendamento por solicitação ou Envio à Fila de Demanda Reprimida A parametrização do procedimento como "registra" permite que, antes de encaminhar automaticamente a solicitação para a Fila de Demanda Reprimida , o sistema verifique se há uma agenda disponível para o procedimento solicitado. Ao salvar a solicitação, o sistema buscará uma vaga disponível na agenda. Caso haja disponibilidade, o paciente poderá ser agendado imediatamente . Somente se não houver vagas no momento , o sistema sugerirá o envio da solicitação para a Fila de Demanda Reprimida , permitindo que o usuário confirme o encaminhamento. Esse modelo otimiza o fluxo de atendimento, priorizando o agendamento direto sempre que possível e reduzindo a necessidade de encaminhamento para a fila de espera. Após selecionar a data e hora disponíveis, o agendamento pode ser realizado, garantindo que o paciente já saia com um horário definido. É fundamental sempre confirmar com o paciente a data e o horário agendados , garantindo que ele esteja ciente e possa comparecer no dia marcado. Envio de Paciente para fila de demanda reprimida No sistema, a parametrização "controla" determina que todas as Solicitações de Procedimento de Serviço sejam encaminhadas diretamente para a Fila de Demanda Reprimida . Ao salvar a solicitação, um pop-up de confirmação aparecerá, informando o envio do caso para a fila. O usuário precisará apenas confirmar o encaminhamento para seguir para a próxima etapa. ATENÇÃO: Essa opção também será utilizada quando o procedimento estiver parametrizado como  "registra" e não houver vagas disponíveis para agendamento. Nesse momento, como se trata de um encaminhamento para demanda reprimida, deve ser informada a Prioridade do encaminhamento e, após, a confirmação do encaminhamento do paciente a Demanda Reprimida. IMPORTANTE: Os dados preenchidos no campo "Observação" servem como resumo na tela do médico regulador . Esse é o primeiro dado que ele visualizará para tomar decisões sobre o encaminhamento do paciente. O Paciente estará devidamente incluído na demanda reprimida quando a mensagem de confirmação aparecer na tela. Agora você pode fechar o pop-up de inclusão de demanda reprimida. Anexando documento na guia de encaminhamento Nesse momento, é importante que se atente a necessidade de encaminhar algum documento em anexo junto a solicitação. Por exemplo, se o encaminhamento é feito baseado em um resultado de exame externo ao que esta integrado com nosso sistema, você pode digitaliza-lo e anexar ao pedido no botão  Anexar Documento , no menu lateral. Os arquivos anexados aqui deverão ser consultados durante a regulação dos profissionais da CREDAC e da Central de Regulação Odontológica e servirão de auxílio para efetiva regulação do caso. O Arquivo pode estar em formato .jpeg (imagem) ou .pdf (arquivo compactado) e não poderá ultrapassar o limite de 30mb. Basta clicar em Anexar Documento para visualizar uma área de transferencia onde você pode arrastar o documento ou simplesmente clicar no centro da tela para carregar o arquivo. Impressão da Guia de Encaminhamento e do Comprovante de Agendamento O sistema permite a geração e impressão de relatórios personalizados diretamente nas telas onde há a opção de impressão. Na tela de Solicitação de Procedimento de Serviço , é possível gerar dois documentos principais: a Guia de Encaminhamento e o Comprovante de Agendamento . A Guia de Encaminhamento pode ser impressa sempre que necessário, bastando selecionar o relatório correspondente. Já o Comprovante de Agendamento pode ser gerado tanto no momento da solicitação , caso o paciente tenha sido agendado imediatamente, quanto posteriormente , caso o agendamento tenha ocorrido via Fila de Demanda Reprimida . Ao acessar a opção de impressão, o sistema pode apresentar os relatórios de duas formas: Exibição direta do relatório , abrindo automaticamente o documento para impressão. Tabela de seleção de relatórios , onde o usuário pode escolher quais documentos deseja visualizar e imprimir, podendo selecionar a Guia de Encaminhamento, o Comprovante de Agendamento ou ambos simultaneamente . Caso seja exibido um relatório diferente do desejado, o usuário pode alterar a opção de impressão clicando em "Selecionar Relatório" . Essa opção permite visualizar quais relatórios estão vinculados à tela e quais opções de impressão estão disponíveis. Na tela de seleção, é possível definir o padrão de exibição para a unidade , escolhendo entre: Exibir o grid de escolha antes da impressão , permitindo que o usuário selecione os relatórios desejados a cada solicitação. Definir um relatório padrão para impressão automática , podendo ser a Guia de Encaminhamento, o Comprovante de Agendamento ou ambos simultaneamente . Caso sejam selecionados os dois relatórios, o sistema os exibirá simultaneamente na tela, permitindo a visualização completa antes da impressão. Essa flexibilidade garante maior controle e agilidade no processo de impressão, permitindo que cada unidade configure a melhor forma de geração de documentos conforme sua necessidade. SUGESTÃO:  Para facilitar o fluxo de trabalho e evitar a necessidade de alterar a seleção manualmente, recomenda-se que cada unidade configure a exibição automática dos dois relatórios como padrão , conforme demonstrado acima. Dessa forma, tanto a Guia de Encaminhamento quanto o Comprovante de Agendamento serão exibidos sempre que aplicáveis, garantindo que todas as informações relevantes estejam disponíveis sem a necessidade de ajustes manuais frequentes. Impressão da Guia de Encaminhamento A Guia de Encaminhamento reúne todas as informações essenciais sobre a solicitação de procedimento , incluindo os dados do paciente, o procedimento solicitado, a justificativa do encaminhamento e demais informações relevantes para a Central de Regulação . Para imprimir esse documento, basta acessar a tela de Solicitação de Procedimento de Serviço , selecionar a opção de impressão e escolher o relatório nomeado como Guia de Encaminhamento . Caso o relatório apresentado na tela não seja o desejado, o usuário pode seguir os passos explicados anteriormente para alterar a seleção do relatório antes da impressão. Abaixo, segue o modelo padrão do PDF da Guia de Encaminhamento gerado pelo sistema Impressão do Comprovante de Agendamento O Comprovante de Agendamento contém informações detalhadas sobre o procedimento agendado , incluindo a data, horário e local do atendimento , servindo como referência para o paciente. Para imprimir esse documento, basta acessar a tela de Solicitação de Procedimento de Serviço , selecionar a opção de impressão e escolher o relatório nomeado como Comprovante de Agendamento . Caso o relatório exibido na tela não seja o desejado, o usuário pode seguir os passos explicados anteriormente para alterar a seleção do relatório antes da impressão. Abaixo, segue o modelo padrão do PDF do Comprovante de Agendamento gerado pelo sistema: Como emitir a guia de encaminhamento odontológica Para realizar uma solicitação de serviço (guia de encaminhamento), é importante saber que o botão correspondente só será habilitado  após a finalização do atendimento SOAP . Isso garante que todas as informações necessárias estejam registradas e que o processo de encaminhamento seja feito de forma adequada. Criando a solicitação de procedimentos de serviços Após concluir o atendimento, você pode localizar o botão de solicitação de serviço em dois lugares: No rodapé da página : Ao finalizar o atendimento SOAP, role a página até o rodapé e procure pelo botão de "Solicitar Serviço" ou "Guia de Encaminhamento". No menu lateral : Alternativamente, você pode acessar o mesmo botão diretamente pelo menu lateral da tela de atendimento, onde ele estará disponível após a finalização. Clicando no botão de Solicitação de Procedimento de Serviço, um pop-up aparecerá na sua tela para que você informe qual o tipo de serviço a qual estará encaminhando o paciente. Poderá haver mais de uma opção, porém, o passo-a-passo para cada um deles é exatamente igual, portanto, prosseguiremos no tutorial com a Consulta Especializada. Preencimento mínimo da Guia de Encaminhamento Note que a tela de solicitação de procedimento de serviço já virá préviamente preenchida com as informações do atendimento e do paciente. Isso acontece porque a solicitação está diretamente vinculada ao atendimento SOAP realizado, garantindo consistência e agilidade no processo. A solicitação de serviço é organizada em blocos para facilitar o preenchimento e o rastreio da necessidade do encaminhamento. Os dois primeiros blocos —  Dados da solicitação  e  Dados do usuário  — serão automaticamente preenchidos, já que se trata de uma solicitação originada de um atendimento. Isso não apenas poupa tempo, mas também assegura que os dados estejam corretos e alinhados com o contexto clínico. Nessa etapa, deveremos trabalhar com o preenchimento exclusivo dos  Dados da Agenda  preenchendo as informações: Tipo de atendimento executante : Informe se é primeira consulta, retorno ou interconsulta. Procedimento : Selecione o procedimento adequado com base na tabela SIGTAP. CBO Especialidade executante : Indique a especialidade para a qual o paciente está sendo encaminhado. Para facilitar o preenchimento, abaixo listamos as regras de preenchimento de  Tipo de Serviço ,  Procedimento  e  CBO Executante  parametrizados no sistema: Lista de Regras de Preenchimento da Solicitação TIPO DE SERVIÇO CÓD. PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO CÓD. CBO CBO CONTROLA FILA? CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010048 CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR NA ATENÇÃO ESPECIALIZADA (EXCETO MÉDICO) 223248 Cirurgião dentista - periodontista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0307030075 TRATAMENTO DE LESÕES DA MUCOSA ORAL 223268 Cirurgião dentista - traumatologista bucomaxilofacial Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000226 CONSULTA ODONTOLÓGICA PRÓTESE DENTAL 46-59 ANOS 11 MESES 29 DIAS 223208 Cirurgião dentista - clínico geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000227 CONSULTA ODONTOLÓGICA PRÓTESE DENTAL 18-45 ANOS 11 MESES 29 DIAS 223208 Cirurgião dentista - clínico geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997943 CONSULTA ODONTOLÓGICA RESTAURAÇÃO A PINO DE FIBRA DE VIDRO 223208 Cirurgião dentista - clínico geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997944 CONSULTA ODONTOLÓGICA RESTAURAÇÃO A PINO DE FIBRA DE VIDRO RETORNO 223208 Cirurgião dentista - clínico geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997947 CONSULTA ODONTOLÓGICA DTM PROTESE 223208 Cirurgião dentista - clínico geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997947 CONSULTA ODONTOLÓGICA DTM PROTESE 223268 Cirurgião dentista - traumatologista bucomaxilofacial Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997948 CONSULTA ODONTOLÓGICA DTM PLACA 223208 Cirurgião dentista - clínico geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997948 CONSULTA ODONTOLÓGICA DTM PLACA 223268 Cirurgião dentista - traumatologista bucomaxilofacial Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997974 DENTISTICA 223208 Cirurgião dentista - clínico geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997981 CONSULTA ODONTOLÓGICA FRENECTOMIA 223268 Cirurgião dentista - traumatologista bucomaxilofacial Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997985 CONSULTA ODONTOLÓGICA ENDODONTIA PRÉ MOLARES 223212 Cirurgião dentista - endodontista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997986 CONSULTA ODONTOLÓGICA ENDODONTIA INCISIVOS E CANINOS 223212 Cirurgião dentista - endodontista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997987 CONSULTA ODONTOLÓGICA ENDODONTIA MOLARES 223212 Cirurgião dentista - endodontista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999001 CONSULTA ODONTOLÓGICA PRÓTESE DENTAL 60 ANOS OU MAIS 223208 Cirurgião dentista - clínico geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999549 ADEQUAÇÃO DE MEIO BUCAL PARA PRÓTESE 223208 Cirurgião dentista - clínico geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999926 CONSULTA ODONTOLÓGICA BUCO-MAXILO-FACIAL 223268 Cirurgião dentista - traumatologista bucomaxilofacial Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000231 CONSULTA ODONTOLOGICA DIAGNOSTICO BUCAL 223220 Cirurgião dentista - estomatologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999925 CONSULTA ODONTOLOGICA PACIENTES ESPECIAIS 223208 Cirurgião dentista - clínico geral Registra Preenchendo o Bloco  Dados da Agenda , abaixo, teremos dois novos blocos:  Justificativa/Observações  e  Protocolo . A partir daqui, os campos de Justificativa e os Protocolos são de preenchimento obrigatório e devem ser preenchidos de acordo com as queixas apresentadas pelo paciente que justifiquem a necessidade do encaminhamento. NOTA:  Os campos relacionados a  Motivo de Agendamento  e  CID , são préviamente cadastradas, tratando-se de opções que devem ser selecionadas de acordo com a necessidade Os campos  Justificativa ,  Condições que   justificam  e  Resultados de   exame realizados  são campos abertos para descrever e devem se basear em: Orientações para Preenchimento dos Campos de Texto: Justificativa ( preenchimento obrigatório ) : Descreva  por que o procedimento está sendo solicitado , relacionando a queixa do paciente com a indicação clínica. Exemplo: "O paciente apresenta [condição], que causa [sintomas/limitações]. O procedimento é indicado para [objetivo]." Condições que Justificam : Detalhe  as condições clínicas específicas do paciente  que embasam a solicitação. Exemplo: "O paciente apresenta [achados clínicos], como [descrição], que justificam a necessidade do procedimento." Resultados de Exames Realizados : Informe  os exames realizados e seus resultados , se houver. Caso não haja exames complementares, indique que o diagnóstico foi clínico. Exemplo: "Exame clínico evidenciou [condição]. Não foram solicitados exames complementares, pois o diagnóstico foi clínico." Na versão  v25.02.13 e anteriores , apenas o campo de  justificativa  é obrigatório no sistema. No entanto, recomenda-se preencher também, pelo menos, o campo de  motivo do agendamento e o CID . Esse preenchimento completo contribui para  maior agilidade no processo , evitando que a solicitação seja devolvida com pendências pela equipe da Central de Regulação, o que pode  atrasar o atendimento ao paciente . Para melhorar esse fluxo,  será aberto um chamado solicitando a customização deste módulo no sistema, tornando esses campos obrigatórios . Recomendamos que, para o campo  motivo do agendamento , seja utilizado  "320 [AES] AVALIAÇÃO ESPECIALIZADA"  ou outro que melhor se adeque ao encaminhamento. Além disso, é fundamental que o  CID seja informado em letras maiúsculas , pois, se inserido em letras minúsculas, o sistema poderá registrá-lo com erro, impedindo sua correta localização. Protocolo de Encaminhamento O Bloco de  Protocolo  será gradativamente implementado no sistema e também será obrigatório sempre que estiver ativo para o CBO e procedimento encaminhado. Ele foi desenvolvido para incluir questões específicas relacionadas aos protocolos da especialidade, com o objetivo de auxiliar o médico regulador a  classificar corretamente os pacientes na fila de demanda reprimida . Esses protocolos serão  elaborados por especialistas da rede , garantindo que as perguntas e critérios estejam alinhados com as melhores práticas clínicas e as necessidades reais dos pacientes. A implementação desse bloco visa melhorar a organização das filas de espera e garantir que os casos mais urgentes sejam priorizados de forma adequada. Sempre que o Protocolo for ativado, queira saber que o preenchiento do mesmo será obrigatório também e, para visualizá-lo, você deverá clicar em   para expandí-lo. Com o Protocolo devidamente preenchido, devemos salvar a Solicitação de Procedimento de Serviço, NOTA:  Caso o serviço a qual você esteja encaminhando o paciente ainda não tenha um protocolo definido no sistema, bastará apenas salvar a solicitação. NOTA: É importante ressaltar que o Sistema validará as informações apenas no momento do salvamento, portanto, impedirá que o paciente seja cadastrado duas vezes na mesma demanda, indicando inclusive o número de encaminhamento que esteja causando a duplicação. Agendamento por solicitação ou Envio à Fila de Demanda Reprimida A parametrização do procedimento como  "registra"  permite que, antes de encaminhar automaticamente a solicitação para a  Fila de Demanda Reprimida , o sistema verifique se há uma  agenda disponível  para o procedimento solicitado. Ao salvar a solicitação, o sistema buscará uma vaga disponível na agenda. Caso haja disponibilidade, o paciente poderá ser  agendado imediatamente .  Somente se não houver vagas no momento , o sistema sugerirá o envio da solicitação para a  Fila de Demanda Reprimida , permitindo que o usuário confirme o encaminhamento. Esse modelo otimiza o fluxo de atendimento, priorizando o agendamento direto sempre que possível e reduzindo a necessidade de encaminhamento para a fila de espera. Após selecionar a  data e hora  disponíveis, o agendamento pode ser realizado, garantindo que o paciente já saia com um horário definido.  É fundamental sempre confirmar com o paciente a data e o horário agendados , garantindo que ele esteja ciente e possa comparecer no dia marcado. Envio de Paciente para fila de demanda reprimida No sistema, a parametrização  "controla"  determina que todas as  Solicitações de Procedimento de Serviço  sejam encaminhadas diretamente para a  Fila de Demanda Reprimida . Ao salvar a solicitação, um  pop-up de confirmação  aparecerá, informando o envio do caso para a fila. O usuário precisará apenas confirmar o encaminhamento para seguir para a próxima etapa. ATENÇÃO:  Essa opção também será utilizada quando o procedimento estiver parametrizado como  "registra"  e  não houver vagas disponíveis  para agendamento. Nesse momento, como se trata de um encaminhamento para demanda reprimida, deve ser informada a Prioridade do encaminhamento e, após, a confirmação do encaminhamento do paciente a Demanda Reprimida. IMPORTANTE:  Os dados preenchidos no campo  "Observação"  servem como  resumo na tela do médico regulador . Esse é o  primeiro dado  que ele visualizará para tomar decisões sobre o encaminhamento do paciente. O Paciente estará devidamente incluído na demanda reprimida quando a mensagem de confirmação aparecer na tela. Agora você pode fechar o pop-up de inclusão de demanda reprimida. Anexando documento na guia de encaminhamento Nesse momento, é importante que se atente a necessidade de encaminhar algum documento em anexo junto a solicitação. Por exemplo, se o encaminhamento é feito baseado em um resultado de exame externo ao que esta integrado com nosso sistema, você pode digitaliza-lo e anexar ao pedido no botão  Anexar Documento , no menu lateral. Os arquivos anexados aqui deverão ser consultados durante a regulação dos profissionais da CREDAC e da Central de Regulação Odontológica e servirão de auxílio para efetiva regulação do caso. O Arquivo pode estar em formato .jpeg (imagem) ou .pdf (arquivo compactado) e não poderá ultrapassar o limite de 30mb. Basta clicar em Anexar Documento para visualizar uma área de transferencia onde você pode arrastar o documento ou simplesmente clicar no centro da tela para carregar o arquivo. Impressão da Guia de Encaminhamento e do Comprovante de Agendamento O sistema permite a geração e impressão de  relatórios personalizados  diretamente nas telas onde há a opção de impressão. Na  tela de Solicitação de Procedimento de Serviço , é possível gerar dois documentos principais: a  Guia de Encaminhamento  e o  Comprovante de Agendamento . A  Guia de Encaminhamento  pode ser impressa sempre que necessário, bastando selecionar o relatório correspondente. Já o  Comprovante de Agendamento  pode ser gerado tanto  no momento da solicitação , caso o paciente tenha sido agendado imediatamente, quanto  posteriormente , caso o agendamento tenha ocorrido via  Fila de Demanda Reprimida . Ao acessar a opção de impressão, o sistema pode apresentar os relatórios de duas formas: Exibição direta do relatório , abrindo automaticamente o documento para impressão. Tabela de seleção de relatórios , onde o usuário pode escolher quais documentos deseja visualizar e imprimir, podendo selecionar a  Guia de Encaminhamento, o Comprovante de Agendamento ou ambos simultaneamente . Caso seja exibido um relatório diferente do desejado, o usuário pode  alterar a opção de impressão clicando em "Selecionar Relatório" . Essa opção permite visualizar quais relatórios estão vinculados à tela e quais opções de impressão estão disponíveis. Na tela de seleção, é possível definir o  padrão de exibição para a unidade , escolhendo entre: Exibir o grid de escolha antes da impressão , permitindo que o usuário selecione os relatórios desejados a cada solicitação. Definir um relatório padrão para impressão automática , podendo ser a  Guia de Encaminhamento, o Comprovante de Agendamento ou ambos simultaneamente . Caso sejam selecionados os dois relatórios, o sistema os exibirá simultaneamente na tela, permitindo a visualização completa antes da impressão. Essa flexibilidade garante maior controle e agilidade no processo de impressão, permitindo que cada unidade configure a melhor forma de geração de documentos conforme sua necessidade. SUGESTÃO:  Para facilitar o fluxo de trabalho e evitar a necessidade de alterar a seleção manualmente,  recomenda-se que cada unidade configure a exibição automática dos dois relatórios como padrão , conforme demonstrado acima. Dessa forma, tanto a  Guia de Encaminhamento  quanto o  Comprovante de Agendamento  serão exibidos sempre que aplicáveis, garantindo que todas as informações relevantes estejam disponíveis sem a necessidade de ajustes manuais frequentes. Impressão da Guia de Encaminhamento A  Guia de Encaminhamento  reúne todas as informações essenciais sobre a  solicitação de procedimento , incluindo os  dados do paciente, o procedimento solicitado, a justificativa do encaminhamento  e demais informações relevantes para a  Central de Regulação . Para imprimir esse documento, basta acessar a  tela de Solicitação de Procedimento de Serviço , selecionar a opção de  impressão  e escolher o relatório nomeado como  Guia de Encaminhamento . Caso o relatório apresentado na tela não seja o desejado, o usuário pode seguir os passos explicados anteriormente para  alterar a seleção do relatório  antes da impressão. Abaixo, segue o modelo padrão do  PDF da Guia de Encaminhamento  gerado pelo sistema Impressão do Comprovante de Agendamento O  Comprovante de Agendamento  contém informações detalhadas sobre o  procedimento agendado , incluindo a  data, horário e local do atendimento , servindo como referência para o paciente. Para imprimir esse documento, basta acessar a  tela de Solicitação de Procedimento de Serviço , selecionar a opção de  impressão  e escolher o relatório nomeado como  Comprovante de Agendamento . Caso o relatório exibido na tela não seja o desejado, o usuário pode seguir os passos explicados anteriormente para  alterar a seleção do relatório  antes da impressão. Abaixo, segue o modelo padrão do  PDF do Comprovante de Agendamento  gerado pelo sistema: Acompanhamento de Paciente na Demanda Reprimida Sempre que houver pacientes da sua unidade cadastrados na Demanda Reprimida, é fundamental acompanhar diariamente a evolução de seus status no módulo Acompanhamento das Solicitações de Serviço . Esse módulo foi desenvolvido especificamente para monitorar o status dos pacientes da sua unidade, garantindo atualizações constantes com base nos seguintes status: Agendado Cancelado Excluído pela Fila de Espera Fila de Espera Pendência Filtros para Acompanhamento das solicitações Manter esse acompanhamento regular é essencial para assegurar a continuidade e eficiência do atendimento. O Modulo de acompanhamento deve ser encontrado em Regulação > Serviço > Acompanhamento das solicitações de serviço . Este módulo, inicialmente, será aberto sem nenhum dos parâmetros carregados. No entanto, é recomendado que o acompanhamento seja realizado utilizando o filtro 'Unidade de Referência' . Isso porque a solicitação pode ser realizada por prestadores que não utilizam nosso sistema e, caso o acompanhamento seja feito apenas pela unidade solicitante , o paciente pode não ser informado sobre seus agendamentos ou movimentações da fila de demanda reprimida. A 'Unidade de Referência' deve ser definida como a unidade mais próxima da residência do paciente , garantindo facilidade de acesso e continuidade do cuidado . Essa escolha assegura que o paciente tenha um ponto de referência acessível para acompanhar sua solicitação, buscar informações e dar seguimento ao seu tratamento. Caso haja pendências que exijam esclarecimentos do profissional que realizou a solicitação em outra unidade, a comunicação entre as unidades deve ser priorizada , seja por e-mail, telefone ou outros meios institucionais , garantindo que o fluxo burocrático não prejudique o atendimento ao paciente . Para localizar as informações no sistema, basta iniciar a configuração de filtros informando a sua unidade como Unidade de Referência. O próximo filtro a ser configurado é a Situação . Neste ponto, qualquer situação selecionada já permitirá o carregamento dos dados, pois apenas a Unidade de Referência e uma Situação escolhida são suficientes para exibir as informações no sistema. Um ponto importante a destacar é que é possível selecionar mais de uma situação simultaneamente . Dessa forma, abaixo do filtro de período, o sistema exibirá um grid separado para cada situação selecionada , facilitando o acompanhamento das diferentes demandas em uma única visualização. Apesar de as informações começarem a ser exibidas na tela com esses filtros, há outras opções disponíveis que permitem um controle mais preciso dos dados apresentados. Esses recursos são fundamentais para uma gestão mais eficiente das tarefas relacionadas ao acompanhamento, garantindo que todas as informações essenciais estejam organizadas e acessíveis. Filtro de Presença Confirmada Esse filtro tem impacto exclusivamente quando a Situação "Agendado" é selecionada. Ele permite refinar os resultados com base na confirmação de presença do paciente para a consulta. Opções disponíveis e como utilizar: Ambos Exibe  todos os pacientes , independentemente de terem confirmado ou não a presença para a consulta agendada. Sim Exibe  apenas pacientes que confirmaram presença para a consulta. Essa confirmação é feita exclusivamente pelo aplicativo "Agenda UBS Sorocaba" , uma ferramenta que ainda não é amplamente utilizada . Não Exibe  apenas pacientes que não confirmaram presença para a consulta agendada. Esse filtro pode ser útil para acompanhar a adesão dos pacientes às consultas e auxiliar no planejamento de ações para reduzir faltas e otimizar o atendimento. Filtro "Exibir Comunicados" Esse filtro tem impacto exclusivamente quando a Situação "Agendado" está selecionada. Ele permite refinar os resultados com base nas tentativas de comunicação registradas pelos funcionários no sistema. No módulo de acompanhamento, os funcionários podem registrar data e hora das tentativas de contato com o paciente, indicando se a comunicação foi realizada com sucesso ou não obtiveram retorno . Esse filtro ajusta a exibição dos resultados com base nesses registros. Opções disponíveis e como utilizar: Ambos Exibe  todos os pacientes , independentemente de terem ou não um registro de tentativa de comunicação. Sim Exibe  apenas pacientes para os quais houve um registro de comunicação bem-sucedida . Não Exibe  apenas pacientes para os quais houve tentativa de contato, mas sem sucesso . Esse filtro é essencial para monitorar a efetividade das tentativas de comunicação e identificar pacientes que não foram contatados, permitindo que novas estratégias sejam adotadas para garantir que sejam informados sobre seus agendamentos. Cada tentativa de contato registrada corretamente no sistema gera um histórico rastreável , garantindo transparência e segurança para as unidades responsáveis pelo acompanhamento. Caso as três tentativas de contato não sejam concluídas, as Centrais de Regulação devem ser informadas para que tomem as devidas providências. Esse procedimento permite que a equipe responsável tenha respaldo para cancelar ou excluir a solicitação , garantindo que o fluxo da demanda reprimida siga as regras estabelecidas e que os registros no sistema reflitam corretamente a realidade do atendimento. O detalhamento desse processo está previsto na Portaria nº 10, de 04 de Fevereiro de 2022 ( publicada no Jornal do Município nº 2.920, página 25 ) . Filtro "Exibir Agenda Direta" Esse filtro permite refinar a busca com base na configuração da Agenda Direta dos profissionais no sistema. Ele tem impacto sobre a forma como os agendamentos podem ser realizados, dependendo de como a agenda foi aberta. No sistema, ao abrir uma agenda de profissional, é possível configurá-la como  "Agenda Direta - Sim" ou "Agenda Direta - Não" . Agenda Direta - Sim : Permite que o agendamento seja realizado diretamente pela  tela de agendamento , sem depender de outras etapas ou validações no sistema. Essa configuração é mais comum para consultas que não exigem um registro formal de solicitação , proporcionando maior agilidade no agendamento, por exemplo, consultas oferecidas diretamente nas unidades de atenção primária, onde a agenda é local e apenas a propria unidade enxerga suas vagas. Agenda Direta - Não O agendamento não pode ser feito diretamente , sendo necessário seguir etapas adicionais no sistema. Essas vagas são consumidas por meio de uma solicitação de procedimento de serviço , em uma agenda central, seguindo uma das seguintes condições: Se o procedimento estiver parametrizado como "Registra" , o agendamento pode ser feito diretamente após o cadastro da solicitação. Se o procedimento estiver parametrizado como "Controla" , a vaga será preenchida por meio da fila de demanda reprimida . Essa configuração é fundamental para consultas especializadas, exames especializados, consultas pré-cirúrgicas e cirurgias , nas quais a agenda é central e deve, por padrão, ser configurada como "Agenda Direta - Não" . Isso garante que o agendamento passe pelo fluxo adequado, assegurando que os critérios e regras da regulação sejam respeitados. Já as agendas configuradas como "Agenda Direta - Sim" são geralmente utilizadas para consultas mais simples , onde não há necessidade de uma solicitação formal de procedimento . Esse modelo facilita o acesso do paciente a determinados atendimentos sem a necessidade de um processo de regulação mais complexo. Opções disponíveis no filtro e como utilizar: Ambos Exibe  todas as agendas , independentemente da configuração da Agenda Direta. Sim Exibe  apenas as agendamentos que foram realizados em agendas configuradas como "Agenda Direta - Sim" , ou seja, aquelas que permitem o agendamento direto na tela de agendamento. Não Exibe  apenas as agendamentos que foram realizados em agendas configuradas como "Agenda Direta - Não" , ou seja, aquelas que requerem um fluxo adicional no sistema antes da marcação da vaga (geralmente através da fila da solicitação de procedimento de serviço). Apesar de a orientação geral ser que  as agendas centrais sejam abertas como "Agenda Direta - Não" , é importante ressaltar que podem existir exceções , onde agendas centrais são configuradas como "Agenda Direta - Sim" . Um exemplo disso são as agendas de aplicação da vacina BCG , um serviço que, pela demanda, entende-se por não necessitar de um controle por fila e que são publicadas pelas unidades via e-mail e possuem vagas disponíveis para consumo direto por todas as unidades . Nesses casos, a configuração como "Agenda Direta - Sim" permite que as unidades realizem o agendamento de forma mais ágil, sem necessidade de um fluxo adicional no sistema. Portanto, ao utilizar esse filtro, é essencial considerar a finalidade da agenda e os critérios específicos de cada serviço , garantindo que a configuração da Agenda Direta esteja alinhada com o tipo de atendimento oferecido. Esse filtro é essencial para segmentar os tipos de agendamentos disponíveis, garantindo que o usuário visualize as vagas corretas de acordo com a configuração da agenda e a necessidade de um fluxo regulatório. Situações sugeridas para acompanhamento Após a correta configuração dos filtros, o próximo passo é direcionar a análise e o monitoramento para situações específicas dentro do sistema . O acompanhamento contínuo dessas situações é essencial para garantir que as solicitações de serviço sejam gerenciadas de forma eficiente, assegurando que os pacientes recebam o atendimento necessário sem atrasos ou falhas na comunicação. Existem quatro situações prioritárias que exigem monitoramento frequente, pois impactam diretamente no fluxo da demanda reprimida e na continuidade do cuidado ao paciente: Agendado – Acompanhamento dos pacientes que tiveram sua solicitação atendida e possuem um agendamento registrado no sistema. Cancelados – Monitoramento das solicitações que foram canceladas, identificando os motivos e verificando a necessidade de nova inserção na fila ou acompanhamento de agendamentos em sistema externo. Excluídos pela Fila de Espera – Avaliação dos casos em que a solicitação foi excluída por algum regulador no sistema, verificando o motivo da exclusão e se há necessidade de reinserção do paciente na fila. Pendência – Verificação de solicitações que aguardam informações adicionais ou documentação complementar para que o processo possa seguir adiante. Cada uma dessas situações será detalhada a seguir, destacando as melhores práticas de acompanhamento e os procedimentos necessários para cada caso . Acompanhamento de Agendados O acompanhamento da situação "Agendado" permite visualizar e gerenciar as solicitações que já foram atendidas e possuem um agendamento registrado no sistema . Essa etapa é essencial para garantir que os pacientes sejam devidamente informados sobre seus atendimentos, que a documentação esteja disponível e que as unidades acompanhem corretamente a evolução das marcações. Filtro de Período de Agendamento Para visualizar corretamente os pacientes agendados, é necessário configurar o filtro de períodos , utilizando os campos "Data do Agendamento Inicial" e "Data do Agendamento Final" . Esse filtro não é obrigatório para a busca, porém, utilizá-lo permitirá restringir os resultados para um intervalo específico, garantindo que apenas os atendimentos programados dentro do período desejado sejam exibidos. Uma indicação útil é parametrizar o período de agendamento inicial como o dia atual do acompanhamento  e o agendamento final com um período superior a 12 meses . Por exemplo, em períodos de início de ano, é recomendável configurar o período final como o último dia do ano , garantindo assim uma abrangência maior nas buscas e facilitando o acompanhamento dos agendamentos ao longo do tempo. Registro de Comunicação de Agendamento A comunicação com o paciente é uma etapa fundamental no acompanhamento de agendamentos, assegurando que ele seja informado sobre a data, horário e local do atendimento . Essa funcionalidade permite que as unidades registrem as tentativas de contato e monitorem se o paciente foi devidamente notificado. Cada tentativa de contato registrada corretamente no sistema gera um histórico rastreável , garantindo transparência e segurança para as unidades responsáveis pelo acompanhamento. O registro da tentativa de contato deve ser realizado sempre que a coluna "Comunicado" apresentar a informação "Não" , garantindo que o histórico do paciente seja atualizado e que novas tentativas de comunicação sejam devidamente documentadas. Para registrar a comunicação com o paciente, basta selecioná-lo na tela de acompanhamento da Situação "Agendado" e clicar no botão "Comunicar" Ao clicar em "Comunicar" , um popup será exibido para que o usuário informe se a comunicação foi bem-sucedida, selecionando "Comunicado: Sim" ou "Comunicado: Não" . Além disso, é possível adicionar observações descrevendo detalhando a tentativa de contato, como  "Comunicação realizada por WhatsApp sem resposta" ou "Paciente confirmou ciência/presença por WhatsApp" , garantindo um registro mais preciso no sistema. Quando a comunicação for registrada, independentemente da resposta ser "Sim" ou "Não" , um histórico será gerado automaticamente no sistema. Esse histórico pode ser visualizado clicando no ícone "+" no grid de pacientes agendados. IMPORTANTE: O filtro de comunicação permite refinar essa visualização, sendo especialmente útil para identificar os pacientes que já foram contatados. Pacientes com "Comunicado: Sim" devem ser visualizados apenas quando forem até a unidade para retirar seu comprovante de agendamento , garantindo que apenas aqueles que já confirmaram ciência do atendimento apareçam na busca quando necessário. É fundamental que, antes de registrar uma nova comunicação , o usuário verifique o histórico de tentativas de contato para confirmar quantas tentativas já foram realizadas e se elas já são suficientes conforme as diretrizes estabelecidas na Portaria nº 10, de 04 de Fevereiro de 2022 ( publicada no Jornal do Município nº 2.920, página 25 ) . Caso as três tentativas de contato já tenham sido registradas sem sucesso, a unidade deve seguir o protocolo adequado, informando a Central de Regulação para que sejam tomadas as providências necessárias. Além disso,  sempre que uma nova comunicação for registrada , é recomendado clicar no botão "Atualizar", localizada no canto superior direito do grid de acompanhamentos, para garantir que as informações exibidas na tela estejam sincronizadas com os registros mais recentes do sistema. Isso assegura que a equipe tenha uma visão precisa do status de cada paciente e possa tomar as decisões adequadas no acompanhamento dos agendamentos. ATENÇÃO: Se o paciente for comunicado e informar que  não poderá comparecer ao atendimento agendado , é fundamental confirmar se ele deseja permanecer na demanda reprimida para aguardar um novo agendamento. Caso o paciente não possa comparecer, mas ainda necessite do serviço , a Central de Regulação deve ser informada para que o agendamento seja cancelado e o paciente seja reenviado à fila de espera . Esse procedimento garante que a vaga seja disponibilizada para outro paciente e que o usuário continue no fluxo de atendimento adequado. Esse fluxo só pode ser seguido para agendamentos realizados dentro do nosso sistema . No caso de agendamentos realizados pelo sistema estadual , o retorno do paciente à fila não ocorre automaticamente , sendo necessário que a solicitação seja reinserida manualmente para que ele volte a aguardar um novo agendamento. Impressão de Comprovante de Agendamento e Guia de Encaminhamento A Qualquer momento, no acompanhamento de solicitação de serviço, através da situação Agendado, é possível emitir o  Comprovante de Agendamento , um documento que contém as informações essenciais sobre a consulta ou procedimento marcado. Esse comprovante pode ser utilizado pela unidade para organizar os atendimentos e também entregue ao paciente para reforçar a comunicação sobre seu agendamento. Para isso, basta clicar no botão de impressão. Para otimizar o fluxo das unidades, o botão de impressão nesta tela funciona da mesma forma que na Solicitação de Procedimento de Serviços , permitindo a emissão dos relatórios correspondentes ao Comprovante de Agendamento e à Guia de Encaminhamento de forma rápida e prática, caso seja necessário. O sistema permite a geração e impressão de  relatórios personalizados  diretamente nas telas onde há a opção de impressão. Na  tela de Solicitação de Procedimento de Serviço , é possível gerar dois documentos principais: a  Guia de Encaminhamento  e o  Comprovante de Agendamento . A  Guia de Encaminhamento  pode ser impressa sempre que necessário, bastando selecionar o relatório correspondente. Já o  Comprovante de Agendamento  pode ser gerado tanto  no momento da solicitação , caso o paciente tenha sido agendado imediatamente, quanto  posteriormente , caso o agendamento tenha ocorrido via  Fila de Demanda Reprimida . Ao acessar a opção de impressão, o sistema pode apresentar os relatórios de duas formas: Exibição direta do relatório , abrindo automaticamente o documento para impressão. Tabela de seleção de relatórios , onde o usuário pode escolher quais documentos deseja visualizar e imprimir, podendo selecionar a  Guia de Encaminhamento, o Comprovante de Agendamento ou ambos simultaneamente . Caso seja exibido um relatório diferente do desejado, o usuário pode  alterar a opção de impressão clicando em "Selecionar Relatório" . Essa opção permite visualizar quais relatórios estão vinculados à tela e quais opções de impressão estão disponíveis. Na tela de seleção, é possível definir o  padrão de exibição para a unidade , escolhendo entre: Exibir o grid de escolha antes da impressão , permitindo que o usuário selecione os relatórios desejados a cada solicitação. Definir um relatório padrão para impressão automática , podendo ser a  Guia de Encaminhamento, o Comprovante de Agendamento ou ambos simultaneamente . Caso sejam selecionados os dois relatórios, o sistema os exibirá simultaneamente na tela, permitindo a visualização completa antes da impressão. Essa flexibilidade garante maior controle e agilidade no processo de impressão, permitindo que cada unidade configure a melhor forma de geração de documentos conforme sua necessidade. SUGESTÃO:  Para facilitar o fluxo de trabalho e evitar a necessidade de alterar a seleção manualmente,  recomenda-se que cada unidade configure a exibição automática dos dois relatórios como padrão , conforme demonstrado acima. Dessa forma, tanto a  Guia de Encaminhamento  quanto o  Comprovante de Agendamento serão exibidos sempre que aplicáveis, garantindo que todas as informações relevantes estejam disponíveis sem a necessidade de ajustes manuais frequentes. Acompanhamento de Pendências O acompanhamento de pendências é uma etapa essencial para garantir que as solicitações na demanda reprimida possam avançar sem atrasos ou interrupções. Pendências ocorrem quando há a necessidade de informações adicionais, correções ou anexação de documentos para que a solicitação possa ser devidamente processada. Esse monitoramento deve ser feito de forma regular , garantindo que as unidades de referência estejam atentas às solicitações que exigem algum tipo de ação. Resolver essas pendências com agilidade evita que pacientes fiquem sem atendimento devido a falta de documentação ou registros incompletos. O acompanhamento de pendências só será impactado pelo filtro de períodos se as datas forem preenchidas nos campos "Solicitação Inicial" e "Solicitação Final" . No entanto, para garantir que nenhuma pendência fique sem resposta , recomendamos não preencher essas datas , permitindo a visualização de todas as solicitações pendentes no sistema. Para visualizar a pendência enviada pelo regulador que precisa ser esclarecida, basta expandir a solicitação clicando no ícone "+" . Isso permitirá acessar os detalhes da pendência e tomar as ações necessárias para sua resolução. Visualização e Complemento da Solicitação Dentro da opção de visualização de  acompanhamento de pendências , o usuário pode selecionar a opção de visualizar a solicitação , permitindo o acesso às informações detalhadas e a realização dos ajustes necessários. Embora a expansão da solicitação não seja obrigatória para acessar essa funcionalidade, ela é recomendada, pois exibe o texto da pendência enviado pelo regulador , facilitando a compreensão do que precisa ser esclarecido ou corrigido. Anexação de Documentos Caso seja necessário, na tela de  visualização da solicitação , é possível anexar documentos complementares que possam ser necessários para resolver a pendência, como: Resultados de exames Relatórios médicos Laudos complementares Ao abrir a tela de visualização da solicitação , basta clicar no botão "Anexar Documento" para adicionar os arquivos necessários. Ao clicar no botão "Anexar Documento" , um pop-up será aberto , permitindo que você selecione um arquivo diretamente do seu computador clicando na área central. Caso prefira, também é possível arrastar o arquivo até a área designada para anexá-lo rapidamente. Após anexar o documento, clique em "Fechar" para concluir o processo. Como o envio do arquivo é realizado através de um pop-up , a lista de anexos só será atualizada ao fechar e reabrir a tela de visualização da solicitação . Para conferir se o arquivo foi anexado corretamente, basta acessar novamente o campo "Anexos" , localizado na parte inferior da tela. A anexação desses arquivos garante que o regulador tenha as informações necessárias para prosseguir com a análise da solicitação. Edição das Informações da Solicitação Além da anexação de documentos, o sistema permite a edição de algumas informações da solicitação , possibilitando ajustes ou complementações. Os campos editáveis são: Motivo do Agendamento – Pode ser detalhado ou ajustado conforme necessário. CID (Código Internacional de Doenças) – Permite correções ou complementações. Justificativa – Pode ser editada ou ampliada para fornecer mais detalhes ao regulador. Para realizar uma edição, por padrão do sistema, basta clicar em  e inserir ou corrigir as informações necessárias, após, basta clicar em para salvar as alterações. O correto preenchimento dessas informações facilita a análise da solicitação e reduz o risco de indeferimentos ou novas pendências. Registro da Resposta à Pendência Se necessário, após realizar os ajustes na solicitação, seja complementando informações ou anexando documentos, é essencial registrar a  resposta à pendência de forma oficial no sistema. Embora algumas pendências exijam ações como a edição da solicitação ou o envio de documentos, o registro efetivo da resposta deve ser feito clicando no botão , disponível na tela de acompanhamento . Apenas após preencher a Obserçaõ da Resposta da Pendência e confirmar clicando em "ok" que a resposta efetivamente será registrada no sistema. Essa etapa garante que a solicitação seja devidamente analisada pelo regulador e evita que pendências permaneçam abertas sem uma resposta formal. A seguir, serão descritos os passos para registrar a resposta e concluir o processo de esclarecimento da pendência. Acompanhamento das Demais Situações Além das pendências e dos agendamentos, o sistema também permite a consulta das solicitações classificadas nas situações Cancelado, Excluído pela Fila de Espera e Fila de Espera . Embora essas situações não exijam nenhuma ação direta dentro da tela de acompanhamento , elas oferecem uma visão organizada dos pacientes da Unidade de Referência , permitindo um monitoramento mais eficiente dos casos pendentes. Situações Disponíveis para Consulta Cancelado – Exibe as solicitações que foram canceladas, possibilitando a verificação de casos que podem necessitar de nova inserção na fila ou acompanhamento em outro sistema. Excluído pela Fila de Espera – Lista os pacientes cujas solicitações foram removidas por um regulador, permitindo que a unidade consulte os motivos da exclusão e avalie a necessidade de uma nova solicitação. Fila de Espera – Apresenta as solicitações que ainda aguardam um agendamento, facilitando a consulta e o planejamento da unidade em relação à demanda reprimida. Embora essa funcionalidade seja voltada apenas para consulta, ela pode ser uma ferramenta útil para acompanhar de forma rápida e organizada os pacientes que ainda precisam de atendimento ou que tiveram sua solicitação removida. Dessa forma, a equipe pode atuar de maneira mais proativa, monitorando a evolução da demanda e identificando casos que podem exigir novas ações. Cancelamento e Reinserção de Pacientes na Fila O acompanhamento da demanda reprimida também envolve a gestão de solicitações canceladas ou excluídas da fila de espera . É essencial compreender as diferenças entre essas ações e como proceder corretamente para evitar que um paciente perca sua posição na fila caso ainda necessite do atendimento. Cancelamento de Pacientes Agendados Dentro do Sistema Quando um paciente já agendado dentro do sistema não puder comparecer ao atendimento, a Central de Regulação deve realizar o cancelamento diretamente na Solicitação de Procedimento de Serviço . Somente essa tela permite cancelar o agendamento e retornar o paciente à fila mantendo sua data de inserção original , garantindo que ele não perca sua prioridade. Para isso, a Unidade de Referência deve enviar um e-mail à Central de Regulação, informando os dados da solicitação para que ela seja localizada e cancelada. Além disso, a unidade deve indicar se o paciente deseja permanecer na fila e registrar a justificativa para a ausência no procedimento agendado. E-mail esperado para solicitação de cancelamento de solicitação         IMPORTANTE: A manutenção da data de inserção original é fundamental, pois essa é uma das variáveis utilizadas para calcular a posição do paciente na fila . Dessa forma, ao realizar o cancelamento corretamente, o paciente não perde sua prioridade e pode ser reagendado conforme as regras do fluxo de demanda reprimida. Atualmente, essa é a única forma disponível no sistema para retornar o paciente à fila sem alterar sua posição . No entanto, essa limitação representa uma falha no fluxo , pois não há outras maneiras de reinserir o paciente mantendo sua data de inserção. Por isso, um chamado deve ser aberto solicitando a correção dessa limitação , garantindo maior flexibilidade na gestão da demanda reprimida. Exclusão de Pacientes da Fila de Espera A exclusão da solicitação é um processo definitivo no sistema e por enquanto não pode ser desfeita . Essa ação é exclusiva da Central de Regulação e sempre foi utilizada, principalmente, para agendamentos realizados em sistemas externos , como o SIRESP . Quando um paciente tem seu atendimento agendado fora do sistema, uma alternativa disponível é removê-lo da fila utilizando o motivo "[REMOÇÃO] AGENDADO EM SISTEMA EXTERNO" . No entanto, essa solução não permite a reinserção automática do paciente na fila , gerando dificuldades para as unidades que precisam solicitar um novo agendamento. Caso o paciente ainda necessite do atendimento após um agendamento externo ser cancelado, uma nova solicitação deverá ser cadastrada, essa etapa pode ser realizada pela Unidade de Saúde ou pela Central de Regulação. Esse processo está detalhado no Capítulo 3 – Inserção de Guias Antigas ou Externas , que apresenta os procedimentos necessários para que o paciente retorne ao fluxo de atendimento. No entanto, a nova solicitação será cadastrada com uma nova data de inserção , o que pode impactar sua posição na fila. IMPORTANTE: Atualmente, não há uma funcionalidade no sistema que permita o retorno do paciente à fila sem necessidade de uma nova solicitação . Por isso, um chamado deve ser aberto solicitando uma solução para evitar prejuízos ao fluxo de atendimento e permitir uma melhor gestão dos casos de agendamentos externos. Por fim, é importante ressaltar que o papel da equipe de sistemas é apresentar as ferramentas disponíveis e todas as possibilidades que o sistema oferece . No entanto, a definição do fluxo e da forma como cada setor utilizará o sistema cabe exclusivamente às áreas responsáveis pela gestão . Agendamentos Externos e a Falta de Reinserção Automática Esse fluxo precisa ser aprimorado para permitir maior flexibilidade na gestão da demanda reprimida. Um chamado deve ser aberto solicitando uma solução que possibilite a reinserção de pacientes nesses casos sem que seja necessário reiniciar o processo. Demonstração em Vídeo Relatório de Demanda Reprimida A Atenção Primária à Saúde exerce papel central na ordenação do acesso e na coordenação do cuidado no Sistema Único de Saúde. Conforme estabelece a Portaria GM/MS nº 9.262, de 30 de dezembro de 2025 , a gestão das listas de espera deve ser permanente, compartilhada e articulada entre os pontos da Rede de Atenção à Saúde, especialmente com protagonismo da APS. Embora a regulação seja responsável pela organização técnica da fila e pela classificação de prioridades, cabe às unidades de Atenção Primária acompanhar os usuários de seu território que aguardam consultas, exames e procedimentos especializados. Esse acompanhamento é fundamental para: Garantir a continuidade do cuidado. Identificar agravamentos clínicos durante o tempo de espera. Atualizar informações quando necessário. Monitorar o tempo de permanência na fila. Subsidiar planejamento local e organização da oferta. Promover maior transparência na gestão do acesso. Nesse contexto, o Relatório de Demanda Reprimida de Procedimentos de Serviço, disponível no SISWEB, constitui ferramenta estratégica para os gestores da Atenção Primária, permitindo a visualização estruturada das solicitações pendentes vinculadas à sua unidade. Este capítulo tem como objetivo orientar os gestores da Atenção Primária quanto à emissão e análise do relatório de demanda reprimida no SISWEB, fortalecendo a gestão territorial, a corresponsabilização pelo usuário e o monitoramento qualificado das listas de espera. Acesso ao Relatório no SISWEB e Perfil de Permissão O Relatório de Demanda Reprimida de Procedimentos de Serviço está disponível no SISWEB por meio do seguinte caminho: Regulação > Relatórios > Relatório de Demanda Reprimida de Procedimentos de Serviço Ao selecionar essa opção, o sistema direcionará o usuário para a tela de parametrização do relatório, onde poderão ser definidos os filtros necessários para emissão. Por se tratar de informações sensíveis relacionadas às listas de espera e aos usuários vinculados à unidade, a emissão deste relatório está, inicialmente, vinculada exclusivamente ao perfil Gerente de Unidade , destinado aos coordenadores das unidades de saúde. Essa definição tem como finalidade:      • Garantir responsabilidade institucional sobre os dados extraídos.      • Preservar a confidencialidade das informações.      • Assegurar que a utilização do relatório esteja alinhada às atribuições de gestão da unidade.      • Evitar uso inadequado ou compartilhamento indevido de informações. Caso a unidade identifique necessidade de acesso para fins estritamente gerenciais, a solicitação deve seguir os fluxos institucionais vigentes para avaliação e autorização. Parametrização do Relatório de Demanda Reprimida Ao acessar o Relatório de Demanda Reprimida de Procedimentos de Serviço , o sistema apresentará a tela de filtros para parametrização da consulta. [Inserir print da tela “Regulação - Relatórios - Fila da demanda reprimida de serviço”] A tela possui diversos campos de filtro. No entanto, para emissão do relatório padrão da unidade, é necessário o preenchimento obrigatório dos seguintes campos: Campos obrigatórios Unidade  Referência O gestor deverá informar a própria unidade. Como o objetivo é monitorar a demanda reprimida do seu território, basta selecionar a unidade sob sua coordenação. Para fins de gestão na Atenção Primária, a extração do relatório  não deve ser realizada pelo campo Município Solicitante ou Unidade Solicitante . O relatório deve ser emitido utilizando o filtro Unidade de Referência . Essa orientação está alinhada à Portaria GM/MS nº 9.262/2025 , que estabelece:      • A APS como coordenadora do cuidado.      • A responsabilidade territorial pelo acompanhamento do usuário.      • A gestão compartilhada e permanente das listas de espera. Embora exista historicamente a cultura de que a unidade que realiza a solicitação “cuida” da demanda, a diretriz normativa reforça que o acompanhamento deve estar vinculado à unidade de referência do paciente , ou seja, à unidade responsável pelo seu território e pela continuidade do cuidado. Isso significa que:      • O usuário pertence ao território.      • A APS é responsável pelo acompanhamento longitudinal.      • A unidade de referência deve monitorar seus pacientes, independentemente de onde a solicitação foi emitida. Essa mudança de perspectiva fortalece:      • O vínculo com o usuário.      • A responsabilidade sanitária territorial.      • A gestão qualificada da fila.      • A coordenação do cuidado pela APS. Tipo de Serviço Atualmente, o sistema apresenta três opções: CONSULTA ESPECIALIZADA EXAME ESPECIALIZADO CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA A seleção deve estar alinhada ao tipo de demanda que se deseja analisar. Procedimento Este campo deve ser preenchido antes da seleção do CBO Solicitado, pois o sistema só disponibiliza os CBOs compatíveis após a escolha do procedimento. Exemplo prático: Para verificar encaminhamentos para Fisioterapia: Procedimento: 0301010048 CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR NA ATENÇÃO ESPECIALIZADA (EXCETO MÉDICO) Após selecionar o procedimento, o sistema habilitará os CBOs correspondentes. CBO Solicitado Preencher com o CBO a qual você deseja realizar o acompanhamento Seguindo o exemplo anterior: 223605 FISIOTERAPEUTA GERAL Essa combinação garante que o relatório traga especificamente os encaminhamentos realizados para fisioterapia. Data Início e Data Final É obrigatório informar o período de análise. Para extração da fila completa histórica, recomenda-se: Data Início: 01/01/2010 Data Final: {data_atual} Esse padrão permite visualizar todas as solicitações ainda pendentes dentro do sistema. Demais filtros Os demais campos disponíveis na tela podem ser utilizados conforme a necessidade da unidade, como por exemplo: Faixa etária Nível de prioridade Município de residência Número da solicitação Exibir consolidado Entre outros Esses filtros auxiliam em análises mais específicas, mas não são obrigatórios para a emissão padrão do relatório. Geração do arquivo Após o preenchimento dos filtros, recomenda-se utilizar a opção Gerar CSV , localizada no canto inferior da tela. O arquivo em formato CSV permite: Tratamento e organização dos dados. Aplicação de filtros adicionais. Criação de tabelas e gráficos. Análise detalhada no Microsoft Excel ou LibreOffice Calc. Produção de relatórios gerenciais para acompanhamento da unidade. A utilização do CSV facilita a gestão ativa da demanda reprimida, permitindo ao gestor acompanhar o volume de solicitações, identificar padrões e subsidiar decisões estratégicas no âmbito da Atenção Primária. Exemplo prático de emissão do relatório Acompanhamento de solicitações de Fisioterapia – Unidade de Referência USF Paineiras Para exemplificar a utilização do relatório, apresentamos abaixo um modelo de parametrização para acompanhamento das solicitações de Fisioterapia da Unidade de Referência USF Paineiras. Parametrização utilizada no exemplo Unidade de Referência: USF Paineiras Tipo de Serviço: Consulta Especializada Procedimento: 0301010048 CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR NA ATENÇÃO ESPECIALIZADA (EXCETO MÉDICO) CBO Solicitado: 223605 FISIOTERAPEUTA GERAL Período: Data Início: 01/01/2010 Data Final: {data_atual} Após o preenchimento dos campos obrigatórios, selecionar a opção Gerar CSV para extração do arquivo. O que esse relatório permitirá analisar Na versão atual do sistema SISWEB v26.01.06 , o arquivo gerado em formato CSV pode apresentar alguns campos com nomenclaturas técnicas ou abreviações pouco intuitivas. Apesar disso, o relatório contém todas as informações essenciais para análise da demanda reprimida, tais como: Identificação do usuário Justificativa da Solicitação CID do Encaminhamento Procedimento solicitado CBO Data da solicitação Situação da solicitação Tempo de espera Ou seja, ainda que os títulos das colunas não estejam plenamente padronizados ou descritos de forma amigável, os dados estruturantes necessários para acompanhamento, monitoramento e tomada de decisão estão disponíveis no arquivo. Por envolver dados pessoais de saúde, o relatório não será disponibilizado como modelo neste material, em observância à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, Lei nº 13.709/2018. Destaca-se, contudo, que todos os coordenadores com perfil Gerente de Unidade estão aptos a emitir o relatório diretamente no sistema, podendo realizar a análise conforme as necessidades da gestão local. Recomenda-se que a unidade organize internamente um padrão de leitura e tratamento da planilha, facilitando a interpretação dos campos e a utilização estratégica das informações. Inserção de guias antigas ou externas Durante a transição da demanda reprimida do ambiente Delphi para o ambiente Web, reconhecemos que ainda existem guias em papel que precisam ser inseridas na fila de demanda reprimida. Para garantir que nenhum paciente seja prejudicado e que a migração ocorra de forma organizada, será necessário conceder acesso e permissão aos coordenadores e administrativos para continuar inserindo essas guias. No entanto, essa inserção deverá ser feita diretamente no ambiente web . Tela de solicitação de procedimento de serviço O Acesso para inserção deverá ser feito na tela Solicitação de Procedimento de Serviço, que deve ser encontrada em  Ambulatório > Solicitação > Solicitação de Procedimento de Serviço . Dados mínimos obrigatórios Com a tela aberta, clique em e inicie o preenchimento dos Dados da Solicitação . Nesse bloco, será obrigatório o preenchimento de: Data da solicitação Hora da solicitação (aproximada) Tipo de Serviço Munícipio Solicitante Unidade solicitante CBO do profissional solicitante Após, deverá ser preenchido os blocos Dados do usuário e Dados da agenda, sendo obrigatório o preenchimento de: Dados do usuário Prontuário ou Nome do paciente Dados da agenda Tipo atendimento Procedimento CBO/Especialidade executante Para facilitar o preenchimento, abaixo listamos as regras de preenchimento de Tipo de Serviço, Procedimento e CBO Executante parametrizados no sistema: Lista de Regras de Preenchimento da Solicitação Download da Planilha aqui TIPO DE SERVIÇO CÓD. PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO CÓD. CBO CBO CONTROLA FILA? CONSULTA ESPECIALIZADA 0301100055 CATETERISMO VESICAL DE DEMORA 223505 Enfermeiro Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000002 PROVA TUBERCULINEA 223505 Enfermeiro Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997975 EQUOTERAPIA 223605 Fisioterapeuta geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010048 CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR NA ATENÇÃO ESPECIALIZADA (EXCETO MÉDICO) 223810 Fonoaudiólogo geral Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999903 FONOAUDIOLOGIA RECEM NASCIDO DE RISCO 223810 Fonoaudiólogo geral Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999497 CONSULTA ALERGISTA E IMUNOLOGISTA INFANTIL 225110 Médico alergista e imunologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999498 CONSULTA ALERGISTA E IMUNOLOGISTA ADULTO 225110 Médico alergista e imunologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9966666669 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA CARDIO RETORNO POLICLINICA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999575 CONSULTA FAIXA ETARIA ESPECIAL RETORNO 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999967 CARDIOLOGIA PRE OPERATORIO 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999968 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL RETORNO 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225215 Médico cirurgião de cabeça e pescoço Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999752 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO JD SIMUS 225215 Médico cirurgião de cabeça e pescoço Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225215 Médico cirurgião de cabeça e pescoço Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999961 CONSULTA PEQUENA CIRURGIA RETORNO 225225 Médico cirurgião geral Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999988 PEQUENA CIRURGIA CENTRO CIRURGICO 225225 Médico cirurgião geral Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225230 Médico cirurgião pediátrico Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225230 Médico cirurgião pediátrico Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999962 CONSULTA PEQUENA CIRURGIA 225235 Médico cirurgião plástico Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999610 FORMULÁRIOS ESPECIAIS 225240 Médico cirurgião torácico Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225240 Médico cirurgião torácico Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000228 TEA INTERROGADO 225125 Médico clínico Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000229 TEA CONFIRMADO 225125 Médico clínico Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000230 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR (EXCETO TEA) 225125 Médico clínico Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999548 FISSURA LABIOPALATINA / FENDA PALATINA 225125 Médico clínico Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999967 CARDIOLOGIA PRE OPERATORIO 225125 Médico clínico Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999931 PEQUENA CIRURGIA CENTRO CIRURGICO COLOPROCTOLOGIA 225280 Médico coloproctologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225280 Médico coloproctologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225135 Médico dermatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997899 SUSPEITA DE CA DE PELE 225135 Médico dermatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225135 Médico dermatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225203 Médico em cirurgia vascular Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225203 Médico em cirurgia vascular Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225155 Médico endocrinologista e metabologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000132 AMBULATÓRIO DE TRANSEXUALIDADE 225155 Médico endocrinologista e metabologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999575 CONSULTA FAIXA ETARIA ESPECIAL RETORNO 225155 Médico endocrinologista e metabologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225155 Médico endocrinologista e metabologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999968 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL RETORNO 225155 Médico endocrinologista e metabologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225155 Médico endocrinologista e metabologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225160 Médico fisiatra Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225160 Médico fisiatra Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997982 AVALIACAO DE TROCA DE CANULA E SONDA (GASTROSTOMIA INFANTIL 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999575 CONSULTA FAIXA ETARIA ESPECIAL RETORNO 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999791 CONSULTA PRÉ GASTROSTOMIA ADULTO 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999953 GASTRO FIGADO HEPATOLOGIA 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999968 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL RETORNO 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999495 CONSULTA GENETICISTA INFANTIL 225175 Médico geneticista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999496 CONSULTA GENETICISTA ADULTO 225175 Médico geneticista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225175 Médico geneticista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225180 Médico geriatra Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999577 CONSULTA GINECOLOGIA PROCEDIMENTOS 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225185 Médico hematologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225185 Médico hematologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225185 Médico hematologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999493 CONSULTA INFECTOLOGISTA INFANTIL 225103 Médico infectologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999494 CONSULTA INFECTOLOGISTA ADULTO 225103 Médico infectologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225255 Médico mastologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225255 Médico mastologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225109 Médico nefrologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225109 Médico nefrologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225109 Médico nefrologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225260 Médico neurocirurgião Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000134 NEUROLOGIA ESCLEROSE MÚLTIPLA 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999105 AVALIAÇÃO NEUROPSICOLOGICA 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999575 CONSULTA FAIXA ETARIA ESPECIAL RETORNO 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999968 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL RETORNO 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225112 Médico neurologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997857 CONSULTA MEDICA SUPLEMENTACAO ALIMENTAR E DIETAS RETORNO 225118 Médico nutrologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999877 CONSULTA MEDICA SUPLEMENTACAO ALIMENTAR E DIETAS 225118 Médico nutrologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999562 CONSULTA OFTALMO PLASTICA RETORNO 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999619 TRATAMENTO GLAUCOMA BOS 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999629 CONSULTA OFTALMO RETINA RETORNO 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999730 CONSULTA OFTALMO RETINA 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999731 CONSULTA OFTALMO PTERIGIO 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999733 CONSULTA OFTALMO OUTRAS PATOLOGIAS EM GERAL 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999737 CONSULTA OFTALMO ESTRABISMO 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999738 CONSULTA OFTALMO GLAUCOMA 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999755 CONSULTA OFTALMO TRIAGEM GERAL (SOMENTE GUIA DE OFTALMOLOGISTA) 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999769 CONSULTA OFTALMO REVISÃO GLAUCOMA 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999914 OFTALMO HANSENIASE 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000135 ORTO TUMOR 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9900000210 ORTO TUMOR - RETORNO POLICLINICA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999997911 ONCOLOGIA ORTOPEDICA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999639 CONSULTA AMBULATORIO DE ACUPUNTURA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999747 CONSULTA CLINICA ORTOPEDISTA GERAL E OMBRO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999748 CONSULTA CLINICA ORTOPEDISTA MAO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999749 CONSULTA CLINICA ORTOPEDISTA GERAL E COLUNA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999895 CONSULTA CLINICA ORTOPEDISTA GERAL E QUADRIL 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999943 CONSULTA CLINICA ORTOPEDISTA JOELHO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999959 PEQUENA CIRURGIA CENTRO CIRURGICO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999621 MANUTENCAO AASI ADULTO ACIMA DE 11 ANOS 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999623 AASI SOLICITAÇÃO APARELHO PRIMEIRA VEZ 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999625 PRIMEIRA VEZ OU MANUTENÇÃO INFANTIL 3 A 10 ANOS 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999626 PRIMEIRA VEZ OU MANUTENÇÃO INFANTIL 0 A 2 ANOS 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999937 CONSULTA NEONATOLOGIA 225124 Médico pediatra Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999575 CONSULTA FAIXA ETARIA ESPECIAL RETORNO 225127 Médico pneumologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225127 Médico pneumologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999968 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL RETORNO 225127 Médico pneumologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225127 Médico pneumologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225133 Médico psiquiatra Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225136 Médico reumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225136 Médico reumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225136 Médico reumatologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010072 CONSULTA MEDICA EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 225285 Médico urologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999782 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA INFANTIL 225285 Médico urologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999857 CONSULTA MEDICA DE INFERTILIDADE OU ESTERILIDADE 225285 Médico urologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999892 CONSULTA UROLOGISTA VASECTOMIA 225285 Médico urologista Registra CONSULTA ESPECIALIZADA 9999999969 CONSULTA MEDICA EM ATENCAO ESPECIALIZADA RETORNO POLICLINICA 225285 Médico urologista Controla CONSULTA ESPECIALIZADA 0301010048 CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR NA ATENÇÃO ESPECIALIZADA (EXCETO MÉDICO) 223905 Terapeuta ocupacional Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999567 ALTA QUALIFICADA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999568 MARCA PASSO 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999569 CIRURGIA CARDIACA PEDIATRICA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999570 CIRURGIA CARDIOVASCULAR 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999571 CATETERISMO 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999572 ARRITIMIA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999573 ARTERIOGRAFIA ELETIVA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999574 ANGIOPLASTIA ELETIVA 225120 Médico cardiologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999642 CONSULTA PRE CIRURGICA DE CABECA E PESCOCO 225215 Médico cirurgião de cabeça e pescoço Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999741 CONSULTA PRÉCIRÚRGICA GASTRO GERAL 225225 Médico cirurgião geral Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999652 CONSULTA PRE CIRURGICA INFANTIL DE 0 A 14 ANOS 225230 Médico cirurgião pediátrico Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9900000207 DEMANDA EM CDR - PLÁSTICA - APENAS REGULAÇÃO INSERE 225235 Médico cirurgião plástico Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999651 CONSULTA PRE CIRURGICA PLASTICA REPARADORA 225235 Médico cirurgião plástico Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999650 CONSULTA PRE CIRURGICA TORACICA 225240 Médico cirurgião torácico Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999867 CONSULTA PRE CIRURGICA PROCTO 225280 Médico coloproctologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999959 PEQUENA CIRURGIA CENTRO CIRURGICO 225135 Médico dermatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999649 CONSULTA PRE CIRURGICA VARIZES 225203 Médico em cirurgia vascular Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999768 CONSULTA PRE CIRURGICA CIRURGIA VASCULAR ALTA COMPLEXIDADE 225203 Médico em cirurgia vascular Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9900000206 DEMANDA EM CDR - BARIÁTRICA - PENAS REGULAÇÃO INSERE 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999578 CONSULTA PRE CIRURGICA RECONSTRUÇÃO DE TRANSITO 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999579 CONSULTA PRÉ CIRURGICA DRGE DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO E OUTRAS ANOMALIAS DO ESOFAGO 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999586 INTESTINO PORÇÃO FINAL (HEMORRÓIDAS, FÍSTULAS, PROLAPSOS E CISTO PILONIDAL) 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999864 CONSULTA PRÉ CIRURGICA VESÍCULA 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999865 CONSULTA PRE CIRURGICA HERNIA 225165 Médico gastroenterologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999618 CONSULTA PRÉ CIRURGICA GINECOLOGICA NIC E NIV GRAU II E III 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999793 CONSULTA PRE CIRURGICA LAQUEADURA 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999913 CONSULTA PRE CIRURGICA EM GINECOLOGIA 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999949 CONSULTA GINECOLOGIA COLPOBIOPSIA 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999648 CONSULTA PRE CIRURGICA EM MASTOLOGIA 225255 Médico mastologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999766 CONSULTA PRE CIRURGICA EM NEUROCIRURGIA DE COLUNA 225260 Médico neurocirurgião Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999770 CONSULTA PRE CIRURGICA EM NEUROCIRURGIA DE CRANIO 225260 Médico neurocirurgião Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999997983 GLAUCOMA CIRURGICO 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999732 CONSULTA OFTALMO PLASTICA OCULAR 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999735 CONSULTA OFTALMO CATARATA 225265 Médico oftalmologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9900000209 DEMANDA EM CDR - APENAS REGULAÇÃO INSERE 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999759 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA COLUNA 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999760 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA MAO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999761 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA OMBRO E COTOVELO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999762 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA PE E TORNOZELO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999764 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA QUADRIL 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999765 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA JOELHO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999773 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA INFANTIL 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999774 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA MUSCULO ESQULETICO 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999775 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA GERAL 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999776 CONSULTA PRE CIRURGICA ORTOPEDIA PSEUDOARTROSE E FIXADORES 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999397 CONSULTA CIRURGICA AMIGDALA ADENOIDE 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999646 CONSULTA OTORRINO TRIAGEM CIRURGICA 225275 Médico otorrinolaringologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9900000208 DEMANDA EM CDR - PRÓTESE PENIANA 225285 Médico urologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9900000209 DEMANDA EM CDR - APENAS REGULAÇÃO INSERE 225285 Médico urologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999584 VASECTOMIA 225285 Médico urologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999643 CONSULTA PRE CIRURGICA EM UROLOGIA 225285 Médico urologista Controla CONSULTA PRÉ-CIRÚRGICA E CIRURGIA 9999999862 CONSULTA PRE CIRURGICA POSTECTOMIA 225285 Médico urologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9900000141 EXAME ECOCARDIOGRAMA SOB ESTRESSE FARMACOLOGICO 225120 Médico cardiologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0209040017 BRONCOSCOPIA (BRONCOFIBROSCOPIA) 225240 Médico cirurgião torácico Controla EXAME ESPECIALIZADO 0205010040 ULTRASSONOGRAFIA DOPPLER COLORIDO DE VASOS 225203 Médico em cirurgia vascular Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999627 ULTRASSONOGRAFIA DOPPLER PARTES MOLES 225203 Médico em cirurgia vascular Controla EXAME ESPECIALIZADO 0204050014 CLISTER OPACO C/ DUPLO CONTRASTE 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 0204050170 URETROCISTOGRAFIA 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 0204050189 UROGRAFIA VENOSA 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 0204060028 DENSITOMETRIA OSSEA DUO-ENERGETICA DE COLUNA (VERTEBRAS LOMBARES E/OU FEMUR) 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 0209010010 COLANGIOPANCREATOGRAFIA RETROGRADA (VIA ENDOSCÓPICA) 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997854 ANGIORESSONANCIA 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997855 ANGIOTOMOGRAFIA 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997860 COLANGIORESSONANCIA 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997970 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA (MEMBROS SUPERIORES, INFERIORES, COLUNA E BACIA) 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997971 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA (TÓRAX, ABDOME, PARTES MOLES E PELVE) 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997972 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA (CRÂNIO, PESCOÇO, FACE) 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997976 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA COM SEDAÇÃO 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999106 CINTILOGRAFIA E IODOTERAPIA 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999526 RX EED (RAIO X CONSTRATADO DE ESOFAGO, ESTOMAGO E DUODENO) 225320 Médico em radiologia e diagnóstico por imagem Controla EXAME ESPECIALIZADO 0201010470 BIOPSIA DE TIREOIDE OU PARATIREOIDE - PAAF 225155 Médico endocrinologista e metabologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0209010037 ESOFAGOGASTRODUODENOSCOPIA 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997856 ECOENDOSCOPIA 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997952 ENDOSCOPIA COM LIGADURA 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997953 COLONOSCOPIA (INTERNAÇÃO) 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997954 COLONOSCOPIA (ABAIXO DE 17 ANOS) 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997955 COLONOSCOPIA (ACIMA DE 17 ANOS E ABAIXO DE 65 ANOS) 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997956 COLONOSCOPIA (ACIMA DE 65 DE ANOS) 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999107 MANOMETRIA ADULTO 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999108 PH METRIA ADULTO 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999607 PH METRIA INFANTIL 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999608 MANOMETRIA INFANTIL 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999615 VIDEOGLUTOGRAMA 225165 Médico gastroenterologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0204050065 HISTEROSSALPINGOGRAFIA 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211040045 HISTEROSCOPIA (DIAGNOSTICA) 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999600 VULVOSCOPIA 225250 Médico ginecologista e obstetra Controla EXAME ESPECIALIZADO 0201010216 BIOPSIA DE FIGADO POR PUNCAO 225103 Médico infectologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0201010607 PUNÇÃO DE MAMA POR AGULHA GROSSA 225255 Médico mastologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0204030030 MAMOGRAFIA 225255 Médico mastologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211050059 ELETROENCEFALOGRAMA QUANTITATIVO C/ MAPEAMENTO (EEG) 225112 Médico neurologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999396 ELETROENCEFALOGRAMA ADULTO (EEG ADULTO) 225112 Médico neurologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999628 ELETROENCEFALOGRAMA INFANTIL EEG 225112 Médico neurologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211060100 FUNDOSCOPIA 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211060127 MAPEAMENTO DE RETINA 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211060178 RETINOGRAFIA COLORIDA BINOCULAR 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211060232 TESTE ORTÓPTICO 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0405050020 CAPSULOTOMIA A YAG LASER 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9900000133 REFLEXO VERMELHO SOMENTE REGULAÇÃO INSERE 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999915 OFTALMO GLAUCOMA 225265 Médico oftalmologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211050083 ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG) 225270 Médico ortopedista e traumatologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0202090140 DOSAGEM DE SODIO E CLORO NO SUOR (C/ COLETA) 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0209040025 LARINGOSCOPIA 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0209040041 VIDEOLARINGOSCOPIA 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211050105 POLISSONOGRAFIA 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211070351 TESTES VESTIBULARES / OTONEUROLOGICOS 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999622 BERA POTENCIAL EVOCADO AUDITIVO BILATERAL 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999624 TESTE DA ORELHINHA 225275 Médico otorrinolaringologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0202090140 DOSAGEM DE SODIO E CLORO NO SUOR (C/ COLETA) 225335 Médico patologista clínico / medicina laboratorial Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997861 CLONIDINA 225335 Médico patologista clínico / medicina laboratorial Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999997862 DOSAGEM DE GLUCAGON 225335 Médico patologista clínico / medicina laboratorial Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211080055 ESPIROMETRIA OU PROVA DE FUNCAO PULMONAR COMPLETA COM BRONCODILATADOR 225127 Médico pneumologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 0211090018 AVALIACAO URODINAMICA COMPLETA 225285 Médico urologista Controla EXAME ESPECIALIZADO 9999999863 BIOPSIA DE PROSTATA 225285 Médico urologista Controla Preenchimento da guia de encaminhamento Preenchendo o Bloco  Dados da Agenda , abaixo, teremos dois novos blocos:  Justificativa/Observações  e  Protocolo . A partir daqui, os campos de Justificativa e os Protocolos são de preenchimento obrigatório e devem ser preenchidos de acordo com a guia que está sendo transcrita no sistema. Na versão  v25.02.13 e anteriores , apenas o campo de  justificativa  é obrigatório no sistema. No entanto, recomenda-se preencher também, pelo menos, o campo de  motivo do agendamento e o CID . Esse preenchimento completo contribui para  maior agilidade no processo , evitando que a solicitação seja devolvida com pendências pela equipe da Central de Regulação, o que pode  atrasar o atendimento ao paciente . Para melhorar esse fluxo,  será aberto um chamado solicitando a customização deste módulo no sistema, tornando esses campos obrigatórios . Recomendamos que, para o campo  motivo do agendamento , seja utilizado  "320 [AES] AVALIAÇÃO ESPECIALIZADA"  ou outro que melhor se adeque ao encaminhamento. Além disso, é fundamental que o  CID seja informado em letras maiúsculas , pois, se inserido em letras minúsculas, o sistema poderá registrá-lo com erro, impedindo sua correta localização. Agendamento por solicitação ou Envio à Fila de Demanda Reprimida A parametrização do procedimento como  "registra"  permite que, antes de encaminhar automaticamente a solicitação para a  Fila de Demanda Reprimida , o sistema verifique se há uma  agenda disponível  para o procedimento solicitado. Ao salvar a solicitação, o sistema buscará uma vaga disponível na agenda. Caso haja disponibilidade, o paciente poderá ser  agendado imediatamente .  Somente se não houver vagas no momento , o sistema sugerirá o envio da solicitação para a  Fila de Demanda Reprimida , permitindo que o usuário confirme o encaminhamento. Esse modelo otimiza o fluxo de atendimento, priorizando o agendamento direto sempre que possível e reduzindo a necessidade de encaminhamento para a fila de espera. Após selecionar a  data e hora  disponíveis, o agendamento pode ser realizado, garantindo que o paciente já saia com um horário definido.  É fundamental sempre confirmar com o paciente a data e o horário agendados , garantindo que ele esteja ciente e possa comparecer no dia marcado. Envio de Paciente para fila de demanda reprimida No sistema, a parametrização  "controla"  determina que todas as  Solicitações de Procedimento de Serviço  sejam encaminhadas diretamente para a  Fila de Demanda Reprimida . Ao salvar a solicitação, um  pop-up de confirmação  aparecerá, informando o envio do caso para a fila. O usuário precisará apenas confirmar o encaminhamento para seguir para a próxima etapa. ATENÇÃO:  Essa opção também será utilizada quando o procedimento estiver parametrizado como  "registra"  e  não houver vagas disponíveis  para agendamento. Nesse momento, como se trata de um encaminhamento para demanda reprimida, deve ser informada a Prioridade do encaminhamento e, após, a confirmação do encaminhamento do paciente a Demanda Reprimida. IMPORTANTE:  Os dados preenchidos no campo  "Observação"  servem como  resumo na tela do médico regulador . Esse é o  primeiro dado  que ele visualizará para tomar decisões sobre o encaminhamento do paciente. O Paciente estará devidamente incluído na demanda reprimida quando a mensagem de confirmação aparecer na tela. Agora você pode fechar o pop-up de inclusão de demanda reprimida. Anexando documento na guia de encaminhamento Nesse momento, é importante que se atente a necessidade de encaminhar algum documento em anexo junto a solicitação. Por exemplo, se o encaminhamento é feito baseado em uma transcrição de guia, você pode digitaliza-lo e anexar ao pedido no botão Anexar Documento , no menu lateral. Os arquivos anexados aqui deverão ser consultados durante a regulação dos profissionais da CREDAC e da Central de Regulação Odontológica e servirão de auxílio para efetiva regulação do caso. O Arquivo pode estar em formato .jpeg (imagem) ou .pdf (arquivo compactado) e não poderá ultrapassar o limite de 30mb. Basta clicar em Anexar Documento para visualizar uma área de transferencia onde você pode arrastar o documento ou simplesmente clicar no centro da tela para carregar o arquivo. Impressão da Guia de Encaminhamento e do Comprovante de Agendamento O sistema permite a geração e impressão de  relatórios personalizados  diretamente nas telas onde há a opção de impressão. Na  tela de Solicitação de Procedimento de Serviço , é possível gerar dois documentos principais: a  Guia de Encaminhamento  e o  Comprovante de Agendamento . A  Guia de Encaminhamento  pode ser impressa sempre que necessário, bastando selecionar o relatório correspondente. Já o  Comprovante de Agendamento  pode ser gerado tanto  no momento da solicitação , caso o paciente tenha sido agendado imediatamente, quanto  posteriormente , caso o agendamento tenha ocorrido via  Fila de Demanda Reprimida . Ao acessar a opção de impressão, o sistema pode apresentar os relatórios de duas formas: Exibição direta do relatório , abrindo automaticamente o documento para impressão. Tabela de seleção de relatórios , onde o usuário pode escolher quais documentos deseja visualizar e imprimir, podendo selecionar a  Guia de Encaminhamento, o Comprovante de Agendamento ou ambos simultaneamente . Caso seja exibido um relatório diferente do desejado, o usuário pode  alterar a opção de impressão clicando em "Selecionar Relatório" . Essa opção permite visualizar quais relatórios estão vinculados à tela e quais opções de impressão estão disponíveis. Na tela de seleção, é possível definir o  padrão de exibição para a unidade , escolhendo entre: Exibir o grid de escolha antes da impressão , permitindo que o usuário selecione os relatórios desejados a cada solicitação. Definir um relatório padrão para impressão automática , podendo ser a  Guia de Encaminhamento, o Comprovante de Agendamento ou ambos simultaneamente . Caso sejam selecionados os dois relatórios, o sistema os exibirá simultaneamente na tela, permitindo a visualização completa antes da impressão. Essa flexibilidade garante maior controle e agilidade no processo de impressão, permitindo que cada unidade configure a melhor forma de geração de documentos conforme sua necessidade. SUGESTÃO:  Para facilitar o fluxo de trabalho e evitar a necessidade de alterar a seleção manualmente,  recomenda-se que cada unidade configure a exibição automática dos dois relatórios como padrão , conforme demonstrado acima. Dessa forma, tanto a  Guia de Encaminhamento  quanto o  Comprovante de Agendamento  serão exibidos sempre que aplicáveis, garantindo que todas as informações relevantes estejam disponíveis sem a necessidade de ajustes manuais frequentes. Impressão da Guia de Encaminhamento A  Guia de Encaminhamento  reúne todas as informações essenciais sobre a  solicitação de procedimento , incluindo os  dados do paciente, o procedimento solicitado, a justificativa do encaminhamento  e demais informações relevantes para a  Central de Regulação . Para imprimir esse documento, basta acessar a  tela de Solicitação de Procedimento de Serviço , selecionar a opção de  impressão  e escolher o relatório nomeado como  Guia de Encaminhamento . Caso o relatório apresentado na tela não seja o desejado, o usuário pode seguir os passos explicados anteriormente para  alterar a seleção do relatório  antes da impressão. Abaixo, segue o modelo padrão do  PDF da Guia de Encaminhamento  gerado pelo sistema Impressão do Comprovante de Agendamento O  Comprovante de Agendamento  contém informações detalhadas sobre o  procedimento agendado , incluindo a  data, horário e local do atendimento , servindo como referência para o paciente. Para imprimir esse documento, basta acessar a  tela de Solicitação de Procedimento de Serviço , selecionar a opção de  impressão  e escolher o relatório nomeado como  Comprovante de Agendamento . Caso o relatório exibido na tela não seja o desejado, o usuário pode seguir os passos explicados anteriormente para  alterar a seleção do relatório  antes da impressão. Abaixo, segue o modelo padrão do  PDF do Comprovante de Agendamento  gerado pelo sistema: Gerenciando a Fila de Demanda Reprimida Com a implementação do novo fluxo de guia de encaminhamento para especialidades no Sistema de Gestão Pública de Saúde, a Central de Regulação assume um papel ainda mais estratégico na garantia do acesso oportuno e eficiente aos serviços de saúde para a população. A partir da versão web do sistema, o processo foi estruturado para garantir equidade na inserção das solicitações na fila de demanda reprimida , assegurando que todos os pacientes sejam avaliados de maneira uniforme pela Central de Regulação. Dessa forma, ao ser cadastrada, a solicitação não receberia uma prioridade inicial e é automaticamente posicionada no final da fila, permitindo que a avaliação da prioridade ocorresse exclusivamente pela regulação , baseada em critérios técnicos e protocolos estabelecidos. Essa abordagem foi pensada para evitar inconsistências na classificação dos pacientes , uma vez que diferentes profissionais das unidades de saúde podem interpretar a mesma situação de maneiras distintas.  Pensa-se que, ao centralizar a responsabilidade da classificação na regulação, o sistema garante que todos os pacientes passem pelo  mesmo processo de análise técnica e clínica , evitando movimentações prematuras na fila antes da resolução de eventuais pendências. Isso permite que a priorização seja feita com base em informações completas e criteriosamente avaliadas , garantindo um fluxo justo e padronizado. É importante destacar que o papel da equipe de sistemas é apresentar as ferramentas disponíveis e todas as possibilidades que a tecnologia oferece. No entanto, a definição do fluxo e da forma como cada setor utilizará o sistema cabe exclusivamente às áreas responsáveis pela gestão dos serviços. No entanto, apesar dessa concepção inicial , o fluxo adotado no município segue um modelo específico, conforme descrito ao longo deste capítulo. Este tutorial foi elaborado para apresentar, de forma clara e detalhada, o passo a passo do trabalho do regulador dentro do sistema. Abordaremos desde o momento em que a solicitação de encaminhamento é recebida, passando pela análise e classificação do caso, até a autorização do procedimento e o acompanhamento do paciente. Localizando a tela de Classificação da fila de espera por procedimento A tela para realizar as funções na Central de Regulação tem uma cara nova, será acessado estritamente pelo ambiente web do sistema e poderá ser encontrado em Regulação > Serviço > Fila > Classificação da fila de espera por procedimento. Conceitos básicos da Fila de Demanda Reprimida Classificação de novas demandas inseridas As novas solicitações de encaminhamento, provenientes das unidades de atenção primária, são automaticamente inseridas na fila de Demanda Reprimida com uma classificação inicial "PN - E", onde "N" indica o nível de prioridade (1 a 4). P1 - E P2 - E P3 - E Prioridades disponíveis ao regulador É importante ressaltar que essa classificação inicial é atribuída automaticamente às novas solicitações e não reflete a avaliação final do regulador. Após análise do caso, o regulador poderá ajustar a classificação, utilizando uma das 20 opções de prioridade disponíveis no sistema, garantindo assim uma regulação mais precisa e eficiente. NOME SIGLA ORDEM DE PRIORIDADE P0 - A EMERG CRIT 1 P0 - B EMERG IMP 2 P0 - C EMERG MOD 3 P0 - D EMERG EST 4 P0 - E EMERG BAS 5 P0 - PENDÊNCIA EMERG PEND 6 P1 - A URG CRIT 7 P1 - B URG IMP 8 P1 - C URG MOD 9 P1 - D URG EST 10 P1 - E URG BAS 11 P1 - PENDÊNCIA URG PEND 12 P2 - A PRIO CRIT 13 P2 - B PRIORI IMP 14 P2 - C PRIO MOD 15 P2 - D PRIO EST 16 P2 - E PRIO BAS 17 P2 - PENDÊNCIA PRIO PEND 18 P3 - A ROT CRIT 19 P3 - B ROT IMP 20 P3 - C ROT MOD 21 P3 - D ROT EST 22 P3 - E ROT BAS 23 P3 - PENDÊNCIA ROT PEND 24 IMPORTANTE: Os nomes, siglas, descrições e prioridades são parametrizáveis no sistema e podem ser alterados conforme solicitação da gestão da Central de Regulação. Filtros inicias para visualizar a fila Abrindo a tela de Classificação da fila, existem alguns campos que devem ser preenchidos para que a fila seja visualizada, são eles: Tipo de Serviço Procedimento CBO executante (Solicitação) Apesar de haver diversos filtros funcionais e que podem auxiliar, os mínimos sugeridos são esses que, quando preenhcidos, bastará Pesquisar para visualizar a fila. Configurando a visualização da fila Após filtrar a fila, para facilitar a visualização no sistema, indicamos sempre que mínimize o bloco de Parâmetrosclicando em para facilitar a visualização e facilitar o regulação. A fila será carregada em um bloco de tabela que apresenta diversas informações iniciais, algumas dessas talvez não sejam necessárias e, por isso, indicamos que você personalize a visualização da maneira que se sentir mais confortável clicando em . Recursos de visualização disponíveis Conforme mencionado anteriormente, a personalização é pessoal e cada usuário deve parametrizar com achar melhor para visualizar as informações básicas, porém, notem que há no item da lista o símbolo  , clicando nele, você conseguirá visualizar informações mais detalhadas da solicitação, bem como um histórico de movimentações Outra ferramenta disponível para facilitar a avaliação da guia é a visualização da própria solicitação, onde poderá ser visualizado mais minuciosamente o pedido com o numero do atendimento que gerou o encaminhamento, as respostas do protocolo de encaminhamento, os documentos anexados ao pedido e etc. Para isso basta clicar em . Classificação das demandas É fundamental compreender como a fila de espera para encaminhamentos de especialidades é organizada no SIS.  A classificação dos pacientes na fila é dinâmica e baseada em dois critérios principais: O nível de prioridade do paciente é determinado por critérios clínicos e define a urgência com que ele precisa ser atendido. Essa prioridade é avaliada e atribuída pelo regulador. A data e hora em que a solicitação de encaminhamento é enviada para a fila de espera também são consideradas na classificação. Pacientes com a mesma prioridade clínica são organizados na fila de acordo com a ordem de chegada. O sistema combina a prioridade clínica e a data/hora de envio para calcular a posição de cada paciente na fila de espera. Essa combinação garante que pacientes com maior necessidade clínica sejam atendidos mais rapidamente, e que, dentro de cada nível de prioridade, a ordem de chegada seja respeitada. A posição do paciente na fila não é fixa. Ela pode mudar se houver alteração em um dos critérios que influenciam o cálculo da classificação, ou seja, se o estado de saúde do paciente se agravar, ou se houver novas informações clínicas relevantes, o regulador pode reavaliar o caso e alterar a prioridade. Essa alteração, automaticamente, irá recalcular a posição do paciente na fila. A chegada de novas solicitações de encaminhamento também pode alterar a posição dos pacientes na fila. Isso ocorre porque o sistema recalcula a classificação de todos os pacientes para garantir que a ordem de prioridade e data/hora seja sempre respeitada. No ambiente web, não é possível alterar a posição de um paciente na fila sem que haja uma alteração na sua prioridade clínica. A data e hora de envio são critérios objetivos e não podem ser alterados. Isso garante que consigamos eliminar a prática de "furar a fila". Esse ato em serviços de saúde é vedada por diversas normas, como a Constituição Federal, que garante o acesso universal e igualitário à saúde. A utilização de um cálculo para classificar os pacientes na fila garante um processo mais justo , transparente e eficiente . Ele elimina a possibilidade de decisões arbitrárias e garante que a ordem de atendimento seja baseada em critérios clínicos e na ordem de chegada. Para realizar qualquer ação em relação a solicitação do paciente, o Regulador deverá clicar em  . Isso sinalizará que a ação tomada será realizada na solicitação selecionada. Para classificar um paciente, o profissional deverá utilizar as ferramentas demonstradas em  5.2 Conceitos básicos da Fila de Demanda Reprimida para realizar a avaliação clínica do caso e, após analisar, selecioná-lo para alterar a prioridade. Quando for requisitada a alteração de prioridade, um pop-up surgirá na tela para que o regulador informe a nova prioridade, o motivo da alteração (campo pré-definido e parametrizavel) e a observação que constará no histórico de movimentações dessa demanda. Havendo o correto preenchimento, o sistema indicará sucesso ao alterar a prioridade do paciente, realizando na fila inteira o cálculo para reorganizar os pacientes na fila. Como as ações são baseadas em uma tabela que permite selecionar os pacientes, é importante informar que a seleção pode ocorrer em bloco, selecionando quantos pacientes forem necessários para alterar de uma só vez. NOTA: No exemplo acima foi tentado realizar a alteração de prioridade em bloco de 03 solicitações, o sistema sempre acusará quando alguma movimentação der errado,  informando em tela qual o erro, porém, ele trata cada informação de maneira individual e, portanto, as demais que não houverem problema serão realizadas normalmente. Pendências das solicitações Uma nova funcionalidade que está disponível para o regulador enriquecer sua análise é a solicitação de pendências, uma ferramenta que permitirá a comunicação rapida entre o regulador e a unidade solicitante, onde ele selecionará a solicitação (individual ou em bloco) e pedirá por esclarecimentos que achar pertinente. Para solicitar um esclarecimento a unidade, deverá ser informada qual a pendência, um tempo de prazo para o esclarecimento e o motivo do esclarecimento. As unidades terão como rotina o acompanhamento de pendências, descrito no manual Guia de Encaminhamento e Fila de Demanda Reprimida > 2. Acompanhamento de Paciente na Demanda Reprimida > 2.1.1 Acompanhamento de pendências . As solicitações que tiverem pendências, serão sinalizadas no sistema com a cor amarela. Pacientes que estão com pendência, não tem possibilidade de agendamento. Assim que a pendência for resolvida, a faixa amarela sumirá e o paciente poderá ser agendado normalmente. Agendamento pela classificação da fila Antes de realizar qualquer agendamento no sistema, é importante destacar que o sistema, por padrão, define um  período de busca de agenda para dois dias à frente da data atual . Por esse motivo, recomenda-se ajustar o filtro de busca de agenda para o dia atual sempre que for realizar um agendamento, garantindo que todas as opções disponíveis sejam corretamente exibidas. INFORMAÇÃO: O sistema configura automaticamente a busca de agenda para dois dias à frente com o objetivo de garantir um prazo hábil para a comunicação com o paciente . Essa medida permite que ele seja devidamente informado sobre o agendamento com antecedência, reduzindo o risco de faltas e assegurando que a vaga seja efetivamente utilizada , evitando desperdícios no fluxo de atendimentos. O agendamento na tela de Classificação da fila ocorre através da seleção de pacientes (individual ou em bloco), desde que haja uma agenda de serviços aberta para a unidade executante do procedimento para o CBO que está sendo regulado. Para agendar, basta selecionar os pacientes (individual ou em bloco) e clicar em Agendar. Assim como as pendências, os agendamentos também serão acompanhados pelas unidades de atenção primária, conforme descrito no manual  Guia de Encaminhamento e Fila de Demanda Reprimida > 2. Acompanhamento de Paciente na Demanda Reprimida > 2.1.2 Acompanhamento de agendamentos . Cancelamento da Solicitação Essa funcionalidade deve ser utilizada sempre que o paciente estiver agendado em uma agenda criada dentro do sistema e não puder comparecer ao atendimento . Nesse caso, a Central de Regulação deve realizar o cancelamento diretamente na Solicitação de Procedimento de Serviço , pois somente essa tela permite cancelar o agendamento e retornar o paciente à fila com a mesma data de inserção original . Para isso, a Unidade de Referência deve enviar um e-mail à Central de Regulação , informando os dados da solicitação para que ela seja localizada e cancelada. Além disso, a unidade deve indicar se o paciente deseja permanecer na fila e registrar a justificativa para a ausência no procedimento agendado . E-mail esperado para solicitação de cancelamento de solicitação Assunto: Solicitação de Cancelamento de Agendamento com/sem Retorno à Fila – [Nome do Paciente] Para: Central de Regulação Cc: [E-mail da Unidade de Referência] Prezados, Solicitamos o cancelamento do agendamento abaixo. Seguem os detalhes da solicitação: Número da Solicitação: [Número da solicitação] Tipo de Atendimento Executante: [Especialidade ou tipo de serviço] Procedimento: [Nome do procedimento] CBO Executante: [Código Brasileiro de Ocupação correspondente] Motivo do Cancelamento: [Justificativa do paciente para não comparecimento] Deseja permanecer na fila? [Sim/Não] Aguardamos o retorno e agradecemos a atenção. Atenciosamente, [Nome do Responsável] [Cargo] [Unidade de Referência] [Contato Telefônico] Sendo assim, após receber o e-mail da Unidade de Referência , acesse a tela de Solicitação de Procedimento de Serviço no sistema.  No campo "Código" , digite o número da solicitação informado no e-mail e clique em  . Após a solicitação ser exibida na tela, clique no botão "Cancelar" para abrir o pop-up de cancelamento. Nesse pop-up, o regulador deve selecionar o motivo do cancelamento , conforme a justificativa informada pelo paciente, e definir se o paciente deve ser retornado à fila de demanda reprimida . Para isso, basta utilizar o botão de alternância, escolhendo entre "Sim" , caso o paciente deva permanecer na fila, ou "Não" , se ele não desejar continuar aguardando pelo atendimento. Por fim, ao clicar em "Confirmar" , o sistema registrará a ação. Se o paciente tiver sido marcado para retornar à fila, ele será automaticamente reinserido mantendo a data de inserção original , garantindo que sua posição na fila não seja alterada. Esse processo assegura que o fluxo da demanda reprimida seja mantido corretamente e evita a perda da prioridade do paciente. IMPORTANTE: A manutenção da  data de inserção original é fundamental, pois essa é uma das variáveis utilizadas para calcular a posição do paciente na fila . Dessa forma, ao realizar o cancelamento corretamente, o paciente não perde sua prioridade e pode ser reagendado de acordo com as regras do fluxo de demanda reprimida. Atualmente, essa é a única forma disponível no sistema para retornar o paciente à fila sem alterar sua posição . No entanto, essa limitação representa uma falha no fluxo , pois não há outras maneiras de reinserir o paciente mantendo sua data de inserção. Por isso, deve ser aberto um chamado solicitando a correção dessa limitação , garantindo maior flexibilidade na gestão da demanda reprimida. Exclusão da Solicitação A exclusão da solicitação é um processo simples e definitivo no sistema. Para realizá-la, basta selecionar o paciente que será removido da fila de espera , clicar no botão Remover da Fila. Ao clicar em Remover da fila, um popup aparecerá e o regulador deverá informar o motivo da remoção, preencher um campo de observação e confirmar a ação. É fundamental destacar que, uma vez excluído da fila, o paciente não pode ser reinserido automaticamente . Caso ele ainda necessite do atendimento, será necessário realizar uma nova solicitação no sistema , reiniciando o processo. A reinscrição do paciente na fila pode ser feita tanto pela Central de Regulação quanto pela Unidade de Saúde Referência , seguindo os procedimentos descritos no Capítulo 3 – Inserção de Guias Antigas ou Externas . Esse processo permite que o paciente retorne ao fluxo de atendimento, porém, a nova solicitação será cadastrada com uma nova data de inserção , o que pode impactar sua posição na fila. IMPORTANTE: Ainda não foi desenvolvida uma solução para lidar com agendamentos externos dentro do sistema . Atualmente, a única alternativa disponível é excluir o paciente utilizando o motivo "[REMOÇÃO] AGENDADO EM SISTEMA EXTERNO" . Esse procedimento tem causado dificuldades para unidades que solicitam o retorno do paciente à fila após o cancelamento de um agendamento externo. Por enquanto, essa limitação permanece sem uma alternativa dentro do sistema , e a única solução viável é a criação de uma nova solicitação , o que resulta em uma nova data de inserção na fila. Conceito e Regras de Serviços No ambiente web, a estruturação dos atendimentos é baseada nos Tipos de Serviço . Essa abordagem permite definir como os serviços serão oferecidos, vinculando-os a unidades de saúde, profissionais e regras específicas. Cada solicitação segue um fluxo parametrizado, garantindo que o atendimento ocorra de forma organizada e eficiente. O processo se inicia com a definição do Tipo de Serviço , passando pela configuração das unidades solicitantes e executantes, até chegar na criação de regras de procedimentos e na disponibilização dos serviços para que as unidades possam criar suas agendas. Tipo de Serviço de Saúde Esta tela permite a criação e configuração dos Tipos de Serviço , que estruturam os atendimentos e determinam quais unidades e profissionais poderão realizá-los. As principais parametrizações incluem: Nome e Sigla : Identificação do serviço. Especializado : Define se o serviço é especializado ( Sim/Não ). Ativo : Indica se o serviço está disponível no sistema. Teleatendimento : Permite atendimento remoto ( Sim/Não ). Perfil de Acesso : Define quais perfis podem acessar o serviço. Unidade Executante : Lista as unidades habilitadas a realizar o serviço. O Tipo de Serviço servirá como base para todas as demais configurações do sistema. Municípios/Unidades Solicitantes Aqui são definidas as unidades que poderão solicitar serviços para os pacientes. Essa parametrização garante que apenas unidades autorizadas possam encaminhar pacientes para determinados serviços. Configurações principais: Unidades habilitadas para solicitação. Restrições de solicitação por unidade ou município. Definição de regras de recepção (ex.: exigência de senha). Essa configuração garante que apenas os solicitantes corretos possam enviar encaminhamentos para os serviços cadastrados. Municípios/Unidades Executantes Esta tela define quais unidades estão aptas a executar os serviços cadastrados. Essa configuração é essencial para que os agendamentos ocorram corretamente. Principais parametrizações: Unidades habilitadas para executar cada serviço. Definição de regras específicas para atendimento. Restrições de município ou unidade para execução. Com isso, apenas unidades previamente configuradas poderão atender pacientes encaminhados para determinados serviços. Regra de Procedimento Essa tela estabelece a relação entre Tipo de Serviço, Procedimento e CBO . O objetivo é definir quem pode executar cada procedimento e como ele será solicitado e atendido . Nessa etapa, são definidos: Tipo de Serviço : A categoria do atendimento. Procedimento : O exame, consulta ou intervenção a ser realizada. CBO Executante : O profissional apto a executar o procedimento. Encaminhamento para demanda reprimida : Define se a solicitação será encaminhada para agendamento imediato ou para a fila de espera. Essa parametrização garante que os atendimentos sejam distribuídos corretamente e sigam as normas estabelecidas. Serviço de Regulação O Serviço de Regulação é onde os serviços são disponibilizados para que as unidades possam criar agendas e ofertar atendimentos. Aqui são definidas as configurações finais para disponibilização dos serviços: Nome : Identificação do serviço (limite de 25 caracteres). Urgência : Se o serviço é de urgência ou eletivo. Tipo de Serviço : Atenção Primária (CES), Consulta Especializada (CCS), etc. Alocação de Vagas : Se será por lote ou por procedimento. Sexo e Faixa Etária : Público-alvo do serviço. Procedimentos e Unidades Executantes : Define quem realizará os atendimentos. A partir dessa configuração, as unidades poderão criar suas agendas , garantindo a correta organização dos atendimentos. Fluxo do Sistema A seguir, apresentamos um fluxo ilustrando a relação entre os tipos de serviço, os procedimentos, os CBOs vinculados e o encaminhamento para a demanda reprimida: Conclusão A estrutura final do sistema se baseia no conceito de Tipos de Serviço , que organizam os atendimentos e garantem que os encaminhamentos sigam as regras definidas. Com essa abordagem, as solicitações, execuções e agendamentos são padronizados, reduzindo inconsistências e otimizando os fluxos de trabalho. Esse modelo melhora a gestão das filas de espera, assegura que os profissionais qualificados realizem os procedimentos corretos e torna o processo mais eficiente para as unidades de saúde. Configuração do Protocolo de Encaminhamento A configuração dos protocolos de encaminhamento no sistema de gestão da saúde é um passo fundamental para garantir que os fluxos de atendimento sigam critérios clínicos padronizados e embasados em diretrizes técnicas. Esses protocolos organizam o encaminhamento de pacientes a especialidades médicas e exames específicos, estruturando o processo de triagem e qualificação da demanda de maneira eficiente. No sistema, a criação e configuração desses protocolos envolvem a definição de roteiros clínicos, a categorização de questões e a associação com regras de regulação. Dessa forma, cada encaminhamento passa a ser respaldado por critérios objetivos, reduzindo variações indevidas no acesso aos serviços de saúde e assegurando maior equidade no atendimento. Este capítulo detalha os principais passos para a configuração dos protocolos, abordando a criação dos roteiros clínicos, a organização das questões e modelos de protocolo, além do relacionamento com especialidades e regras de procedimento. O objetivo é orientar os profissionais na correta parametrização do sistema, permitindo um fluxo de encaminhamento eficiente e alinhado às necessidades da rede de atenção. Criação do Protocolo O primeiro passo na configuração de um protocolo de encaminhamento é a sua criação no sistema. Essa etapa consiste em registrar um novo protocolo, definindo seu código, nome e parâmetros básicos. Essa configuração é essencial, pois servirá de base para todas as vinculações e regras aplicadas posteriormente. Protocolo "Médico" O primeiro passo para criar um protocolo vinculado à solicitação de um procedimento de serviço é atribuir um nome ao protocolo. Esse processo deve ser realizado na tela Ambulatório > Administração > Protocolo Médico > Protocolo Médico , conforme ilustrado na imagem abaixo. Na versão 25.02.10 do sistema, há um problema identificado relacionado ao campo Código do Protocolo , que, por padrão, encontra-se bloqueado. Dessa forma, será necessário desbloqueá-lo manualmente antes de inserir o código. As instruções para essa etapa serão detalhadas ao longo deste capítulo. Para evitar a duplicidade de códigos, com a tela aberta, limpe os campos e clique em Pesquisar para visualizar todos os protocolos já existentes no sistema. Quando a lista for carregada, reorganize-a para identificar o último ID cadastrado . O novo protocolo deverá seguir a sequência numérica, ou seja, o próximo código deve ser o número subsequente ao maior ID encontrado . Por um problema do sistema, quando um protocolo é criado ele não utiliza a função autoincremental no ID, portanto, agora que você já sabe o último ID criado, quando for criar um novo protocolo, antes de iniciar a criação, informe o código no Campo. Agora que você informou o código e clicou em para iniciar um novo cadastro, você verá que o campo código ficará bloqueado e você poderá prosseguir com os demais preenchimentos. Sendo assim, na tela de criação, preencha os seguintes campos: Código (agora já preenchido) Nome Código do Grupo de Atendimento (Recomenda-se utilizar o mesmo código atribuído ao campo "Código") Idade Mínima Tipo de Idade Mínima Idade Máxima Tipo de Idade Máxima Sexo Tipo de Evolução Ativo Remédio em Casa Exibe Alerta Após preencher todas as informações necessárias, certifique-se de que: O campo Código foi preenchido corretamente, utilizando o próximo número na sequência de IDs. O campo Código do Grupo de Atendimento segue o mesmo número atribuído ao Código do Protocolo. Com isso, o protocolo estará criado e configurado corretamente. O próximo passo será a parametrização das demais configurações necessárias. A Partir das versões v2026.xx.xx, também há a opção de cadastrar protocolos de acompanhamento, que irão constar nas telas de atendimento, de acordo com o CBO Vinculado. Protocolo "Médico" Especialidade A segunda configuração que deve ser realizada é a de vincular o protocolo criado com uma especialidade, uma vez a relação entre eles é quem servirá de trigger para ativar o protocolo na solicitação, após vinculação na regra de procedimento. Para fazer essa configuração, você deve acessar Ambulatório > Administração > Protocolo Médico > Protocolo Médico Especialidade. Apesar de existir um caminho tradicional para acessar a próxima tela de configuração, esse processo pode ser agilizado. Ainda na tela Protocolo Médico , é possível clicar diretamente na opção Especialidade , facilitando o acesso e tornando a vinculação mais rápida. Esse atalho permite uma navegação mais eficiente, reduzindo etapas desnecessárias e garantindo que a configuração do protocolo seja realizada de forma mais ágil. O preenchimento dessa tela deve ser realizado considerando a estrutura da tela de solicitação de procedimento de serviço , uma vez que é essa configuração que permitirá a correta vinculação do protocolo à especialidade. Essa relação será essencial na etapa seguinte, onde o protocolo será associado às regras de procedimentos . Dessa forma, é importante garantir que os dados inseridos estejam alinhados com a especialidade que executante, assegurando que o protocolo seja ativado corretamente no fluxo de encaminhamento. Questionário Nesta etapa, será necessário configurar o questionário do protocolo , garantindo que todas as informações relevantes sejam coletadas no momento da solicitação. Para isso, seguiremos a parametrização Configuração das Questões As questões são os elementos fundamentais do questionário do protocolo. Elas definem as informações que devem ser coletadas durante a solicitação do serviço, garantindo que os critérios clínicos estabelecidos sejam seguidos. Cada questão deve ser configurada individualmente, definindo seu formato, restrições e, quando aplicável, a unidade de medida correspondente. Descrição – Define o enunciado da pergunta que será exibida ao usuário, aconselha-se colocar o nome do protocolo que ele será vinculado para facilitar as próximas etapas, por exemplo: [HANSENÍASE] SENTE DORMÊNCIA NAS MÃOS OU NOS PÉS?.   Idade Mínima e Máxima – Determina a faixa etária em que a questão será aplicada. Sexo – Especifica se a pergunta se aplica a pacientes do sexo masculino, feminino ou ambos. Tipo de Valor – Define o formato da resposta que o usuário deverá fornecer. Unidade de Medida (quando aplicável) – Define a unidade correspondente ao valor inserido. Para cada  Tipo de Valor , esteja ciente das possibilidades: Texto – Entrada livre de texto. Exemplo: "[HANSENÍASE] Descreva os sintomas apresentados". Numérico – Aceita apenas números, podendo ter unidade de medida vinculada. Exemplo: "[HANSENÍASE] Informe a temperatura corporal do paciente (°C)". Data – Permite selecionar uma data. Exemplo: "[HANSENÍASE] Informe a data de início dos sintomas". Item de Tabela (Radio button)  – Seleção de um valor predefinido no sistema Exemplo: "[HANSENÍASE] Classificação operacional: [PB / MB]". Subconjunto (Checkbox) – Conjunto de opções pré-definidas agrupadas. Exemplo: "[HANSENÍASE] Escolha um dos exames disponíveis". [ATUALMENTE NÃO FUNCIONA] Decisão (Radio button) – Escolha entre opções fixas, geralmente exibidas como (Sim/Não). Exemplo: "[HANSENÍASE] O paciente sente dormência nas mãos ou nos pés? ( ) Sim ( ) Não". A Unidade de Medida pode ser utilizada sempre que fizer sentido para o tipo de valor escolhido, como temperatura, pressão arterial, tempo, peso e volume. Demonstração em vídeo Histórico das Solicitações de Procedimento de Serviço Em algumas situações, é necessário consultar o histórico de movimentações de uma solicitação — especialmente quando há dúvidas sobre o status atual, datas de agendamento, alterações feitas ou cancelamentos realizados. Essa consulta pode ser feita diretamente pelo sistema, de forma simples, desde que o profissional tenha em mãos o número da solicitação (código da guia) ou o número do prontuário do paciente. Acesso à tela de Solicitação A tela utilizada para esse processo é a Solicitação de Procedimento de Serviço , localizada em: Ambulatório > Solicitação > Solicitação de Procedimento de Serviço Localizando a solicitação Na tela de pesquisa, é possível localizar a solicitação de duas formas: Pelo código da solicitação: Caso o paciente apresente a guia impressa ou saiba o número da solicitação, a busca será direta e precisa . Basta digitar o número no campo “Código” e clicar em . O sistema carregará imediatamente a solicitação correta. Pelo prontuário do paciente: Se não souber o número da guia, você pode informar o prontuário do paciente. Nesse caso, o sistema exibirá todas as solicitações já feitas por aquele paciente . Para facilitar a identificação da guia desejada: Clique no título da coluna “ Código ” para organizar em ordem decrescente (a guia com o maior número será a mais recente). E, para abrir, dê  duplo clique sobre a guia que deseja abrir. Caso não seja a guia certa, use os botões de navegação (setas azuis no canto superior da tela) para avançar ou voltar entre as guias sem precisar retornar à lista. O botão central com o ícone de cartões permite voltar à lista de solicitações a qualquer momento. Acessando o histórico Com a solicitação aberta, role até o final da tela. Ao final, estará o bloco Histórico . Clique no botão “+” no canto direito desse bloco para expandir. Consultando os eventos Após expandir, o sistema exibirá todos os eventos registrados, como: Criação da solicitação Alterações de dados Envio à fila de demanda reprimida Agendamentos realizados Cancelamentos Recepção do paciente Esses eventos são exibidos em ordem cronológica e representam o histórico completo da tramitação da guia. Sempre que houver dúvidas sobre o andamento de uma solicitação, utilize esse recurso antes de entrar em contato com a Central de Regulação. Ele permite verificar exatamente quando e o que foi feito em cada etapa do processo. PEC Policlínica A Policlínica está implementando o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC), uma ferramenta que moderniza e facilita o registro de atendimentos, garantindo mais eficiência, organização e qualidade no cuidado com os pacientes. Para apoiar essa transição, disponibilizamos uma série de cinco vídeos explicativos que apresentam, de forma prática e objetiva, os principais recursos e funcionalidades do PEC. A implantação do PEC é um grande avanço para a Policlínica, trazendo mais agilidade e qualidade aos processos de atendimento. Assista aos vídeos, familiarize-se com o sistema e conte com a equipe de suporte para tirar dúvidas. Juntos, garantiremos o sucesso dessa transformação digital! ATENÇÃO: Os canais oficiais para suporte ao sistema são📧 suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br | 📞 (15) 3238 2113 (Horário de Atendimento: 08h às 17h (seg-sex)) Apresentando o Ambiente No primeiro vídeo, apresentamos o  ambiente do PEC , explorando a interface e as principais áreas do sistema. Você conhecerá como navegar pelas funcionalidades básicas e identificar onde estão localizados os módulos de trabalho. Essa introdução é essencial para familiarizar-se com a nova plataforma. Assista ao vídeo Serviços Administrativos Nesta aula, mostramos as funcionalidades dos serviços administrativos  no PEC. Explicamos como realizar cadastros de pacientes, agendamentos, e registros de atividades administrativas, que garantem um fluxo mais eficiente no atendimento e na organização da Policlínica. Assista ao vídeo Escuta Inicial Na terceira aula, abordamos a importância e o preenchimento da  Escuta Inicial  no PEC. Este módulo permite registrar as primeiras informações trazidas pelo paciente, ajudando a equipe a conduzir o atendimento de maneira acolhedora, organizada e com foco nas necessidades apresentadas. Assista ao vídeo Atendimento SOAP Por fim, na última aula regular, explicamos como utilizar o  modelo SOAP  no PEC para registrar os atendimentos. O SOAP organiza as informações em  Subjetivo ,  Objetivo ,  Avaliação  e  Plano , facilitando a documentação de consultas médicas, de enfermagem, fisioterapia e demais áreas de atendimento. Assista ao vídeo Para facilitar a localizar no vídeo o trecho que melhor lhe atender, descrevemos abaixo a minutagem dos exemplos: Atendimento SOAP de Médico Especialista 08:32 Atendimento SOAP de Enfermeiro 15:51 Atendimento SOAP de Fisioterapeuta 22:45 Atendimento SOAP de Assistente Social 29:06 Atendimento SOAP Odongológico 35:22 Registro tardio de atendimento Mesmo diante de imprevistos como  quedas de energia ,  falhas de conexão  ou  indisponibilidade do sistema . Para orientar os profissionais de saúde sobre o procedimento correto nesses casos, criamos um vídeo detalhado que explica como  realizar o registro tardio  no Sistema Integrado de Saúde (SIS), conforme as diretrizes da  Instrução Normativa SES nº 10/2024 . Assista ao vídeo e entenda como proceder para assegurar que todos os atendimentos sejam devidamente registrados, contribuindo para a segurança dos dados e a excelência no cuidado com os pacientes. Assista ao vídeo Fluxo de Registro de Próteses Odontológicas Este capítulo descreve o fluxo de registro de próteses odontológicas no ambiente web, utilizado para fins de controle, conferência e faturamento das próteses recebidas de fornecedores externos. A configuração aqui apresentada visa garantir a continuidade de um fluxo já estabelecido anteriormente no sistema legado, estando a presente atualização vinculada à transição de ambiente para a plataforma web. Dessa forma, o modelo operacional permanece alinhado ao procedimento adotado pela área técnica responsável, sem alterações no critério de registro e conferência de produção já validado internamente. O registro deverá ser realizado na tela Recepção procura espontânea . Registro da Recepção da Prótese Após o cadastro prévio da empresa fornecedora, o registro de entrega da prótese deverá ser realizado por meio da tela Recepção Procura Espontânea . Iniciar a Recepção Acesse a tela Recepção Procura Espontânea . Clique no botão "+" (Adicionar nova recepção) para iniciar o registro. Localizar o Paciente No bloco Usuário , realize a busca pelo paciente que irá receber a prótese. Recomenda-se realizar a pesquisa utilizando o número do prontuário , visando maior agilidade no retorno das informações, considerando o elevado volume de cadastros ativos no sistema. Preencher os Dados da Recepção Após localizar o paciente, preencha os campos obrigatórios no bloco Dados da Recepção : Profissional: selecionar o cadastro da empresa fornecedora (Exemplo: 12648 ORIOVALDO DELFINO ). CBO: informar o código 322410 - PROTÉTICO DENTÁRIO . Mantenha a opção "Encaminhar para fila?" desmarcada . Preencher os Dados do Bloco "Outros" No bloco Outros , informar: Caráter do Atendimento: selecionar 1 - ELETIVO . Registrar os Procedimentos Acesse a aba Procedimento . No bloco Procedimento(s) - Recepção , clique no botão "+" (Adicionar Procedimento) para cada prótese que será registrada. Exemplo: caso duas próteses sejam entregues (ex.: maxilar e mandibular), clique duas vezes no botão + para gerar duas linhas de registro. Em cada linha criada, informe: Procedimento: selecionar o código correspondente à prótese (ver tabela de procedimentos abaixo). Quantidade: informar a quantidade correspondente.   Código Procedimento 07.01.07.009-9 PROTESE PARCIAL MANDIBULAR REMOVIVEL 07.01.07.010-2 PROTESE PARCIAL MAXILAR REMOVIVEL 07.01.07.011-0 PROTESE TEMPORARIA 07.01.07.012-9 PROTESE TOTAL MANDIBULAR 07.01.07.013-7 PROTESE TOTAL MAXILAR Caso tenha adicionado linhas a mais, você pode deixa-las em branco ou clicar no ícone de exclusão da linha, você verá as informações da linha excluida em vermelho. Após o preenchimento completo dos procedimentos e quantidades, clique no ícone de salvar . A partir deste momento, o registro estará concluído e a produção registrada já ficará disponível para conferência e emissão dos relatórios de produção por profissional, conforme rotina vigente da área técnica.   Fluxo de Solicitação de Exames Para facilitar e aprimorar o uso do sistema de saúde SISWEB (sisweb.sorocaba.sp.gov.br) na solicitação de exames, elaboramos este guia com orientações detalhadas. Este material foi desenvolvido para garantir que os profissionais possam realizar as solicitações de forma precisa e otimizada, melhorando o fluxo de trabalho nas unidades de saúde. Solicitação e Recepção de Exames Antes de prosseguir para o vídeo de instruções e a descrição completa do passo a passo, é importante destacar alguns pontos essenciais: Vinculação ao Atendimento:  Sempre que possível, vincule a solicitação de exames a um atendimento pré-existente, especialmente nas unidades que utilizam prontuário eletrônico. Essa prática assegura a integridade dos dados e facilita o acompanhamento dos pacientes. Impressão com Código de Barras:  Imprima a solicitação assim que for criada. A impressão com código de barras é um elemento crucial, pois agiliza o processo no laboratório, facilitando a identificação e processamento dos exames. Cancelamento da Recepção de Exames:  Apresentamos uma nova funcionalidade que permite o cancelamento da recepção de exames, seja de forma individual ou em lote, garantindo maior controle e flexibilidade na gestão das solicitações. Acompanhe o vídeo explicativo para aplicar essas práticas de forma eficaz no seu dia a dia.   Registro de Pesagem do Bolsa Família O acompanhamento dos beneficiários do Bolsa Família na unidade de saúde é essencial para garantir o cumprimento das condicionalidades do programa. Monitoramos indicadores de saúde, como peso, altura e vacinas, assegurando a atualização dos dados e a promoção de um atendimento eficaz. A seguir, detalharemos o passo a passo para o correto lançamento desses procedimentos, garantindo que as informações sejam integradas ao sistema de antropometria do Bolsa Família através do SISWEB. Acompanhamento Social Abaixo encontra-se o vídeo explicativo de passo a passo para registro de Acompanhamento Social para o Bolsa Família, porém, houve uma pequena alteração para realizar esse registro e facilitar a busca por relatórios que demonstrem o efetivo acompanhamento pelo Município. A Partir de agora, toda vez que for realizado a pesagem de bolsa família, além do demonstrado em vídeo, as equipes devem: Cadastrar o número NIS de todos os membros da família Na escuta incial, após anotar os dados antropométricos do paciente, em "Procedimentos Extras" marcar a opção "9901010013 PESAGEM DO BOLSA FAMÍLIA"; Os demais procedimentos devem ser mantidos conforme demonstrado no vídeo abaixo: Agendamento de Eletrocardiograma na APS Atenção, em virtude de organização de lançamento de procedimentos bem como de controle de absenteísmo, definimos novo fluxo para tratativa de agendamento de Eletrocardiograma, a esclarecer: Recepção de Serviço Eletrocardiograma A Recepção dos pacientes que forem até a unidade com agendamento para realização de eletrocardiograma deverão ser realizados pela tela "Recepção de Serviços", porém, deve se atentar para qual profissional o paciente está agendado. Caso o agendamento esteja em nome de um profissional médico , a recepção NÃO  deverá ser realizada tela "Recepção de Serviços". Nesse caso, o agendamento deverá ser cancelado com o motivo "ATENDIMENTO REALIZADO POR OUTRO PROFISSIONAL" e o paciente deverá ser recepcionado espontaneamente para o profissional que realizará o procedimento; Caso o agendamento já esteja feito em nome de um Técnico de Enfermagem , a recepção deverá ocorrer normalmente na tela "Recepção de Serviços". Agenda de Eletrocardiograma A Partir de 01 de outubro de 2024, a agenda de serviço "11 ELETROCARDIOGRAMA" deverá ser criada em nome de um profissional de enfermagem, o qual deverá ser recepcionado normalmente na tela "Recepção de Serviços". Atenção, caso optem por migrar a agenda, é importante ressaltar que não há possibilidade de remanejar pacientes de uma agenda para profissionais com CBO distinto, portanto, as unidades deverão cancelar todos os agendamentos com CBO de médico para agendar novamente para o CBO de Enfermagem. Registro de Atendimento ENFERMAGEM Durante o atendimento do agendamento para o serviço de eletrocardiograma, deverá ser registrado atendimento na escuta inicial, nesse atendimento deverá constar o lançamento do procedimento 0301100268 PREPARAÇÃO PARA O ELETROCARDIOGRAMA; MÉDICO Durante o atendimento médico em que o paciente apresentar o laudo do eletrocardiograma, deverá haver registro do procedimento 0211020036 ELETROCARDIOGRAMA; Demonstração em vídeo Todos os processos descritos nesse tutorial podem ser visualizados no vídeo abaixo. Regras de Vacinação no SIS Estamos disponibilizando um documento que contém as regras de vacinação implementadas no SIS. Essas regras foram desenvolvidas com base nas diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde, conforme detalhado na documentação oficial "Regras de Vacinação (Integração e-SUS APS PEC - Versão 16/08/2024)". Tabela de Referência de Imunos Esse documento visa orientar o uso adequadro do módulo de vacinação do SIS, garantindo que os procedimentos realizados estejam em conformidade com as normativas vigentes. Recomendamos a leitura atenta para assegurar a correta aplicação das regras no dia a dia. Esse documento foi elaborado tomando como base a documentação de regras de vacinação do ESUS APS https://integracao.esusab.ufsc.br/ledi/documentacao/regras/validar_regras_vacinacao.html CÓD. IMUNO. IMUNOBIOLÓGICO CÓD. DOSE DOSE CÓD. ESTRAT. ESTRATÉGIA 26 IMUNOG.ANTITETANICO 89 PROFILAXIA COM 01 FRASCO/AMPOLA 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 90 PROFILAXIA COM 02 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 91 PROFILAXIA COM 03 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 92 PROFILAXIA COM 04 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 93 PROFILAXIA COM 05 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 94 PROFILAXIA COM 06 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 95 PROFILAXIA COM 07 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 96 PROFILAXIA COM 08 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 97 PROFILAXIA COM 09 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 98 PROFILAXIA COM 10 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 99 PROFILAXIA COM 11 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 100 PROFILAXIA COM 12 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 101 PROFILAXIA COM 13 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 102 PROFILAXIA COM 14 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 103 PROFILAXIA COM 15 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 104 PROFILAXIA COM 16 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 105 PROFILAXIA COM 17 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 106 PROFILAXIA COM 18 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 107 PROFILAXIA COM 19 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 108 PROFILAXIA COM 20 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 109 PROFILAXIA COM 21 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 110 PROFILAXIA COM 22 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 111 PROFILAXIA COM 23 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 26 IMUNOG.ANTITETANICO 112 PROFILAXIA COM 24 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 12 DT DUPLA INFANTIL / DIFTERIA E TETANO 1 1ª DOSE 2 Especial 12 DT DUPLA INFANTIL / DIFTERIA E TETANO 2 2ª DOSE 2 Especial 12 DT DUPLA INFANTIL / DIFTERIA E TETANO 5 1º REFORÇO 2 Especial 12 DT DUPLA INFANTIL / DIFTERIA E TETANO 6 2º REFORÇO 2 Especial 17 HEPATITE B 1 1ª DOSE 1 Rotina 17 HEPATITE B 2 2ª DOSE 1 Rotina 17 HEPATITE B 3 3ª DOSE 1 Rotina 17 HEPATITE B 37 DOSE 1 Rotina 17 HEPATITE B 1 1ª DOSE 2 Especial 17 HEPATITE B 2 2ª DOSE 2 Especial 17 HEPATITE B 3 3ª DOSE 2 Especial 17 HEPATITE B 66 1ª DOSE REVACINACAO 2 Especial 17 HEPATITE B 13 2ª DOSE REVACINACAO 2 Especial 17 HEPATITE B 35 3ª DOSE REVACINACAO 2 Especial 17 HEPATITE B 80 1ª Dose Dobrada 2 Especial 17 HEPATITE B 81 2ª Dose Dobrada 2 Especial 17 HEPATITE B 82 3ª Dose Dobrada 2 Especial 17 HEPATITE B 83 4ª Dose Dobrada 2 Especial 17 HEPATITE B 84 1ª Dose Revacinação Dobrada 2 Especial 17 HEPATITE B 85 2ª Dose Revacinação Dobrada 2 Especial 17 HEPATITE B 86 3ª Dose Revacinação Dobrada 2 Especial 17 HEPATITE B 87 4ª Dose Revacinação Dobrada 2 Especial 14 FEBRE AMARELA 37 DOSE 1 Rotina 14 FEBRE AMARELA 9 DOSE ÚNICA 1 Rotina 14 FEBRE AMARELA 11 REFORCO 1 Rotina 14 FEBRE AMARELA 37 DOSE 3 Bloqueio 14 FEBRE AMARELA 9 DOSE ÚNICA 3 Bloqueio 14 FEBRE AMARELA 11 REFORCO 3 Bloqueio 14 FEBRE AMARELA 37 DOSE 4 Intensificação 14 FEBRE AMARELA 9 DOSE ÚNICA 4 Intensificação 14 FEBRE AMARELA 11 REFORCO 4 Intensificação 4 BCG 37 DOSE 1 Rotina 4 BCG 9 DOSE ÚNICA 1 Rotina 4 BCG 37 DOSE 2 Especial 4 BCG 9 DOSE ÚNICA 2 Especial 4 BCG 9 DOSE ÚNICA 4 Intensificação 18 HAEMOPHILUS INFLUENZAE TIPO B HIB 1 1ª DOSE 2 Especial 18 HAEMOPHILUS INFLUENZAE TIPO B HIB 2 2ª DOSE 2 Especial 18 HAEMOPHILUS INFLUENZAE TIPO B HIB 3 3ª DOSE 2 Especial 18 HAEMOPHILUS INFLUENZAE TIPO B HIB 5 1º REFORÇO 2 Especial 18 HAEMOPHILUS INFLUENZAE TIPO B HIB 9 DOSE ÚNICA 2 Especial 18 HAEMOPHILUS INFLUENZAE TIPO B HIB 37 DOSE 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 89 PROFILAXIA COM 01 FRASCO/AMPOLA 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 90 PROFILAXIA COM 02 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 91 PROFILAXIA COM 03 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 92 PROFILAXIA COM 04 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 93 PROFILAXIA COM 05 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 94 PROFILAXIA COM 06 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 95 PROFILAXIA COM 07 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 96 PROFILAXIA COM 08 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 97 PROFILAXIA COM 09 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 98 PROFILAXIA COM 10 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 99 PROFILAXIA COM 11 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 100 PROFILAXIA COM 12 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 101 PROFILAXIA COM 13 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 102 PROFILAXIA COM 14 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 103 PROFILAXIA COM 15 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 104 PROFILAXIA COM 16 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 105 PROFILAXIA COM 17 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 106 PROFILAXIA COM 18 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 107 PROFILAXIA COM 19 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 108 PROFILAXIA COM 20 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 109 PROFILAXIA COM 21 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 110 PROFILAXIA COM 22 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 111 PROFILAXIA COM 23 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 93 IMUNOGLOBULINA VARICELA 112 PROFILAXIA COM 24 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 89 PROFILAXIA COM 01 FRASCO/AMPOLA 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 90 PROFILAXIA COM 02 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 91 PROFILAXIA COM 03 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 92 PROFILAXIA COM 04 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 93 PROFILAXIA COM 05 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 94 PROFILAXIA COM 06 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 95 PROFILAXIA COM 07 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 96 PROFILAXIA COM 08 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 97 PROFILAXIA COM 09 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 98 PROFILAXIA COM 10 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 99 PROFILAXIA COM 11 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 100 PROFILAXIA COM 12 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 101 PROFILAXIA COM 13 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 102 PROFILAXIA COM 14 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 103 PROFILAXIA COM 15 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 104 PROFILAXIA COM 16 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 105 PROFILAXIA COM 17 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 106 PROFILAXIA COM 18 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 107 PROFILAXIA COM 19 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 108 PROFILAXIA COM 20 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 109 PROFILAXIA COM 21 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 110 PROFILAXIA COM 22 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 111 PROFILAXIA COM 23 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 88 IMUNOG ANTI HEPATITE B 112 PROFILAXIA COM 24 FRASCOS/AMPOLAS 2 Especial 40 PNEUMOCOCO 23 VALENTE 37 DOSE 1 Rotina 40 PNEUMOCOCO 23 VALENTE 11 REFORCO 1 Rotina 40 PNEUMOCOCO 23 VALENTE 1 1ª DOSE 2 Especial 40 PNEUMOCOCO 23 VALENTE 2 2ª DOSE 2 Especial 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 1 1ª DOSE 1 Rotina 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 2 2ª DOSE 1 Rotina 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 3 3ª DOSE 1 Rotina 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 1 1ª DOSE 2 Especial 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 2 2ª DOSE 2 Especial 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 3 3ª DOSE 2 Especial 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 5 1º REFORÇO 2 Especial 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 6 2º REFORÇO 2 Especial 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 1 1ª DOSE 4 Intensificação 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 2 2ª DOSE 4 Intensificação 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 3 3ª DOSE 4 Intensificação 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 1 1ª DOSE 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 2 2ª DOSE 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 3 3ª DOSE 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 5 1º REFORÇO 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 24 POLIOMELITE INATIVADA VIP 6 2º REFORÇO 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 1 1ª DOSE 1 Rotina 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 2 2ª DOSE 1 Rotina 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 37 DOSE 1 Rotina 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 1 1ª DOSE 3 Bloqueio 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 2 2ª DOSE 3 Bloqueio 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 37 DOSE 3 Bloqueio 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 88 DOSE ZERO 3 Bloqueio 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 1 1ª DOSE 4 Intensificação 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 2 2ª DOSE 4 Intensificação 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 37 DOSE 4 Intensificação 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 88 DOSE ZERO 4 Intensificação 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 1 1ª DOSE 5 Campanha indiscriminada 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 2 2ª DOSE 5 Campanha indiscriminada 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 37 DOSE 5 Campanha indiscriminada 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 1 1ª DOSE 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 2 2ª DOSE 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 37 DOSE 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 61 TRIPLICE VIRAL SARAMPO/CAXUMBA E RUBÉOLA 88 DOSE ZERO 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 11 DUPLA ADULTO/ DIFTERIA E TÉTANO 1 1ª DOSE 1 Rotina 11 DUPLA ADULTO/ DIFTERIA E TÉTANO 2 2ª DOSE 1 Rotina 11 DUPLA ADULTO/ DIFTERIA E TÉTANO 3 3ª DOSE 1 Rotina 11 DUPLA ADULTO/ DIFTERIA E TÉTANO 11 REFORCO 1 Rotina 11 DUPLA ADULTO/ DIFTERIA E TÉTANO 1 1ª DOSE 3 Bloqueio 11 DUPLA ADULTO/ DIFTERIA E TÉTANO 2 2ª DOSE 3 Bloqueio 11 DUPLA ADULTO/ DIFTERIA E TÉTANO 3 3ª DOSE 3 Bloqueio 11 DUPLA ADULTO/ DIFTERIA E TÉTANO 11 REFORCO 3 Bloqueio 11 DUPLA ADULTO/ DIFTERIA E TÉTANO 1 1ª DOSE 4 Intensificação 11 DUPLA ADULTO/ DIFTERIA E TÉTANO 2 2ª DOSE 4 Intensificação 11 DUPLA ADULTO/ DIFTERIA E TÉTANO 3 3ª DOSE 4 Intensificação 11 DUPLA ADULTO/ DIFTERIA E TÉTANO 11 REFORCO 4 Intensificação 76 PNEUMOCOCICA 10 VALENTE 1 1ª DOSE 1 Rotina 76 PNEUMOCOCICA 10 VALENTE 2 2ª DOSE 1 Rotina 76 PNEUMOCOCICA 10 VALENTE 9 DOSE ÚNICA 1 Rotina 76 PNEUMOCOCICA 10 VALENTE 11 REFORCO 1 Rotina 76 PNEUMOCOCICA 10 VALENTE 1 1ª DOSE 2 Especial 76 PNEUMOCOCICA 10 VALENTE 2 2ª DOSE 2 Especial 76 PNEUMOCOCICA 10 VALENTE 3 3ª DOSE 2 Especial 76 PNEUMOCOCICA 10 VALENTE 11 REFORCO 2 Especial 76 PNEUMOCOCICA 10 VALENTE 1 1ª DOSE 4 Intensificação 76 PNEUMOCOCICA 10 VALENTE 2 2ª DOSE 4 Intensificação 76 PNEUMOCOCICA 10 VALENTE 9 DOSE ÚNICA 4 Intensificação 76 PNEUMOCOCICA 10 VALENTE 11 REFORCO 4 Intensificação 101 PENTAVALENTE ACELULAR 1 1ª DOSE 2 Especial 101 PENTAVALENTE ACELULAR 2 2ª DOSE 2 Especial 101 PENTAVALENTE ACELULAR 3 3ª DOSE 2 Especial 101 PENTAVALENTE ACELULAR 11 REFORCO 2 Especial 63 INFLUENZA/GRIPE 1 1ª DOSE 2 Especial 63 INFLUENZA/GRIPE 2 2ª DOSE 2 Especial 63 INFLUENZA/GRIPE 9 DOSE ÚNICA 2 Especial 63 INFLUENZA/GRIPE 1 1ª DOSE 5 Campanha indiscriminada 63 INFLUENZA/GRIPE 2 2ª DOSE 5 Campanha indiscriminada 63 INFLUENZA/GRIPE 9 DOSE ÚNICA 5 Campanha indiscriminada 27 VARICELA 1 1ª DOSE 1 Rotina 27 VARICELA 2 2ª DOSE 1 Rotina 27 VARICELA 9 DOSE ÚNICA 1 Rotina 27 VARICELA 1 1ª DOSE 2 Especial 27 VARICELA 2 2ª DOSE 2 Especial 27 VARICELA 88 DOSE ZERO 2 Especial 27 VARICELA 1 1ª DOSE 3 Bloqueio 27 VARICELA 2 2ª DOSE 3 Bloqueio 27 VARICELA 9 DOSE ÚNICA 3 Bloqueio 27 VARICELA 88 DOSE ZERO 3 Bloqueio 27 VARICELA 1 1ª DOSE 4 Intensificação 27 VARICELA 2 2ª DOSE 4 Intensificação 2 RAIVA (CULTURA DE CÉLULAS VERO) 1 1ª DOSE 13 Pós-exposição 2 RAIVA (CULTURA DE CÉLULAS VERO) 2 2ª DOSE 13 Pós-exposição 2 RAIVA (CULTURA DE CÉLULAS VERO) 3 3ª DOSE 13 Pós-exposição 2 RAIVA (CULTURA DE CÉLULAS VERO) 4 4ª DOSE 13 Pós-exposição 2 RAIVA (CULTURA DE CÉLULAS VERO) 1 1ª DOSE 12 Pré-exposição 2 RAIVA (CULTURA DE CÉLULAS VERO) 2 2ª DOSE 12 Pré-exposição 2 RAIVA (CULTURA DE CÉLULAS VERO) 1 1ª DOSE 14 Reexposição 2 RAIVA (CULTURA DE CÉLULAS VERO) 2 2ª DOSE 14 Reexposição 2 RAIVA (CULTURA DE CÉLULAS VERO) 3 3ª DOSE 14 Reexposição 2 RAIVA (CULTURA DE CÉLULAS VERO) 4 4ª DOSE 14 Reexposição 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 1 1ª DOSE 1 Rotina 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 2 2ª DOSE 1 Rotina 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 37 DOSE 1 Rotina 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 37 DOSE 1 Rotina 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 9 DOSE ÚNICA 1 Rotina 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 11 REFORCO 1 Rotina 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 1 1ª DOSE 2 Especial 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 2 2ª DOSE 2 Especial 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 11 REFORCO 2 Especial 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 1 1ª DOSE 3 Bloqueio 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 2 2ª DOSE 3 Bloqueio 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 9 DOSE ÚNICA 3 Bloqueio 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 11 REFORCO 3 Bloqueio 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 1 1ª DOSE 4 Intensificação 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 2 2ª DOSE 4 Intensificação 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 37 DOSE 4 Intensificação 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 9 DOSE ÚNICA 4 Intensificação 35 MENINGOCOCICA C CONJUGADA 11 REFORCO 4 Intensificação 42 PENTA DTP/HB/HIB 1 1ª DOSE 1 Rotina 42 PENTA DTP/HB/HIB 2 2ª DOSE 1 Rotina 42 PENTA DTP/HB/HIB 3 3ª DOSE 1 Rotina 42 PENTA DTP/HB/HIB 5 1º REFORÇO 1 Rotina 42 PENTA DTP/HB/HIB 6 2º REFORÇO 1 Rotina 42 PENTA DTP/HB/HIB 1 1ª DOSE 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 42 PENTA DTP/HB/HIB 2 2ª DOSE 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 42 PENTA DTP/HB/HIB 3 3ª DOSE 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 42 PENTA DTP/HB/HIB 1 1ª DOSE 4 Intensificação 42 PENTA DTP/HB/HIB 2 2ª DOSE 4 Intensificação 42 PENTA DTP/HB/HIB 3 3ª DOSE 4 Intensificação 89 HEXAVALENTE DTP/HB/HIB/VIP 1 1ª DOSE 2 Especial 89 HEXAVALENTE DTP/HB/HIB/VIP 2 2ª DOSE 2 Especial 89 HEXAVALENTE DTP/HB/HIB/VIP 3 3ª DOSE 2 Especial 89 HEXAVALENTE DTP/HB/HIB/VIP 5 1º REFORÇO 2 Especial 89 HEXAVALENTE DTP/HB/HIB/VIP 6 2º REFORÇO 2 Especial 46 ROTAVIRUS HUMANO ORAL 1 1ª DOSE 1 Rotina 46 ROTAVIRUS HUMANO ORAL 2 2ª DOSE 1 Rotina 46 ROTAVIRUS HUMANO ORAL 1 1ª DOSE 4 Intensificação 46 ROTAVIRUS HUMANO ORAL 2 2ª DOSE 4 Intensificação 58 DTP TRÍPLICE BACTERIANA / DIFTERIA/TÉTANO E COQUELUCHE 5 1º REFORÇO 1 Rotina 58 DTP TRÍPLICE BACTERIANA / DIFTERIA/TÉTANO E COQUELUCHE 6 2º REFORÇO 1 Rotina 58 DTP TRÍPLICE BACTERIANA / DIFTERIA/TÉTANO E COQUELUCHE 5 1º REFORÇO 3 Bloqueio 58 DTP TRÍPLICE BACTERIANA / DIFTERIA/TÉTANO E COQUELUCHE 6 2º REFORÇO 3 Bloqueio 58 DTP TRÍPLICE BACTERIANA / DIFTERIA/TÉTANO E COQUELUCHE 5 1º REFORÇO 4 Intensificação 58 DTP TRÍPLICE BACTERIANA / DIFTERIA/TÉTANO E COQUELUCHE 6 2º REFORÇO 4 Intensificação 52 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR INFANTIL DIFTERIA/TETANO/COQUELUCHE 5 1º REFORÇO 2 Especial 52 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR INFANTIL DIFTERIA/TETANO/COQUELUCHE 6 2º REFORÇO 2 Especial 83 HEPATITE A PEDIATRICA 9 DOSE ÚNICA 1 Rotina 83 HEPATITE A PEDIATRICA 1 1ª DOSE 2 Especial 83 HEPATITE A PEDIATRICA 2 2ª DOSE 2 Especial 83 HEPATITE A PEDIATRICA 9 DOSE ÚNICA 2 Especial 83 HEPATITE A PEDIATRICA 9 DOSE ÚNICA 3 Bloqueio 83 HEPATITE A PEDIATRICA 9 DOSE ÚNICA 4 Intensificação 87 TETRAVIRAL SARAMPO RUBEOLA CAXUMBA E VARICELA 9 DOSE ÚNICA 1 Rotina 87 TETRAVIRAL SARAMPO RUBEOLA CAXUMBA E VARICELA 9 DOSE ÚNICA 3 Bloqueio 87 TETRAVIRAL SARAMPO RUBEOLA CAXUMBA E VARICELA 9 DOSE ÚNICA 4 Intensificação 87 TETRAVIRAL SARAMPO RUBEOLA CAXUMBA E VARICELA 1 1ª DOSE 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 87 TETRAVIRAL SARAMPO RUBEOLA CAXUMBA E VARICELA 2 2ª DOSE 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 87 TETRAVIRAL SARAMPO RUBEOLA CAXUMBA E VARICELA 9 DOSE ÚNICA 9 Monitoramento Rápido de Cobertura Vacinal 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 37 DOSE 1 Rotina 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 11 REFORCO 1 Rotina 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 1 1ª DOSE 2 Especial 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 2 2ª DOSE 2 Especial 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 3 3ª DOSE 2 Especial 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 37 DOSE 2 Especial 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 37 DOSE 2 Especial 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 11 REFORCO 2 Especial 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 11 REFORCO 2 Especial 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 37 DOSE 3 Bloqueio 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 1 1ª DOSE 4 Intensificação 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 2 2ª DOSE 4 Intensificação 92 DTPA TRIPLICE BACTERIANA ACELULAR ADULTO DIFTERIA TETANO E PERTUSSIS ACELULAR 3 3ª DOSE 4 Intensificação 96 PNUEMOCÓCICA-13 VALENTE 1 1ª DOSE 2 Especial 96 PNUEMOCÓCICA-13 VALENTE 2 2ª DOSE 2 Especial 96 PNUEMOCÓCICA-13 VALENTE 3 3ª DOSE 2 Especial 96 PNUEMOCÓCICA-13 VALENTE 5 1º REFORÇO 2 Especial 96 PNUEMOCÓCICA-13 VALENTE 9 DOSE ÚNICA 2 Especial 90 HPV TETRAVALENTE 9 DOSE ÚNICA 1 Rotina 90 HPV TETRAVALENTE 1 1ª DOSE 2 Especial 90 HPV TETRAVALENTE 2 2ª DOSE 2 Especial 90 HPV TETRAVALENTE 3 3ª DOSE 2 Especial 90 HPV TETRAVALENTE 9 DOSE ÚNICA 4 Intensificação 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 1 1ª DOSE 1 Rotina 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 2 2ª DOSE 1 Rotina 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 37 DOSE 1 Rotina 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 9 DOSE ÚNICA 1 Rotina 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 11 REFORCO 1 Rotina 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 1 1ª DOSE 2 Especial 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 2 2ª DOSE 2 Especial 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 11 REFORCO 2 Especial 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 1 1ª DOSE 3 Bloqueio 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 2 2ª DOSE 3 Bloqueio 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 37 DOSE 3 Bloqueio 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 9 DOSE ÚNICA 3 Bloqueio 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 11 REFORCO 3 Bloqueio 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 1 1ª DOSE 4 Intensificação 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 2 2ª DOSE 4 Intensificação 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 37 DOSE 4 Intensificação 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 9 DOSE ÚNICA 4 Intensificação 94 MENINGOCOCICA A C Y W 135 11 REFORCO 4 Intensificação 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 37 DOSE 5 Campanha indiscriminada 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 1 1ª DOSE 6 Campanha seletiva 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 2 2ª DOSE 6 Campanha seletiva 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 3 3ª DOSE 6 Campanha seletiva 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 37 DOSE 6 Campanha seletiva 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 32 REVACINAÇÃO 6 Campanha seletiva 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 66 1ª DOSE REVACINACAO 6 Campanha seletiva 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 13 2ª DOSE REVACINACAO 6 Campanha seletiva 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 35 3ª DOSE REVACINACAO 6 Campanha seletiva 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 1 1ª DOSE 1 Rotina 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 2 2ª DOSE 1 Rotina 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 3 3ª DOSE 1 Rotina 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 37 DOSE 1 Rotina 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 32 REVACINAÇÃO 1 Rotina 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 66 1ª DOSE REVACINACAO 1 Rotina 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 13 2ª DOSE REVACINACAO 1 Rotina 112 COVID-19 - MODERNA RNAM 0,5 ML UNIDOSE (SPIKEVAX) 35 3ª DOSE REVACINACAO 1 Rotina 115 Vacina dengue (atenuada) 1 1ª DOSE 1 Rotina 115 Vacina dengue (atenuada) 2 2ª DOSE 1 Rotina Visualização e Manejo do Histórico de Pacientes No contexto da atenção à saúde, o acompanhamento contínuo dos pacientes é essencial para garantir a qualidade do atendimento e prevenir agravamentos de condições de saúde. A busca ativa desempenha um papel fundamental nesse processo, permitindo que os técnicos de enfermagem identifiquem, monitorem e intervenham em situações que exigem cuidados específicos. Metodos de Acesso Este guia passo a passo foi desenvolvido para orientar os auxiliares e técnicos de enfermagem no acesso ao histórico dos pacientes de forma segura e eficiente, alinhando-se às boas práticas e normas éticas.     Respaldo em  Lei nº 7.498/1986 , que regula o exercício profissional, e o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem ( Resolução Cofen nº 564/2017 ), que reforça a importância do sigilo e da confidencialidade no manejo das informações. Monitoramento da Dengue A eficiência no combate à dengue depende diretamente da qualidade e organização dos dados registrados nos sistemas de monitoramento. O registro correto das informações sobre casos suspeitos e confirmados é essencial para subsidiar a tomada de decisão, identificar áreas prioritárias e planejar ações estratégicas de combate à doença. Este tutorial foi elaborado para capacitar os profissionais da saúde e gestores no uso correto do sistema de registro utilizado no monitoramento da dengue. Aqui, será abordado o passo a passo para registrar dados de forma precisa e consistente. É importante ressaltar que os dados apresentados nesse conteúdo servem para nortear as ações realizadas no Sistema de Gestão de Saúde Pública, o SIS (Sistema Integrado de Saúde). Informações técnicas relacionadas ao monitoramento de dengue devem ser embasados no Protocolos Técnicos da Saúde > Vigilância Epidemiológica > Protocolos Vigilância Epidemiológica > Dengue Orientações iniciais O registro adequado das informações no prontuário eletrônico é uma etapa essencial para o sucesso do monitoramento da dengue. Esse processo garante que todos os dados relacionados ao acompanhamento dos pacientes sejam organizados, rastreáveis e acessíveis, permitindo um melhor controle epidemiológico e suporte às decisões clínicas e administrativas. No SIS (Sistema Integrado de Saúde), a estruturação dos registros foi planejada para facilitar a inserção das informações pelos profissionais de saúde e permitir a utilização de dados em diferentes frentes, como geração de relatórios, envio de lembretes aos pacientes e análise de indicadores de saúde pública. O Passo inicial para realizar o monitoramento nas unidades de saúde da Atenção Primária é criar agenda local com o  Serviço 55 - Monitoramento de Dengue. Esse serviço tem vinculado a ele dois procedimentos locais que facilitarão a emissão de relatórios. São eles: 9902010091  Monitoramento de Dengue (Grupo A) 9902010092 Monitoramento de Dengue (Grupo B) Agendar o paciente diariamente para realizar o monitoramento é um passo importante para rastrear o monitoramento do paciente. Esse rastreio pode ser realizado através do relatório usualmente utilizado pelas unidades "Relatório de pacientes agendados" No relatório, bastará certificar-se de preencher as informações obrigatórias (Unidade Executante, data início e fim e situação do agendamento) e informar os procedimentos de monitoramento de dengue. Para as unidades de Atenção Primária, apenas o primeiro atendimento deverá ocorrer através da "Recepção de Demanda Espontanea", as demais deverão ser realizadas através da tela de Recepção de Serviço, usualmente utilizada para consultas agendadas. Lembrando que a Recepção de Serviço permite alterar o profissional do atendimento, desde que seja mantido o mesmo CBO do profissional a qual o paciente esta agendado. Já as unidades de Urgência continuarão realizando as recepções normalmente, através da tela de Recepção do Módulo UPA. IMPORTANTE:  Pacientes que estejam com cadastro errado darão erro na emissão da Notificação da Dengue, portanto, cabe aos funcionários das Recepções realizar a checagem e correção dos cadastros dos pacientes, contendo mínimamente os dados: Prontuário; Nome do Paciente; Data de Nascimento; Sexo; Nome da mãe; Municipio de residência; Logradouro; CEP; Telefone (ao menos um); CPF; CNS; Municipio de Nascimento; Atendimento Médico em caso de Dengue na Atenção Primária O atendimento de pacientes com suspeita de arboviroses é fundamental para garantir o diagnóstico precoce, o manejo adequado dos casos e o cumprimento das normas de vigilância epidemiológica. A seguir, apresentamos o fluxo na Atenção Primária, destacando as etapas essenciais e o processo de preenchimento da notificação no sistema de prontuário eletrônico. O atendimento de pacientes com suspeita ou diagnóstico de dengue na Atenção Primária à Saúde (APS) segue o mesmo fluxo das demais patologias atendidas rotineiramente nas unidades de saúde. O registro é realizado na tela de Atendimento SOAP , acessada por meio da fila de atendimento. Entendendo o tipo de registro SOAP O SOAP (Subjetivo, Objetivo, Avaliação e Plano), é o método de registro da nota de evolução , permite registrar de forma sintética e estruturada os dados clínicos do cidadão. O método começa com as questões subjetivas, segue para as impressões objetivas sobre o estado geral do cidadão observadas no exame físico e exames complementares. Em seguida, após a coleta dos dados subjetivos e objetivos parte-se para a avaliação, identificando as condições ou problemas de saúde. Por fim, o plano de cuidados prescritos no encontro entre o profissional de saúde e o cidadão. O método SOAP é a principal ferramenta para registro do atendimento usada pelo modelo RCOP. A sigla SOAP corresponde a quatro blocos de informações detalhadas a seguir: (S) Subjetivo ("Queixa do Paciente"): conjunto de campos que possibilita o registro da parte subjetiva da anamnese da consulta, ou seja, os dados dos sentimentos e percepções do cidadão em relação à sua saúde; (O) Objetivo ("Exame Clínico/Físico"): conjunto de campos que possibilita o registro do exame físico, como os sinais e sintomas detectados, além do registro de resultados de exames realizados, marcadores de consumo alimentar e condição da vacinação. (A) Avaliação ("Hipótese Diagnóstica"): conjunto de campos que possibilita o registro da conclusão feita pelo profissional de saúde a partir dos dados coletados nos itens anteriores. Neste campo, também é possível verificar as condições de saúde latentes do indivíduo, bem como a classificação com CIAP2/ CID10. (P) Plano ("Conduta"): conjunto de funcionalidades que permite registrar o plano de cuidado ao cidadão em relação ao(s) problema(s) e condição(ões) de saúde identificado(s). NOTA: O campo motivo da consulta no Subjetivo, problema detectado na Avaliação e intervenção-procedimento no Plano existe a possibilidade de coleta de dados padronizados por meio do uso da Classificação Internacional de Atenção Primária - 2ª edição (CIAP2), seguindo a metodologia desta classificação conforme podemos ver no diagrama abaixo: PRIMEIRO DIA DE ACOMPANHAMENTO E NOTIFICAÇÃO DE DENGUE Após a avaliação, se o diagnóstico inicial de dengue for confirmado ou considerado suspeito, deve- se registrar o atendimento no prontuário eletrônico utilizando o CID A90 (Dengue Clássica) . Este código ativará automaticamente o bloco de Notificação Compulsória no sistema . O paciente que se apresenta na unidade de saúde para avaliação por suspeita de dengue terá seu atendimento registrado na tela de Atendimento SOAP, seguindo o padrão adotado para o registro de consultas. O profissional, ao identificar sintomas compatíveis com dengue e confirmar a suspeita, deve inserir o  CID A90 (Dengue Clássica), no bloco de Avaliação do SOAP, no registro do primeiro atendimento . Este procedimento acionará automaticamente o bloco de Notificação Compulsória, onde o profissional deverá preencher todas as informações solicitadas pelo sistema. A informação do CID pode ser adicionada através do código, sem pontuações e espaços, por exemplo: A90, ou através da descrição da patologia, no campo à frente, sem precisar digitar o texto completo. Por exemplo, escrever "Deng" fará com que o sistema sugira CIDs que contenham no nome o texto digitado. Após informar o CID A90 (Dengue Clássica) , note que o sistema sinalizará que se trata de um diagnóstico de notificação compulsória e que a Vigilância Epidemiológica deverá ser comunicada sobre esse atendimento.  Esse alerta traz consigo a ferramenta que possibilita uma comunicação direta com a VE Municipal , através de um módulo específico do sistema, habilitando a Ficha de Investigação abaixo do botão utilizado para adicionar o CID ao atendimento ( ). IMPORTANTE : O botão para adicionar o CID deverá ser acionado apenas após o preenchimento da Ficha de Investigação , caso contrário, o  notificação  não será adicionado ao atendimento. A Ficha de Investigação é adicionada à tela como um bloco minimizado . Portanto, para visualizá-la e iniciar o preenchimento, você deve clicar no botão   . Note que a Ficha de Investigação pertence a grupos de informações que também se encontram minimizados e que devem ser expandidos um a um , clicando em   , para realizar o preenchimento das informações. Finalizando o preenchimento correto da Ficha de Investigação , para facilitar o próximo passo , indicamos que minimize o bloco da Ficha  clicando no bloco "FICHA INVESTIGAÇÃO" em  . Assim, os próximos dados necessários para realizar a Avaliação terão uma visualização facilitada . Agora sim, com a  Ficha de Investigação preenchida, devemos marcar a opção " Inserir na lista de problema/condição como ativo " para facilitar a identificação futura de que esse paciente já foi acometido por dengue e clicar no botão que adicionará o CID ao atendimento ( ). NOTA : É importante demonstrar que qualquer CID pode ser marcado como " Inserir na lista de problema/condição como ativo ". Isso permitirá que qualquer profissional de nível superior , ao abrir um atendimento para o paciente atendido, visualize em tela as condições em que o paciente está em tratamento, na Folha de Rosto do Atendimento . E , caso exista algum problema/condição que você identifique como já solucionado, você deve sinalizar em " Problemas/Condições e Alergias " no SOAP . Editando e adicionando as informações de Situação e Data de fim , o problema/condição deverá ser atualizado no atendimento. Após anotar e/ou atualizar os problemas e condições do paciente, a ficha pode ser finalizada para que a notificação seja impressa e o paciente, caso necessário, seja encaminhado para que a equipe multiprossional para continuidade dos  cuidados . Verifique no topo da tela se o atendimento foi finalizado com sucesso , para que possa haver a impressão da notificação . Problema ao salvar atendimento com notificação - Cadastro do Paciente IMPORTANTE : Ao finalizar o atendimento, por se tratar de um atendimento de notificação compulsória , o cadastro do paciente deve conter, minimamente, as seguintes informações: Prontuário; Nome do Paciente; Data de Nascimento; Sexo; Nome da mãe; Municipio de residência; Logradouro; CEP; Telefone (ao menos um); CPF; CNS; Municipio de Nascimento; Havendo falta de alguma dessas informações no cadastro do paciente , você poderá se deparar com um erro de cadastro . Nesse caso, não feche a tela de atendimento e clique em "Dados Cadastrais" no Atendimento . Na "barra de ferramentas" do sistema , a tela de cadastro do paciente abrirá e você deverá clicar em  para complementar as informações. No caso do exemplo abaixo , o CPF foi informado e o cadastro foi atualizado, clicando em   para confirmar a correção. Agora essa tela pode ser fechada para voltar ao atendimento e finalizá-lo. Para acessar a notificação, você deve retornar a aba SOAP, no bloco Avaliação, onde você verificará o botão de impressão da notificação. A Notificação agora pode ser imprimida e o paciente já pode ser encaminhado, se necessário, para a equipe multiprofissional, para continuidade dos cuidados Para realizar o encaminhamento , lembre-se de que em "Finalizar atendimento" você deve preencher "Não" no bloco "Liberar cidadão? (Retirar da fila de espera)" e clicar no botão "Encaminhar" , que será habilitado quando a ficha de atendimento for finalizada . A Tela de encaminhamento deve ser preenchida com o setor de encaminhamento , que é padronizado nas unidades de saúde por "0 - Padrão", porém, orientamos verificar com a equipe se de fato as orientações de cuidados serão realizados nesse setor. Além disso, você deverá preencher o nome do profissional que irá realizar o atendimento. NOTA: Preencher o profissional deverá preencher o CBO automáticamente , porém, caso ele não seja preenchido , você também deverá informar o CBO do profissional que realizará a continuidade do atendimento. Após, selecione qual é a classificação de risco para esse encaminhamento de acordo com o que foi avaliado em consulta , preencha as observações com a prescrição e   realize e clique em  para adicionar o encaminhamento ao grid. Após realizar esses passos, clique no botão "encaminhar" para finalizar o processo. Estando tudo corretamente preenchido, você pode fechar a ficha de atendimento e liberar o paciente. NOTA : O sistema permite apenas um registro de escuta inicial por recepção , permitindo somente um encaminhamento para profissionais de nível técnico desde que não haja registro prévio da escuta inicial . Isso deverá ser resolvido apenas com uma nova recepção do paciente . CONSULTAS SUBSEQUENTES DO MONITORAMENTO DE DENGUE Para as consultas subsequentes de monitoramento de Dengue, o médico deverá sempre se atentar se no prontuário do paciente consta a informação de "Problema/condição" ativa para A90 Dengue . Essa informação torna-se importante no caso de o paciente não estar com seu cartão de monitoramento de dengue e esse deverá ser suficiente para identificar se tratar da continuidade de tratamento ou agravo. Por se tratar de consulta subsequente , é sabido que o paciente já deve estar devidamente notificado para acompanhamento pela Vigilância Epidemiológica e, portanto, para que o sistema não gere novamente o alerta de identificação de notificação , sugerimos não utilizar o CID A90 Dengue . Nesse caso, sugerimos utilizar CIDs que tenham relação com as queixas atuais do paciente , como: M791 - Mialgia M255 - Dor articular R509 - Febre, não especificada R074  - Dor torácica, não especificada R10 - Dor abdominal e pélvica R68 - Outros sintomas e sinais gerais Além de outros que julgarem necessários. Vale ressaltar que o prontuário permite a adição de quantos CIDs forem necessários, sem restrição de quantidade. DEMONSTRAÇÃO EM VÍDEO Registro de Monitoramento de Dengue por equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde O registro de monitoramento de enfermagem na Atenção Primária à Saúde (APS) é essencial para o acompanhamento contínuo dos pacientes acometidos por dengue. Os  auxiliares/técnicos de enfermagem devem registrar procedimentos locais desenvolvidos para facilitar a geração de relatórios baseados em atividades realizadas. Além disso, é necessário realizar  agendamentos que assegurem que os pacientes tenham datas programadas para que as unidades de saúde possam monitorá-los diariamente para se assegurarem quanto a evolução do quadro clínico. Este capítulo detalha as etapas e responsabilidades envolvidas no processo de monitoramento, garantindo um atendimento eficiente e eficaz. Para facilitar a identificação de atendimentos realizados a pacientes com suspeita ou confirmação de dengue , foram criados 05 procedimentos locais que estão atualmente vinculados ao atendimento de profissionais da enfermagem na tela de escuta inicial , são eles: 9902010090 Monitoramento de Dengue ( Dia da Notificação ) 9902010091 Monitoramento de Dengue ( Grupo A ) 9902010092 Monitoramento de Dengue ( Grupo B ) 9902010093 Monitoramento de Dengue ( Grupo C ) 9902010094 Monitoramento de Dengue ( Grupo D ) Assim como os demais registros de atendimentos realizados na unidade, o atendimento a pacientes com suspeita ou confirmação de dengue também devem ter campos mínimos preenchidos , além dos procedimentos, portanto, o atendimento deve começar seu registro através do CIAP2 e do Motivo da consulta . Para o CIAP2 , orienta-se o registro com ABP019 Dengue ou A77 Dengue e outras doenças virais NE , é importante informar que você pode preencher a informação de CIAP2 através dos códigos (ABP019 ou A77) sem espaço e/ou pontuação, ou através da descrição, no campo à frente, sem precisar digitar o texto completo. Por exemplo, escrever "Deng" fará com que o sistema sugira CIAPS2 que contenham no nome o texto digitado. Em motivo da consulta, fica estabelecido que devem haver informações pré-programadas antes, essa funcionalidade dentro do sistema ainda não existe, porém, deverá existir em novas versões, uma vez que haverá solicitação de melhoria que inclua pré-registros cadastrados para facilitar o preenchimento dos atendimentos. Enquanto a melhoria não é realizada, o pré-registro pode ser visualizado e copiado abaixo, para facilitar o preenchimento. Pré-registro para "Motivo de consulta" de Dengue na "Escuta Inicial" MONITORAMENTO DE DENGUE DIA DE EVOLUÇÃO (D0, D+1, D+2...): GRUPO ESPECIAL (<2 anos, gestante, puérpera, >=65 anos, comorbidades ou risco social) Qual: Início dos sintomas:  Prova do laço (positiva ou negativa):  PRESSÃO ARTERIAL Aferição de PA em pé: (anotação de aferição sentado ou deitado no campo de aferição abaixo) SINAIS DE ALARME Dor abdominal (escala numérica): Vômitos persistentes (sim ou não): Hipotensão postural/desmaio (sim ou não): Sangramentos aparentes/importantes (sim ou não): Sonolência/ Irritabilidade (sim ou não): Desconforto respiratório (sim ou não): Diminuição da quantidade de urina (sim ou não): Suor frio/pele fria (sim ou não): Queda da temperatura (sim ou não): SINAIS DE CHOQUE Hipotensão arterial (sim ou não): PA convergente (diferença <20mmHg) (sim ou não): Pulso rápido e fino (sim ou não): Extremidades frias/cianoses (sim ou não): Enchimento capilar Lento (>2 segundos) (sim ou não): CLASSIFICAÇÃO DE RISCO Classificação de risco (A, B, C ou D): Ingeriu a quantidade de líquido recomendada pelos serviços de saúde? (sim ou não): Quantidade (aproximadamente):  Está trabalhando neste período em que está doente? (sim ou não): Está fazendo uso de repelente? (sim ou não): Copiando o pré-registro sugerido acima, você deve prosseguir com os preenchimentos antropométricos e demais informações do paciente, de acordo com o que se estabelece nos protocolos de Dengue. Informe a classificação de risco/vulnerabilidade (Priorização do Atendimento). Esta classificação permite aos profissionais a priorização dos casos mais urgentes ou que requerem atendimento imediato, permitindo a ordenação da lista por prioridade no atendimento; AZUL - para risco e/ou vulnerabilidade  não aguda ; VERDE - para risco e/ou vulnerabilidade  baixa ; AMARELO - para risco e/ou vulnerabilidade  intermediária ; VERMELHO - para risco e/ou vulnerabilidade  alta . NOTA: o protocolo de classificação de risco utilizado no sistema está definido no  Caderno de Atenção Básica (CAB) 28 - Acolhimento à Demanda Espontânea - Volume I . Adaptações deste protocolo podem ser realizadas de acordo com a necessidade local. A classificação de risco/vulnerabilidade é um campo de preenchimento obrigatório para os atendimentos à demanda espontânea, em especial para as consultas que serão realizadas no mesmo dia. Preenchendo corretamente todos os dados até aqui, o sistema irá automaticamente preencher procedimentos SIGTAP obrigatórios. Para esse tipo de atendimento, em "Procedimentos extras", deveremos utilizar os procedimentos locais citados no início desse capitulo, de acordo com a avaliação realizada no paciente. O Procedimento 9902010090 Monitoramento de Dengue ( Dia da Notificação ) deverá ser utilizado apenas no dia em que o paciente foi de fato notificado, seguido de algum dos procedimentos que irão identificar a qual grupo pertence o paciente. Caso o acompanhamento esteja sendo realizado em um dia subsequente ao da notificação, o registro não deve conter o procedimento 9902010090 Monitoramento de Dengue ( Dia da Notificação ), devendo ser marcado apenas um dos outros procedimentos que correspondam com qual é o grupo de monitoramento que o paciente pertence. Agravo detectado, encaminhamento interno Se você identificar a necessidade de encaminhar o paciente para que algum profissional de nível superior o avalie, você pode fazer no bloco encaminhamento, para isso bastará preencher o  setor de encaminhamento , que é padronizado nas unidades de saúde por " 0 - Padrão ", porém, orientamos verificar com a equipe se de fato as orientações de cuidados serão realizados nesse setor. Além disso, você deverá preencher o  nome do profissional que irá realizar as orientações. NOTA:   Preencher o profissional deverá preencher o CBO automáticamente , porém,  caso ele não seja preenchido , você também deverá  informar o CBO do profissional que realizará as orientações. Também há a necessidade de informação o Tipo de Serviço que deverá ser realizado no encaminhamento e o preenchimento do campo de Observação. Estando tudo devidamente preenchido, você pode clicar em para adicionar o encaminhamento ao Grid. O Encaminhamento será efetivado assim que a escuta inicial for finalizada, porém, não se esqueça de deixar em "Liberar cidadão? (Retirar da fila de espera) marcada a opção "Não". Caso as condições do paciente estejam sem alteração, você deve preencher o campo "Liberar cidadão? (Retirar da fila de espera)" como "Sim" e salvar o atendimento clicando em  . ALTA DO MONITORAMENTO Após finalizar o período do monitoramento do paciente suspeito de arboviroses, o paciente deverá ser encaminhado pelo sistema ao enfermeiro de acolhimento para que seja atualizada a condição de dengue do paciente em "Problemas/Condições e alergias". Lembrando, que esse registro deve ser realizado na tela de atendimento SOAP. Clicando no botão de edição, deverá haver registro da Situação e Data de fim, clicando em "Adicionar problema/condição" para atualizar o status do acompanhamento. Atendimento Médico em caso de Dengue na Urgência O atendimento de pacientes com suspeita de arboviroses é essencial para garantir o diagnóstico precoce , o manejo adequado dos casos e o cumprimento das normas de vigilância epidemiológica . Embora o monitoramento geralmente ocorra na Atenção Primária à Saúde (APS) , reconhece-se que alguns pacientes podem preferir realizar o acompanhamento em unidades de urgência . Essa opção é plenamente viável e garante oferecer flexibilidade para atender às necessidades individuais dos pacientes. Neste capítulo, apresentamos o fluxo de atendimento no módulo UPA/Urgência , destacando as etapas essenciais e o processo de preenchimento da notificação no sistema de prontuário eletrônico. Abordaremos as particularidades do ambiente de urgência, garantindo que o registro seja realizado de forma eficiente e alinhada com as diretrizes de vigilância epidemiológica. PRIMEIRO DIA DE ACOMPANHAMENTO E NOTIFICAÇÃO DE DENGUE Após a avaliação, se o diagnóstico inicial de dengue for confirmado ou considerado suspeito, deve- se registrar o atendimento no prontuário eletrônico utilizando o  CID A90 (Dengue Clássica) . Este código  ativará automaticamente  o bloco de  Notificação Compulsória no sistema . O paciente que se apresenta na unidade de saúde para avaliação por suspeita de dengue terá seu atendimento registrado na tela de Atendimento, seguindo o padrão adotado para o registro de consultas. O profissional, ao identificar sintomas compatíveis com dengue e confirmar a suspeita, deve inserir o  CID A90 (Dengue Clássica), no bloco de Cid(s) - Atendimento , no registro do primeiro atendimento . Este procedimento acionará automaticamente o bloco de Notificação Compulsória, onde o profissional deverá preencher todas as informações solicitadas pelo sistema. A informação do CID pode ser adicionada através do código, sem pontuações e espaços, por exemplo: A90, ou através da descrição da patologia, no campo à frente, sem precisar digitar o texto completo. Por exemplo, escrever "Deng" fará com que o sistema sugira CIDs que contenham no nome o texto digitado. Após informar o  CID A90 (Dengue Clássica) , note que o sistema sinalizará que se trata de um diagnóstico de notificação compulsória e que a Vigilância Epidemiológica deverá ser comunicada sobre esse atendimento.  Esse alerta traz consigo a ferramenta que possibilita uma comunicação direta com a  VE Municipal , através de um módulo específico do sistema, habilitando a  Ficha de Investigação abaixo do campo de Descrição do  CID. IMPORTANTE : O  botão  para adicionar o  CID  deverá ser acionado apenas após o preenchimento da  Ficha de Investigação , caso contrário, o  notificação não será adicionado ao atendimento. A Ficha de Investigação  é adicionada à tela como um  bloco minimizado . Portanto, para  visualizá-la  e iniciar o preenchimento, você deve  clicar no botão   . Note que a Ficha de Investigação  pertence a  grupos de informações  que também se encontram  minimizados  e que devem ser  expandidos um a um ,  clicando em   , para realizar o preenchimento das informações. Finalizando o preenchimento correto da Ficha de Investigação , para facilitar o  próximo passo , indicamos que  minimize o bloco da Ficha  clicando no bloco "FICHA INVESTIGAÇÃO" em . Assim, os  próximos dados necessários para realizar a Avaliação  terão uma  visualização facilitada . Agora sim, com a  Ficha de Investigação preenchida, devemos selecionar uma opção em "Diagnóstico" de acordo com a avaliação no atendimento. Problema ao salvar atendimento com notificação - Cadastro do Paciente IMPORTANTE : Ao finalizar o atendimento, por se tratar de um atendimento de  notificação compulsória , o cadastro do paciente deve conter, minimamente, as seguintes informações: Prontuário; Nome do Paciente; Data de Nascimento; Sexo; Nome da mãe; Municipio de residência; Logradouro; CEP; Telefone (ao menos um); CPF; CNS; Municipio de Nascimento; Havendo falta de alguma dessas informações no cadastro do paciente , você poderá se deparar com um  erro de cadastro . Nesse caso, solicite que o paciente ou acompanhante vá até a recepção para solicitar correção no cadastro. Basta agora preencher os demais campos conforme comumente é realizado nos atendimentos e, para acessar a notificação, você deve retornar a aba " Folha de Rosto ", no bloco " Cid(s) - Atendimento ", onde você verificará o botão de impressão da notificação. A  Notificação agora pode ser imprimida  e o paciente já pode ser  encaminhado, se necessário,  para a equipe multiprofissional, para continuidade dos cuidados CONSULTAS SUBSEQUENTES DO MONITORAMENTO DE DENGUE Para as consultas subsequentes de monitoramento de Dengue, o médico deverá sempre se atentar se o paciente já foi notificado e está com seu cartão de monitoramento de dengue.  Por se tratar de  consulta subsequente , orientamos que confirme com o paciente se ele já foi notificado, em caso positivo,  para que o sistema não gere novamente o alerta de identificação de notificação , sugerimos  não utilizar o CID A90 Dengue . Nesse caso, sugerimos  utilizar CIDs  que tenham relação com as  queixas atuais do paciente , como: M791  - Mialgia M255  - Dor articular R509  - Febre, não especificada R51  - Cefaléia R074  - Dor torácica, não especificada R10  - Dor abdominal e pélvica R68  - Outros sintomas e sinais gerais Além de outros que julgarem necessários. Vale ressaltar que o prontuário permite a adição de quantos CIDs forem necessários, sem restrição de quantidade. DEMONSTRAÇÃO EM VÍDEO Registro de Monitoramento de Dengue por equipe de Enfermagem na Urgência O registro de monitoramento de enfermagem na Urgência é essencial para o acompanhamento contínuo dos pacientes acometidos por dengue. Os auxiliares/técnicos de enfermagem devem registrar procedimentos locais desenvolvidos para facilitar a geração de relatórios baseados em atividades realizadas. Para facilitar a identificação de atendimentos realizados a pacientes com suspeita ou confirmação de dengue, foram criados cinco procedimentos locais que estão atualmente vinculados ao atendimento de profissionais da enfermagem na tela de evolução , são eles: 9902010090 Monitoramento de Dengue (Dia da Notificação) 9902010091 Monitoramento de Dengue (Grupo A) 9902010092 Monitoramento de Dengue (Grupo B) 9902010093 Monitoramento de Dengue (Grupo C) 9902010094 Monitoramento de Dengue (Grupo D) Assim como os demais registros de atendimentos realizados na unidade, o atendimento a pacientes com suspeita ou confirmação de dengue também deve ter campos mínimos preenchidos , além dos procedimentos . Portanto, o atendimento deve começar seu registro através da  Observação da Evolução na tela de evolução . Nesse campo, fica estabelecido que devem haver informações pré-programadas, essa funcionalidade dentro do sistema ainda não existe, porém, deverá existir em novas versões, uma vez que haverá solicitação de melhoria que inclua pré-registros cadastrados para facilitar o preenchimento dos atendimentos. Enquanto a melhoria não é realizada, o pré-registro pode ser visualizado e copiado abaixo, para facilitar o preenchimento. Pré-registro para "Motivo de consulta" de Dengue na "Escuta Inicial" MONITORAMENTO DE DENGUE DIA DE EVOLUÇÃO (D0, D+1, D+2...): GRUPO ESPECIAL (<2 anos, gestante, puérpera, >=65 anos, comorbidades ou risco social) Qual: Início dos sintomas:  Prova do laço (positiva ou negativa):  PRESSÃO ARTERIAL Aferição de PA em pé: (anotação de aferição sentado ou deitado no campo de aferição abaixo) SINAIS DE ALARME Dor abdominal (escala numérica): Vômitos persistentes (sim ou não): Hipotensão postural/desmaio (sim ou não): Sangramentos aparentes/importantes (sim ou não): Sonolência/ Irritabilidade (sim ou não): Desconforto respiratório (sim ou não): Diminuição da quantidade de urina (sim ou não): Suor frio/pele fria (sim ou não): Queda da temperatura (sim ou não): SINAIS DE CHOQUE Hipotensão arterial (sim ou não): PA convergente (diferença <20mmHg) (sim ou não): Pulso rápido e fino (sim ou não): Extremidades frias/cianoses (sim ou não): Enchimento capilar Lento (>2 segundos) (sim ou não): CLASSIFICAÇÃO DE RISCO Classificação de risco (A, B, C ou D): Ingeriu a quantidade de líquido recomendada pelos serviços de saúde? (sim ou não): Quantidade (aproximadamente):  Está trabalhando neste período em que está doente? (sim ou não): Está fazendo uso de repelente? (sim ou não): Copiando o pré-registro sugerido acima, você deve prosseguir com os preenchimentos antropométricos e demais informações do paciente, de acordo com o que se estabelece nos protocolos de Dengue. De acordo com o fluxo já estabelecido nas evoluções realizadas pela equipe de enfermagem, o proximo passo é cadastrar os procedimentos realizados no atendimento, além dos comumente utilizados para registro de atendimento de monitoramento de dengue, deveremos também lançar os procedimentos locais citados no início desse capitulo, de acordo com a avaliação realizada no paciente. O Procedimento  9902010090  Monitoramento de Dengue ( Dia da Notificação ) deverá ser utilizado apenas no dia em que o paciente foi de fato notificado, seguido de algum dos procedimentos que irão identificar a qual grupo pertence o paciente. Caso o acompanhamento esteja sendo realizado em um dia subsequente ao da notificação, o registro não deve conter o procedimento  9902010090   Monitoramento de Dengue ( Dia da Notificação ), devendo ser marcado apenas um dos outros procedimentos que correspondam com qual é o grupo de monitoramento que o paciente pertence. Após o lançamento dos procedimentos, você pode finalizar a evolução clicando em .     Protocolo de integração de laboratórios terceiros Este capítulo aborda a integração entre laboratórios terceirizados e o Sistema de Gestão em Saúde Pública, detalhando os processos de envio de solicitações de exames e cancelamentos, bem como o recebimento de resultados e registro de problemas na coleta. São apresentados os requisitos técnicos, fluxos de comunicação via webservices e exemplos de estrutura XML para garantir a interoperabilidade eficiente entre os sistemas. Envio de requisições/solicitações e cancelamento de coletas Atenção:  Esse capítulo é uma transcrição do arquivo original enviado pela empresa responsável pelo Sistema de Gestão Pública de Saúde, para acessar o documento original na integra realize o download abaixo Integração laboratório - Envio de Solicitação.pdf Objetivo do documento Este manual de interoperabilidade tem como objetivo permitir que as empresas responsáveis pelos sistemas de laboratórios terceirizados desenvolvam drivers de comunicação capazes de receber requisições de exames, assim como o cancelamento das mesmas, provenientes do sistema de gestão em saúde pública. Com essa integração, o laboratório contratado terá acesso rápido e automatizado às informações disponibilizadas pelo cliente, o que agilizará significativamente as atividades laboratoriais do dia a dia. Detalhes Técnicos Pré-requisitos É necessário que o sistema do laboratório terceirizado seja capaz de receber a requisição do SIS, utilizando os protocolos REST ou SOAP. O protocolo REST é mais leve e utiliza métodos HTTP para interação com recursos, enquanto o protocolo SOAP é mais estruturado e utiliza XML para definir a estrutura da mensagem. A escolha entre REST e SOAP dependerá das necessidades específicas do projeto e das capacidades do sistema de laboratório terceirizado. No caso em que a instalação local do software de laboratório terceirizado não possui um endereço de entrada externo, é necessário acionar a equipe técnica da Vivver para estabelecer uma rede VPN. Essa VPN permitirá a conexão com o host do laboratório, viabilizando a comunicação segura entre os sistemas. Dessa forma, mesmo sem um endereço externo, a integração poderá ser realizada de forma adequada. Em casos onde a aplicação estiver com instalação local, e for necessário o uso da VPN, o endpoint do laboratório terceiro deve estar preparado para receber as requisições através da porta 7001. No caso da utilização da VPN, deverá ser parametrizado no SIS o host do certificado utilizado na VPN onde o software de laboratório terceirizado está localizado. O cliente deve parametrizar as unidades de saúde que enviarão os dados de solicitação de exames. Caso essa parametrização não seja realizada, nenhuma unidade enviará automaticamente os dados de solicitação de exames. A unidade de saúde deve criar e recepcionar a solicitação de exames, incluindo os respectivos exames que serão integrados, para que a transmissão seja realizada via webservice. Envio de requisições - Fluxo simplificado Após o alinhamento dos códigos do laboratório terceiro e a ativação do serviço para a unidade específica, no momento em que a coleta de amostras dos exames for registrada, as solicitações serão enviadas para uma fila de transmissão interna. Em um curto intervalo de tempo, as solicitações da fila serão transmitidas via webservice. No processo de transmissão, o sistema Vivver aguardará o retorno do request dos exames para atualizar os dados nas respectivas solicitações. Isso garante que posteriormente, os resultados sejam recebidos e registrados corretamente, proporcionando a atualização dos dados pertinentes ao atendimento médico e à rotina laboratorial. Endereço do Serviço URL do Serviço: http://url_endpoint/InterfaceService.asmx ou host da VPN Método HTTP: POST SOAPAction: "ReceberPedido" Content-Type: text/xml;charset=UTF-8 Definição do XML de envio de envio de requisição Campo Descrição Tipo do Dado Tamanho pedido_lab.ordem_servico Número da solicitação de exames no Sistema de Gestão Pública de Saúde Numérico 13 pedido_lab.codigo_pedido Número da solicitação de exames no Sistema de Gestão Pública de Saúde Numérico 13 pedido_lab.pedido.codigo Número da solicitação de exames no Sistema de Gestão Pública de Saúde Numérico 13 pedido_lab.pedido.ordem_servico Número da solicitação de exames no Sistema de Gestão Pública de Saúde Numérico 13 pedido_lab.pedido.origem Nome da unidade saúde que solicitou os exames Texto 255 pedido_lab.pedido.profissional Nome do profissional da unidade de saúde que solicitou os exames Texto 255 pedido_lab.pedido.ufconselho UF do conselho do profissional que solicitou os exames Texto 2 pedido_lab.pedido.orgaoemissor Nome do órgão emissor do profissional solicitante Texto 255 pedido_lab.pedido.numconselho Número do conselho do profissional solicitante Texto 13 pedido_lab.pedido.equipe Número INE da equipe em que o profissional solicitante está vinculado Numérico 10 pedido_lab.pedido.posto Posto de Coleta sugerido Texto 120 pedido_lab.pedido.urgente Indica se o exame é urgente (S = Sim, N = Não) Texto 1 pedido_lab.pedido.cnesUnidadeExecutante Código CNES da unidade de saúde que executará o exame. Numérico 7 pedido_lab.pedido.codconvenio Código do plano de saúde no sis relacionado a solicitação Numérico 3 pedido_lab.pedido.convenio Descrição do plano de saúde relacionado a solicitação. Texto 255 pedido_lab.pedido.observacao Justificativa da solicitação Texto 1400 pedido_lab.pedido.gestante Indica se no momento da solciitação a paciente está gestante (S ou N). Texto 1 pedido_lab.pedido.codcid Código do cid relacionado a solicitação. Texto 4 pedido_lab.pedido.datahora Data e hora da solicitação YYYY-MM-DD HH:MM:SS Texto 19 pedido_lab.paciente.codigo Número prontuário do paciente no Sistema de Gestão Pública de Saúde Numérico 13 pedido_lab.paciente.nome Nome do paciente no Sistema de Gestão Pública de Saúde Texto 120 pedido_lab.paciente.sexo Sexo do paciente no Sistema de Gestão Pública de Saúde Texto 1 pedido_lab.paciente.dt_nascimento Data de nascimento do paciente no Sistema de Gestão Pública de Saúde - AA-MM-DD Texto 8 pedido_lab.paciente.raca Código da raça/cor informada no cadastro do paciente: BRANCA PRETA PARDA AMARELA INDIGENA Numérico 2 pedido_lab.paciente.etnia Enviada somente se a tag raca for 05, conforme tabela padrão do SUS. O código enviado é uma referência ao código usado no eSUS : https://integracao.esusab.ufsc.br/ledi/documentacao/referencias/dicionario.html - Etnia Texto 4 pedido_lab.paciente.altura Altura do paciente informada no momento da coleta Numérico 3 pedido_lab.paciente.peso Peso do paciente informado no momento da coleta Numérico 3 pedido_lab.paciente.cns Número do cartão nacional do SUS do paciente Numérico 15 pedido_lab.paciente.obscoleta Observação da coleta Texto 255 pedido_lab.paciente.nomemae Nome da mãe do paciente no SIS Texto 255 pedido_lab.paciente.nomesocial Nome social do paciente informado no SIS Texto 255 pedido_lab.paciente.endereco Endereço de residência do paciente Texto 255 pedido_lab.paciente.cep CEP de residência do paciente Numérico 8 pedido_lab.paciente.telefone Telefone principal do paciente informado no SIS Numérico 15 pedido_lab.paciente.email E Mail do paciente preenchido no SIS Texto 255 pedido_lab.paciente.rg Número do documento de identidade do paciente Texto 20 pedido_lab.paciente.cpf Número CPF do paciente Numérico 11 pedido_lab.exames.exame.codigo Código do exame no Sistema de Gestão Pública de Saúde Numérico 10 pedido_lab.exames.exame.amostra ID da amostra da solicitação / código de barras da amostra Numérico 13 pedido_lab.exames.exame.amostras.amostra.amostra.cbarra ID da amostra da solicitação / código de barras da amostra Numérico 13 pedido_lab.exames.exame.descricao Descrição do exame no Sistema de Gestão Pública de Saúde Numérico 70 pedido_lab.exame.recoleta Indica se houve registro de problema na coleta S ou N Texto 1 pedido_lab.exame.codmotivorecoleta Código do motivo de problema na coleta quando existir recoleta for S Numérico 3 pedido_lab.exame.desmotivorecoleta Descrição do motivo de problema na coleta quando recoleta for S Texto 255 pedido_lab.exames.exame.questionario.codigoPergunta Código de identificação da pergunta do questionário respondido para o exame Numérico 4 pedido_lab.exames.exame.questionario.pergunta Descrição da pergunta do questionário Texto 120 pedido_lab.exames.exame.questionario.resposta Respostas das perguntas do questionário Texto 120 pedido_lab.exames.anamnese.””tag_name”” Este bloco traz os mesmos dados das tags questionário acima, porém em uma estrutura diferente, onde o campo tag_name parametrizado nas perguntas e seus respectivos valores são enviadas como tag do objeto anamnese. Texto 120 pedido_lab.exames.exame.itens.item.codigoItem Código do item de resultado do exame no Sistema de Gestão Pública de Saúde Numérico 4 pedido_lab.exames.exame.itens.item.sgl Sigla do item de resultado do exame no Sistema de Gestão Pública de Saúde Texto 10 pedido_lab.exames.exame.itens.item.descricao Descrição da sigla do item de resultado do exame no Sistema de Gestão Pública de Saúde Texto 70 Envio de requisição via cURL # Envio de requisição via cURL curl --location 'http://url_endpoint/InterfaceService.asmx' \ --header 'SOAPAction: ReceberPedido' \ --header 'Content-Type: text/xml;charset=UTF-8' \ --data 'PASTE_XML_HERE' 2022060003391 2022060003391 2022060003391 2022060003391 LABORATORIO MUNICIPA PROFISSIONAL TESTE MG 99999 LABORATORIO MUNICIPAL N 9999999 N 2022-06-30 11:23 166906 Teste um F 2024-01-01 03 999999999999999 Estrangeira RUA TESTE ,1, CENTRO, MUNICIPIO TESTE 35599999 99999999 99999999999 299 047860200108 047860200108 HEMATOCRITO 1 teste 1 10 2 teste 2 Sim 3 teste 3 ["", "Não pratica"] 10 S N N 1 HEMAT HEMATOCRITO 999 IntExa Integração Exame Definição do XML esperado no response de envio de requisição Campo Descrição Tipo do Dado Tamanho ordemServico Código da ordem de serviço String 50 codigoPedido Código do pedido do cliente String 50 exames.exame.codigo Código do exame String 50 exames.exame.amostras.amostra.codig oBarra Código de barras da amostra - não é obrigatório String 50 exames.exame.amostras.amostra.etique ta Dados da etiqueta String 50 retorno Situação da geração do pedido Boolean 50 desErro Descrição da situaçãp geração do pedido String 50 2023090000007 2023090000007 127 0121000208 true Envio de cancelamento - Fluxo Simplificado No momento em que o cancelamento da coleta de um determinado exame da solicitação, ou de todos, é efetuado, a situação do registro já existente na fila de transmissão interna é atualizada para ser cancelada. Em um curto intervalo de tempo, estes cancelamentos da fila serão transmitidos via webservice para método específico. Endereço do Serviço URL do Serviço: http://url_endpoint/InterfaceService.asmx ou host da VPN Método HTTP: POST SOAPAction: "ReceberCancelamento" Content-Type: text/xml;charset=UTF-8 Definição do XML de envio de envio de requisição Campo Descrição Tipo do Dado Tamanho pedidoLab.identificador Nome do sistema de gestão em saúde pública String fixa SISGS pedido_lab.pedido.codigo Número da solicitação de exames no SIS Vivver Numérico 13 pedido_lab.pedido.ordem_servico Número da solicitação de exames no SIS Vivver Numérico 13 pedido_lab.pedido.cancelamentoTotal Indica se é cancelamento outal ou somente de determinado registro boolean false ou true pedido_lab.pedido.exames.exame.codigo Código do exame cancelado Integer 5 pedido_lab.pedido.exames.exame.codmotivorecoleta Código no SIS do motivo do cancelamento da amostra Integer 5 pedido_lab.pedido.exames.exame.desmotivorecoleta Descrição do motivo do cancelamento da amostra Texto 255 # Envio de requisição via cURL para cancelamento de exames curl -X POST http://vpn1.root.ooo:7017/InterfaceService.asmx \ -H "SOAPAction: \"ReceberCancelamento\"" \ -H "Content-Type: text/xml;charset=UTF-8" \ -d 'PASTE_XML_HERE' SISGS 2024080000008 2024080000008 false 1554 32 AMOSTRA INSUFICIENTE 10 31 AMOSTRA INCORRETA Definição do XML esperado no response de envio de cancelamento Campo Descrição Tipo do Dado Tamanho pedido.codigo Número da solciitação String 50 exames.exame.codigo Código do exame String 50 exames.exame.desricaoRetorno Descrição da situação do cancelamento do exame String 50 .situacao Situação da geração do cancelamento Boolean 50 descricao Descrição da situaçãp geração do cancelamento String 50 true 2024080000087 839 Exame(s) Cancelado(s) com sucesso. 003 Exame(s) Cancelado(s) com sucesso. true Processo realizado com sucesso. Recebimento de Resultados e Registros de Problemas de Coleta Atenção: Esse capítulo é uma transcrição do arquivo original enviado pela empresa responsável pelo Sistema de Gestão Pública de Saúde, para acessar o documento original na integra realize o download abaixo Integração laboratório - Recebimento de resultados e problemas.pdf Objetivo do documento Este documento tem como objetivo descrever o processo de recebimento de resultados de exames enviados pelo laboratório terceiro, bem como a funcionalidade de registro de problemas na coleta dos exames. Essas informações serão transmitidas por meio da integração SIS (Sistema de Integração de Saúde) por parte do laboratório terceiro, utilizando um serviço web (Webservice). Esse sistema permite que o laboratório contratado entregue de forma eficiente e automatizada os resultados dos exames ao cliente, otimizando assim os procedimentos laboratoriais. Além disso, a funcionalidade de registro de problemas na coleta dos exames proporcionará um controle mais abrangente e preciso sobre eventuais dificuldades encontradas durante o processo de coleta, contribuindo para uma gestão mais eficaz da operação. Pré requisitos O laboratório terceiro deve ser capaz de consumir o webservice do SIS através do protocolo SOAP. O cliente deve permitir às unidades de saúde que enviem os dados de solicitação de exame, caso contrário nenhuma unidade enviará os dados automaticamente. A unidade de saúde deve criar e recepcionar a solicitação com os respectivos exames que serão integrados para que ocorra a transmissão da mesma via webservice. Autenticação O Sistema de Gestão Pública de Saúde aguardará o laboratório consumir o serviço de envio na seguinte estrutura: ENDPOINT sistema: https://sorocaba-sp.vivver.com Deverá ser solicitado ao suporte a criação do usuário e senha, para ser utilizado no consumo dos serviços disponíveis no webservice. Exemplo: usuário: integracao senha: integracao#senha Para validação da conexão com o ENDPOINT , deverá realizar o consumo do serviço "requisita_token". Exemplo: Verbo -> POST URL: https://sorocaba-sp.vivver.com/lab/integracao_afip/requisita_token?usuario=integr acao&senha=integracao#senha Response: O token tem validade de 10 minutos. e94c0dbf34af4564ac23bcc013eaa7e4 Envio dos resultados de exames Ao consumir o serviço o laboratório terceiro deve enviar um XML conforme a estrutura descrita abaixo. Após o recebimento deste XML o SIS irá traduzir os resultados para a linguagem própria e incluir em sua base junto ao registro do paciente. Exemplo: Verbo -> POST EnviaResultadoURI: https://sorocaba-sp.vivver.com/lab/integracao_afip/envia_resultado O Token adquirido no método requisita_token, deve ser informado no cabeçalho da requisição e enviar o xml de resultado, conforme exemplificado abaixo: Definição do XML O XML para recebimento de resultados do laboratório terceiro seguirá o seguinte padrão: Campo Descrição Tipo do Dado Obrigatório RecebeResultado.ResultadoLab.ordem Servico Número da solicitação de exames no Sistema de Gestão Pública de Saúde String(13) Sim RecebeResultado.ResultadoLab.cnesU nidadeExecutante Código CNES - Código Nacional de Estabelecimentos de Saúde Integer Não RecebeResultado.ResultadoLab.pedido. codigo Número do pedido na base do laboratório terceiro String(12) Não RecebeResultado.ResultadoLab.pedido. posto Código posto de coleta Integer Não RecebeResultado.ResultadoLab.pedido. postoDescricao Posto em que foi feito a coleta String(80) Não RecebeResultado.ResultadoLab.pedido. convenio Número do convênio String Não RecebeResultado.ResultadoLab.pedido. ordemServicoApoio Ordem de serviço de apoio String Não RecebeResultado.ResultadoLab.pedido. dadosCadastrais Dados cadastrais adicionais String Não RecebeResultado.ResultadoLab.pacient e.codigo Número do prontuário do paciente no Sistema de Gestão Pública de Saúde Integer Não RecebeResultado.ResultadoLab.pacient e.nome Nome do paciente no Sistema de Gestão Pública de Saúde String Não RecebeResultado.ResultadoLab.pacien te.sexo Nome do paciente no Sistema de Gestão Pública de Saúde String(1) Não RecebeResultado.ResultadoLab.pacient e. Data de nascimento do paciente no Sistema de Gestão Pública de Saúde String(8) AAAAMMDD Não RecebeResultado.ResultadoLab.pacient e.cpf CPF do paciente no Sistema de Gestão Pública de Saúde String(11) Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.codigo Código do exame no Sistema de Gestão Pública de Saúde Integer Sim RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.mnemonico Dado adicional sobre exame String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.descricao Descrição do exame String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.mascara.data Data texto máscara. Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.mascara.hora Hora texto máscara. Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.mascara.versaoMascara Versão da máscara. Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.amostras.amostra.codigoBarra Código de barras.Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.amostras.amostra.tipo Tipo da amostra. Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.guia Código da guia. Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.observacao Observação do exame String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.solicitacao.data Data da soliciação do exame String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.solicitacao.hora Hora da solicitação do exame String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.coleta.data Data / hora coleta no laboratório terceiro String DD/MM/AAAA HH:MM:SS Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.coleta.hora Hora coleta no laboratório terceiro String HH:MM:SS Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.coleta.codResponsavel Código do responsável pela coleta no laboratório terceiro String(8) Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.coleta.nomeResponsavel Nome do responsável pela coleta no laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.liberacao.data Data / hora liberação no laboratório terceiro String DD/MM/AAAA HH:MM:SS Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.liberacao.hora Hora liberação no laboratório terceiro HH:MM:SS Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.liberacao.codResponsavel Código do responsável pela liberação no laboratório terceiro String(8) Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.liberacao.nomeResponsavel Nome do responsável pela liberação no laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.assinado Assinatura do resultado do exame no laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultados.resultado.apelido Sigla do exame no Sistema de Gestão Pública de Saúde String(5) Sim RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultados.resultado.valor Valor do resultado do exame Decimal Sim RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultados.resultado.tipo Tipo do resultado do exame. Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultados.resultado.unMedida Unidade de medida do resultado do exame. Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultados.resultado.vlReferen cia Valor de referência do exame. Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultados.resultado.limiteSup erior Limite superior do resultado de exame. Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultados.resultado.limiteInferi or Limite inferior do resultado de exame. Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultados.resultado.processo Processo do resultado de exame. Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultados.resultado.metodolo gia Metodologia do resultado de exame. Uso do laboratório terceiro String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultados.resultado.culturaPo sitiva Resultado do exame cultura foi positivo String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultados.resultado.imagemb ase64 Imagem do resultado do exame formato base 64 Base 64 Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultadosCultura Resultados do exame de cultuta String Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultadoPdf Arquivo PDF dos resultados dos exames da solicitação Base 64 Não RecebeResultado.ResultadoLab.exame s.exame.resultadoUrlExame URL do resultado do exame da solicitação String Não RecebeResultado.ResultadoLab.resulta doURLPedido URL do resultado da solicitação de exames String Não Exemplo da requisição de recebimento de resultados # Envio de requisição via HTTP para envio de resultados laboratoriais Method: POST RequestUri: 'https://www.municipio-mg.vivver.com/lab/integracao_afip/envia_resultado' Version: 1.1 Content: System.Net.Http.StringContent Headers: { Accept-Encoding: deflate Cache-Control: no-cache, max-age=0 Authorization: Token AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA SOAPAction: http://tempuri.org/IServicoRecebeResultado/RecebeResultado Content-Type: text/xml; charset=utf-8 } 2022120014372 123456 29727 NOME DO CIDADÃO F 20020708 91 HEMOGRAMA COMPLETO 047876500108 08/07/2022 15:39:00 DANUZAMX 08/01/2022 16:50:00 BIOQUIM1 GRUABODET A OBS Envio de problemas na coleta dos exames Para registrar problemas durante as coletas dos exames, o laboratório terceiro terá a flexibilidade de reportar questões de duas maneiras distintas: para a solicitação como um todo, utilizando um único motivo, ou de forma específica para exames individuais. Para realizar esse processo, o laboratório deverá utilizar o Webservice de acordo com as diretrizes estabelecidas, seguindo o mesmo método de autenticação. É importante salientar que os códigos dos motivos a serem incluídos nas requisições devem estar previamente cadastrados no Sistema de Gestão Pública de Saúde. Portanto, é necessário que o laboratório terceiro entre em contato com a equipe operacional do sistema para obter esses códigos, assegurando uma comunicação eficaz e padronizada. Exemplo: Verbo -> POST EnviaResultadoURI: https://municipio-mg.empresa.com/lab/integracao_afip/cancela_exame O Token adquirido no método requisita_token, deve ser informado no cabeçalho da requisição e enviar o xml de resultado, conforme exemplificado abaixo: Definição do XML O XML para recebimento de resultados do laboratório terceiro seguirá o seguinte padrão: Campo Descrição Tipo do Dado Obrigatório CancelamentoIntegracao.pedido.ordem Servico Número da solicitação de exames no Sistema de Gestão Pública de Saúde String(13) Sim CancelamentoIntegracao.pedido.cancel amentoTotal indica se a requisição é para registrar problema para toda solicitação ou exames específicos true = cancelar toda solicitação.. boolean Sim CancelamentoIntegracao.pedido.codigo _motivo Código do motivo do problema. Esta tag somente é necessária se o cancelamentototal for igual a true, caso contrário não informar. Integer Se cancelamento total for igual a true. CancelamentoIntegracao.pedido.exame s.exame.codigo Código do exame que deseja registrar problema na coleta Integer Se cancelamento total for igual a false. CancelamentoIntegracao.pedido.exame s.exame.codigo_motivo Código do motivo de problema na coleta String(80) Somente se cancelamento total for igual a false. Exemplo de requisição # Envio de requisição via HTTP para cancelamento de exames Method: POST RequestUri: 'https://www.municipio-mg.vivver.com/lab/integracao_afip/cancela_exame' Headers: { Accept-Encoding: deflate Cache-Control: no-cache, max-age=0 Authorization: Token AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA SOAPAction: http://tempuri.org/IServicoRecebeResultado/RecebeResultado Content-Type: text/xml; charset=utf-8 } 2023090000021 false 6 54 2 102 3 Prontuário Eletrônico do Cidadão na Urgência e Emergência O módulo de Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) na rede de Urgência e Emergência foi implantado com o objetivo de qualificar o registro clínico e o acompanhamento dos atendimentos realizados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nas unidades de Pronto Atendimento (PAs) da rede municipal. 1. Orientações Gerais sobre o Sistema Neste capítulo, abordaremos os conceitos e orientações iniciais para utilização do Sistema com PEC. 1.1 Versão do Sistema Usada neste Manual Esse manual é desenvolvido para familiariza e orientar a correta utilização do Sistema de Gestão Pública de Saúde utilizado na Secretaria da Saúde de Sorocaba/SP. O Acesso a ele se dá através da internet, pelo endereço  https://sisweb.sorocaba.sp.gov.br/ Para desenvolver o manual, usamos de referência a  versão 24.12.01 . 1.2 Organização e Componentes- Padrão do Sistema O Sistema Integrado de Saúde foi pensado para ser uma ferramenta que trás familiaridade ao usuário, considerando que o Sistema Operacional mais utilizado no mundo é o Microsoft Windows e que ele tem o conceito de utilização de Menu Inicial, Barra de Tarefas e Área de Trabalho. A Ferramenta foi pensada em utilizar como base a padronização de visualização do SO, com uma estrutura familiar onde os Módulos podem ser encontrados em um menu, que as telas dos módulos podem ser inseridas na área de trabalho para facilitar o acesso e que cada uma delas, quando abertas, ficará visivel na barra de tarefas do sistema. 1.2.1 Orientações Básicas de Utilização do Sistema No quadro abaixo, são apresentadas algumas orientações gerais sobre os componentes padronizados no sistema. De finições Rrepresentação visual Campos obrigatórios : são marcados com  *  (asterisco) e devem ser obrigatoriamente preenchidos. Campos obrigatórios não preenchidos:  ficam na cor vermelha. Barra de erros:  O Sistema é preparado para apresentar no rodapé da página uma barra que descreve os erros ao realizar algum procedimento, bastando parar o mouse sobre "Mostrar todos os erros" para saber o que resolver. Campos quadrados:  ( checkbox ) são para a escolha de mais de uma opção. Campos em círculo  ( radio button ) :  são de única escolha.  [ATENÇÃO]:  após selecionado, não será possível desvincular a escolha por uma das outras opções. Caso selecione por engano, será necessário cancelar o registro e reiniciar o processo. Data:  digite a data ou clique no símbolo no canto direito do campo, onde aparecerá o calendário, com a data atual selecionada. Para avançar/retroceder o mês: clicar nas setas   ou  ; Para avançar/retroceder o mês/ano: clicar sobre  . Para localizar o dia atual mais rápido, basta clicar em  . Caixa de seleção:  ao digitar parte da palavra desejada, o sistema automaticamente traz todos os registros que contêm a palavra, após selecione o item desejado. Topo da Tela:  o botão no canto inferior direito das telas serve para levar a visualização da página ao topo de maneira mais rápida. Status das Telas:  no canto inferior das telas haverá sempre a sinalização da utilização dela no momento, podendo essa ser demonstrada com os status de Inserção, Localização e Visualização. As telas funcionarão diferente de acordo com seus status Bloco de Informação:  O   Sistema é modular e é pensado em blocos de informações, que podem ser minimizados e maximizados. Minimizar Bloco:  Os blocos podem ser minimizados para facilitar a visualização de informações (o contrário também ocorre). Maximizar (Restaurar) Bloco:  Os blocos minimizados também podem ser maximizados (restaurados) para exibir as informações Menu Lateral:  O menu lateral pode ser ocultado também, é uma opção viável para ampliar a área de visualização do preenchimento. Para ocultar você deve clicar em   e para desocultar é só clicar em  Quantidade de resultados na busca:  Algumas informações do sistema serão demonstrados em tabela, com o padrão de mostrar 10 registros, nesse caso, há opção de aumentar a quantidade de registros que deseja visualizar. Exportação de resultados em tabela:  Algumas telas do sistema que retornam os dados em tabela, apresentam no canto superior direito do bloco o botão   que permite extrair a tabela em diversos formatos, incluindo MS Excel ou .csv Parametrização de visualização de tabelas:  Essas tabelas geralmente também permitem a possibilidade de configurar o layout de apresentação, basta clicar no botão   e selecionar quais informações você quer deixar para serem visualizadas em tela. Unidade e setor onde estou trabalhando:  Na barra de tarefas do sistema, no canto inferior direito, há um visualizador fácil para identificar em qual unidade/setor você está logado. 1.3 Controle de Acesso ao Sistema O Sistema controla o acesso dos usuários do PEC por meio de um identificador ( login ) e uma  senha de uso pessoal , portanto, a entrada no sistema é pessoal e individual para cada usuário, conforme pode ser visualizado abaixo ATENÇÃO : Cada profissional terá seu acesso, controle de permissões e controle de auditoria vinculado a seu login (SMS), devendo portanto, utilizar apenas seu login e senha pessoal para o uso do sistema. A identificação para acesso ( login ) será controlada pelo próprio sistema, usando como padrão, o  SMS  cadastrado.  O  login  é pessoal e intransferível , pois busca garantir que os registros feitos no sistema sejam identificados pela identificação de operador do profissional. O controle da  senha  é pessoal e deve ser alterada no primeiro acesso. Para criação da senha, o gestor responsável deverá enviar a  ficha CNES  ( Servidores Fixos  /  Servidores temporários  [CNPJ, Residentes, Estágios, etc.])  preenchida  e enviada por e-mail para  cadastrocnes@sorocaba.sp.gov.br   solicitando vinculação na unidade e liberação de acesso como operador. 1.3.1 Como Criar/Alterar Sua Senha A Senha  padrão do sistema  deve ser alterada  assim que o usuário realizar o  primeiro login , essa é uma tarefa de  responsabilidade do usuário  para garantir a integridade dos dados. A alteração de senha pode ser realizada a qualquer momento. Na barra de tarefas do sistema, localize o   e clique para visualizar a opção  Senha A tela que abrirá quando clicar em Senha pedirá que você informe a senha atual e, após, pedirá que digite uma nova senha e, por questão de segurança, repita a mesma nova senha no campo abaixo, bastando apenas clicar em Atualizar para concluir a tarefa. 1.3.2 Esqueci Minha Senha, o que Faço? Existem quatro maneiras de recuperar sua senha de acesso ao sistema: O  principal canal  para é o de  envio de e-mail  para  suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br  identificando-se e solicitando reset da senha para acesso. Também existe a opção de entrar em  contato por telefone  com o suporte sis para ter mais agilidade ao processo, porém, esse  não exclui a necessidade do envio de email  para auditoria dos chamados realizados. O Contato deve ser feito através do número  (15) 3238 2113 . O Sistema recentemente recebeu o botão  Redefinir Senha  na tela de login, portanto, caso você tenha um e-mail cadastrado no sistema, poderá redefinir a senha a qualquer momento com rapidez. ATENÇÃO:  A redefinição de senha através da tela de login irá funcionar apenas se você tiver um e-mail cadastrado no sistema. Para confirmar essa informação, com o sistema logado você deve clicar em   e verificar se há um e-mail seu cadastrado abaixo do seu nome. O e-mail que aparecer na tela de identificação do operador será o responsável por receber as informações para  redefinição de senha . Caso  não tenha um e-mail cadastrado no sistema , você deverá enviar um e-mail para  suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br , identificando-se e solicitando o  reset da senha  e o  cadastro de um e-mail . Importante:  Não se esqueça de informar um e-mail ao qual você tenha acesso. 1.3.3 Autenticação via gov.br A quarta forma de acesso é por meio do login único gov.br. Essa funcionalidade foi desenvolvida recentemente e já está em pleno funcionamento. Ela foi pensada para facilitar o acesso ao sistema, eliminando a necessidade de memorizar usuário e senha específicos do SMS. Em vez disso, você poderá utilizar as mesmas credenciais que já usa para acessar outros serviços integrados ao gov.br. Além disso, com a nova atualização prevista para os próximos dias, esse também passará a ser o meio oficial de autenticação para a emissão de assinaturas digitais por meio da Assinatura gov.br. 1.3.4 Unidade/Setor Sempre que entrar no Sistema, é indicado que verifique em qual unidade você fez login, caso necessite alterar, você deve clicar em   e após em Unidade. Nessa tela, estarão liberados para você todas as unidades e setores que foram solicitadas para o  Suporte SIS  < suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br >, baseado nas unidades que você tem cadastro no  SCNES . Caso a unidade e/ou setor em que você estiver trabalhando não conste na lista liberada em seu usuário, deverá ser solicitado liberação ao  Suporte SIS  < suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br >, porém, por questão de segurança, essa solicitação deve ser feita pela Coordenação ou com a Ciência da Coordenação (basta colocar a coordenação em Cópia no email). Não esqueça de que, para alterar a unidade/setor do login, você deve  confirmar  a alteração. IMPORTANTE:  Existem dois tipos de liberação no Sistema, a liberação de  Operador  e de  Profissional , ter liberação de Operador na Unidade não significa que você tem liberação para lançar atendimentos como Profissional. O Contrário será impossível de acontecer, uma vez que para lançar atendimento como Profissional, você deverá estar logado(a) na unidade. Demonstração em Vídeo 2. Cidadão (Usuário) Neste capítulo abordaremos as questões relacionadas ao gerenciamento do cadastro de Usuário. Todo cidadão, para ser atendido nas Unidades de Saúde por meio do Sistema com PEC, ou seja, para ter um prontuário eletrônico ativo no sistema, deve possuir um cadastro ativo no sistema, independente deste cadastro estar ou não identificado pelo número do  Cartão Nacional de Saúde  (CNS) ou pelo  Cadastro de Pessoas Físicas  (CPF). Considerando as diferentes fontes de informações da base de cidadãos do Sistema e das possibilidades de consultas integradas à base de Cadastramento Nacional de usuários do SUS (CADSUS), por meio do Cartão Nacional de Saúde (CNS), antes de realizar qualquer ação no cadastro de um cidadão, seja para consultar ou alterar os dados dele ou para cadastrar um novo cidadão, é indicado que seja realizada uma busca sobre a base local ou na base do CNS, quando houver conectividade. 2.1 Cadastro de Usuário O cadastro na tela  Usuários  é um cadastro simplificado que estende e integra os dados necessários do CADSUS. O  padrão mínimo esperado  para realizar um  cadastro  no Sistema é: Nome do Paciente; Data de Nascimento; Sexo; Nome da mãe; Raça/cor; Endereço estruturado: CEP; Logradouro; Bairro; Número; Telefone; CPF; CNS; Municipio de nascimento; ATENÇÃO:  Sempre que possível, cadastre o número NIS do Paciente. Com todos esses dados preenchidos, o cadastro não trará nenhum problema em relação a envio de produção ao Ministério da Saúde. 2.1.1 Cadastro de Usuário Para iniciar um novo cadastro, você deve clicar no ícone  localizado no canto superior esquerdo da janela. É indicado que os pacientes realizem solicitação de cadastro na unidade portando minimamente documento de identidade (RG, CPF ou CNH) e Comprovante de Residência, dessa maneira, bastará preencher os dados do mesmo de acordo com os documentos e salvar o cadastro clicando em   . É importante ressaltar que há indicação de sempre solicitar a apresentação do Cartão SUS ao paciente, porém, em nenhum momento é necessário, de fato. Isso ocorre porque o sistema possui  integração com a base do CNS , permitindo a  consulta para carregar as informações iniciais no cadastro através da base do CADSUS. Com a tela de  Usuário  em modo de  inserção, clique em    no campo CNS. Para realizar a busca na base do CADSUS é necessário informar pelo menos um conjunto mínimo de dados , de forma a garantir que o sistema consiga localizar o paciente corretamente. Os critérios de pesquisa mais utilizados são: Nome do Paciente + Data de Nascimento: Informar o nome completo ou pelo menos o primeiro nome e um sobrenome, juntamente com a data de nascimento. Nome do Paciente + Nome da Mãe: Informar o nome completo ou pelo menos o primeiro nome e um sobrenome, juntamente com o nome da mãe do paciente. CPF: Informando apenas o número do CPF, o sistema já realiza a busca direta na base CADSUS e, se encontrar correspondência, retorna o cadastro completo. Observação: Não existe um campo obrigatório fixo, porém é necessário preencher um dado chave suficiente para que a base nacional consiga realizar a identificação. Recomenda-se experimentar os filtros de pesquisa com as informações disponíveis do paciente. Quanto mais dados informados, maior a chance de retorno correto e único. Após preencher os campos e acionar o botão Pesquisar , o sistema consulta a base nacional do CADSUS e retorna uma lista de registros que atendem aos critérios informados. Podem ser retornados um ou vários registros , de acordo com a precisão dos dados informados na pesquisa. Cada linha da lista representa um possível cadastro correspondente, exibindo os principais dados de identificação do paciente para conferência. Ao localizar o cadastro desejado, o usuário deverá acionar o botão   para realizar a sincronização automática das informações: Essa ação irá: Preencher automaticamente o formulário de cadastro local com os dados importados da base do CADSUS. Permitir, após a sincronização, o complemento ou ajuste manual de eventuais campos adicionais exigidos no sistema local. Observação: É importante validar visualmente os dados retornados antes de efetuar a sincronização, garantindo que o paciente correto será importado. Verifique se as informações importadas do CADSUS contemplam o mínimo esperado. Complemente os dados que estiverem faltando e salvem o cadastro clicando em . ATENÇÃO:  Havendo problemas na Consulta CADSUS, notifique o  Suporte SIS  < suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br > por e-mail solicitando a correção da funcionalidade. Caso tenha  problemas  em relação ao  endereço estruturado  ( CEP ,  Logradouro ,  Bairro ,  Número ), pedimos que  comuniquem  por e-mail o setor de  Saúde Digital  < saudedigital@sorocaba.sp.gov.br > da  Secretaria da Saúde  para verificar a necessidade de  cadastro ou atualização do endereço , devendo então ser preenchido o endereço no campo  Endereço descritivo . Sempre que possível, verifique qual é a área do paciente para vincula-lo a Unidade de referência. A Consulta deve ser realizada pelo CEP da rua diretamente no  Serviço de Localização de Unidades de Saúde . O  Serviço de Localização de Unidades de Saúde  < https://servicos.sorocaba.sp.gov.br/selu/ > pode ser encontrato facilmente na árvore de links da Atenção Primária a Saúde < https://linktr.ee/aps.sorocaba > com o nome " Qual UBS/USF é mais perto? ". 2.2 Busca pelo cidadão Para iniciar a busca pelo cidadão, é necessário selecionar abrir a tela  Usuários  ( Ambulatório  >  Usuários ) e inserir ao menos um dos seguintes dados para realizar a busca clicando em  . Número do Prontuário; Nome do cidadão; Número do CNS do cidadão; Número do CPF; Data de nascimento; Nome da mãe; Em caso de sucesso na busca pelo cidadão o resultado mostrará todas os campos com informações do cidadão preenchidos, como nome, data de nascimento, número do CNS e CPF, sexo, nome da mãe, unidade referência, endereço estruturado ou endereço descritivo, telefone, município de nascimento e a data da última atualização do cadastro, entre outros. É importante ressaltar que a busca poderá trazer usuários inativos, podendo ser visualizadas diretamente na mesma tela. Esses cadastros podem ser reativados editando o cadastro, clicando em  . Dependendo do campo que você utilize para localizar o prontuário, o sistema sempre irá realizar uma busca na  base  de cadastro  local (do próprio sistema)  e poderá trazer um ou mais resultados, restando ao profissional a escolha do cidadão que está sendo buscado. Caso a busca seja muito genérica o sistema retornará uma mensagem de que muitos cadastros foram encontrados e irá solicitar o refinamento da busca para aproximar com mais fidedignidade os resultados que o profissional está esperando. 2.3 Edição de Cadastro A edição do cadastro de usuário será possível sempre que a tela estiver em modo de Visualização, e deverá ser feita clicando em  . É importante destacar que o cadastro do usuário deve estar sempre atualizado, dentro de nossos alcances, porém, caso esse paciente tenha vinculação em alguma família, a edição poderá ser realizada apenas pela Agente Comunitária de Saúde da Unidade Referência do Paciente. 2.3.1 Paciente vinculado a uma família Você pode verificar essa informação em  Família No exemplo acima, o paciente em questão está vinculado a uma família e, portanto, a unidade referência dele deverá ser notificada por email para realizar a liberação. Segue lista de email das unidades para facilitar a comunicação, bem como um padrão de texto esperado para realizar a solicitação. UBS Angélica  < csangelica@sorocaba.sp.gov.br > USF Aparecidinha  < csaparecidinha@sorocaba.sp.gov.br > USF Barão  < csbarao@sorocaba.sp.gov.br > UBS Barcelona  < csbarcelona@sorocaba.sp.gov.br > USF Brigadeiro Tobias  < csbrigadeirotobias@sorocaba.sp.gov.br > USF Cajuru  < cscajuru@sorocaba.sp.gov.br > UBS Carandá  < ubscaranda@sorocaba.sp.gov.br > UBS Cerrado  < cscerrado@sorocaba.sp.gov.br > UBS Éden  < cseden@sorocaba.sp.gov.br > UBS Escola  < csescola@sorocaba.sp.gov.br > UBS Fiori  < csfiore@sorocaba.sp.gov.br > USF Habiteto  < cshabiteto@sorocaba.sp.gov.br > UBS Haro  < csvlharo@sorocaba.sp.gov.br > UBS Hortencia   < csvlhortencia@sorocaba.sp.gov.br > UBS Laranjeiras  < cslaranjeiras@sorocaba.sp.gov.br > USF Lopes de Oliveira  < ubslopesdeoliveira@sorocaba.sp.gov.br > UBS Maria do Carmo  < csmariadocarmo@sorocaba.sp.gov.br > UBS Marcia Mendes  < csmarciamendes@sorocaba.sp.gov.br > UBS Maria Eugênia  < csmariaeugenia@sorocaba.sp.gov.br > UBS Mineirão  < csmineirao@sorocaba.sp.gov.br > USF Nova Esperança  < csnovaesperanca@sorocaba.sp.gov.br > UBS Nova Sorocaba  < csnovasorocaba@sorocaba.sp.gov.br > USF Paineiras  < cspaineiras@sorocaba.sp.gov.br > USF Rodrigo  < usfrodrigo@sorocaba.sp.gov.br > USF Sabiá  < cssabia@sorocaba.sp.gov.br > UBS Santana  < csvlsantana@sorocaba.sp.gov.br > USF São Bento  < cssaobento@sorocaba.sp.gov.br > UBS São Guilherme  < cssaoguilherme@sorocaba.sp.gov.br > UBS Simus  < csjdsimus@sorocaba.sp.gov.br >  UBS Sorocaba I  < cssorocaba1@sorocaba.sp.gov.br > USF Ulisses Guimarães  < csulisses@sorocaba.sp.gov.br > USF Vitória Régia  < csvitoriaregia@sorocaba.sp.gov.br > USF Wanel Ville  < cswanelville@sorocaba.sp.gov.br > Texto esperado em email para desvincular paciente de família Olá, tudo bem? Sou  [IDENTIFICAR-SE]  e trabalho na unidade  [NOME DA SUA UNIDADE] . Recebemos o paciente prontuário  [NUMERO DO PRONTUÁRIO]  relatando alteração de endereço de residência, notamos que o mesmo está vinculado a sua unidade  [NOME DA UNIDADE REFERÊNCIA]  na família: Segmento:  [NÚMERO DO SEGMENTO] Área:  [CÓDIGO DA ÁREA]  -  [NOME DA ÁREA] Micro Área:  [NÚMERO DA MICRO ÁREA] Nº da família:  [NÚMERO DA FAMÍLIA] Por ter apresentado comprovante de residência, solicitamos a desvinculação do paciente da família com endereço  [ENDEREÇO ESTRUTURADO ANTERIOR DA FAMÍLIA (CEP, LOGRADOURO, BAIRRO, NÚMERO)]  e correção do cadastro do mesmo para o endereço  [ENDEREÇO ESTRUTURADO ATUAL DA FAMÍLIA (CEP, LOGRADOURO, BAIRRO, NÚMERO)] , bem como sua vinculação com a Unidade Referência  [NOME DA SUA UNIDADE] . Atenciosamente, [SEU NOME COMPLETO] 2.3.1 Paciente sem vínculo com família Caso não haja vinculação de família no cadastro do paciente, a edição deverá ser realizada clicando em   e, para obter sucesso, bastará apenas preencher os campos mínimos esperados. Nome do Paciente; Data de Nascimento; Sexo; Nome da mãe; Raça/cor; Endereço estruturado: CEP; Logradouro; Bairro; Número; Telefone; CPF; CNS; Municipio de nascimento; ATENÇÃO:  Sempre que possível, cadastre o número NIS do Paciente. 2.4 Informações adicionais do paciente No cadastro de pacientes, o sistema conta com um recurso valioso chamado  Informações Adicionais do Paciente . Esse é um campo de texto livre, ideal para registrar informações que facilitem o alinhamento entre os operadores, promovendo um atendimento mais ágil e eficiente. No entanto, é importante destacar que, apesar de ser um campo aberto, ele  não deve ser utilizado para registrar o número de prontuário CROSS/SIRESP , pois há um campo específico destinado a essa finalidade nas solicitações de procedimentos ou guias de encaminhamento. Por outro lado, esse espaço pode ser muito útil para anotações como a retirada de documentos ou qualquer outra observação relevante que contribua para um histórico organizado e uma comunicação eficaz entre a equipe. 2.5 Anexar documento O sistema oferece uma ferramenta essencial para a organização e gestão de documentos dos pacientes: a opção de  anexar arquivos diretamente ao cadastro . Com esse recurso, qualquer documento apresentado pelo paciente na unidade pode ser  digitalizado e armazenado com segurança , facilitando o acesso às informações sempre que necessário. Além de reduzir o uso de papel, essa funcionalidade garante que a equipe tenha à disposição, de forma prática e rápida, todos os registros importantes do paciente. Dessa forma, evita-se a perda de documentos físicos e melhora-se a comunicação entre os profissionais que realizam o atendimento. Sugestões de documentos que podem ser anexados: Comprovante de residência RG ou outro documento de identificação Cartão SUS Termo de consentimento informado Autorização para procedimentos médicos Declaração de acompanhamento Laudos médicos e exames apresentados pelo paciente Qualquer outro documento relevante para o atendimento Manter os documentos digitalizados no sistema não só organiza melhor as informações do paciente, mas também  torna o atendimento mais ágil, seguro e eficiente . Sempre que um comprovante ou termo precisar ser consultado, ele estará ali, acessível com apenas alguns cliques! 2.6 Portal do cidadão e Aplicativo Agenda UBS Sorocaba O acesso dos pacientes ao sistema foi concebido com base na  Lei nº 10.528, de 31 de julho de 2013 , que estabelece a transparência dos dados relacionados à saúde pública no município. Mais do que disponibilizar informações gerais, essa legislação incentivou a criação de ferramentas que permitem ao próprio paciente acessar seus registros, promovendo mais autonomia e facilitando o acompanhamento de seu histórico de saúde. Essas ferramentas estão disponíveis  exclusivamente para usuários da rede municipal , pois o acesso é vinculado ao cadastro do paciente no sistema, com ênfase no registro do  CPF , garantindo maior segurança e controle das informações. Uma vez que o paciente tem um número de prontuário no sistema, com a informação do CPF corretamente preenchida, o mesmo deverá ser informado sobre a senha do portal, que pode ser visualizada no final da tela  Usuários. A senha demonstrada acima é utilizada atualmente para o aplicativo de agendamentos. 2.6.1 Aplicativo "Agenda UBS Sorocaba" O aplicativo  Agenda UBS Sorocaba  está publicado na  Apple Store  para celulares com Sistema Operacional iOS e na  Google Store  para celulares com Sistema Operacioanl Android. É a ferramenta atual disponível para que a população consiga visualizar notícias, verificar os dados e atualizar número de celular e e-mail, verificar o cartão de vacina, realizar agendamento para consulta nas unidades de atenção primária, verificar os agendamentos futuros e anteriores e confirmar presença nas consultas. Demonstração em Vídeo   3. Recepção - UPA/Urgência A tela de Recepção é o ponto inicial de registro dos atendimentos no módulo de urgência e emergência (UPA). É através dela que os pacientes são recepcionados, e, quando necessário, também permite realizar o cadastro inicial do paciente, seguindo os mesmos critérios utilizados na tela de cadastro convencional. 3.1 Acesso à tela de recepção Para iniciar um novo registro de recepção, o operador deve acionar o botão "+" (Adicionar Novo Registro) disponível na parte superior da tela. Ao clicar, será exibida a tela completa de recepção com os blocos: Dados da Recepção Dados do Usuário (Paciente) Documentos Dados de Endereço Dados do acompanhante/responsável 3.2 Preenchimento da Recepção O primeiro campo obrigatório a ser preenchido é o Tipo de Entrada . A parametrização do Tipo de Entrada determina: Se o paciente passará por triagem ou seguirá direto para o atendimento. O peso de ordenação na fila de atendimento. 3.2.1 Recepção com tipos de entrada sem triagem Em algumas situações, de acordo com a parametrização da unidade e dos serviços vinculados, determinados tipos de entrada não exigem o envio do paciente para a triagem. Nestes casos, o paciente será encaminhado diretamente para a fila de atendimento da especialidade. Identificação do tipo de entrada Ao selecionar um tipo de entrada parametrizado como sem triagem , o sistema automaticamente exibirá o bloco adicional de Encaminhamento para a fila de atendimento , que deve ser preenchido pelo operador. Campos obrigatórios para o encaminhamento: CBO de Encaminhamento : deve ser informado o código de ocupação (especialidade) para onde o paciente será direcionado na fila. Exemplo: Médico Clínico (CBO 225125). Importância da seleção correta do CBO A escolha correta do CBO de Encaminhamento determina para qual especialidade o paciente será encaminhado e impacta diretamente: Na formação da fila de atendimento; Na organização operacional da unidade; 3.3 Localização do Paciente e Recepção com Triagem Habilitada Antes de preencher os dados do paciente manualmente, o sistema permite realizar uma busca automática a partir do número de prontuário. Localização automática por dados únicos (Prontuário, CPF ou Nome Completo Único) Se o paciente apresentar um cartão de identificação emitido pela Atenção Primária (ou se o profissional já souber o número de prontuário dele), o preenchimento pode ser realizado de forma simplificada: Informe o número do Prontuário no campo correspondente. Após digitar o número, basta: Clicar fora do campo (perder o foco), Ou pressionar a tecla TAB , Ou pressionar a tecla ENTER . O sistema automaticamente realizará a busca na base local e carregará todos os dados já cadastrados do paciente. Essa funcionalidade evita o retrabalho de digitação, minimiza erros e acelera o processo de recepção, garantindo a consistência das informações cadastrais do paciente. IMPORTANTE: Essa funcionalidade também possibilita a busca automática através da digitação do CPF ou do Nome completo do paciente , desde que o nome informado seja único na base de cadastros. Essa busca nominal funciona bem para nomes não comuns, onde não há risco de retorno múltiplo. Quando houver mais de um paciente correspondente Nos casos em que: O nome informado é comum e existem múltiplos pacientes com o mesmo nome; Ou a busca é feita apenas pela data de nascimento ; Ou ainda quando são informados poucos dados de identificação, o sistema exibirá uma lista de possíveis pacientes que atendem aos critérios preenchidos. Essa lista será apresentada em formato de tabela, contendo: Número do prontuário; Nome completo; Data de nascimento; Nome da mãe; CNS; CPF. O operador deverá revisar a lista, localizar o paciente correto e clicar no botão Selecionar ao lado do registro desejado. Imediatamente após a seleção, o sistema carregará automaticamente todas as informações do paciente na tela de recepção, permitindo a continuidade do processo de atendimento. OBSERVAÇÃO: Esse recurso facilita o trabalho da recepção mesmo quando o paciente não apresenta nenhum documento. Ao informar somente a data de nascimento, é possível localizar o cadastro pré-existente e evitar a criação de registros duplicados. 3.3 Cadastro de Paciente pela Tela de Recepção Além de realizar a busca de pacientes já cadastrados, a tela de recepção também permite a realização do cadastro direto de novos pacientes , quando não localizado na base local. Caso o paciente não seja localizado pelos métodos de busca, preencha diretamente os campos do bloco Dados do Usuário . Campos mínimos obrigatórios: Nome completo do paciente; Data de nascimento; Sexo; Nome da mãe; Raça/cor; Endereço completo (CEP, Logradouro, Bairro, Número); Telefone de contato; CPF; CNS (se disponível); Município de nascimento; NIS (quando disponível). IMPORTANTE: O preenchimento completo desses campos garante a regularidade dos dados cadastrais para envio de produção e evita problemas posteriores de inconsistência cadastral. No caso das unidades de urgência, podem ocorrer dificuldades com o preenchimento do Endereço Estruturado (CEP, Logradouro, Bairro, Número) para pacientes residentes em outros municípios. Quando o endereço estruturado não for localizado, deve-se informar obrigatoriamente o Município de residência e complementar o endereço no campo Endereço Descritivo . Contudo, é importante estar ciente de que essa condição poderá gerar problemas no preenchimento de Notificações Compulsórias , que exigem o endereço estruturado completo para registro. Integração com o CADSUS Durante o preenchimento é possível realizar a consulta à base nacional CADSUS utilizando o botão ao lado do campo CNS . A lógica de consulta, preenchimento e sincronização segue exatamente o mesmo fluxo já descrito no módulo de cadastro de usuários: Informe os dados mínimos (Nome + Data de nascimento, Nome + Mãe, ou CPF isolado); Clique em Pesquisar ; Escolha o paciente correto e clique em Sincronizar . Após o preenchimento completo, basta clicar em  Salvar . O sistema irá automaticamente atribuir ao paciente um número de prontuário, liberando o cadastro para continuidade do atendimento. 3.4 Finalização da Recepção Após o preenchimento completo da recepção e o cadastro (ou identificação) do paciente, basta salvar o registro para que o paciente seja inserido no fluxo de atendimento da unidade. Uma vez que a recepção esteja concluída, o sistema disponibiliza na tela os botões operacionais de controle do atendimento: Desistência: Registra que o paciente optou por não realizar o atendimento, mesmo após ter passado pela recepção. Situação comum quando o paciente desiste espontaneamente antes da realização do acolhimento ou atendimento médico. Cancelar: Permite excluir um registro de recepção realizado de forma incorreta ou equivocada. Essa ação apaga o registro da fila de atendimento e da produção da unidade. Evasão: Registra que o paciente deixou a unidade antes de ser atendido, caracterizando abandono de atendimento. Esse registro é importante para controle estatístico e para análises de indicadores de permanência na fila. IMPORTANTE: A correta utilização destes botões auxilia na organização da fila de atendimento e no controle preciso dos dados operacionais da unidade de urgência. Demonstração em vídeo 4. Triagem com Classificação de Risco A triagem é a etapa responsável por avaliar clinicamente o paciente logo após a recepção, permitindo sua classificação de risco conforme o protocolo adotado pela unidade. Essa etapa organiza o fluxo de atendimento por prioridade clínica, garantindo que os casos mais graves sejam atendidos com agilidade. Dependendo da configuração da unidade e do tipo de entrada selecionado na recepção , o paciente poderá ser encaminhado automaticamente para a Fila de Espera para Classificação de Risco . Para acessar essa fila, utilize o seguinte caminho no menu: UPA / Urgência > Recepção UPA > Fila de espera para classificação de risco 4.1 Acesso à tela de triagem A tela inicial exibe a fila de espera do acolhimento , com filtros por unidade, operador, sala e situação do cadastro. Os pacientes são exibidos por ordem de chegada e agrupados por status: 🟥 Aguardando acolhimento 🟨 Em acolhimento 🟩 Acolhimento finalizado Cada linha da fila apresenta: Classificação (cor atribuída após triagem) Nome e idade do paciente Telefone Tipo e horário da recepção Tempo de espera Antes de iniciar qualquer atendimento, é importante preencher o campo Sala no bloco de Filtros , informando o local onde o paciente deverá comparecer. Embora o preenchimento não seja obrigatório pelo sistema, ele é fundamental para que a chamada por meio do ícone de alto-falante  direcione corretamente o paciente até o consultório ou sala de triagem, garantindo mais organização e agilidade no fluxo de atendimento. Por fim, para iniciar a triagem, clique no botão de acolher (ícone de coração) na coluna de Ações . 4.2 Preenchimento da tela de Triagem Após selecionar um paciente, será exibida a tela de Pronto Atendimento - Triagem , composta por três áreas principais: 4.2.1 Queixa principal Campo de texto livre para registrar a queixa principal relatada pelo paciente Botão para informar a Classificação do Paciente 4.2.2 Complemento A seção Complemento da triagem reúne dados clínicos essenciais para subsidiar a tomada de decisão imediata e orientar o fluxo correto do paciente na unidade. Sempre que possível, todos os campos devem ser preenchidos , mesmo que o valor seja “zero” ou “ausente”. Esses registros não apenas auxiliam na condução do caso no momento do acolhimento, mas também: Facilitam a comunicação multiprofissional , permitindo que médicos e demais profissionais tenham uma visão mais completa da situação clínica já na abertura do prontuário; Contribuem para o histórico clínico do paciente , valorizando a continuidade do cuidado; Permitem análises e indicadores mais precisos , inclusive relacionados ao perfil de risco dos atendimentos realizados; Reduzem riscos e retrabalho , evitando que informações importantes sejam esquecidas ou imprecisas mais adiante. Exemplo prático: um paciente hipertenso que chega com dor no peito e pressão elevada, mas que não tem esse dado registrado na triagem, pode ser inicialmente classificado de forma equivocada, comprometendo a segurança do atendimento. Portanto, sempre que houver tempo clínico disponível, registre: Sinais vitais completos; Dados antropométricos (peso, altura, IMC); Condições de base (HAS, DM, se é gestante, se faz uso de medicações, histórico de alergias etc.); Sintomas relevantes (dor, dispneia, arritmia, etc.); Observações relevantes no campo Exame Físico e descrição de medicações/alergias, se aplicável. 4.2.3 Encaminhamento do acolhimento Nesta seção, define-se: Liberação do usuário (Sim ou Não) Número da recepção (pré-preenchido) Data, hora e unidade de atendimento CBO de encaminhamento : aqui deve ser informado o código da ocupação para onde o paciente será encaminhado após a triagem (ex: 225125 - Médico Clínico) 📌 Importante: A correta seleção do CBO impacta diretamente na fila de atendimento da especialidade. 4.3 Finalização Após preencher todos os campos obrigatórios, clique no botão Salvar (ícone de disquete) localizado na parte superior da tela. Uma mensagem verde de confirmação será exibida com a frase “Registro criado com sucesso!” . Em seguida, o paciente será automaticamente direcionado para a fila da especialidade correspondente, de acordo com o CBO de encaminhamento informado. Para continuar o atendimento de outros pacientes, basta fechar a tela atual (clicando no “X” no canto superior direito) e retornar à aba Fila de espera para classificação de risco , localizada na parte inferior da tela. 4.4 Reclassificação e Alteração de Encaminhamento Após finalizar a triagem, é possível revisar e corrigir a classificação de risco ou o encaminhamento do paciente, caso seja necessário. Essas opções são utilizadas em situações como: O quadro clínico do paciente se agravou e a cor de risco precisa ser ajustada; O paciente foi encaminhado para a especialidade errada e precisa ser redirecionado. Para realizar qualquer uma dessas alterações: No bloco de filtros, altere o campo Situação da fila para Acolhimento finalizado . Localize o paciente na lista. Clique no botão Opções (ícone de lista). Escolha entre: Reclassificar acolhimento : reabre a triagem para atualização da classificação de risco e demais informações clínicas; Alterar encaminhamento : permite modificar o CBO informado inicialmente, corrigindo a especialidade de destino do paciente. Essas ações garantem que o fluxo do atendimento seja ajustado com agilidade sempre que houver necessidade de correção, sem necessidade de reiniciar o processo. 4.4.1 Alterar encaminhamento Quando o paciente é direcionado para uma especialidade incorreta no momento da triagem (por exemplo, encaminhado para Clínica Médica, mas o atendimento adequado seria com Pediatria), é possível corrigir essa informação utilizando a funcionalidade Alterar encaminhamento . Esse ajuste garante que o paciente seja redistribuído corretamente para a fila da especialidade desejada, sem necessidade de reabrir o atendimento de triagem. 4.4.2 Reclassificar acolhimento Caso a equipe identifique que a classificação de risco atribuída ao paciente precisa ser corrigida , é possível realizar a reclassificação mesmo após o encerramento da triagem. Essa funcionalidade reabre a tela de triagem, permitindo um novo registro com atualização dos dados clínicos e da cor de risco atribuída ao paciente. Toda alteração realizada fica registrada no Histórico de alterações , garantindo rastreabilidade do processo. Após a reclassificação, todas as modificações realizadas ficam registradas automaticamente no sistema. Para consultar, basta acessar a aba  Histórico de alterações no menu lateral da tela de reclassificação. Demonstração em vídeo 5. Registro de Atendimento A partir desse momento, todos os registros clínicos realizados na unidade de urgência (médicos, odontológicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros) devem ser feitos exclusivamente pela tela de Atendimento. Essa decisão foi adotada com o objetivo de padronizar o fluxo assistencial e garantir maior rastreabilidade das condutas realizadas, promovendo segurança tanto para o profissional quanto para o paciente. IMPORTANTE: A partir desta padronização, o uso do status “Em observação” deve ser reservado exclusivamente aos casos em que o paciente, após ter sido atendido, permanecerá na unidade sob monitoramento clínico. Nos demais casos, o paciente deve ser encaminhado internamente entre os profissionais, garantindo que cada etapa do atendimento seja registrada de forma independente e rastreável. Esse modelo assegura que a fila reflita com precisão a situação real de cada paciente, contribui para a continuidade do cuidado e protege a atuação dos profissionais envolvidos. Para iniciar o atendimento, o profissional deve acessar o menu: UPA / Urgência > Atendimento UPA > Fila de Atendimento 5.1 Fila de Espera para Atendimento A tela de Fila de Espera para Atendimento organiza todos os pacientes que foram recepcionados e que ainda aguardam atendimento na unidade. Esse ambiente é essencial para o controle do fluxo de atendimentos, permitindo que o profissional visualize sua lista de pacientes, acompanhe o tempo de espera, acesse rapidamente o prontuário e inicie o atendimento diretamente pela mesma interface. Por padrão, a tela é dividida em dois blocos principais : Bloco de Filtros : localizado na parte superior, permite selecionar a unidade, o CBO, o status da fila e aplicar outros filtros conforme a necessidade do profissional; Bloco da Fila : exibe os pacientes conforme os filtros aplicados, organizados por status e com ações rápidas para iniciar, retomar ou gerenciar o atendimento. A seguir, detalharemos o funcionamento de cada um desses blocos, iniciando pelo bloco de filtros. 5.1.1 Bloco de Filtros Na parte superior da tela, encontra-se o bloco de filtros. Por padrão, o sistema já carrega automaticamente os dados da unidade, do profissional e do CBO do usuário logado. Além disso, os filtros vêm configurados para: Exibir somente os pacientes da especialidade do profissional ; Mostrar apenas pacientes com status "Aguardando atendimento" . 5.1.1.1 Sala de Atendimento Antes de iniciar o atendimento, é fundamental preencher o campo “Sala” . Essa informação será utilizada sempre que o paciente for chamado pela TV ou sistema de áudio, indicando para qual sala ele deve se dirigir. Mesmo que o sistema não exija esse campo obrigatoriamente, ele é indispensável para a organização do fluxo dentro da unidade. 5.1.1.2 Status da Fila Logo abaixo dos filtros, há um agrupamento por status da fila . A seguir, veja o que cada um representa: Aguardando atendimento: Pacientes ainda não atendidos, prontos para serem chamados. Em atendimento: Pacientes com atendimento em andamento. ATENÇÃO: Muitos profissionais abrem o atendimento e esquecem de finalizá-lo. Isso faz com que o paciente comece a ser identificado na fila com o status "Em atendimento", gerando confusão e dificultando o controle da fila. Caso tenha dúvidas se o atendimento foi finalizado, sempre verifique essa aba. Atendimento finalizado: Registros já encerrados. Em observação: Lista de pacientes que estão em observação clínica na unidade. Não respondeu ao chamado: Esse status pode ser atribuído manualmente pelo profissional, caso o paciente não compareça quando chamado. IMPORTANTE: Se o paciente retornar posteriormente, qualquer profissional pode entrar na fila, selecionar esse filtro e, através do mesmo botão que sinalizou a falta de resposta ao chamado, permite reativá-lo na fila de atendimento. Toda a fila: Exibe todos os pacientes de todas as especialidades, em todos os status. ATENÇÃO : Esse filtro pode demorar para carregar, pois traz um volume grande de dados. 5.1.2 Bloco da Fila A parte inferior da tela exibe a lista de pacientes que se encontram na fila de atendimento, de acordo com os filtros aplicados. As informações são organizadas em colunas para facilitar a análise rápida por parte dos profissionais. Cada linha representa um paciente, com os seguintes campos: Tipo : ícone que indica o tipo de entrada ou status do paciente. Usuário : exibe o número do prontuário e o nome completo do paciente. Caso o paciente possua nome social cadastrado, ele será exibido após um hífen ( – ), como no exemplo: 70613 - Paciente Teste - Teste Social . ATENÇÃO: o nome social é o que será exibido nas chamadas da TV e sistema de áudio. Por isso, é fundamental que o profissional esteja atento ao conteúdo do nome social antes de chamar o paciente. Há casos em que usuários inserem nomes impróprios ou indevidos no campo de nome social. Caso isso ocorra, comunique imediatamente a coordenação da unidade ou equipe de cadastro para correção. Idade : idade do paciente com base na data de nascimento. Tipo de entrada : identifica se o paciente chegou à unidade com ou sem classificação de risco. Data/Hora recepção : momento em que o paciente foi recepcionado. Data/Hora acolhimento : quando foi realizada a classificação de risco. Tempo de espera : intervalo entre o acolhimento e o horário atual. Especialidade - Profissional Encaminhamento : especialidade para a qual o paciente foi direcionado durante a triagem. Profissional Atendimento e Especialidade Atendimento : preenchidos quando o atendimento for iniciado. Ações : botões que permitem interagir com o atendimento. Os ícones disponíveis podem incluir: iniciar atendimento, reativar paciente na fila, visualizar resumo, entre outros. 5.1.2.1 Botões de Ação Dentro da coluna “Ações”, o sistema oferece diferentes opções, de acordo com o status do paciente. Basta posicionar o mouse sobre os ícones para ver a legenda da ação. As principais opções são: Iniciar atendimento : abre a tela de atendimento para o paciente selecionado. Chamar usuário : emite um aviso sonoro ou visual ao paciente (via sistema de chamada). Ações adicionais (ícone de três linhas): apresenta mais opções, como: Não respondeu ao chamado : sinaliza que o paciente não atendeu à chamada. Cancelar encaminhamento : retira o paciente da fila atual, encerrando a chamada. 5.2 Tela de Atendimento A tela de Atendimento é o ambiente central para registro clínico na unidade de urgência. Após selecionar um paciente na fila e clicar em  Iniciar Atendimento , o sistema abrirá essa interface, onde todas as condutas assistenciais devem ser documentadas. É por meio dessa tela que os profissionais de saúde (médicos, odontólogos, enfermeiros, técnicos e outros) registram suas ações, assegurando rastreabilidade, continuidade do cuidado e segurança tanto para o paciente quanto para o profissional. Conforme podemos ver acima, logo ao acessar, o sistema abrirá diretamente na aba Folha de Rosto , mas o menu lateral reúne diversos módulos que organizam o atendimento em etapas bem definidas. Cada módulo desempenha uma função específica e deve ser utilizado de forma complementar ao fluxo assistencial. A seguir, apresentamos uma visão geral de cada item do menu lateral: Folha de Rosto : principal módulo de registro do atendimento. Agrupa informações cadastrais, classificação de risco, anamnese, exame físico, diagnósticos (CID-10), conduta e finalização do atendimento. É onde se concentra o registro clínico direto com o paciente. Histórico de Atendimento(s) : permite visualizar todos os atendimentos anteriores realizados na rede. É especialmente útil para compreender o histórico clínico do paciente e verificar encaminhamentos internos recentes. Histórico de Exames : mostra exames laboratoriais e de imagem previamente realizados, desde que estejam integrados ao sistema. Auxilia na tomada de decisões clínicas. Solicitação de Procedimento de Serviço : lista os encaminhamentos já realizados para consultas e exames especializados via demanda reprimida. Ajuda a saber quais tipos de especialidades o paciente aguarda tratamento eletivo. Solicitação de Exames : módulo exclusivo para registrar pedidos de exames. Os pedidos feitos aqui podem ser automaticamente direcionados aos serviços integrados. Encaminhar para Fila : permite encaminhar o paciente para outro profissional da unidade antes da finalização do atendimento atual , garantindo o fluxo interno rastreável. Prescrição : área dedicada ao registro das medicações indicadas, tanto para uso interno na unidade quanto para prescrição domiciliar. Alimenta o módulo de receita e checagem. Checagem : utilizado para registrar a administração de medicamentos prescritos. Ainda em processo de implantação, será essencial para controle seguro de medicações. Receita : gera a receita médica com base nas prescrições registradas, contendo posologia e orientações ao paciente. Procedimentos : local onde devem ser registrados os procedimentos executados com base na tabela SIGTAP. Fundamental para o faturamento e consolidação da produção da unidade. Cuidados : voltado para registros de enfermagem relacionados a cuidados assistenciais (como curativos, banho, conforto etc.), também contribui para o controle de checagem. Nos tópicos a seguir, cada item será abordado em detalhes, com exemplos, recomendações de uso e sugestões visuais (prints de tela) para facilitar o entendimento prático. 5.2.1 Consulta a informações prévias 5.2.1.1 Histórico de Atendimento(s) O módulo Histórico de Atendimento(s) permite consultar todos os atendimentos anteriores realizados para o paciente dentro da rede. É uma ferramenta essencial para garantir a continuidade do cuidado, evitando duplicidade de condutas e fornecendo subsídios para a tomada de decisões clínicas. Ao acessar essa aba, o sistema exibirá por padrão os últimos 10 atendimentos , ordenados do mais recente para o mais antigo. O profissional pode utilizar os filtros disponíveis para refinar sua busca, conforme necessário. Filtros disponíveis: Quantidade de atendimentos exibidos : 5, 10, 20 ou Todos; Data inicial e final : permite restringir a busca a um intervalo específico; Tipo de atendimento : Atendimento (Urgência), Atendimento SOAP (APS ou Atenção Especializada), Classificação de Risco (Urgência), Escuta Inicial (APS ou Atenção Especializada), Evolução de Atendimento (usado na urgência após o status "Em observação"); Meus atendimentos : exibe apenas os atendimentos realizados pelo profissional logado. Para cada registro listado, o sistema exibe um resumo contendo a data e hora, unidade de atendimento, profissional responsável, CBO, e se há registros de prescrição, solicitação de procedimento ou internação. Ao clicar sobre um dos registros listados, o sistema abrirá a visualização completa daquele atendimento em um modal (janela sobreposta), apresentando todas as informações registradas na ocasião, incluindo: Queixa principal; Histórico de moléstia atual (HMA); CIAP e CID (quando aplicável); Exame físico; Conduta; Procedimentos registrados; Prescrições, solicitações, risco, alergias e desfecho. Esse recurso é particularmente útil para compreender toda a trajetória do paciente dentro da rede pública de saúde , permitindo que o profissional visualize atendimentos realizados em outras unidades da rede , mesmo em datas distintas ou por categorias profissionais diferentes. Com isso, é possível identificar rapidamente situações como: Retornos recentes à unidade; Encaminhamentos internos (ex: técnico → médico → técnico); Atendimentos anteriores em UBS, UPHs, CAPS, e demais serviços integrados ao prontuário eletrônico. Essa visibilidade integrada contribui diretamente para a continuidade do cuidado, reduz riscos clínicos e evita a duplicação de condutas já realizadas por outros profissionais da rede. 💡 Dica prática : utilize o campo “Tipo de Atendimento” para localizar rapidamente registros de triagens, evoluções ou classificações de risco, o que pode facilitar a retomada de condutas ou validação de informações previamente prestadas. 5.2.1.2 Histórico de Exames O módulo Histórico de Exames exibe os exames laboratoriais já realizados para o paciente dentro da rede pública de saúde, desde que estejam integrados ao sistema de prontuário eletrônico. A funcionalidade permite ao profissional consultar os resultados diretamente na tela de atendimento, de forma rápida e segura, sem a necessidade de buscar documentos físicos ou acessar outros sistemas. Assim que a aba é aberta, o sistema apresenta a lista de exames disponíveis no painel esquerdo da tela, organizados por data de realização . Essa lista é exibida dentro do campo Exame(s) . Para acessar um resultado, o profissional deve: Selecionar um exame na lista superior ( Exame(s) ); Em seguida, clicar sobre a entrada correspondente que aparecerá logo abaixo em Resultado(s) anterior(es) ; O laudo será exibido automaticamente em formato PDF , na lateral direita da tela. Esse laudo digital apresenta o conteúdo completo do exame, incluindo: Dados do paciente; Informações sobre o material coletado e metodologia utilizada; Resultado obtido; Profissional responsável pela liberação do exame. O histórico pode conter exames de diferentes unidades solicitantes, permitindo ao profissional da urgência ter uma visão completa dos exames realizados anteriormente, o que auxilia significativamente na tomada de decisões clínicas . IMPORTANTE: Os resultados só estarão disponíveis caso os exames tenham sido realizados por laboratórios integrados ao sistema. Caso não apareçam, é necessário verificar com o setor responsável pela integração ou com a vigilância/laboratório da unidade. 5.2.1.3 Solicitação de Procedimento de Serviço O módulo Solicitação de Procedimento de Serviço exibe todas as solicitações eletivas que foram feitas para o paciente, com foco em atendimentos eletivos regulados por meio de  demanda reprimida , como: Consultas especializadas; Exames especializados; Avaliações multiprofissionais (ex: CMAE, CEREST, CAPS, etc.); Retornos programados com especialistas. Assim que a aba é aberta, o sistema apresenta uma lista com todas as solicitações já realizadas, ordenadas da mais recente para a mais antiga. Para cada item, são exibidas: A data da solicitação; O número da solicitação; O tipo de atendimento solicitado (ex: ATENÇÃO PRIMÁRIA, CONSULTA ESPECIALIZADA, EXAME ESPECIALIZADO). Cada linha pode ser expandida clicando no botão “+” à direita, o que abre um painel com o detalhamento da solicitação. IMPORTANTE: essa visualização detalhada inclui informações fundamentais para o profissional compreender a situação atual da solicitação, como: Qual o procedimento solicitado (primeira consulta, retorno, tipo de exame); Qual a especialidade ; Situação atual: aguardando na fila, agendado, realizado ou excluído; Motivo da exclusão (caso tenha sido cancelado); Unidade de origem e destino (quando já definida). 5.2.2 Registro do atendimento atual 5.2.2.1 Folha de Rosto A aba Folha de Rosto é o principal ambiente de registro do atendimento clínico. Nela, o profissional deve documentar todas as informações assistenciais referentes à queixa apresentada, avaliação inicial, diagnóstico e conduta. Todos os campos dessa tela são utilizados para compor o histórico do atendimento e devem ser devidamente preenchidos antes da finalização. O preenchimento correto da Folha de Rosto é indicado para garantir a rastreabilidade do cuidado e a validade clínica e jurídica do prontuário. 5.2.2.1.1 Informações da Triagem Este bloco traz os dados provenientes da classificação de risco (realizada anteriormente por profissional de enfermagem), incluindo: Queixa principal e exame físico registrados na triagem; Sinais vitais (temperatura, PA, glicemia, etc.); Indicação de risco ou vulnerabilidade (ex: "Sem risco de morte imediato", "Risco moderado", etc.); Informações adicionais como uso de medicação externa, alergias, gestação e condições crônicas. 5.2.2.1.2 Anamnese Neste campo o profissional deve registrar novamente a queixa principal (de forma breve) e descrever o Histórico da Moléstia Atual (HMA) com mais detalhes clínicos sobre o início, evolução, intensidade e sintomas associados. 5.2.2.1.3 Exames Físicos Neste bloco o profissional pode preencher os campos de sinais vitais manualmente ou complementar as medições da triagem. O campo de “Exame físico” permite um registro descritivo dos achados clínicos. 5.2.2.1.4 CID(s) do Atendimento Aqui o profissional deve inserir os diagnósticos clínicos por meio da seleção do código CID-10. Também é possível indicar se o CID é principal ou secundário, e se há necessidade de notificação compulsória. ATENÇÃO: O registro de CID é essencial para garantir a segurança clínica e legal do atendimento. Um prontuário bem preenchido protege o profissional e o paciente, além de facilitar a continuidade do cuidado. Sempre que possível, registre o CID, identifique se é Diagnóstico ou Hipótese Diagnóstica, descreva o quadro clínico e clique na seta para adicionar ao atendimento. É permitido registrar mais de um CID por atendimento, se necessário. 5.2.2.1.5 Conduta Campo de texto livre onde o profissional descreve as condutas realizadas ou orientações fornecidas. Pode incluir medicação administrada, solicitação de exames, observação, ou encaminhamentos. IMPORTANTE: O campo Conduta não substitui os módulos específicos de Prescrição e Cuidados,  porém, na maturidade atual de desenvolvimento do sistema, indica-se que esses registros sejam feitos nessa etapa. Continuamos acompanhando o desenvolvimento do sistema e, quando houver evolução suficiente, toda a prescrição médica (ex: medicação, oxigenoterapia, hidratação) deverão ser registrada no módulo Prescrição . Já procedimentos de enfermagem (ex: aferição de pressão, glicemia capilar, administração de medicação) deverão ser lançados no módulo  Cuidados . No entanto, a Conduta pode e deve ser utilizada para orientar o próximo profissional sobre o que fazer, especialmente em atendimentos contínuos no mesmo plantão. Exemplo: "Encaminho para administração de dipirona 500 mg, manter paciente em observação por 30 min, reavaliar sinais vitais antes de alta." Essa prática ajuda na continuidade do cuidado , na comunicação entre equipes e melhora a segurança do atendimento . 5.2.2.1.6 Motivo da Finalização Antes de encerrar o atendimento, o profissional deve selecionar o Motivo da Finalização , mesmo que ainda vá concluir outras etapas no sistema, como lançar procedimentos, prescrever medicação, preencher o módulo de cuidados ou fazer encaminhamento interno. ATENÇÃO: A escolha correta do motivo é fundamental para garantir a rastreabilidade do atendimento e orientar ações posteriores da equipe. Isso não encerra o atendimento de imediato, apenas sinaliza a intenção de desfecho. Dentre os motivos de finalização de atendimento, estão: Alta após medicação Paciente medicado, monitorado e liberado. Ex: cefaleia que melhora após dipirona VO. Alta do episódio Situações em que não houve prescrição ou conduta clínica relevante, e o atendimento foi resolvido apenas com orientação ou acolhimento. Em observação Usar quando o paciente permanece na unidade para reavaliação após medicação ou monitoramento (pressão, glicemia, sintomas, etc.). O atendimento continua aberto. Encaminhamento para unidade de maior complexidade Paciente será transferido para hospital, UPA ou outra unidade com recursos complementares (ex: necessidade de exames, internação ou avaliação especializada). Encaminhamento interno Encaminhamento para outro setor ou profissional dentro da mesma unidade (ex: paciente atendido por equipe médica e encaminhado para enfermagem realizar medicação). Reavaliação médica Paciente que permanece na unidade e tem registro de reavaliação pelo mesmo ou outro profissional. Ex: quadro em observação clínica, retorno após exame, etc. Evasão Quando o paciente deixa a unidade sem informar ou antes de completar o atendimento. Óbito Utilizado em casos de parada cardiorrespiratória sem sucesso na reanimação ou morte confirmada durante o atendimento. Administrativo Usado apenas em casos de erro operacional, duplicidade ou necessidade de anulação do atendimento por motivos técnicos (ex: abertura indevida). Não atendido Atendimento foi registrado, mas o paciente não chegou a ser efetivamente atendido. Cancelado Abertura de atendimento feita por engano, sem qualquer ação clínica registrada. 5.2.2.2 Procedimentos O módulo Procedimentos é utilizado para registrar os procedimentos clínicos ou assistenciais realizados durante o atendimento. Esse registro é essencial para fins de faturamento, rastreabilidade clínica e integridade dos dados do prontuário. Todo atendimento  deve conter pelo menos um procedimento registrado . Sem esse registro, o atendimento poderá ser considerado incompleto nos sistemas de controle e não será elegível para fechamento ou faturamento, conforme os fluxos da unidade. O preenchimento é simples e direto: Selecione o procedimento realizado . A lista é baseada na Tabela SIGTAP. Informe o CID associado , se necessário. Defina a quantidade (por padrão, vem 1). Clique na seta azul para baixo para adicionar o procedimento à lista. Os procedimentos inseridos são exibidos em uma tabela abaixo da tela, com a possibilidade de exclusão antes do salvamento final. Para facilitar, abaixo vocês pode encontrar blocos colapsáveis com procedimentos específicos para cada categoria : Auxiliares e Técnicos de Enfermagem CÓDIGO PROCEDIMENTO 01.02.02.013-2 AÇÕES INTER E INTRASSETORIAIS DE SAÚDE DO TRABALHADOR 03.01.05.011-2 ADMINISTRAÇÃO DE IMUNODERIVADOS (ORAL E/OU PARENTERAL) 03.01.10.001-2 ADMINISTRACAO DE MEDICAMENTOS NA ATENCAO ESPECIALIZADA. 03.01.10.019-5 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA INTRAMUSCULAR 03.01.10.020-9   03.01.10.021-7 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ORAL 99.00.00.000-5 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ORAL TDO HS 99.00.00.000-4 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ORAL TDO TB 03.01.10.022-5 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA SUBCUTÂNEA (SC) 99.99.99.888-1 ADMINISTRAÇÃO DE PENICILINA BENZATINA 2.400.000 PARA O TRATAMENTO DA SÍFILIS EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 03.01.10.024-1 ADMINISTRAÇÃO DE PENICILINA PARA TRATAMENTO DE SÍFILIS 03.01.10.023-3 ADMINISTRAÇÃO TÓPICA DE MEDICAMENTO(S) 03.01.10.003-9 AFERIÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL 03.01.10.025-0 AFERIÇÃO DE TEMPERATURA 01.01.01.001-0 ATIVIDADE EDUCATIVA / ORIENTAÇÃO EM GRUPO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA 01.01.04.002-4 AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA 99.99.99.986-1 CAPTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAL PARA EXAME LABORATORIAL DE DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA 07.02.05.005-9 CATETER BALAO P/ EMBOLECTOMIA ARTERIAL / VENOSA 03.01.10.004-7 CATETERISMO VESICAL DE ALIVIO 02.01.02.002-5 COLETA DE LINFA PARA PESQUISA DE M. LEPRAE 99.99.99.800-2 COLETA DE MATERIAL P EXAME LABORATORIAL GENOTIPAGEM HCV 99.77.69.999-3 COLETA DE MATERIAL PARA EXAME IGRA 02.01.02.004-1 COLETA DE MATERIAL PARA EXAME LABORATORIAL 99.99.99.800-0 COLETA DE MATERIAL PARA EXAME LABORATORIAL CD4 CV 03.01.10.027-6 CURATIVO ESPECIAL 03.01.10.028-4 CURATIVO SIMPLES 99.40.31.461-8 DETECÇÃO MOLECULAR COVID19 SARS COV2 PCR 02.02.01.077-5 DETERMINAÇÃO DE CREMATÓCRITO NO LEITE HUMANO ORDENHADO 08.02.01.002-4 DIARIA DE ACOMPANHANTE CRIANCA/ADOLESCENTE C/PERNOITE 03.01.04.007-9 ESCUTA INICIAL / ORIENTAÇÃO (ACOLHIMENTO A DEMANDA ESPONT NEA) 02.14.01.001-5 GLICEMIA CAPILAR 07.02.03.051-1 HASTE INTRAMEDULAR BLOQUEADA DE FEMUR (INCLUI PARAFUSOS) 03.01.10.010-1 INALAÇÃO / NEBULIZAÇÃO 01.02.02.008-6 INSPEÇÃO SANITÁRIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR PARA MAPEAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS 01.01.04.007-5 MEDIÇÃO DE ALTURA 01.01.04.008-3 MEDIÇÃO DE PESO 99.02.01.009-0 MONITORAMENTO DE DENGUE (DIA DA NOTIFICAÇÃO) 99.02.01.009-1 MONITORAMENTO DE DENGUE (GRUPO A) 99.02.01.009-2 MONITORAMENTO DE DENGUE (GRUPO B) 99.02.01.009-3 MONITORAMENTO DE DENGUE (GRUPO C) 99.02.01.009-4 MONITORAMENTO DE DENGUE (GRUPO D) 03.01.10.014-4 OXIGENOTERAPIA POR DIA 02.11.02.007-9 OXIMETRIA DE PULSO (TESTE DO CORAÇÃOZINHO) 02.14.01.003-1 PESQUISA DE GLICOSE NA URINA 03.01.10.026-8 PREPARAÇÃO PARA O ELETROCARDIOGRAMA 02.02.02.050-9 PROVA DO LACO 99.99.99.960-9 REAVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA USO PA E UPH 99.99.99.961-2 REAVALIAÇÃO DA AFERIÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL USO PA E UPH 99.99.99.961-4 REAVALIAÇÃO DE CURATIVO GRAU I COM OU SEM DEBRIDAMENTO USO PA E UPH 99.77.70.005-3 REAVALIAÇÃO DE GLICEMIA CAPILAR USO PA E UPH 99.99.99.961-3 REAVALIAÇÃO INALAÇÃO NEBULIZAÇÃO USO PA E UPH 03.01.10.015-2 RETIRADA DE PONTOS DE CIRURGIAS (POR PACIENTE) 03.01.10.018-7 TERAPIA DE REIDRATAÇÃO ORAL 02.14.01.012-0 TESTE RÁPIDO PARA DENGUE IGG/IGM 02.14.01.016-3 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE SARS-COVID-2 Enfermeiros CÓDIGO PROCEDIMENTO 03.01.08.025-9 AÇÕES DE ARTICULAÇÃO DE REDES INTRA E INTERSETORIAIS 03.01.06.011-8 ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO 03.01.05.011-2 ADMINISTRAÇÃO DE IMUNODERIVADOS (ORAL E/OU PARENTERAL) 03.01.10.001-2 ADMINISTRACAO DE MEDICAMENTOS NA ATENCAO ESPECIALIZADA. 03.01.10.019-5 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENDOVENOSA 03.01.10.020-9 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA INTRAMUSCULAR 03.01.10.021-7 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ORAL 03.01.10.022-5 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA SUBCUTÂNEA (SC) 99.99.99.888-1 ADMINISTRAÇÃO DE PENICILINA BENZATINA 2.400.000 PARA O TRATAMENTO DA SÍFILIS EM ATENÇÃO ESPECIALIZADA 03.01.10.023-3 ADMINISTRAÇÃO TÓPICA DE MEDICAMENTO(S) 03.06.02.001-7 AFERESE TERAPEUTICA 03.01.10.003-9 AFERIÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL 03.01.10.025-0 AFERIÇÃO DE TEMPERATURA 01.01.04.002-4 AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA 03.01.10.004-7 CATETERISMO VESICAL DE ALIVIO 03.01.10.005-5 CATETERISMO VESICAL DE DEMORA 02.01.02.004-1 COLETA DE MATERIAL PARA EXAME LABORATORIAL 99.99.99.800-0 COLETA DE MATERIAL PARA EXAME LABORATORIAL CD4 CV 03.01.01.004-8 CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR NA ATENÇÃO ESPECIALIZADA (EXCETO MÉDICO) 03.01.10.007-1 CUIDADOS C/ TRAQUEOSTOMIA 03.01.10.027-6 CURATIVO ESPECIAL 04.01.01.001-5 CURATIVO GRAU II C/ OU S/ DEBRIDAMENTO 03.01.10.028-4 CURATIVO SIMPLES 99.40.31.461-8 DETECÇÃO MOLECULAR COVID19 SARS COV2 PCR 03.01.04.007-9 ESCUTA INICIAL / ORIENTAÇÃO (ACOLHIMENTO A DEMANDA ESPONTANEA) 02.14.01.001-5 GLICEMIA CAPILAR 03.01.10.010-1 INALAÇÃO / NEBULIZAÇÃO 03.01.10.012-8 LAVAGEM GASTRICA 01.01.04.008-3 MEDIÇÃO DE PESO 99.02.01.009-0 MONITORAMENTO DE DENGUE (DIA DA NOTIFICAÇÃO) 99.02.01.009-1 MONITORAMENTO DE DENGUE (GRUPO A) 99.02.01.009-2 MONITORAMENTO DE DENGUE (GRUPO B) 99.02.01.009-3 MONITORAMENTO DE DENGUE (GRUPO C) 99.02.01.009-4 MONITORAMENTO DE DENGUE (GRUPO D) 03.01.10.014-4 OXIGENOTERAPIA POR DIA 03.01.10.026-8 PREPARAÇÃO PARA O ELETROCARDIOGRAMA 02.02.02.050-9 PROVA DO LACO 03.01.10.015-2 RETIRADA DE PONTOS DE CIRURGIAS (POR PACIENTE) 03.01.10.017-9 SONDAGEM GÁSTRICA 03.01.10.018-7 TERAPIA DE REIDRATAÇÃO ORAL 02.14.01.006-6 TESTE RÁPIDO DE GRAVIDEZ 02.14.01.012-0 TESTE RÁPIDO PARA DENGUE IGG/IGM 02.14.01.010-4 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HBV 02.14.01.005-8 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HIV 02.14.01.016-3 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE SARS-COVID-2 02.14.01.007-4 TESTE RÁPIDO PARA SÍFILIS Médicos Clínicos e Especialistas CÓDIGO PROCEDIMENTO OBSERVAÇÃO 03.01.06.009-6 ATENDIMENTO MEDICO EM UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO Médico Clínico - Usar no primeiro atendimento 99.01.06.009-6 REGISTRO DE CONTINUIDADE DE ATENDIMENTO EM PRONTO ATENDIMENTO Médico Clínico - Usar na continuidade de registros 03.01.06.006-1 ATENDIMENTO DE URGENCIA EM ATENCAO ESPECIALIZADA Médico Especialista - Usar no primeiro atendimento 99.01.06.006-1 REGISTRO DE CONTINUIDADE DE ATENDIMENTO DE URGENCIA EM ATENCAO ESPECIALIZADA Médico Especialista - Usar na continuidade de registros 03.01.06.011-8 ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO   03.01.10.019-5 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENDOVENOSA   03.01.10.020-9 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA INTRAMUSCULAR   03.01.10.021-7 ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ORAL   03.01.10.003-9 AFERIÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL   03.01.06.002-9 ATENDIMENTO DE URGENCIA C/ OBSERVACAO ATE 24 HORAS EM ATENCAO ESPECIALIZADA   07.01.05.002-0 BOLSA DE COLOSTOMIA COM ADESIVO MICROPORO DRENAVEL   03.01.10.005-5 CATETERISMO VESICAL DE DEMORA   04.01.02.017-7 CIRURGIA DE UNHA (CANTOPLASTIA)   02.01.02.004-1 COLETA DE MATERIAL PARA EXAME LABORATORIAL   03.01.10.007-1 CUIDADOS C/ TRAQUEOSTOMIA   03.01.10.027-6 CURATIVO ESPECIAL   03.01.10.028-4 CURATIVO SIMPLES   02.02.03.120-9 DOSAGEM DE TROPONINA   04.01.01.003-1 DRENAGEM DE ABSCESSO   04.05.01.004-4 DRENAGEM DE ABSCESSO DE PALPEBRA   02.11.02.003-6 ELETROCARDIOGRAMA   04.05.01.006-0 EPILACAO DE CILIOS   04.01.01.005-8 EXCISAO DE LESAO E/OU SUTURA DE FERIMENTO DA PELE ANEXOS E MUCOSA   04.01.01.006-6 EXCISÃO E/OU SUTURA SIMPLES DE PEQUENAS LESÕES / FERIMENTOS DE PELE / ANEXOS E MUCOSA   04.09.07.017-3 EXTRACAO DE CORPO ESTRANHO DA VAGINA   02.14.01.001-5 GLICEMIA CAPILAR   03.01.10.010-1 INALAÇÃO / NEBULIZAÇÃO   03.03.14.001-1 LAVAGEM NASAL PELO METODO DE PROETZ (POR SESSAO)   03.01.10.014-4 OXIGENOTERAPIA POR DIA   04.07.04.019-6 PARACENTESE ABDOMINAL   02.02.03.063-6 PESQUISA DE ANTICORPOS CONTRA ANTIGENO DE SUPERFICIE DO VIRUS DA HEPATITE B (ANTI-HBS)   02.02.03.067-9 PESQUISA DE ANTICORPOS CONTRA O VIRUS DA HEPATITE C (ANTI-HCV)   02.02.02.050-9 PROVA DO LACO   02.04.05.012-0 RADIOGRAFIA DE ABDOMEN AGUDO (MINIMO DE 3 INCIDENCIAS)   02.04.05.013-8 RADIOGRAFIA DE ABDOMEN SIMPLES (AP)   02.04.04.001-9 RADIOGRAFIA DE ANTEBRACO   02.04.06.006-0 RADIOGRAFIA DE ARTICULACAO COXO-FEMORAL   02.04.01.005-5 RADIOGRAFIA DE ARTICULACAO TEMPORO-MANDIBULAR BILATERAL   02.04.06.008-7 RADIOGRAFIA DE ARTICULACAO TIBIO-TARSICA   02.04.06.009-5 RADIOGRAFIA DE BACIA   02.04.04.005-1 RADIOGRAFIA DE BRACO   02.04.06.010-9 RADIOGRAFIA DE CALCANEO   02.04.04.006-0 RADIOGRAFIA DE CLAVICULA   02.04.02.004-2 RADIOGRAFIA DE COLUNA CERVICAL (AP + LATERAL + TO / FLEXAO)   02.04.02.006-9 RADIOGRAFIA DE COLUNA LOMBO-SACRA   02.04.02.008-5 RADIOGRAFIA DE COLUNA LOMBO-SACRA FUNCIONAL / DINAMICA   02.04.02.009-3 RADIOGRAFIA DE COLUNA TORACICA (AP + LATERAL)   02.04.02.010-7 RADIOGRAFIA DE COLUNA TORACO-LOMBAR   02.04.03.007-2 RADIOGRAFIA DE COSTELAS (POR HEMITORAX)   02.04.04.007-8 RADIOGRAFIA DE COTOVELO   02.04.06.011-7 RADIOGRAFIA DE COXA   02.04.01.007-1 RADIOGRAFIA DE CRANIO (PA + LATERAL + OBLÍQUA / BRETTON + HIRTZ)   02.04.01.008-0 RADIOGRAFIA DE CRANIO (PA + LATERAL)   02.04.04.008-6 RADIOGRAFIA DE DEDOS DA MAO   02.04.04.011-6 RADIOGRAFIA DE ESCAPULA/OMBRO (TRES POSICOES)   02.04.06.012-5 RADIOGRAFIA DE JOELHO (AP + LATERAL)   02.04.04.009-4 RADIOGRAFIA DE MAO   02.04.01.011-0 RADIOGRAFIA DE MAXILAR (PA + OBLIQUA)   02.04.01.012-8 RADIOGRAFIA DE OSSOS DA FACE (MN + LATERAL + HIRTZ)   02.04.06.015-0 RADIOGRAFIA DE PE / DEDOS DO PE   02.04.06.016-8 RADIOGRAFIA DE PERNA   02.04.04.012-4 RADIOGRAFIA DE PUNHO (AP + LATERAL + OBLIQUA)   02.04.02.012-3 RADIOGRAFIA DE REGIAO SACRO-COCCIGEA   02.04.01.014-4 RADIOGRAFIA DE SEIOS DA FACE (FN + MN + LATERAL + HIRTZ)   02.04.03.015-3 RADIOGRAFIA DE TORAX (PA E PERFIL)   02.04.03.017-0 RADIOGRAFIA DE TORAX (PA)   04.08.02.015-6 REDUÇÃO INCRUENTA DE FRATURA / LESÃO FISARIA DE COTOVELO   04.04.01.027-0 REMOCAO DE CERUMEN DE CONDUTO AUDITIVO EXTERNO UNI / BILATERAL   03.03.07.003-0 REMOÇÃO MANUAL DE FECALOMA   04.05.05.025-9 RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DA CORNEA   04.04.01.031-8 RETIRADA DE CORPO ESTRANHO DE OUVIDO / FARINGE / LARINGE / NARIZ   04.01.01.011-2 RETIRADA DE CORPO ESTRANHO SUBCUTANEO   03.01.10.015-2 RETIRADA DE PONTOS DE CIRURGIAS (POR PACIENTE)   03.01.10.017-9 SONDAGEM GÁSTRICA   04.04.01.034-2 TAMPONAMENTO NASAL ANTERIOR E/OU POSTERIOR   02.02.03.111-0 TESTE NÃO TREPONEMICO P/ DETECÇÃO DE SIFILIS   02.14.01.005-8 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HIV   02.14.01.016-3 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE SARS-COVID-2   04.12.05.017-0 TORACOCENTESE/DRENAGEM DE PLEURA Cirurgiões Dentistas CÓDIGO PROCEDIMENTO OBSERVAÇÃO 03.01.06.006-1 ATENDIMENTO DE URGENCIA EM ATENCAO ESPECIALIZADA Utilizar no primeiro atendimento 99.01.06.006-1 REGISTRO DE CONTINUIDADE DE ATENDIMENTO DE URGENCIA EM ATENCAO ESPECIALIZADA Utilizar caso haja continuidade de atendimento 03.07.02.001-0 ACESSO A POLPA DENTARIA E MEDICACAO (POR DENTE)   03.01.06.011-8 ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO   03.07.01.015-5 ADEQUAÇÃO DO COMPORTAMENTO DE CRIANÇAS   03.01.10.003-9 AFERIÇÃO DE PRESSÃO ARTERIAL   99.99.99.955-4 AJUSTE DE PROTESE DENTARIA   03.07.04.015-1 AJUSTE OCLUSAL   99.99.99.959-4 ATENDIMENTO DE URGENCIA ADULTO EM ATENCAO ESPECIALIZADA UPH   03.01.06.002-9 ATENDIMENTO DE URGENCIA C/ OBSERVACAO ATE 24 HORAS EM ATENCAO ESPECIALIZADA   03.07.01.001-5 CAPEAMENTO PULPAR   03.07.04.013-5 CIMENTAÇÃO DE PRÓTESE DENTÁRIA   99.99.99.992-3 CONSULTA ODONTOLOGICA DENTISTICA   04.14.02.005-7 CORREÇÃO DE IRREGULARIDADES DE REBORDO ALVEOLAR   03.07.02.002-9 CURATIVO DE DEMORA C/ OU S/ PREPARO BIOMECANICO   04.14.02.007-3 CURETAGEM PERIAPICAL   04.01.01.003-1 DRENAGEM DE ABSCESSO   04.04.02.005-4 DRENAGEM DE ABSCESSO DA BOCA E ANEXOS   04.14.01.034-5 EXCISÃO DE CÁLCULO DE GLÂNDULA SALIVAR   04.01.01.005-8 EXCISAO DE LESAO E/OU SUTURA DE FERIMENTO DA PELE ANEXOS E MUCOSA   04.01.01.006-6 EXCISÃO E/OU SUTURA SIMPLES DE PEQUENAS LESÕES / FERIMENTOS DE PELE / ANEXOS E MUCOSA   04.04.02.010-0 EXCISÃO EM CUNHA DE LÁBIO   04.14.02.012-0 EXODONTIA DE DENTE DECÍDUO   04.14.02.013-8 EXODONTIA DE DENTE PERMANENTE   04.14.02.014-6 EXODONTIA MÚLTIPLA COM ALVEOLOPLASTIA POR SEXTANTE   04.14.02.015-4 GENGIVECTOMIA (POR SEXTANTE)   04.14.02.021-9 ODONTOSECÇÃO / RADILECTOMIA / TUNELIZAÇÃO   01.01.02.010-4 ORIENTAÇÃO DE HIGIENE BUCAL   03.07.03.004-0 PROFILAXIA / REMOÇÃO DA PLACA BACTERIANA   03.07.02.007-0 PULPOTOMIA DENTÁRIA   03.07.03.005-9 RASPAGEM ALISAMENTO E POLIMENTO SUPRAGENGIVAIS (POR SEXTANTE)   03.07.03.002-4 RASPAGEM ALISAMENTO SUBGENGIVAIS (POR SEXTANTE)   03.07.03.003-2 RASPAGEM CORONO-RADICULAR (POR SEXTANTE)   04.04.02.067-4 RECONSTRUÇÃO PARCIAL DO LÁBIO TRAUMATIZADO   99.01.06.009-6 REGISTRO DE CONTINUIDADE DE ATENDIMENTO EM PRONTO ATENDIMENTO   04.14.02.024-3 REIMPLANTE E TRANSPLANTE DENTAL (POR ELEMENTO)   03.07.01.010-4 RESTAURAÇÃO DE DENTE DECÍDUO POSTERIOR COM IONÔMERO DE VIDRO   03.07.01.003-1 RESTAURAÇÃO DE DENTE PERMANENTE ANTERIOR COM RESINA COMPOSTA   03.01.10.015-2 RETIRADA DE PONTOS DE CIRURGIAS (POR PACIENTE)   03.07.02.011-8 SELAMENTO DE PERFURAÇÃO RADICULAR   01.01.02.009-0 SELAMENTO PROVISÓRIO DE CAVIDADE DENTÁRIA   04.14.02.035-9 TRATAMENTO CIRÚRGICO DE HEMORRAGIA BUCO-DENTAL   04.14.02.038-3 TRATAMENTO DE ALVEOLITE   03.07.03.007-5 TRATAMENTO DE LESÕES DA MUCOSA ORAL   03.07.01.005-8 TRATAMENTO DE NEVRALGIAS FACIAIS   03.07.03.008-3 TRATAMENTO DE PERICORONARITE   03.07.02.003-7 TRATAMENTO ENDODÔNTICO DE DENTE DECÍDUO   03.07.01.006-6 TRATAMENTO INICIAL DO DENTE TRAUMATIZADO   03.07.01.007-4 TRATAMENTO RESTAURADOR ATRAUMÁTICO (TRA/ART)   04.14.02.040-5 ULOTOMIA/ULECTOMIA ATENÇÃO: Os procedimentos listados acima foram extraídos e compilados de relatórios de um período de 12 meses de procedimentos lançados em atendimentos de todas as unidades de Urgência e Emergência (período considerado - 07/2024 a 07/2025). 5.2.3 Encaminhamentos e finalização 5.2.3.1 Encaminhar para Fila O módulo Encaminhar para Fila é utilizado quando o paciente precisa ser direcionado para outra especialidade ou profissional dentro da própria unidade de pronto atendimento. Esse recurso é fundamental para a organização do fluxo assistencial e evita finalizações indevidas nos casos em que o atendimento ainda não se encerrou. Para realizar o encaminhamento interno do paciente — seja para administração de medicação, aferição de sinais vitais, retorno ao médico após medicação intramuscular, entre outras situações — os campos devem ser preenchidos da seguinte forma: Unidade de Saúde : será preenchida automaticamente. CBO : informe a especialidade que irá receber o paciente (ex: Pediatria, Clínica Médica, Ortopedia). Setor : defina conforme a organização da unidade. Profissional : preencha se já souber quem irá assumir o atendimento. Observação : adicione informações adicionais, se necessário. Clique na seta azul para baixo para confirmar o encaminhamento. Após isso, o paciente será inserido na fila da especialidade indicada, constando como "aguardando atendimento" . É importante se atentar que o encaminhamento só será efetivado após clicar na seta azul para baixo . Ao fazer isso, o registro será adicionado à tabela logo abaixo da tela, confirmando que o paciente foi inserido na fila da especialidade ou setor indicado. Se o encaminhamento não aparecer no grid inferior , ele não foi salvo corretamente e o paciente não será encaminhado . ATENÇÃO: Não use finalização como "em observação" indevidamente. Quando o paciente é encaminhado internamente para outro profissional (via fila), não deve ser utilizada a opção de finalização "em observação" no bloco de finalização do atendimento. Esse motivo é reservado exclusivamente para casos em que: O paciente foi fisicamente alocado em leito ou maca na área de observação da unidade. Há acompanhamento contínuo da equipe, incluindo administração de medicamentos, soroterapia ou cuidados prolongados. Se o atendimento foi apenas encaminhado internamente, utilize o  motivo de finalização adequado , como  Encaminhamento interno. Esse cuidado é essencial para garantir a coerência dos dados e o correto uso da área de observação da unidade. Após preencher todas as informações necessárias, incluindo folha de rosto, procedimentos, encaminhamentos e finalização, o profissional deverá clicar no botão verde de salvar , localizado no canto superior direito da tela, para finalizar o registro do atendimento . Esse passo é fundamental para garantir que todas as ações fiquem registradas corretamente no sistema e estejam disponíveis para os demais profissionais, além de alimentar os relatórios institucionais e os dados de produção da unidade. Demonstração em Vídeo 6. Evolução Esta etapa é de uso exclusivo para pacientes que permanecerão em observação, sob acompanhamento contínuo da equipe de plantão. A funcionalidade de Evolução no sistema é destinada exclusivamente para registros clínicos de pacientes que permanecerão em observação, sob acompanhamento contínuo da equipe de plantão, especialmente da enfermagem, mas também com interface com a equipe médica. Esse tipo de atendimento caracteriza-se por situações em que o paciente já passou por avaliação médica inicial, recebeu prescrição de cuidados e/ou medicações, e necessita de um período de monitoramento dentro da unidade de urgência, antes de ser liberado, transferido ou internado. A observação pode se estender por algumas horas ou até por turnos inteiros, dependendo da gravidade do caso, da resposta ao tratamento inicial ou da necessidade de reavaliação médica. É responsabilidade da equipe registrar a evolução clínica do paciente, garantindo que todos os dados sobre condutas realizadas, sinais vitais, respostas a medicações e intercorrências fiquem documentados no prontuário eletrônico. Principais finalidades desta etapa: Documentar a continuidade do cuidado durante o período de observação; Registrar a conduta assistencial, conforme prescrição médica; Descrever a evolução clínica do paciente, permitindo acompanhamento multiprofissional; Permitir rastreabilidade e segurança no atendimento, em especial nos casos de reavaliação, transferências ou agravamento do quadro. Quando utilizar: Pacientes que permanecerão por tempo determinado sob avaliação da resposta clínica a uma conduta prescrita; Casos de aplicação de medicação de urgência, seguidos de observação; Situações onde ainda não há definição sobre a necessidade de internação, alta ou encaminhamento; Casos de triagem classificadas como P3 ou P4 , com queixa que demanda acompanhamento clínico. Importante: Durante todo o período de observação, devem ser feitas novas evoluções sempre que houver alteração significativa no quadro do paciente, nova conduta, aplicação de medicação, coleta de exames, ou por protocolo da unidade (ex: evolução horária). A correta utilização da funcionalidade Evolução é essencial para garantir a segurança do paciente, a comunicação entre profissionais e a qualidade do cuidado prestado. 6.1 Acesso à Fila de Espera O primeiro passo é acessar a tela Fila de Espera para Atendimento e realizar a alteração do status do paciente, indicando que ele permanecerá em observação. 6.2 Início da Evolução Clique em Iniciar Evolução para abrir a tela de Evolução de Atendimento . 6.3 Registro da Conduta No campo observação, registre a conduta realizada de acordo com a prescrição médica previamente registrada no sistema. De acordo com a regulamentação, a transcrição de prescrições médicas por profissionais não médicos não é permitida. No entanto, o sistema gera um número de referência que pode ser informado neste campo para assegurar o vínculo com a prescrição original. 6.4 Avaliação de Enfermagem Preencha o campo de avaliação com as informações observadas pela equipe de enfermagem , descrevendo o estado do paciente e demais informações clínicas relevantes. 6.5 Registro de Procedimentos Na barra lateral esquerda, clique em Procedimentos . Registre o procedimento realizado, informando também a quantidade realizada. 6.6 Intercorrências e Manutenção em Observação ⚠️ Atenção: Registro de Intercorrências Caso o paciente apresente intercorrências ou permaneça com necessidade clínica de acompanhamento, mantenha-o em observação e comunique o médico responsável . Ao registrar corretamente a evolução de enfermagem, as informações ficarão visíveis na tela do médico, favorecendo a continuidade do cuidado e permitindo que o profissional acompanhe a situação clínica do paciente mesmo antes de realizar nova avaliação. No campo Motivo de Finalização , selecione a opção: 30 – Em observação – Manter em observação Esta opção deve ser mantida enquanto o paciente permanecer na unidade sob monitoramento clínico. 6.7 Salvar e Finalizar Após o preenchimento dos campos, clique em Salvar  para concluir o registro da evolução. 6.8 Retorno à Fila de Espera Com a evolução finalizada, o paciente continuará na tela de Fila de Espera para Atendimento , sendo visualizado com o status de observação . 6.9 Alta após Estabilização Se, após a administração da medicação, o paciente não apresentar queixas, pode-se prosseguir com a alta conforme orientação médica. 6.10 Finalização do Atendimento  Na tela Fila de Espera para Atendimento , clique em Opções.   Role até o final da barra lateral e clique em Alta para finalizar o atendimento. Se, por algum dos motivos abaixo, o paciente tiver alta, selecione a opção correspondente para retirá-lo da Fila de Observação:   Certifique-se de seguir todos os passos descritos para garantir o correto registro das informações, permitindo a continuidade e segurança da assistência prestada ao paciente. 7. Cadastro de Profissionais O registro correto dos profissionais no sistema está diretamente vinculado à regularidade do faturamento da unidade de saúde. Para que um profissional possa registrar atendimentos, é imprescindível que esteja cadastrado no Sistema de Gestão Pública de Saúde com vínculo ativo no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) . 7.1. Cadastro emergencial e responsabilidade do gestor Sabemos que situações emergenciais acontecem. Por isso, há profissionais capacitados, como servidores administrativos da própria unidade e gestores da urgência/emergência, aptos a realizar a liberação técnica do cadastro no sistema. Além disso, em casos excepcionais, a liberação pode ser realizada por membros da equipe central da Secretaria da Saúde, como a Gerência de Projetos de Saúde Digital ou a Chefia de Seção de Help Desk e Apoio à Saúde . Esse apoio é prestado com o único objetivo de não interromper os atendimentos à população . No entanto, é fundamental reforçar que essa liberação não isenta a gestão da unidade de suas responsabilidades legais e administrativas . O envio completo da ficha de cadastro CNES continua sendo uma obrigação gestão da unidade solicitante. Após o atendimento emergencial, o gestor da unidade deve preencher e enviar a ficha de cadastro CNES do profissional . Esse procedimento é obrigatório, pois: Atendimentos realizados por profissionais sem vínculo CNES não são considerados válidos para o faturamento ; O sistema pode impedir o envio de dados ao SISAB, impactando diretamente na produção da unidade; O Ministério da Saúde pode aplicar glosas , reduzindo os repasses financeiros; O gestor pode ser responsabilizado administrativamente por negligência no envio das informações obrigatórias. ATENÇÃO: conforme disposto na Portaria GM/MS nº 1.646/2015 , é de responsabilidade do gestor local do SUS garantir a consistência e veracidade das informações prestadas ao CNES. A omissão ou o envio incompleto das informações pode configurar infração funcional , sujeita às sanções previstas na Lei nº 8.112/1990 (no caso de servidores estatutários) e demais legislações aplicáveis. 7.2. Como realizar o cadastro corretamente O município de Sorocaba disponibiliza fichas simplificadas para facilitar o preenchimento e envio dos dados ao setor responsável pelo CNES. São dois modelos, conforme o vínculo do profissional: Servidores Fixos (CLT ou Estatutários): Ficha de Cadastro do CNES – Servidores Fixos Servidores Temporários (PJ, Residente, Estágio, etc.): Ficha de Cadastro do CNES – Temporários IMPORTANTE : Um dos erros mais comuns no preenchimento da ficha é a indicação incorreta do CNS. O  CNS que deve ser informado é o número do Cartão Nacional de Saúde (Cartão SUS) do próprio profissional . Ou seja,  não é o CNS de um dependente, nem o número de cadastro da unidade ou da empresa contratante. Caso o profissional não saiba seu CNS, ele pode consultar gratuitamente pelo site https://meudigisus.saude.gov.br ou solicitar essa informação em qualquer unidade do SUS, inclusive na própria unidade onde está atuando. Mesmo com essa simplificação nas fichas, ainda há a falta de envio dos dados por parte de alguns gestores, o que prejudica o correto funcionamento do sistema e o financiamento das unidades. 7.3. Gestão de pessoas e planejamento Um ponto essencial nesta discussão é o papel da gestão de pessoas . A maior parte das liberações emergenciais pode ocorrer por falta de planejamento prévio na programação de escalas, contratações e substituições. Se houver a oportunidade de a unidade organizar corretamente as entradas de novos profissionais e encaminhar os cadastros CNES  durante o horário comercial e com antecedência mínima , todas as liberações podem ser feitas com tranquilidade, sem necessidade de acionar suporte emergencial . Portanto, reforçamos: planejamento evita correria , previne erros e garante um sistema mais estável e seguro. 7.4. Envio obrigatório O formulário preenchido deve ser encaminhado obrigatoriamente para o seguinte endereço de e-mail: Cadastro CNES < cadastrocnes@sorocaba.sp.gov.br> Esse e-mail foi criado especificamente para facilitar o fluxo: trata-se de um grupo de e-mails que direciona automaticamente a solicitação tanto para o setor de Cadastro CNES ( cnes@sorocaba.sp.gov.br ) quanto para o Suporte SIS ( suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br ). Dessa forma, a liberação no sistema e o cadastro oficial no CNES acontecem de forma coordenada , sem necessidade de múltiplos envios por parte da unidade solicitante. O envio deve ser realizado em até 2 dias úteis após a liberação emergencial do profissional no sistema . A não observância deste prazo poderá acarretar: Cancelamento dos registros do profissional no sistema; Glosas no faturamento da unidade; Notificação à Diretoria de Área e às instâncias superiores da Secretaria da Saúde. ALERTA: O apoio emergencial para liberação de profissionais no sistema tem sido prestado como medida excepcional, com o único objetivo de garantir a continuidade do atendimento à população. No entanto, caso o padrão de descumprimento das obrigações por parte das gestões persista, especialmente o não envio das fichas de cadastro, esse fluxo poderá ser revisto e suspenso . A responsabilidade por registros feitos sem o devido vínculo CNES não pode ser transferida para quem apenas tentou ajudar a manter o serviço funcionando. Portanto,  a continuidade das liberações emergenciais está condicionada ao comprometimento das unidades em regularizar os cadastros dentro do prazo estabelecido . 7.5. Conclusão O cadastro de profissionais no CNES não é opcional , não é burocracia e não é responsabilidade do Suporte ao Sistema . É uma ação obrigatória de gestão que garante: Regularidade da produção; Legalidade dos registros; Segurança jurídica da unidade. RESUMINDO: Se o atendimento não puder parar, o suporte libera o profissional no sistema. Mas se a ficha não for enviada, o problema não é técnico. Solução de contorno - Pacientes encaminhados a outra categoria profissional Atualmente, o sistema apresenta uma limitação: quando o paciente é encaminhado para a fila de uma categoria diferente daquela do profissional logado , não é possível iniciar o atendimento diretamente pelo botão da fila. Um exemplo recorrente ocorre nos encaminhamentos de Médicos Clínicos (225125) para realização de procedimentos por Técnicos de Enfermagem , situação em que a equipe disponível é composta por Auxiliares de Enfermagem . Nessas circunstâncias, apenas usuários cadastrados como Técnicos de Enfermagem conseguem iniciar o atendimento pela fila, impedindo que enfermeiros ou auxiliares acessem o prontuário do paciente pela via habitual. Já existe chamado aberto para correção definitiva dessa situação, de forma que todas as categorias autorizadas possam registrar o atendimento sem restrições. Enquanto isso não ocorre, adotaremos uma solução de contorno para garantir o registro adequado dos atendimentos. Alta com cuidado continuado A transição segura do paciente entre os níveis de atenção é uma etapa essencial para garantir a continuidade e a qualidade do cuidado em saúde. No município de Sorocaba, o fluxo de Alta com Cuidado Compartilhado foi desenvolvido para estruturar a integração entre Hospitais, UPAs, PAs e a Atenção Primária, assegurando que pacientes com quadros clínicos estabilizados recebam seguimento adequado nas Unidades de Atenção Primária. 1.Orientações Gerais Sobre o Sistema Neste capítulo, abordaremos os conceitos e orientações iniciais para utilização do Sistema com PEC. 1.1 Versão do Sistema Usada neste Manual Esse manual é desenvolvido para familiarizar e orientar a correta utilização do Sistema de Gestão Pública de Saúde utilizado na Secretaria da Saúde de Sorocaba/SP. O Acesso a ele se dá através da internet, pelo endereço  https://sisweb.sorocaba.sp.gov.br/ Para desenvolver o manual, usamos de referência a  versão 24.12.01 . 1.2 Organização e Componentes- Padrão do Sistema O Sistema Integrado de Saúde foi pensado para ser uma ferramenta que trás familiaridade ao usuário, considerando que o Sistema Operacional mais utilizado no mundo é o Microsoft Windows e que ele tem o conceito de utilização de Menu Inicial, Barra de Tarefas e Área de Trabalho. A Ferramenta foi pensada em utilizar como base a padronização de visualização do SO, com uma estrutura familiar onde os Módulos podem ser encontrados em um menu, que as telas dos módulos podem ser inseridas na área de trabalho para facilitar o acesso e que cada uma delas, quando abertas, ficará visivel na barra de tarefas do sistema. 1.2.1 Orientações Básicas de Utilização do Sistema No quadro abaixo, são apresentadas algumas orientações gerais sobre os componentes padronizados no sistema. De finições Rrepresentação visual Campos obrigatórios : são marcados com  *  (asterisco) e devem ser obrigatoriamente preenchidos. Campos obrigatórios não preenchidos:  ficam na cor vermelha. Barra de erros:  O Sistema é preparado para apresentar no rodapé da página uma barra que descreve os erros ao realizar algum procedimento, bastando parar o mouse sobre "Mostrar todos os erros" para saber o que resolver. Campos quadrados:  ( checkbox ) são para a escolha de mais de uma opção. Campos em círculo  ( radio button ) :  são de única escolha.  [ATENÇÃO]:  após selecionado, não será possível desvincular a escolha por uma das outras opções. Caso selecione por engano, será necessário cancelar o registro e reiniciar o processo. Data:  digite a data ou clique no símbolo no canto direito do campo, onde aparecerá o calendário, com a data atual selecionada. Para avançar/retroceder o mês: clicar nas setas   ou  ; Para avançar/retroceder o mês/ano: clicar sobre  . Para localizar o dia atual mais rápido, basta clicar em  . Caixa de seleção:  ao digitar parte da palavra desejada, o sistema automaticamente traz todos os registros que contêm a palavra, após selecione o item desejado. Topo da Tela:  o botão no canto inferior direito das telas serve para levar a visualização da página ao topo de maneira mais rápida. Status das Telas:  no canto inferior das telas haverá sempre a sinalização da utilização dela no momento, podendo essa ser demonstrada com os status de Inserção, Localização e Visualização. As telas funcionarão diferente de acordo com seus status Bloco de Informação:  O   Sistema é modular e é pensado em blocos de informações, que podem ser minimizados e maximizados. Minimizar Bloco:  Os blocos podem ser minimizados para facilitar a visualização de informações (o contrário também ocorre). Maximizar (Restaurar) Bloco:  Os blocos minimizados também podem ser maximizados (restaurados) para exibir as informações Menu Lateral:  O menu lateral pode ser ocultado também, é uma opção viável para ampliar a área de visualização do preenchimento. Para ocultar você deve clicar em   e para desocultar é só clicar em  Quantidade de resultados na busca:  Algumas informações do sistema serão demonstrados em tabela, com o padrão de mostrar 10 registros, nesse caso, há opção de aumentar a quantidade de registros que deseja visualizar. Exportação de resultados em tabela:  Algumas telas do sistema que retornam os dados em tabela, apresentam no canto superior direito do bloco o botão   que permite extrair a tabela em diversos formatos, incluindo MS Excel ou .csv Parametrização de visualização de tabelas:  Essas tabelas geralmente também permitem a possibilidade de configurar o layout de apresentação, basta clicar no botão   e selecionar quais informações você quer deixar para serem visualizadas em tela. Unidade e setor onde estou trabalhando:  Na barra de tarefas do sistema, no canto inferior direito, há um visualizador fácil para identificar em qual unidade/setor você está logado. 1.3 Controle de Acesso ao Sistema O Sistema controla o acesso dos usuários do PEC por meio de um identificador ( login ) e uma  senha de uso pessoal , portanto, a entrada no sistema é pessoal e individual para cada usuário, conforme pode ser visualizado abaixo ATENÇÃO : Cada profissional terá seu acesso, controle de permissões e controle de auditoria vinculado a seu login (SMS), devendo portanto, utilizar apenas seu login e senha pessoal para o uso do sistema. A identificação para acesso ( login ) será controlada pelo próprio sistema, usando como padrão, o  SMS  cadastrado.  O  login  é pessoal e intransferível , pois busca garantir que os registros feitos no sistema sejam identificados pela identificação de operador do profissional. O controle da  senha  é pessoal e deve ser alterada no primeiro acesso. Para criação da senha, o gestor responsável deverá enviar a  ficha CNES  ( Servidores Fixos  /  Servidores temporários  [CNPJ, Residentes, Estágios, etc.])  preenchida  e enviada por e-mail para  cadastrocnes@sorocaba.sp.gov.br   solicitando vinculação na unidade e liberação de acesso como operador. 1.3.1 Como Criar/Alterar Sua Senha A Senha  padrão do sistema  deve ser alterada  assim que o usuário realizar o  primeiro login , essa é uma tarefa de  responsabilidade do usuário  para garantir a integridade dos dados. A alteração de senha pode ser realizada a qualquer momento. Na barra de tarefas do sistema, localize o   e clique para visualizar a opção  Senha A tela que abrirá quando clicar em Senha pedirá que você informe a senha atual e, após, pedirá que digite uma nova senha e, por questão de segurança, repita a mesma nova senha no campo abaixo, bastando apenas clicar em Atualizar para concluir a tarefa. 1.3.2 Esqueci Minha Senha, o que Faço? Existem três maneiras de recuperar sua senha de acesso ao sistema: O  principal canal  para é o de  envio de e-mail  para  suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br  identificando-se e solicitando reset da senha para acesso. Também existe a opção de entrar em  contato por telefone  com o suporte sis para ter mais agilidade ao processo, porém, esse  não exclui a necessidade do envio de email  para auditoria dos chamados realizados. O Contato deve ser feito através do número  (15) 3238 2113 . O Sistema recentemente recebeu o botão  Redefinir Senha  na tela de login, portanto, caso você tenha um e-mail cadastrado no sistema, poderá redefinir a senha a qualquer momento com rapidez. ATENÇÃO:  A redefinição de senha através da tela de login irá funcionar apenas se você tiver um e-mail cadastrado no sistema. Para confirmar essa informação, com o sistema logado você deve clicar em   e verificar se há um e-mail seu cadastrado abaixo do seu nome. O e-mail que aparecer na tela de identificação do operador será o responsável por receber as informações para  redefinição de senha . Caso  não tenha um e-mail cadastrado no sistema , você deverá enviar um e-mail para  suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br , identificando-se e solicitando o  reset da senha  e o  cadastro de um e-mail . Importante:  Não se esqueça de informar um e-mail ao qual você tenha acesso. 1.3.3 Autenticação via gov.br O Login através do  gov.br  também está sendo desenvolvido para facilitar acesso ao sistema, dessa maneira você não precisará se preocupar em lembrar seu usuário SMS e senha, podendo utilizar as credenciais que utiliza em todos os sistemas que faz login através do login único no Brasil. Atualmente a autenticação está presente apenas no  ambiente de testes/treinamento  e, em breve deverá estar disponível no  ambiente de produção . 1.3.4 Unidade/Setor Sempre que entrar no Sistema, é indicado que verifique em qual unidade você fez login, caso necessite alterar, você deve clicar em   e após em Unidade. Nessa tela, estarão liberados para você todas as unidades e setores que foram solicitadas para o  Suporte SIS  < suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br >, baseado nas unidades que você tem cadastro no  SCNES . Caso a unidade e/ou setor em que você estiver trabalhando não conste na lista liberada em seu usuário, deverá ser solicitado liberação ao  Suporte SIS  < suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br >, porém, por questão de segurança, essa solicitação deve ser feita pela Coordenação ou com a Ciência da Coordenação (basta colocar a coordenação em Cópia no email). Não esqueça de que, para alterar a unidade/setor do login, você deve  confirmar  a alteração. IMPORTANTE:  Existem dois tipos de liberação no Sistema, a liberação de  Operador  e de  Profissional , ter liberação de Operador na Unidade não significa que você tem liberação para lançar atendimentos como Profissional. O Contrário será impossível de acontecer, uma vez que para lançar atendimento como Profissional, você deverá estar logado(a) na unidade.   2.Fluxo de Origem (Unidades de Urgência, Emergência e Atenção Especializada) Para garantir a continuidade do cuidado, o registro da Alta com Cuidado Compartilhado deve ser realizado diretamente no sistema, no momento da alta do paciente na unidade de origem. Este registro permite o agendamento imediato da consulta na Atenção Primária, assegurando que o paciente já saia da unidade com o atendimento subsequente programado. O fluxo é realizado exclusivamente por agendamento direto , sem encaminhamento para fila de demanda reprimida. Por isso, o correto preenchimento dos campos e a atenção às informações inseridas são fundamentais para o sucesso do processo e a segurança do paciente. Os prestadores que realizarão o registro dessas solicitações devem ser previamente cadastrados no Sistema de Gestão Pública de Saúde (SIS - https://sisweb.sorocaba.sp.gov.br ) e, para garantir o correto cadastro para acesso, devem realizar a solicitação através do formulário https://bit.ly/registro-acc-sorocaba . 2.1 Tela de solicitação de procedimento de serviço O Acesso para o registro e agendamento do cuidado deverá ser feito na tela Solicitação de Procedimento de Serviço, que deve ser encontrada em  Ambulatório  >  Solicitação  >  Solicitação de Procedimento de Serviço . 2.1.1 Dados mínimos obrigatórios Com a tela aberta, clique em   e inicie o preenchimento dos  Dados da Solicitação . Nesse bloco, será  obrigatório o preenchimento de: Hora da solicitação Tipo de Serviço Munícipio Solicitante Unidade solicitante CBO do profissional solicitante Após, deverá ser preenchido os blocos Dados do usuário e Dados da agenda, sendo obrigatório o preenchimento de: Dados do usuário Prontuário  ou  Nome do paciente Dados da agenda Tipo atendimento Procedimento CBO/Especialidade executante Para facilitar o preenchimento, abaixo listamos as regras de preenchimento de Tipo de Serviço, Procedimento e CBO Executante parametrizados no sistema: Lista de Regras de Preenchimento da Solicitação CÓD. PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO CÓD. CBO CBO 99.01.01.100-1 ACC SAÚDE DO ADULTO – CRISE HIPERTENSIVA REVERTIDA 223505 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.140-1 ACC SAÚDE DO ADULTO – CRISE HIPERTENSIVA REVERTIDA 223505 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.490-1 ACC SAÚDE DO ADULTO – DESCOMPENSAÇÃO DIABÉTICA 223507 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.500-1 ACC SAÚDE DO ADULTO – DESCOMPENSAÇÃO DIABÉTICA 223507 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.640-1 ACC SAÚDE DO ADULTO – ARRITMIA OU DOR TORÁCICA NÃO ISQUÊMICA 223509 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.440-1 ACC SAÚDE DO ADULTO – ARRITMIA OU DOR TORÁCICA NÃO ISQUÊMICA 223509 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.150-1 ACC SAÚDE DO ADULTO – INSUFICIÊNCIA CARDIACA COMPENSADA 223511 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.950-1 ACC SAÚDE DO ADULTO – INSUFICIÊNCIA CARDIACA COMPENSADA 223511 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.000-2 ACC SAÚDE DO ADULTO – AVC PÓS QUADRO AGUDO OU REGRESSIVO 223513 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.450-2 ACC SAÚDE DO ADULTO – AVC PÓS QUADRO AGUDO OU REGRESSIVO 223513 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.560-2 ACC SAÚDE DO ADULTO – ASMA/DPOC REVERTIDA 223515 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.860-2 ACC SAÚDE DO ADULTO – ASMA/DPOC REVERTIDA 223515 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.430-2 ACC SAÚDE DO ADULTO – TUBERCULOSE EM TRATAMENTO/DESCOMPENSADA 223517 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.220-2 ACC SAÚDE DO ADULTO – TUBERCULOSE EM TRATAMENTO/DESCOMPENSADA 223517 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.500-3 ACC SAÚDE DO ADULTO – PÓS-OPERATÓRIO DE BAIXA/MÉDIA COMPLEXIDADE 223519 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.510-3 ACC SAÚDE DO ADULTO – PÓS-OPERATÓRIO DE BAIXA/MÉDIA COMPLEXIDADE 223519 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.520-3 ACC SAÚDE DA CRIANÇA – RECÉM-NASCIDO OU LACTENTE <= 12 MESES 223521 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.530-3 ACC SAÚDE DA CRIANÇA – RECÉM-NASCIDO OU LACTENTE <= 12 MESES 223521 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.540-3 ACC SAÚDE DA CRIANÇA – CRISE DE ASMA/SIBILÂNCIA REVERTIDA 223523 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.090-4 ACC SAÚDE DA CRIANÇA – CRISE DE ASMA/SIBILÂNCIA REVERTIDA 223523 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.420-4 ACC SAÚDE DA CRIANÇA – CONVULSÃO FEBRIL OU AFEBRIL ESTABILIZADA 223525 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.930-4 ACC SAÚDE DA CRIANÇA – CONVULSÃO FEBRIL OU AFEBRIL ESTABILIZADA 223525 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.100-4 ACC SAÚDE DA CRIANÇA – DESIDRATAÇÃO LEVE/MODERADA REVERTIDA 223527 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.760-4 ACC SAÚDE DA CRIANÇA – DESIDRATAÇÃO LEVE/MODERADA REVERTIDA 223527 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.740-4 ACC SAÚDE DA CRIANÇA – SINAIS DE DESNUTRIÇÃO, RISCO NUTRICIONAL 223529 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.020-5 ACC SAÚDE DA CRIANÇA – SINAIS DE DESNUTRIÇÃO, RISCO NUTRICIONAL 223529 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.030-5 ACC SAÚDE DA CRIANÇA – OTITE MÉDIA E QUADROS RESPIRATÓRIOS GRAVES ESTABILIZADOS 223531 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.040-5 ACC SAÚDE DA CRIANÇA – OTITE MÉDIA E QUADROS RESPIRATÓRIOS GRAVES ESTABILIZADOS 223531 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.050-5 ACC SAÚDE ONCOLÓGICA – COMPLICAÇÕES LEVES DE TRATAMENTO (NÁUSEA, DOR CONTROLADA, MUCOSITE LEVE) 223533 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.060-5 ACC SAÚDE ONCOLÓGICA – COMPLICAÇÕES LEVES DE TRATAMENTO (NÁUSEA, DOR CONTROLADA, MUCOSITE LEVE) 223533 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.070-5 ACC SAÚDE ONCOLÓGICA – CASOS EM CUIDADOS PALIATIVOS 223535 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.080-5 ACC SAÚDE ONCOLÓGICA – CASOS EM CUIDADOS PALIATIVOS 223535 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.090-5 ACC SAÚDE ONCOLÓGICA – ALTA HOSPITALAR ONCOLÓGICA 223537 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.100-5 ACC SAÚDE ONCOLÓGICA – ALTA HOSPITALAR ONCOLÓGICA 223537 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.110-5 ACC SAÚDE ONCOLÓGICA – VIGILÂNCIA DE CÂNCER GINECOLÓGICO MAMÁRIO 223539 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.900-6 ACC SAÚDE ONCOLÓGICA – VIGILÂNCIA DE CÂNCER GINECOLÓGICO MAMÁRIO 223539 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.910-6 ACC SAÚDE ONCOLÓGICA – USO DE TERAPIA ORAL 223541 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 99.01.01.920-6 ACC SAÚDE ONCOLÓGICA – USO DE TERAPIA ORAL 223541 / 223565 Enfermeiro / Enfermeiro da estratégia de saúde da família 2.1.2 Preenchimento da guia de encaminhamento Preenchendo o Bloco  Dados da Agenda , abaixo, teremos dois novos blocos:  Justificativa/Observações  e  Protocolo . A partir daqui, os campos de Justificativa e os Protocolos são de preenchimento obrigatório e devem ser preenchidos de acordo com a guia que está sendo transcrita no sistema. Na versão  v25.02.13 e anteriores , apenas o campo de  justificativa  é obrigatório no sistema. No entanto, recomenda-se preencher também, pelo menos, o campo de  motivo do agendamento e o CID . Esse preenchimento completo contribui para  maior agilidade no processo.   Recomendamos que, para o campo  motivo do agendamento , seja utilizado  "43 [APS] CONSULTA ELETIVA"  ou outro que melhor se adeque ao encaminhamento. Além disso, é fundamental que o  CID seja informado em letras maiúsculas , pois, se inserido em letras minúsculas, o sistema poderá registrá-lo com erro, impedindo sua correta localização. 2.1.4 Identificação da Unidade de Referência no Sistema Durante o preenchimento da solicitação de serviço, caso exista qualquer dúvida sobre qual é a unidade de referência do paciente, é possível acessar a tela de cadastro de usuários a qualquer momento para realizar a consulta. A busca do paciente pode ser realizada pelos seguintes campos: Nome completo CPF CNS Número do prontuário (recomendado, por maior precisão e agilidade) Após localizar o paciente, utilize o ícone de lupa para carregar os dados completos no sistema. Com isso, o sistema exibirá a unidade de referência cadastrada, a qual deverá ser utilizada para o agendamento na Atenção Primária. ATENÇÃO: Pacientes com endereço cadastrado em município diferente de Sorocaba não terão habilitação para solicitação de serviço no sistema. Nestes casos, o paciente deverá ser orientado e encaminhado formalmente para a unidade de saúde de seu município de residência. 2.1.5 Agendamento por solicitação A parametrização do procedimento como  "registra" permite que o sistema verifique se há uma  agenda disponível para o procedimento solicitado. Ao salvar a solicitação, o sistema buscará automaticamente uma vaga disponível nas agendas das Unidades de Atenção Primária. Se houver vaga, o paciente poderá ser agendado de forma imediata. ATENÇÃO: Caso não exista vaga disponível no momento, o sistema apresentará uma mensagem de indisponibilidade. Nessa situação, o profissional deverá entrar em contato com a unidade de referência por e-mail institucional, solicitando a abertura de vaga na agenda para viabilizar o agendamento do paciente. Segue lista de email das unidades para facilitar a comunicação, bem como um padrão de texto esperado para realizar a solicitação. UBS Angélica  < csangelica@sorocaba.sp.gov.br > USF Aparecidinha  < csaparecidinha@sorocaba.sp.gov.br > USF Barão  < csbarao@sorocaba.sp.gov.br > UBS Barcelona  < csbarcelona@sorocaba.sp.gov.br > USF Brigadeiro Tobias  < csbrigadeirotobias@sorocaba.sp.gov.br > USF Cajuru  < cscajuru@sorocaba.sp.gov.br > UBS Carandá  < ubscaranda@sorocaba.sp.gov.br > UBS Cerrado  < cscerrado@sorocaba.sp.gov.br > UBS Éden  < cseden@sorocaba.sp.gov.br > UBS Escola  < csescola@sorocaba.sp.gov.br > UBS Fiori  < csfiore@sorocaba.sp.gov.br > USF Habiteto  < cshabiteto@sorocaba.sp.gov.br > UBS Haro  < csvlharo@sorocaba.sp.gov.br > UBS Hortencia   < csvlhortencia@sorocaba.sp.gov.br > UBS Laranjeiras  < cslaranjeiras@sorocaba.sp.gov.br > USF Lopes de Oliveira  < ubslopesdeoliveira@sorocaba.sp.gov.br > UBS Maria do Carmo  < csmariadocarmo@sorocaba.sp.gov.br > UBS Marcia Mendes  < csmarciamendes@sorocaba.sp.gov.br > UBS Maria Eugênia  < csmariaeugenia@sorocaba.sp.gov.br > UBS Mineirão  < csmineirao@sorocaba.sp.gov.br > USF Nova Esperança  < csnovaesperanca@sorocaba.sp.gov.br > UBS Nova Sorocaba  < csnovasorocaba@sorocaba.sp.gov.br > USF Paineiras  < cspaineiras@sorocaba.sp.gov.br > USF Rodrigo  < usfrodrigo@sorocaba.sp.gov.br > USF Sabiá  < cssabia@sorocaba.sp.gov.br > UBS Santana  < csvlsantana@sorocaba.sp.gov.br > USF São Bento  < cssaobento@sorocaba.sp.gov.br > UBS São Guilherme  < cssaoguilherme@sorocaba.sp.gov.br > UBS Simus  < csjdsimus@sorocaba.sp.gov.br >  UBS Sorocaba I  < cssorocaba1@sorocaba.sp.gov.br > USF Ulisses Guimarães  < csulisses@sorocaba.sp.gov.br > USF Vitória Régia  < csvitoriaregia@sorocaba.sp.gov.br > USF Wanel Ville  < cswanelville@sorocaba.sp.gov.br > Texto esperado para solicitar abertura de vaga para cuidado continuado Olá, tudo bem? Sou [IDENTIFICAR-SE] e trabalho na unidade [NOME DA SUA UNIDADE DE ORIGEM] . Realizamos a alta do paciente prontuário [NÚMERO DO PRONTUÁRIO] , com indicação de seguimento na Atenção Primária via fluxo de Alta com Cuidado Compartilhado, porém no momento da solicitação não havia disponibilidade de vaga na agenda da unidade de referência [NOME DA UNIDADE REFERÊNCIA] . Diante disso, solicitamos, se possível, a abertura de vaga para viabilizar o agendamento do paciente, conforme previsto no fluxo municipal. Informações complementares do paciente: Nome: [NOME COMPLETO DO PACIENTE] Linha de cuidado: [DESCRIÇÃO DA LINHA DE CUIDADO — Ex: Hipertensão, Diabetes, Pós-Operatório, etc.] Data da alta: [DATA DA ALTA] Agradeço desde já a colaboração. Atenciosamente, [SEU NOME COMPLETO] [SEU TELEFONE OU RAMAL, SE APLICÁVEL] Esse modelo otimiza o fluxo de atendimento, priorizando o agendamento direto. Após selecionar a  data e hora  disponíveis, o agendamento pode ser realizado, garantindo que o paciente já saia com um horário definido.  É fundamental sempre confirmar com o paciente a unidade referência, data e o horário agendados , garantindo que ele esteja ciente e possa comparecer no dia marcado. 2.2 Anexando documento na Guia de Encaminhamento Nesse momento, é importante que se atente a necessidade de encaminhar algum documento em anexo junto a solicitação. Por exemplo, se o encaminhamento é feito baseado em uma transcrição de guia, você pode digitaliza-lo e anexar ao pedido no botão  Anexar Documento , no menu lateral. Os arquivos anexados aqui deverão ser consultados durante a regulação dos profissionais da CREDAC e da Central de Regulação Odontológica e servirão de auxílio para efetiva regulação do caso. O Arquivo pode estar em formato .jpeg (imagem) ou .pdf (arquivo compactado) e não poderá ultrapassar o limite de 30mb. Basta clicar em Anexar Documento para visualizar uma área de transferencia onde você pode arrastar o documento ou simplesmente clicar no centro da tela para carregar o arquivo. 2.3 Impressão da Guia de Encaminhamento e do Comprovante de Agendamento O sistema permite a geração e impressão de relatórios diretamente na tela de Solicitação de Procedimento de Serviço . Nesta etapa, dois documentos principais estão disponíveis: Guia de Encaminhamento Comprovante de Agendamento A Guia de Encaminhamento pode ser impressa a qualquer momento, sempre que necessário, bastando selecionar o relatório correspondente. O Comprovante de Agendamento é gerado: No momento da solicitação , caso o paciente seja agendado imediatamente. Posteriormente , caso o agendamento seja concluído após abertura de vaga. Ao acessar a opção de impressão, o sistema pode apresentar os relatórios de duas formas: Exibição direta do relatório , abrindo automaticamente o documento para impressão. Tabela de seleção de relatórios , permitindo ao usuário escolher quais documentos deseja visualizar e imprimir ( Guia de Encaminhamento , Comprovante de Agendamento ou ambos simultaneamente). Caso seja exibido um relatório diferente do desejado, o usuário pode alterar a seleção de impressão clicando em "Selecionar Relatório" . Essa opção permite visualizar quais relatórios estão vinculados à tela e quais opções de impressão estão disponíveis. Na tela de seleção, é possível definir o  padrão de exibição para a unidade , escolhendo entre: Exibir o grid de escolha antes da impressão , permitindo que o usuário selecione os relatórios desejados a cada solicitação. Definir um relatório padrão para impressão automática , podendo ser a  Guia de Encaminhamento, o Comprovante de Agendamento ou ambos simultaneamente . Caso sejam selecionados os dois relatórios, o sistema os exibirá simultaneamente na tela, permitindo a visualização completa antes da impressão. Essa flexibilidade garante maior controle e agilidade no processo de impressão, permitindo que cada unidade configure a melhor forma de geração de documentos conforme sua necessidade. SUGESTÃO:  Para facilitar o fluxo de trabalho e evitar a necessidade de alterar a seleção manualmente,  recomenda-se que cada unidade configure a exibição automática dos dois relatórios como padrão , conforme demonstrado acima. Dessa forma, tanto a  Guia de Encaminhamento  quanto o  Comprovante de Agendamento  serão exibidos sempre que aplicáveis, garantindo que todas as informações relevantes estejam disponíveis sem a necessidade de ajustes manuais frequentes. 3.3.1 Impressão da Guia de Encaminhamento A  Guia de Encaminhamento  reúne todas as informações essenciais sobre a  solicitação de procedimento , incluindo os  dados do paciente, o procedimento solicitado, a justificativa do encaminhamento  e demais informações relevantes para a  Central de Regulação . Para imprimir esse documento, basta acessar a  tela de Solicitação de Procedimento de Serviço , selecionar a opção de  impressão  e escolher o relatório nomeado como  Guia de Encaminhamento . Caso o relatório apresentado na tela não seja o desejado, o usuário pode seguir os passos explicados anteriormente para  alterar a seleção do relatório  antes da impressão. Abaixo, segue o modelo padrão do  PDF da Guia de Encaminhamento  gerado pelo sistema 3.3.2 Impressão do Comprovante de Agendamento O  Comprovante de Agendamento  contém informações detalhadas sobre o  procedimento agendado , incluindo a  data, horário e local do atendimento , servindo como referência para o paciente. Para imprimir esse documento, basta acessar a  tela de Solicitação de Procedimento de Serviço , selecionar a opção de  impressão  e escolher o relatório nomeado como  Comprovante de Agendamento . Caso o relatório exibido na tela não seja o desejado, o usuário pode seguir os passos explicados anteriormente para  alterar a seleção do relatório  antes da impressão. Abaixo, segue o modelo padrão do  PDF do Comprovante de Agendamento  gerado pelo sistema: Resumo em vídeo 3.Criação de Agendas para Alta com Cuidado Compartilhado Para operacionalizar o fluxo de Alta com Cuidado Compartilhado , as Unidades de Atenção Primária devem disponibilizar vagas específicas em agenda, permitindo o agendamento direto das solicitações provenientes de hospitais, UPAs e Pronto Atendimentos. Este capítulo orienta o processo de criação dessas agendas no sistema, detalhando os parâmetros necessários e os cuidados no momento do cadastro. 3.1 Acesso à Tela de Criação de Agenda O cadastro das agendas deve ser realizado no menu: Na tela inicial, selecione o dia onde você deseja abrir a vaga e clique em  Adicionar para iniciar o processo de criação de uma nova agenda. 3.1.1 Preenchimento do Bloco de Informação No bloco superior da tela, informe os seguintes dados: Unidade de Saúde: selecionar a sua unidade (isso deverá ocorrer automaticamente e deverá permanecer assim) Serviço: 428 - ALTA COM CONT DO CUIDADO CBO: selecionar um dos seguintes: 223505 - ENFERMEIRO 223565 - ENFERMEIRO DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Ambos são aceitos. A escolha deve ser coerente com o profissional que realizará o atendimento. Profissional: Selecionar o profissional conforme a escala da unidade. Recomendação: Sempre que possível, já montar a escala e abrir as vagas de acordo com o enfermeiro responsável por aquele período. Tipo de Agenda: Central 3.1.2 Preenchimento do Bloco de Agendas Após o preenchimento do bloco de informação, o próximo passo é configurar os horários e vagas da agenda: Hs. Início e Hs. Final: definir de acordo com a escala dos enfermeiros. Qde. vaga: recomenda-se abrir blocos de 2 pacientes por hora , mas as unidades têm autonomia para configurar conforme sua capacidade. Tipo atendimento: Interconsulta Sexo: Ambos Agenda direta?: Não Importante: garante que essas vagas não sejam visualizadas em agendas abertas ao público ou recepção, sendo reservadas exclusivamente para as solicitações de Alta com Cuidado Compartilhado. Portal Cidadão: Não Motivo Agendamento: deixar em branco Bloquear: manter desbloqueado para permitir o agendamento. 3.1.2.1 Considerações Importantes O parametro de "Agenda Direta?" com a opção "não" faz com que a agenda criada seja visível exclusivamente para o sistema no momento do processamento da solicitação de procedimento de serviço. Não é permitido o agendamento manual destas vagas pelas recepções ou por agendamento direto. É fundamental que as agendas sejam mantidas atualizadas conforme a escala efetiva dos enfermeiros responsáveis. A partir disso, basta clicar em Salvar para disponibilizar as vagas. 3.3 Demonstração em vídeo 4. Recepção das Solicitações de Alta com Cuidado Compartilhado Introdução Após o agendamento das solicitações de Alta com Cuidado Compartilhado, cabe à equipe administrativa da unidade realizar a recepção dos pacientes no sistema no dia do atendimento. Esta etapa é fundamental para liberar o paciente para ser atendido e registrar o comparecimento. 4.1 Acesso à Tela de Recepção A recepção das solicitações é realizada no menu: Ambulatório > Solicitação > Recepção de Ser 4.2 Ajuste dos Filtros de Busca Ao acessar a tela de Recepção de Serviço , será exibido o bloco Dados Executante com diversos campos de filtros. Orientação: Para facilitar a visualização de todos os agendamentos do dia, recomenda-se: Limpar todos os filtros possíveis , deixando-os em branco (Tipo de Agenda, Tipo de Atendimento, Serviço, CBO e Profissional). Dessa forma, o sistema exibirá todas as solicitações agendadas na unidade, abrangendo tanto agendas locais quanto agendas centrais. No bloco de  Agendamentos , no campo Situação , recomenda-se filtrar pela situação Agendado , exibindo apenas os pacientes que ainda não foram recepcionados. 4.3 Localização do Paciente para Recepção Com a lista de agendamentos visível, o paciente poderá ser localizado de diversas formas: Utilizando o campo de busca no topo da tabela. Realizando filtro direto sobre as colunas (ex.: buscar por nome do paciente na coluna "Usuário", prontuário, número da solicitação, etc.). 4.4 Procedimento de Recepção Após localizar o paciente: Marque a caixa de seleção ao lado do agendamento. Clique no botão Recepcionar . Na tela seguinte de confirmação, o sistema permitirá, se necessário: Trocar o profissional executante. Alterar o CBO executante (recurso recentemente liberado no sistema). Confirme o processamento. 4.5 Conclusão da Recepção Após a confirmação, o agendamento constará como Recepcionado e o paciente estará apto a ser chamado para atendimento pelo profissional responsável. A recepção deve ser realizada no momento em que o paciente comparecer à unidade. A troca do profissional e CBO permite maior flexibilidade, mas deve sempre ser feita com atenção, respeitando os profissionais devidamente cadastrados na escala. Agendamentos que não forem recepcionados continuarão como pendentes na lista de "Agendados" e, após um dia útil, receberá falta automática pelo sistema, impactando em absenteísmo. 4.6 Demonstração em vídeo [VIDEO AQUI] Manual Operativo de Telessaúde 1. Objetivo Estabelecer normas, critérios e procedimentos operacionais para a realização do teleatendimento no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) no Município de Sorocaba , orientando os profissionais da rede municipal quanto ao uso adequado das ferramentas institucionais de Telessaúde no Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC), de modo a garantir a qualidade assistencial, a padronização dos registros, a segurança clínica e jurídica e a conformidade com a legislação vigente. Este Manual possui um Guia Operativo de Telessaúde – Passo a Passo para o Profissional , disponível ao final do documento ( Anexo III ), destinado a apoiar os profissionais durante a realização do atendimento. 2. Abrangência Este Manual aplica-se aos profissionais de saúde da rede municipal de Sorocaba , atuantes na Atenção Primária à Saúde (APS), na Atenção Especializada, nas equipes multiprofissionais (eMulti) e nos demais serviços que compõem a Rede de Atenção à Saúde (RAS), sempre que realizarem atendimentos remotos na modalidade de Telessaúde . Estão contemplados neste escopo os atendimentos realizados por meio de plataforma institucional de Telessaúde devidamente homologada pela Secretaria Municipal da Saúde , bem como os respectivos registros efetuados no Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC), observadas as normativas vigentes, os protocolos assistenciais e as diretrizes institucionais do Município. 3. Bases Legais e Normativas O teleatendimento deverá observar, obrigatoriamente, as seguintes normas: 3.1 Legislação Federal Lei nº 8.080/1990 – Lei Orgânica da Saúde; Lei nº 13.709/2018 – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD); Lei nº 14.510/2022 – Regulamenta a Telessaúde no Brasil. 3.2 Normativas do Ministério da Saúde Portaria GM/MS nº 1.348/2022 – Ações e serviços de Telessaúde no SUS; Portaria GM/MS nº 635/2023 – Incentivo financeiro às equipes eMulti; Portaria GM/MS nº 3.232/2024 – Programa SUS Digital; Portaria GM/MS nº 3.691/2024 – Ação Estratégica SUS Digital–Telessaúde; Portaria GM/MS nº 7.639/2025 – Alimentação dos Bancos de Dados Nacionais; Manual do e-SUS APS – Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC). 3.3 Normativas Municipais Lei Municipal nº 12.747/2023 – Prática da Telemedicina no Município de Sorocaba. 3.4 Normas Éticas Resoluções dos Conselhos Profissionais correspondentes às categorias envolvidas. 4. Definições Este capítulo apresenta os conceitos e regras gerais utilizados neste manual, com o objetivo de padronizar a compreensão sobre as modalidades de Telessaúde, os procedimentos e a habilitação profissional para registro no SISWEB. 4.1 Telessaúde Telessaúde consiste na realização de ações e serviços de saúde à distância, mediada pela utilização de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), com interação síncrona ou assíncrona, destinada a finalidades assistenciais, educativas, de apoio diagnóstico, de monitoramento e de orientação em saúde, conforme a regulamentação vigente no âmbito do SUS, com registro obrigatório em prontuário eletrônico e observância dos mesmos princípios técnicos, éticos e legais aplicáveis ao atendimento presencial. 4.2 Modalidades de Telessaúde  Para fins assistenciais, operacionais e de registro no SUS, as ações de Telessaúde classificam-se nas seguintes modalidades: Teleconsulta Consulta clínica realizada à distância entre profissional de saúde e paciente , com a finalidade de avaliação, acompanhamento e orientação em saúde, observadas as normas éticas e as resoluções vigentes de cada conselho profissional. Telemonitoramento Interação remota realizada sob orientação e supervisão de profissional de saúde envolvido no cuidado ao paciente, com a finalidade de monitoramento ou vigilância de parâmetros de saúde , conforme plano terapêutico estabelecido. Teleconsultoria Interação remota entre profissionais de saúde , destinada ao apoio à tomada de decisão clínica , esclarecimento de dúvidas sobre condutas, procedimentos, ações de saúde ou processos de trabalho. A Teleconsultoria pode ocorrer de duas formas: Síncrona: com interação simultânea entre os profissionais. Assíncrona: com envio e resposta em momentos distintos. Nessa modalidade não há a presença do paciente . Teleinterconsulta Interação remota entre profissionais de saúde, com a presença do paciente , destinada à troca de informações clínicas, laboratoriais, de imagens e opiniões , com finalidade diagnóstica ou terapêutica, favorecendo a atuação interprofissional. Teletriagem Interação remota entre profissional de saúde e paciente , destinada à avaliação inicial da demanda , com definição da prioridade ou do tipo de atendimento necessário, conforme a gravidade do quadro apresentado. Telediagnóstico Modalidade que utiliza tecnologias da informação e comunicação para a emissão de diagnóstico, laudo ou parecer por profissional habilitado, a partir da análise de dados, imagens ou exames. Teleorientação Ações remotas de educação em saúde , promoção, prevenção e orientação, direcionadas ao cidadão, sem finalidade diagnóstica ou terapêutica individual. Teleatendimento em Grupo Realização de atividades coletivas à distância , tais como grupos terapêuticos, oficinas, práticas corporais, grupos temáticos por ciclo de vida ou condição de saúde, conforme planejamento assistencial. Papel do profissional: solicitante e executante Em algumas modalidades de Telessaúde, os procedimentos são classificados conforme o papel desempenhado pelo profissional : Profissional solicitante: aquele que realiza a solicitação de apoio, orientação ou parecer. Profissional executante: aquele que recebe a solicitação e realiza a análise ou resposta correspondente. Essa classificação é utilizada exclusivamente para fins de registro do procedimento , conforme a Tabela SIGTAP. 4.3 Procedimentos de Telessaúde conforme Tabela SIGTAP Os procedimentos de Telessaúde são aqueles definidos e codificados na Tabela SIGTAP , utilizados para o registro das ações realizadas no SISWEB. Cada procedimento: está vinculado a uma modalidade de Telessaúde ; possui um código SIGTAP específico ; e segue regras próprias de registro e habilitação profissional. Os procedimentos de Telessaúde disponíveis para registro no SISWEB são: Código SIGTAP Procedimento 03.01.01.025-0 Teleconsulta na Atenção Primária 03.01.01.030-7 Teleconsulta Médica na Atenção Especializada 03.01.01.031-5 Teleconsulta por Profissionais de Nível Superior na Atenção Especializada (exceto médico) 08.04.01.001-3 Teleconsultoria assíncrona – solicitante 08.04.01.002-1 Teleconsultoria assíncrona – executante 08.04.01.003-0 Teleconsultoria síncrona – solicitante 08.04.01.004-8 Teleconsultoria síncrona – executante 08.04.01.005-6 Teleinterconsulta – solicitante 08.04.01.006-4 Teleinterconsulta – executante 08.04.02.001-9 Teletriagem 08.04.02.002-7 Telediagnóstico 08.04.02.003-5 Telemonitoramento 08.04.02.004-3 Teleorientação 08.04.02.005-1 Teleatendimento em grupo 4.4 Habilitação profissional por modalidade de Telessaúde Para fins deste manual, considera-se profissional habilitado aquele cuja categoria profissional (CBO) está autorizada, conforme a Tabela SIGTAP vigente, a registrar determinado procedimento de Telessaúde no SISWEB. A seguir, apresentam-se as categorias profissionais habilitadas por modalidade , em caráter definidor e normativo . 4.4.1 Teleconsulta na Atenção Primária Modalidade destinada à realização de consulta clínica à distância no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Categorias profissionais habilitadas: Assistente Social Cirurgião-Dentista Enfermeiro Farmacêutico Fisioterapeuta Fonoaudiólogo Médico (todas as especialidades) Nutricionista Psicólogo / Psicanalista Terapeuta Ocupacional / Ortoptista / Psicomotricista 4.4.2 Teleconsultoria e Teleinterconsulta Modalidades voltadas à interação remota entre profissionais de saúde, com ou sem a presença do paciente, para apoio à condução de casos clínicos. Categorias profissionais habilitadas: Assistente Social Cirurgião-Dentista Enfermeiro Farmacêutico Fisioterapeuta Fonoaudiólogo Médico (todas as especialidades) Nutricionista Psicólogo / Psicanalista Terapeuta Ocupacional / Ortoptista / Psicomotricista Profissional de Educação Física 4.4.3 Teletriagem, Telediagnóstico, Telemonitoramento, Teleorientação e Teleatendimento em Grupo Modalidades destinadas à avaliação, orientação, monitoramento, apoio diagnóstico e ações coletivas em saúde realizadas à distância. Categorias profissionais habilitadas: Assistente Social Cirurgião-Dentista Enfermeiro Farmacêutico Fisioterapeuta Fonoaudiólogo Médico (todas as especialidades) Nutricionista Psicólogo / Psicanalista Terapeuta Ocupacional / Ortoptista / Psicomotricista Profissional de Educação Física 4.4.4 Teleconsulta na Atenção Especializada Modalidade destinada à realização de consulta clínica à distância no âmbito da Atenção Especializada. a) Teleconsulta por profissionais de nível superior (exceto médico) na Atenção Especializada Categorias profissionais habilitadas: Assistente Social Cirurgião-Dentista Enfermeiro Farmacêutico Fisioterapeuta Fonoaudiólogo Musicoterapeuta Naturólogo Nutricionista Psicólogo / Psicanalista Psicopedagogo Profissional de Educação Física (Saúde) b) Teleconsulta médica na Atenção Especializada Categorias profissionais habilitadas: Médico Clínico Médico em Especialidades Cirúrgicas Médico em Medicina Diagnóstica e Terapêutica 5. Responsabilidades 5.1 Secretaria Municipal da Saúde / Saúde Digital Normatizar, monitorar e avaliar as ações de Telessaúde; Garantir capacitação das equipes; Assegurar integração com a RNDS. 5.2 Unidades de Saúde Organizar agenda e logística do teleatendimento; Garantir ambiente adequado e apoio operacional. 5.3 Profissionais de Saúde Realizar o teleatendimento conforme protocolos; Obter e registrar consentimento do usuário; Registrar integralmente o atendimento no PEC; Garantir sigilo e ética profissional. 6. Requisitos de Infraestrutura e Segurança 6.1 Notebook – Instalação e Uso 6.1.1 Conectar o notebook à energia elétrica Conecte o carregador do notebook a uma tomada elétrica adequada e ao equipamento. Em seguida, ligue o notebook por meio do botão de energia, verificando se o dispositivo inicia corretamente.Durante a realização das atividades de telessaúde, recomenda-se manter o notebook conectado à fonte de energia, evitando interrupções durante os atendimentos. 6.1.2 Conectar o notebook à internet (rede cabeada) Conecte o notebook à rede de internet exclusivamente por meio de cabo, garantindo maior estabilidade e melhor desempenho para transmissões de áudio e vídeo. Antes do início do atendimento, verifique se a conexão está ativa e estável, assegurando condições adequadas para a realização das ações de telessaúde. 6.1.3 Ajustes básicos para utilização Certifique-se de que o notebook esteja funcionando normalmente, sem falhas aparentes de inicialização, tela, som ou conectividade. Acesse o ambiente institucional de teleatendimento no SISWEB, confirmando que o usuário está devidamente autenticado e com acesso configurado para a realização das atividades. O notebook deve ser instalado em mesa estável, em ambiente ventilado e com fácil acesso à energia elétrica. Recomenda-se utilizar solução de proteção antivírus. Ao final de cada atendimento, deve ser realizado o encerramento adequado das sessões e o log-off dos sistemas. 6.2 Smart TV – Instalação e Uso 6.2.1 Posicionamento da Smart TV Posicione a smart TV em local visível aos participantes do atendimento, preferencialmente à frente do profissional ou do paciente. O centro da tela deve estar alinhado à altura dos olhos, favorecendo a visualização das informações compartilhadas. Evite posicionar a tela em locais com incidência direta de luz, reflexos ou sombras que possam comprometer a qualidade da imagem. 6.2.2 Conexão da Smart TV ao notebook Conecte a smart TV ao notebook por meio de cabo HDMI compatível. Utilize o controle remoto da televisão para selecionar a entrada HDMI correspondente à conexão realizada, garantindo a correta exibição da imagem. 6.2.3 Verificações para uso Antes do início do atendimento, verifique se a imagem do notebook está sendo exibida corretamente na tela da smart TV, sem cortes, distorções ou falhas. Certifique-se de que o volume, quando utilizado, esteja ajustado de forma adequada ao ambiente, preservando a privacidade do atendimento. 6.3 Câmera de Videoconferência – Instalação e Uso 6.3.1 Conexão da câmera ao notebook Conecte a câmera de videoconferência ao notebook utilizando o cabo fornecido com o equipamento. Após a conexão, verifique se o dispositivo foi reconhecido corretamente pelo sistema. 6.3.2 Posicionamento da câmera Instale a câmera de videoconferência de forma centralizada ou alinhada ao monitor utilizado, preferencialmente acima da tela, garantindo enquadramento adequado do profissional e, quando necessário, do paciente. A distância entre a câmera e o usuário deve permitir boa captação de imagem, mantendo o rosto bem enquadrado e visível durante o atendimento. 6.3.3 Ajustes de imagem e ambiente A iluminação do ambiente deve ser frontal ou lateral, evitando contraluz ou sombras excessivas que prejudiquem a qualidade da imagem. Antes do início do atendimento, verifique o funcionamento da câmera e do microfone, assegurando boa captação de imagem e áudio. A câmera deve permanecer limpa e corretamente posicionada durante todo o atendimento. 6.4 Orientações Gerais de Uso, Segurança e Ética Os cabos de energia, rede e conexão dos equipamentos devem permanecer organizados , reduzindo riscos de acidentes, desconexões acidentais ou falhas técnicas. Os equipamentos destinados à telessaúde devem ser utilizados  exclusivamente para atividades institucionais, sendo vedado o uso pessoal. É proibida a gravação dos atendimentos sem consentimento formal do usuário. Após o uso , os equipamentos devem ser desligados corretamente, mantidos limpos, protegidos contra líquidos, alimentos, poeira, umidade e calor excessivo, e armazenados de forma segura. As atividades de telessaúde devem observar as normas de segurança da informação, garantindo o sigilo, a confidencialidade e a proteção dos dados dos usuários, em conformidade com a legislação vigente e as diretrizes do SUS. 7. Fluxo Operacional do Teleatendimento O fluxo de atendimento em Telessaúde deverá observar as etapas descritas a seguir, respeitando a avaliação clínica do profissional de saúde, as diretrizes assistenciais vigentes e os critérios de segurança do cuidado. 7.1 Avaliação Inicial do Atendimento O atendimento ao usuário poderá ocorrer de forma presencial ou remota , conforme avaliação clínica do profissional de saúde, considerando a condição apresentada, a finalidade do atendimento, a segurança do usuário e a resolutividade esperada. 7.2 Definição da Modalidade de Atendimento Após a avaliação inicial, o profissional deverá definir a modalidade assistencial mais adequada: Atendimento remoto , quando o cuidado puder ser realizado de forma remota, com segurança e qualidade assistencial; Atendimento presencial , quando o teleatendimento não for indicado. 7.3 Consentimento do Usuário para o Teleatendimento A realização do teleatendimento requer o consentimento do usuário, em observância aos princípios da autonomia, da informação e da segurança do cuidado. O atendimento em Telessaúde deve ser realizado mediante consentimento prévio do usuário , de forma livre e esclarecida , devendo esse consentimento ser registrado em prontuário eletrônico , reconhecido como documento clínico e jurídico oficial no SUS. Antes do início do teleatendimento, recomenda-se que o profissional de saúde oriente verbalmente o usuário , apresentando o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido ou, no mínimo, seus principais pontos , esclarecendo dúvidas e confirmando a concordância com a modalidade de atendimento remoto. O consentimento será formalizado, preferencialmente , por meio de registro em prontuário eletrônico , com anotação explícita de que o usuário: foi devidamente informado sobre a realização do atendimento por Telessaúde; e manifestou concordância com essa modalidade de atendimento. O   Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) , conforme modelo institucional (Anexo I), constitui o instrumento norteador para a orientação do usuário quanto ao atendimento por Telessaúde, devendo seus princípios e informações ser observados pelo profissional de saúde. Quando aplicável, o TCLE possui caráter complementar , podendo ser utilizado como forma adicional de formalização do consentimento, devendo sua utilização ser igualmente registrada em prontuário. Essa prática encontra respaldo na Lei nº 14.510/2022 , na Portaria GM/MS nº 1.348/2022 e no reconhecimento do prontuário eletrônico como documento clínico e jurídico oficial no SUS . Exemplo de registro do consentimento em prontuário Usuário(a) orientado(a) verbalmente sobre a realização do atendimento por Telessaúde, incluindo características da modalidade, limitações e direito de recusa. Após os esclarecimentos, o(a) usuário(a) manifesta concordância livre e esclarecida com a realização do atendimento remoto. Consentimento registrado em prontuário eletrônico. (Exemplo ilustrativo, podendo ser adaptado conforme a prática assistencial.) 7.4 Realização do Teleatendimento A realização do teleatendimento deverá seguir o passo a passo descrito no próximo item " Acesso ao Teleatendimento” , incluindo a condução da consulta conforme protocolos assistenciais, com registro simultâneo das informações no prontuário eletrônico. 7.5 Encaminhamentos e Desdobramentos Durante ou após o teleatendimento, poderão ser realizados, quando indicados: encaminhamentos para outros pontos da Rede de Atenção à Saúde (RAS); solicitações de exames; prescrições terapêuticas; orientações e definição de retorno presencial ou remoto. 7.6 Registro e Finalização do Atendimento Concluído o teleatendimento, o profissional deverá: registrar integralmente o atendimento no Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC); selecionar corretamente a modalidade assistencial; documentar evolução clínica, condutas e encaminhamentos; finalizar o atendimento no sistema, garantindo rastreabilidade, segurança clínica e jurídica. Como material de apoio à prática assistencial, assista ao vídeo: Resumo Operativo do Manual de Telessaúde-Sorocaba (Anexo II). 8. Acesso ao Teleatendimento no SIS 8.1 Criação de agenda para Teleatendimento Criar agenda vinculada ao serviço de teleatendimento no SISWEB. 8.2 Início do Teleatendimento no PEC Realizar login com usuário e senha individual; Na tela inicial do Prontuário Eletrônico do Cidadão, selecionar a opção  “Fila para Atendimento” ; Após preenchimento do campos na "Fila para Atendimento", clicar no ícone   "Realizar Atendimento" 8.3 Abertura da Sala de Teleatendimento Clicar em  "SOAP" e Abrir Sala de "Teleatendimento": O sistema abrirá automaticamente o ambiente de videochamada. 8.4 Organização da Visualização da Tela Para melhor visualização da interface de atendimento e viabilizar o registro simultâneo, seguro e contínuo das informações clínicas relatadas pelo paciente no prontuário eletrônico durante o teleatendimento, recomenda-se a configuração da disposição de telas por meio da funcionalidade de maximização e organização de janelas, conforme indicado abaixo: 8.5 Geração e Compartilhamento do Link No ambiente da videochamada, clicar em “Participantes” ; Selecionar a opção “Convidar alguém” ; Copiar o link exibido em “Compartilhando o link da reunião” ; Enviar o link ao usuário por meio do WhatsApp institucional da unidade , preferencialmente 15 minutos antes do horário agendado . 8.6  Inclusão de Outros Participantes Quando necessário, repetir a opção  “Convidar alguém” para inclusão de outros profissionais; Essa funcionalidade poderá ser utilizada, por exemplo, em atendimentos do tipo  teleinterconsulta ou teleconsultoria. 8.7 Encerramento da Chamada Ao término do atendimento remoto, encerrar a videochamada selecionando a opção “Sair” . 8.8 Finalização do Atendimento no Sistema Retornar ao atendimento no PEC; Selecionar a opção “Finalizar Atendimento” ; Preencher as opções apresentadas pelo sistema; Inserir o procedimento de telessaúde realizado; Indicar “Sim” ou “Não” no campo “Liberar cidadão?” , conforme a conduta adotada; Concluir o registro do atendimento. Antes de realizar o teleatendimento no SIS, consulte este guia prático. 9. Boas práticas de Teleatendimento 9.1 Postura Profissional O teleatendimento deve observar postura profissional compatível com a prática clínica presencial, com ênfase em: Ambiente Realizar o atendimento em local reservado, silencioso e com privacidade; Garantir iluminação e posicionamento de câmera adequados; Minimizar ruídos, interrupções e distrações; Utilizar equipamentos com áudio e vídeo em boas condições. Apresentação Profissional Manter apresentação profissional compatível com o atendimento em saúde; Utilizar vestuário adequado ao contexto assistencial, de forma a não comprometer a identificação, a comunicação ou a condução do atendimento; Evitar o uso de acessórios, vestimentas ou elementos visuais que possam causar distrações ou dificultar a interação com o usuário. Observação: a apresentação profissional no teleatendimento deve seguir os mesmos princípios éticos e de conduta adotados no atendimento presencial. Identificação e Apresentação Identificar-se com nome, função e instituição no início da chamada; Confirmar a identidade do usuário antes de iniciar a avaliação clínica; Garantir que o termo de consentimento (quando aplicável) esteja registrado. Linguagem e Comunicação Utilizar linguagem clara, objetiva e acessível; Certificar-se de que o usuário compreendeu as orientações; Evitar termos ambíguos ou jargões técnicos sem explicação. 9.2  Orientações ao Paciente Antes da Chamada Antes do início da videochamada, a unidade/profissional deve orientar o usuário sobre: Estar em ambiente com privacidade e boa conexão de internet; Permanecer em local silencioso durante o atendimento; Ter em mãos documentos ou exames, se necessário; Como será conduzido o teleatendimento, incluindo tempo estimado e confidencialidade. 9.3 Conduta Durante a Chamada Durante a videochamada, o profissional deve: Realizar breve explicação prévia sobre como a consulta será registrada; Confirmar novamente a identidade e o motivo do atendimento; Esclarecer que o atendimento é remoto e os limites inerentes; Registrar, em tempo real, as informações relevantes no Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC)/SOAP; Anotar condutas, orientações e condutas prescritas ou solicitadas. 9.4 Registro para Segurança Clínica e Jurídica O registro no prontuário eletrônico deve seguir os princípios do SOAP , observando: Data e horário do atendimento; Identificação completa do usuário e do profissional(es) envolvidos; Descrição objetiva dos fatos (relato subjetivo e dados objetivos); Avaliação clínica fundamentada; Plano terapêutico ou conduta clara e justificável; Anotações de orientações dadas, inclusive sobre limitações, riscos e próximos passos; Registro de consentimento, quando aplicável. Esse registro é parte integrante do cuidado e constitui documento clínico e jurídico oficial , devendo ser legível, completo e datado. A conformidade com essas práticas reduz riscos de erros, garante rastreabilidade e proteção tanto ao usuário quanto ao profissional e à instituição. 9.5 Comunicação de Incidentes Qualquer evento adverso , falha técnica ou situação que possa comprometer a qualidade do atendimento ou a segurança do usuário durante o teleatendimento deve ser comunicado de forma imediata , conforme orientações abaixo. Essas situações devem ser: Informadas à coordenação responsável pelo serviço ou unidade ; Comunicadas à Saúde Digital , por meio do e-mail institucional 📧 saudedigital@sorocaba.sp.gov.br . Importante: a comunicação de incidentes tem como objetivo a qualificação do cuidado , a prevenção de recorrências e o aperfeiçoamento dos processos de Telessaúde. 10. Encerramento e Encaminhamentos Ao final do teleatendimento, o profissional deverá encerrar a chamada, finalizar o atendimento no sistema e realizar os encaminhamentos necessários, garantindo a continuidade do cuidado. 11. Referências Legais e Técnicas Portaria de Consolidação nº 1/2017 – Direitos e deveres dos usuários da saúde e organização do SUS Lei nº 13.709/2018 – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) Portaria nº 1.434/2020 – Institui a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) Portaria GM/MS nº 1.768/2021 – Política Nacional de Informação e Informática em Saúde (PNIIS) Lei nº 14.510/2022 – Autoriza e regula a prática da telessaúde no Brasil Portaria GM/MS nº 1.348/2022 – Ações e serviços de Telessaúde no SUS LEI Nº 12.747, DE 28 DE MARÇO DE 2023- Define a prática da telemedicina no Município de Sorocaba, e dá outras providências Portaria GM/MS nº 635/MS de 22 de maio de 2023 - Institui, define e cria incentivo financeiro eMulti Manual do e-SUS APS – Módulo de Videochamadas, versão 5.4 Manual Instrutivo do Programa SUS Digital, Ministério da Saúde, 2024 Manual de Uso do Kit Multimídia de Telessaúde – Novo PAC, Ministério da Saúde, 2024 Portaria GM/MS nº 3.232/2024 – Institui o Programa SUS Digital Portaria GM/MS nº 3.691/2024 – Institui a Ação Estratégica SUS Digital-Telessaúde Portaria GM/MS nº 7.639/2025 – Obriga a alimentação mensal e sistemática dos Bancos de Dados Nacionais RESOLUÇÃO CFFa nº 580, de 20 de agosto de 2020- Dispõe sobre a regulamentação da Telefonoaudiologia e dá outras providências RESOLUÇÃO nº 727/2022- Dispõe sobre a regulamentação da Telefarmácia RESOLUÇÃO Nº 9, DE 18 DE JULHO DE 2024- Regulamenta o exercício profissional da Psicologia mediado por Tecnologias Digitais da Informação e da Comunicação (TDICs) em território nacional RESOLUÇÃO CONFEF Nº 542 DE 05/08/2024- Regulamenta os serviços de atividades físicas e do desporto prestados por Profissional de Educação Física à distância através dos meios de tecnologia da informação e da comunicação. RESOLUÇÃO COFFITO Nº 619, DE 28 DE MAIO DE 2025- Regulamenta a prestação de serviços de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional nas modalidades de Teleconsulta, Teleatendimento, Telemonitoramento e Teleconsultoria RESOLUÇÃO CFESS Nº 1.114, DE 4 DE SETEMBRO DE 2025- Dispõe sobre as condições éticas e técnicas para o exercício profissional da(o) Assistente Social 12. Anexos Anexo I   Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para Atendimento por Telessaúde OFICIAL.pdf Anexo II Vídeo - Resumo Operativo do Manual de Telessaúde Sorocaba Anexo III Guia Operativo de Telessaúde Sorocaba Release de Atualizações Rotinas de Solicitação de Exames Implementação de Novos Códigos de Exames e Parametrização no SIS Em atendimento às exigências da Portaria SAES/MS Nº 3.025 , que alterou a tabela SUS e incluiu/excluiu procedimentos, o sistema (SIS) passou por uma reparametrização urgente para diferenciar exames laboratoriais essenciais conforme o público-alvo. O objetivo desta comunicação é orientar as unidades sobre o procedimento correto de solicitação e cadastro, garantindo que os exames sejam faturados e processados sob o código SUS e SIS adequados. Os exames afetados por esta Portaria devem ser obrigatoriamente diferenciados em três grupos: População Geral Gestantes Parceiros ou Parceiras de Gestantes É fundamental que as unidades de saúde estejam devidamente orientadas sobre o envio dos pedidos que são destinados a "Gestantes" e "Parceiros". ATENÇÃO: Caso a sinalização do grupo de paciente (Gestante ou Parceiro/Parceira) não ocorra de forma clara e correta no momento da solicitação/pedido, o paciente será cadastrado automaticamente no sistema como pertencente ao grupo "População Geral". A parametrização dos novos códigos criados (incluindo os Mnemônicos/MNMs e os Códigos SIS) está em fluxo e estes códigos estão disponíveis no sistema a partir de 01/11/2025. Para garantir o uso dos códigos corretos no SIS, a equipe técnica criou novos códigos específicos para cada grupo. Cód SHIFT Descrição Código SUS SIS 90 HEPATITE B - HBS AG 02.02.03.144-6 500 HBSGG HEPATITE B - HBS AG GESTANTE 02.02.03.145-4 3087 HBSGP HEPATITE B - HBS AG PARCEIRO OU PARCEIRA 02.02.03.146-2 3088 151 HEPATITE C 02.02.03.147-0 128 HEPCG HEPATITE C GESTANTE 02.02.03.148-9 3089 HEPCP HEPATITE C PARCEIRO OU PARCEIRA 02.02.03.149-7 3090 HIVC HIV CONFIRMATORIO, NOVA AMOSTRA 02.02.03.150-0 2904 HIVCG HIV CONFIRMATORIO, NOVA AMOSTRA GESTANTE 02.02.03.151-9 3091 HIVCP HIV CONFIRMATORIO, NOVA AMOSTRA PARCEIRO OU PARCEIRA 02.02.03.152-7 3092 84 HIV 02.02.03.150-0 115 HIVG HIV GESTANTE 02.02.03.151-9 3093 HIVP HIV PARCEIRO OU PARCEIRA 02.02.03.152-7 3094 259 ANTI HTLV I/II 02.02.03.153-5 1323 HTLVG ANTI HTLV I/II GESTANTE 02.02.03.154-3 3095 HTLVP ANTI HTLV I/II PARCEIRO OU PARCEIRA 02.02.03.155-1 3096 WBLOT WESTERN BLOT PARA HTLV 02.02.03.159-4 3044 WBLOTG HTLV 1 E 2, ANTICORPOS IGG POR WESTERN BLOT GESTANTE 02.02.03.160-8 3097 WBLOTP HTLV 1 E 2, ANTICORPOS IGG POR WESTERN BLOT PARCEIRO OU PARCEIRA 02.02.03.161-6 3098 Ressaltamos a necessidade de atenção também aos exames disponíveis em contrato. O cumprimento rigoroso desta orientação é essencial para a adequada operacionalização e faturamento dos exames conforme a nova Portaria do Ministério da Saúde. Em caso de dúvidas ou necessidade de esclarecimentos, a equipe de Gestão de Contratos e Implantação permanece à disposição. Fluxo de Solicitação de Exames com Justificativa e Autorização Este manual orienta as equipes assistenciais das Unidades de Saúde de Sorocaba (médicos, enfermeiros e demais profissionais) sobre o  processo de solicitação de exames que requerem justificativa clínica e autorização prévia pela equipe técnica da Atenção Primária à Saúde. A atualização segue determinação da Secretaria da Saúde, com base no comunicado de outubro de 2025, que estabelece ajustes temporários nos fluxos de solicitação dos exames de Vitamina D e Vitamina B12 . Atenção: Este fluxo é temporário e poderá ser atualizado após revisão dos protocolos clínicos e ajustes contratuais junto à rede prestadora. Sempre consulte as versões mais recentes deste manual e da tabela de exames com orientações. Ademais, segue abaixo a lista de exames atualizadas, com inclusão de exames e com atualização de códigos novos implementados e necessidades de autorizações. MÚLTIPLAS SÃO 8 HORAS. 12 HORAS PARA QUANDO CONSTAR PEDIDO DE TRIGLICERIDEOS . PARA O JEJUM NÃO É NECESSÁRIO RESTRINGIR ÁGUA. MEDICAMENTOS DEVEM SER MANEJADOS EXCLUSIVAMENTE POR MÉDICOS, NÃO HÁ ORIENTAÇÃO E AUTONOMIA DA PARTE LABORATORIAL EM ORIENTAR A NÃO TOMADA DE MEDICAÇÕES. ORIENTAMOS CONSULTAR O MANUAL DA AFIP, DISPONÍVEL NO SHIFT PARA MAIORES DETALHES DE CADA EXAME, RECURSO QUE DEVE SER UTILIZADO PARA EXAMES MENOS UTILIZADOS.  CÓDIGO SIS EXAME AUTORIZAÇÃO SALA DE COLETA ESPECIAL OUTRAS ORIENTAÇÕES / SINÔNIMOS 1559 17OH - PROGESTERONA NÃO SIM 17-ALFA-HIDROXIPROGESTERONA / DOSAGEM DE 17 ALFA HIDROXILASE PROGESTERONA 1304 ACETONA - SANGUE NÃO DOSAGEM DE ACETONA 1700 ACIDO 5 HIDROXI INDOL ACETICO (5HIAA) NÃO SIM MATABÓLITOS DA SEROTONINA 1521 ACIDO ACETILSALICILICO RAST/C207 NÃO RAST 191 ACIDO CITRICO - CITRATURIA NÃO CITRATO URINÁRIO 1686 ACIDO DELTA AMINOLEVULINICO - ALA U NÃO MATERIAL: URINA ISOLADA 65 ACIDO FOLICO NÃO FOLATO – VITAMINA B9 1620 ACIDO HOMOVANILICO (HVA) SIM ÁCIDO HOMO VANÍLICO 606 ACIDO LATICO NÃO DOSAGEM DE LACTATO – TUBO CINZA 3019 ÁCIDO METIL HIPÚRICO NÃO URINA ISOLADA 289 ACIDO OXALICO - OXALURIA NÃO OXALATO URINÁRIO 1310 ACIDO PIRUVICO NÃO DOSAGEM DE PIRUVATO 7 ACIDO URICO SERICO NÃO 33 ACIDO VALPROICO NÃO VALPROATO 303 ACIDO VANIL MANDELICO NÃO 1602 ACIDOS ORGANICOS, URINA NÃO SIM NECESSÁRIO PREENCHER E ENVIAR QUESTIONÁRIO. 310 ACTH ADRENOCORTICOTRÓFICO, HORMÔNIO - ACTH NÃO SIM 2685 ADH - HORMÔNIO ANTIDIURÉTICO SIM SIM 281 ALBUMINA NÃO 2914 ALBUMINA EM LÍQUIDOS NÃO 290 ALDOLASE NÃO 306 ALDOSTERONA NÃO SIM 443 ALFA 1 ANTITRIPSINA NÃO 498 ALFA 2 MACROGLOBULINA NÃO 342 ALFA FETO PROTEINA NÃO 145 ALUMINIO - SERICO NÃO SIM 6 AMILASE SERICA NÃO 1306 AMONIA NÃO SIM 635 AMP CICLICO NÃO 3068 ANÁLISE DE DNA POR MLPA PARA SD. SAETHRE CHOTZEN SIM SIM 3055 ANÁLISE DNA MLPA PARA PRADER WILLI ANGELMAN SIM SIM COMUNICAR O AGENDAMENTO PREVIAMENTE PARA MARÍLIA DA SALA DE COLETA ESPECIAL 2804 ANÁLISE GENE OU CONJUNTO DE GENES ESPECÍFICOS - GENE HWUE SIM SIM COMUNICAR POR E-MAIL SOBRE O AGENDAMENTO PARA PROVIDENCIAR EM TEMPO HÁBIL OS MATERIAIS NECESSÁRIOS 1269 ANATOMO PATOLOGICO (FRAGMENTO/BIOPSIA/DESCALCIFICAÇÃO) NÃO 2682 ANATOMO PATOLÓGICO (RETIRADA DE BLOCO E LÂMINA) NÃO 1249 ANATOMOPATOLOGICO [2A PECA] NÃO 1250 ANATOMOPATOLOGICO [3A PECA] NÃO SOMENTE PEÇA CIRÚRGICA ACIMA 5 CM 1251 ANATOMOPATOLOGICO [4A PECA] NÃO SOMENTE PEÇA CIRÚRGICA ACIMA 5 CM 1252 ANATOMOPATOLOGICO [5A PECA] NÃO SOMENTE PEÇA CIRÚRGICA ACIMA 5 CM 1598 ANATOMOPATOLOGICO [6A PECA] NÃO SOMENTE PEÇA CIRÚRGICA ACIMA 5 CM 1253 ANATOMOPATOLOGICO [FRAGMENTO DE BIOPSIA] NÃO BIÓPSIAS SIMPLES REALIZADAS NA UBS 1254 ANATOMOPATOLOGICO [FRAGMENTO DE BIOPSIA] NÃO 1255 ANATOMOPATOLOGICO [FRAGMENTO DE BIOPSIA] NÃO 1256 ANATOMOPATOLOGICO [FRAGMENTO DE BIOPSIA] NÃO 1257 ANATOMOPATOLOGICO [FRAGMENTO DE BIOPSIA] NÃO 1258 ANATOMOPATOLOGICO [FRAGMENTO DE BIOPSIA] NÃO 1248 ANATOMOPATOLOGICO [PECA CIRÚRGICA] NÃO SOMENTE PEÇA CIRÚRGICA ACIMA 5 CM 1244 ANATOMOPATOLOGICO COLO UTERINO [PECA 2] NÃO 1245 ANATOMOPATOLOGICO COLO UTERINO [PECA 3] NÃO 1246 ANATOMOPATOLOGICO COLO UTERINO [PECA 4] NÃO 1247 ANATOMOPATOLOGICO COLO UTERINO [PECA 5] NÃO 1597 ANATOMOPATOLOGICO COLO UTERINO [PECA 6] NÃO 1243 ANATOMOPATOLOGICO COLO UTERINO [PECA] NÃO 1274 ANATOMOPATOLOGICO DE MAMA [BIOPSIA] NÃO 3020 ANATOMOPATOLOGICO DE PELE [FRAGMENTO DE BIOPSIA] NÃO 3021 ANATOMOPATOLOGICO DE PELE [FRAGMENTO DE BIOPSIA] NÃO 3022 ANATOMOPATOLOGICO DE PELE [FRAGMENTO DE BIOPSIA] NÃO 3023 ANATOMOPATOLOGICO DE PELE [FRAGMENTO DE BIOPSIA] NÃO 3024 ANATOMOPATOLOGICO DE PELE [FRAGMENTO DE BIOPSIA] NÃO 3025 ANATOMOPATOLOGICO DE PELE [FRAGMENTO DE BIOPSIA] NÃO 357 ANDROSTENEDIONA NÃO 801 ANTI - TPO NÃO ANTI TIREOPEROXIDASE / ANTI MICROSSOMAS /ATPO 1685 ANTI CENTROMERO NÃO ACA 3069 ANTI FATOR 4 PLAQUETÁRIO – PF4PA SIM SIM 1623 ANTI GAD SIM 1327 ANTI GLOMERULO NÃO 333 ANTI HBC - IGM NÃO ANTICORPOS IGM CONTRA ANTIGENO CENTRAL DO VIRUS DA HEPATITE B (ANTI-HBC-IGM) 824 ANTI HBE NÃO ANTICORPOS CONTRA ANTIGENO HBE 114 ANTI HBS NÃO PANTICORPOS CONTRA ANTIGENO DE SUPERFICIE DO VIRUS DA HEPATITE B (ANTI-HBS) 3095 ANTI HTLV I/II – GESTANTE NÃO ANTICORPOS ANTI-HTLV-1 + HTLV-2 SOROLOGIA 3096 ANTI HTLV I/II – PARCEIRO OU PARCEIRA NÃO ANTICORPOS ANTI-HTLV-1 + HTLV-2 SOROLOGIA 1323 ANTI HTLV I/II – POPULAÇÃO EM GERAL NÃO ANTICORPOS ANTI-HTLV-1 + HTLV-2 SOROLOGIA 1107 ANTI MICROSSOMAL NÃO ANTI MICROSSOMAS 3102 ANTI MOG SIM SIM 2696 ANTI PEPTÍDIO CITRULINADO CÍCLICO SIM ANTI CITRULINA – ANTI CCP 3057 ANTI PNEUMOCOCOS SIM 135 ANTI TIREOGLOBULINA NÃO ANTICORPOS ANTITIREOGLOBULINA 332 ANTI-CARDIOLIPINA IGG - EIE NÃO QUANDO SOLICITADO “ ANTIFOSFOLIPEDES ”, CADASTRAR ESTE (332) + ANTICARDIOLIPINA IGM (126) E ANTICOAGULANTE LÚPICO (1315) 126 ANTI-CARDIOLIPINA, IGM, EIE NÃO QUANDO SOLICITADO “ ANTIFOSFOLÍPEDES ”, CADASTRAR ESTE (126) + ANTICARDIOLIPINA IGG (332) E ANTICOAGULANTE LÚPICO (1315) 196 ANTI-ESCLERODERMA ( SCL 70 ) NÃO ANTICORPOS ANTIESCLERODERMA - SCL 70 – ANTI TOPOISOMERASE 651 ANTI-HDV - ANTICORPOS CONTRA O VIRUS DA HEPATITE D NÃO HEPATITE D 1629 ANTI-JO1 SIM 1630 ANTI-LKM SIM ANTICORPOS ANTI-FRAÇÃO MICROSSOMAL DE FÍGADO E RIM 1579 ANTIBIOGRAMA [2 MICRORGANISMOS] NÃO NÃO CADASTRAR, É INCLUÍDO AUTOMATICAMENTE SE NECESSÁRIO 1581 ANTIBIOGRAMA [AUTOMATIZADO] NÃO NÃO CADASTRAR, É INCLUÍDO AUTOMATICAMENTE SE NECESSÁRIO 1580 ANTIBIOGRAMA [CULTURA FUNGOS] NÃO SIM 1315 ANTICOAGULANTE LUPICO NÃO SIM DOSAGEM DE ANTICOAGULANTE CIRCULANTE 2596 ANTICORPO BLOQUEADOR DO RECEPTOR DE ACETILCOLINA (ACH) SIM 1325 ANTICORPOS ANTI ESPERMATOZOIDES NÃO 3061 ANTICORPOS ANTI GIARDIA LAMBLIA IGG SIM ANTI GIARDIASE – CADASTRAR TAMBÉM 3062 3062 ANTICORPOS ANTI GIARDIA LAMBLIA IGM SIM ANTI GIARDÍASE – CADASTRAR TAMBÉM 3061 2472 ANTICORPOS ANTI PARAMIXOVIRUS (SARAMPO) NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS CONTRA O VIRUS DO SARAMPO 226 ANTICORPOS ANTI SM NÃO QUANDO SOLICITADO ANTI ENA CADASTRAR ESSE + ANTI RNP (208) 118 ANTICORPOS ANTI-DNA, HA NÃO ANTI-DNA LUPUS 1636 ANTICORPOS ANTI-GLIADINA (GLUTEN) - SIM 1649 ANTICORPOS ANTI-HISTONA SIM 325 ANTICORPOS ANTI-ILHOTA DE LANGHERANS- IFI NÃO 336 ANTICORPOS ANTI-INSULINA NÃO 326 ANTICORPOS ANTI-MITOCÔNDRIA , IFI NÃO ANTIMITOCONDRIA 327 ANTICORPOS ANTI-MUSCULO LISO (IFI) NÃO 50 ANTICORPOS ANTI-SS-A ( RO ) - EIE NÃO 51 ANTICORPOS ANTI-SS-B ( LA ) - EIE NÃO 2470 ANTICORPOS ANTICORTEX SUPRARENAL NÃO ANTICORPOS ANTI 21 HIDROXILASE 1658 ANTICORPOS IGG ANTI RICKETTSIA RICK SIM 130 ANTICORPOS IGG CONTRA O VIRUS EPSTEIN-BAAR NÃO MONONUCLEOSE IGG 129 ANTICORPOS IGM CONTRA O VIRUS EPSTEIN-BARR NÃO MONONUCLEOSE IGM 2896 ANTICORPOS LIGADORES AO RECEPTOR DE ACETILCOLINA NÃO 208 ANTICORPOS RNP NÃO ANTICORPOS ANTI-RIBONUCLEOPROTEINA - QUANDO SOLICITADO ANTI ENA CADASTRAR ESSE + ANTI SM (226) 2673 ANTINEUTRÓFILOS ANCA C/P SIM ANCA C E P 1553 ANTITRIPSINA FECAL NÃO PESQUISA DE TRIPSINA NAS FEZES 646 ANTITROMBINA III - DOSAGEM NÃO SIM 1603 APOLIPO A SIM 1604 APOLIPO B SIM 2802 AQUAPORINA 4 SIM 2678 ASCA - ANTICORPOS CONTRA LEVEDURA SACCHAROMYCES CEREVISAE SIM 48 ASLO ANTIESTREPTOLISINA NÃO ANTIESTREPTOLISINA O 2412 ATIVIDADE DO FATOR X DA COAGULACAO NÃO SIM DOSAGEM DE FATOR X 2921 AVIDEZ PARA RUBÉOLA NÃO SOLICITADO SOMENTE QUANDO O IGM ESTÁ POSITIVO ---- AVIDEZ PARA TOXOPLASMOSE NÃO SE CADASTRA. É INCLUÍDA AUTOMATICAMENTE QUANDO A TOXO IGM DE GESTANTE RESULTA POSITIVA OU INDETERMINADA. IMPRESCINDÍVEL INFORMAR NBO SISTEMA QUE A PACIENTE É GESTANTE. 1680 BACTERIOSCOPIA GERAL NÃO SIM BACTERIOSCOPIA (GRAM) 2460 BACTERIOSCOPICO DE LÍQUOR - GRAM NÃO DIVERSOS MATERIAIS 349 BACTERIOSCOPICO DE SECREÇÃO VAGINAL NÃO SIM BACTERIOSCOPIA (GRAM) 1573 BARBITURATOS NÃO DOSAGEM DE BARBITURATOS 2763 BETA 2 GLICOPROTEINA 1 AUTOANTICORPOS NÃO BETA 2 GLICOPROTEÍNA IGG E IGM 496 BETA 2 MICROGLOBULINA NÃO DOSAGEM DE BETA-2-MICROGLOBULINA 1307 BETA CAROTENO NÃO SIM DOSAGEM DE CAROTENO 44 BETA HCG NÃO DOSAGEM DE GONADOTROFINA CORIONICA HUMANA (HCG, BETA HCG) 1527 BETERRABA, RAST PARA NÃO RAST 2700 BICARBONATO - RESERVA ALCALINA SIM 10 BILIRRUBINA TOTAL E FRAÇOES NÃO 1226 BIOPSIA DE TIREOIDE OU PARA TIREOIDE DIRIETA NÃO BIOPSIA DE TIREOIDE OU PARATIREOIDE - PAAF 1227 BIOPSIA DE TIREOIDE OU PARA TIREOIDE ESQUERDA NÃO BIOPSIA DE TIREOIDE OU PARATIREOIDE - PAAF 3005 BLASTOMICOSE - PARACOCCIDIOIDOMICOSE NÃO 3076 BRCA 1 E 2 SIM SIM 1431 C1 - PENICILINA G NÃO RAST 2684 C1Q - COMPLEMENTO NÃO 1646 C2 - COMPLEMENTO SIM SIM 1432 C2 - PENICILINA V NÃO RAST 1503 C232 XYLOCAINA (LIDOCAINA - RAST - C232) NÃO RAST 2899 C294 RAST PARA DIPIRONA NÃO 1433 C5 - AMPICILINA [AMPICILLIN] NÃO RAST 1647 C5 - COMPLEMENTO SIM SIM 1493 C6 - AMOXILINA NÃO 1515 C70 - RAST PARA INSULINA SUINA (PORCINA) NÃO RAST 1487 C71 - INSULINA BOVINA NÃO RAST 1488 C73 - INSULINA HUMANA NÃO RAST 1640 CA - 50 SIM 1539 CA 125 NÃO ANTÍGENO CARCINOEMBRIONÁRIO -MARCADOR TUMORAL OVÁRIO 1673 CA 15-3 SIM MARCADOR TUMORAL MAMA 1674 CA 19-9 SIM MARCADOR TUMORAL GASTROINTESTINAL 1675 CA 72-4 SIM MARCADOR TUMORAL 1495 CAFE NÃO RAST 291 CALCIO IONIZAVEL NÃO DOSAGEM DE CALCIO IONICO - COLETAR UM TUBO EXCLUSIVO PARA CÁLCIO IÔNICO 11 CALCIO SERICO NÃO 311 CALCITONINA NÃO SIM 448 CALCULOS URINARIOS , EXAME QUALITATIVO NÃO ENVIAR O CÁLCULO EXPELIDO 2756 CALPROTECTINA FECAL SIM AMOSTRA FEZES – COLETA EM COLETOR UNIVERSAL – FEZES RECÉM EMITIDAS 12 CAPACIDADE DE LIGAÇÃO DO FERRO NÃO FIXACAO DO FERRO – SATURAÇÃO FERRO 34 CARBAMAZEPINA (DOSAGEM) NÃO 1589 CARIOTIPO NÃO SIM CARIOTIPO EM SANGUE PERIFERICO (C/ TECNICA DE BANDAS) 1591 CARIOTIPO BANDA G [ MEDULA] NÃO SOMENTE POLICLÍNICA 1590 CARIOTIPO BANDA G [SANGUE PERIFERICO] NÃO SIM 1670 CATECOLAMINAS PLASMATICAS SIM SIM 1663 CATECOLAMINAS URINARIAS SIM SIM ADRENALINA / EPINEFRINA , NORADRENALINA / NOREPINEFRINA , DOPAMINA 1642 CAXUMBA, ANTICORPOS IGG SIM 1643 CAXUMBA, ANTICORPOS IGM SIM 2922 CD20 - LINFOCITOS B NÃO SIM 136 CEA (ANTIGENO CARCINOEMBRIOGENICO) NÃO 1514 CEFALEXINA, RAST PARA (C309) NÃO RAST 294 CERULOPLASMINA NÃO 2799 CGH ARRAY - MICROARRAY SIM SIM AVISAR SALA DE COLETA ESPECIAL POR E-MAIL 1645 CHLAMYDIA PNEMONIAE, ANTICORPOS IGM SIM 1644 CHLAMYDIA PNEUMONIAE, ANTICORPOS IGG SIM 492 CHUMBO NÃO SIM 1574 CICLOSPORINA NÃO 1513 CIPROFLOXACINO, RAST PARA (C307) NÃO RAST 1229 CITOLOGIA 2A AMOSTRA NÃO EXAME DE CITOLOGIA (EXCETO CERVICO-VAGINAL E DE MAMA) OUTROS MATERIAIS 1230 CITOLOGIA 3A AMOSTRA NÃO EXAME DE CITOLOGIA (EXCETO CERVICO-VAGINAL E DE MAMA) 1231 CITOLOGIA 4A AMOSTRA NÃO EXAME DE CITOLOGIA (EXCETO CERVICO-VAGINAL E DE MAMA) 1235 CITOLOGIA DE MAMA 2A AMOSTRA NÃO 1236 CITOLOGIA DE MAMA 3A AMOSTRA NÃO 1237 CITOLOGIA DE MAMA 4A AMOSTRA NÃO 1238 CITOLOGIA DE MAMA 5A AMOSTRA NÃO 1594 CITOLOGIA DE MAMA 6A AMOSTRA NÃO 1240 CITOLOGIA DE TIREIOIDE [PAAF] 3A AMOSTRA NÃO 1234 CITOLOGIA DE TIREOIDE [PAAF] NÃO 1239 CITOLOGIA DE TIREOIDE [PAAF] 2A AMOSTRA NÃO 1241 CITOLOGIA DE TIREOIDE [PAAF] 4A AMOSTRA NÃO 1242 CITOLOGIA DE TIREOIDE [PAAF] 5A AMOSTRA NÃO 1595 CITOLOGIA DE TIREOIDE [PAAF] 6A AMOSTRA NÃO 1592 CITOLOGIA NASAL NÃO SIM 2891 CITOLOGIA ONCOTICA NA URINA NÃO UTILIZAR FLAYER DE CITOLOGIA – URINA AMOSTRA ISOLADA, UTILIZAR A SEGUNDA AMOSTRA DA MANHÃ – LINK PARA CONSULTA DO CID: HTTP://SIGTAP.DATASUS.GOV.BR/TABELA-UNIFICADA/APP/SEC/PROCEDIMENTO/EXIBIR/0203010035/02/2025 721 CITOMEGALOVIRUS IGG NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS IGG ANTICITOMEGALOVIRUS 720 CITOMEGALOVIRUS IGM NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS IGM ANTICITOMEGALOVIRUS 210 CLEARANCE DE CREATININA NÃO DEPURAÇÃO - ENVIAR ANOTADO O PESO E ALTURA – URINA 24 HORAS – SEMPRE COLHER SORO 1554 CLEARENCE DE UREIA NÃO DEPURAÇÃO – ENVIAR ANOTADO O PESO E ALTURA – URINA 24 HORAS – SEMPRE COLHER SORO 475 CLONAZEPAN NÃO SIM DOSAGEM DE BENZODIAZEPINICOS 1308 CLORETOS - LCR NÃO CLORO NO LCR 722 CLORO SÉRICO NÃO DOSAGEM DE CLORETO 2913 CLOSTRIDIUM DIFFICILE - TOXINA A/B E GDH SIM PRIMEIRAMENTE CONSULTAR O LABAC PARA VERIFICAR SE ESTÁ REALIZANDO O EXAME VIA IAL. CASO NEGATIVO, CADASTRAR PARA LABORATÓRIO CONTRATADO AFIP) 355 COBRE NÃO SIM 1512 CODEINA, RAST PARA (C300) NÃO RAST 2376 COFATOR DE RISTOCETINA NÃO SIM PESQUISA DE ATIVIDADE DO COFATOR DE RISTOCETINA 282 COLESTEROL TOTAL NÃO QUANDO SOLICITADO COLESTEROL TOTAL E FRAÇÕES, CADASTRAR TAMBÉM HDL, LDL, VLDL E TRIGLICERIDES. 287 COLINESTERASE NÃO 329 COMPLEMENTO ( CH50 ) , DOSAGEM NÃO SIM 121 COMPLEMENTO C3 NÃO 122 COMPLEMENTO C4 NÃO 2511 CONTAGEM DE LINFOCITOS CD4/CD8 SIM SIM SAME – PARA PACIENTES HIV + / SOROPOSITIVOS ENVIAR PARA LABAC / ADOLFO LUTZ 37 CONTAGEM DE RETICULÓCITOS NÃO 40 COOMBS DIRETO NÃO TESTE DIRETO DE ANTIGLOBULINA HUMANA (TAD) 199 COOMBS INDIRETO NÃO TESTE INDIRETO DE ANTIGLOBULINA HUMANA (TIA) 724 COPROCULTURA NÃO FORNECER FRASCO ESTÉRIL. RECEBER AS FEZES EM FRASCO UNIVERSAL ESTÉRIL. FEZES RECÉM EMITIDAS. RETIRAR O SWAB DA EMBALAGEM E PASSAR EM PARTES DO BOLO FECAL (DE PREFERENCIA NAS PARTES COM MUCO, PUS, OU SANGUE), COLOCAR NO FRASCO (PARTE QUE CONTÉM O ALGODÃO COM FEZES DENTRO DO MEIO CARY BLAIR), FECHAR E IDENTIFICAR. PROIBIDO A ENTREGA DESTE MATERIAL ÀS SEXTAS-FEIRAS, SÁBADOS, DOMINGOS, VÉSPERAS DE FERIADOS. 1552 COPROLOGICO FUNCIONAL NÃO NÃO ACEITO DE SEXTAS, SÁBADOS E VÉSPERAS DE FERIADO. COLETA EM FRASCO ESPECÍFICO DE UM LITRO, DISPONÍVEL NA UNIDADE. PEGAR ORIENTAÇÕES DE DIETA E PROCEDIMENTO NO SITE DA AFIP. NECESSÁRIO PREENCHIMENTO DE QUESTIONÁRIO (PELO PACIENTE OU PROFISSIONAL) PARA SER ENVIADO JUNTO COM EXAME. 1660 COQUELUCHE IGG [BORDETELLA PERTUSSI SIM 1661 COQUELUCHE IGM [BORDETELLA PERTUSSI SIM 1561 CORTISOL DE 8 E 16 HORAS, SORO [02 DOSAGENS] NÃO SIM AGENDAR EM HORÁRIO ANTERIOR AS 08 HORAS MOTIVO 153 – COLETA PRECISA SER PONTUALMENTE REALIZADA AS 8 HORAS / 16 HORAS 1560 CORTISOL NA URINA NÃO CORTISOL URINÁRIO – URINA 24 HORAS 2556 CORTISOL SALIVAR NÃO SIM SALIVA CORTISOL – AGENDAR EM HORÁRIO ANTERIOR AS 08 HORAS MOTIVO 153 - COLETA PRECISA SER PONTUALMENTE REALIZADA AS 8 HORAS 358 CORTISOL SERICO [MATUTINO/COLETA DE 8 HORAS] NÃO SIM AGENDAR EM HORÁRIO ANTERIOR AS 08 HORAS MOTIVO 153 - COLETA PRECISA SER PONTUALMENTE REALIZADA AS 8 HORAS 725 CREATININA SERICA NÃO 726 CREATININA URINARIA NÃO AMOSTRA DE 24 HORAS 28 CREATINO - QUINASE ( CPK ) NÃO 61 CREATINOFOSFOQUINASE - FRAÇAO MB NÃO CKMB – CPKMB 2697 CREATINURIA EM AMOSTRA ISOLADA NÃO CREATININA URINÁRIA – AMOSTRA ISOLADA 315 CRIOGLOBULINAS, PESQUISA NÃO SIM 2902 CROMATOGRAFIA DE AÇUCARES, URINA - PESQUISA DE GALACTOSE NA URINA NÃO SIM FRUTOSE E GALACTOSE NA URINA 447 CROMATOGRAFIA DE AMINOACIDOS NÃO SIM URINA – AMINOÁCIDOS NA URINA 2875 CROMATOGRAFIA PARA MUCOPOLISSACARIDEOS ( GLICOSAMINOGLICANAS ) SIM SIM COLETA DA URINA SERÁ NA SALA DE COLETA ESPECIAL. AGENDAR PARA OS ÚLTIMOS HORÁRIOS POIS NECESSITA ESTAR HÁ 4 HORAS SEM URINAR. 1666 CROMO NO SORO SIM SIM 140 CULTURA NÃO SIM CULTURA DE BACTERIAS P/ IDENTIFICACAO DIVERSOS MATERIAIS 919 CULTURA DE SECREÇÃO VAGINAL NÃO SIM 1582 CULTURA DO LCR NÃO 1566 CURVA DE GH C/ESTIMULO DE GLUCAGON [07] SIM SIM SALA DE COLETA QUE REALIZA O AGENDAMENTO E COMUNICA A REGULAÇÃO. REGULAÇÃO AVISA DO AGENDAMENTO PARA A UBS DE ACORDO COM A DEMANDA INSERIDA NO SIS 1563 CURVA DE GH COM ESTIMULO DE CLONIDINA [5 DOSAGENS] SIM SIM SALA DE COLETA QUE REALIZA O AGENDAMENTO E COMUNICA A REGULAÇÃO. REGULAÇÃO AVISA DO AGENDAMENTO PARA A UBS DE ACORDO COM A DEMANDA INSERIDA NO SIS 1565 CURVA DE GH COM ESTIMULO DE TRH SIM SIM SALA DE COLETA QUE REALIZA O AGENDAMENTO E COMUNICA A REGULAÇÃO. REGULAÇÃO AVISA DO AGENDAMENTO PARA A UBS DE ACORDO COM A DEMANDA INSERIDA NO SIS 1572 CURVA DE GH COM GLICOSE [5 DOSAGENS] SIM SIM SALA DE COLETA QUE REALIZA O AGENDAMENTO E COMUNICA A REGULAÇÃO. REGULAÇÃO AVISA DO AGENDAMENTO PARA A UBS DE ACORDO COM A DEMANDA INSERIDA NO SIS 1567 CURVA DE HGH C/ESTIMULO DE INSULINA [05 DOSAGENS] SIM SIM SALA DE COLETA QUE REALIZA O AGENDAMENTO E COMUNICA A REGULAÇÃO. REGULAÇÃO AVISA DO AGENDAMENTO PARA A UBS DE ACORDO COM A DEMANDA INSERIDA NO SIS 731 CURVA DE INSULINA NÃO SIM TESTE DE TOLERANCIA A INSULINA / RESISTENCIA INSULINICA / NECESSITA DE ACOMPANHANTE 1570 CURVA DE LH E FSH COM ESTIMULO DE LHRH [5 DOSAGENS] SIM SIM SALA DE COLETA QUE REALIZA O AGENDAMENTO E COMUNICA A REGULAÇÃO. REGULAÇÃO AVISA DO AGENDAMENTO PARA A UBS DE ACORDO COM A DEMANDA INSERIDA NO SIS 1564 CURVA GH SIM SIM CURVA DE DOSAGEM DE HORMONIO DE CRESCIMENTO HGH – AGENDAR EM HORÁRIO DE CURVA 274 CURVA GLICEMICA 2 DOSAGENS - GLICOSE POS DEXTROSOL NÃO SIM CURVA GLICEMICA 2 DOSAGENS – PÓS CARGA - SOMENTE AGENDAR HORÁRIO DE 07:05 E 08:10 - MOTIVO 154 67 CURVA GLICEMICA CLASSICA NÃO SIM CURVA GLICEMICA 5 DOSAGENS – TTGO – TESTE TOLERÂNCIA GLICOSE ORAL – SOMENTE AGENDAR HORÁRIO DE 07 HORAS - MOTIVO 156 – NECESSITA DE ACOMPANHANTE 2411 D-DIMERO SIM SIM DÍMERO D 1338 D1 - DERMATOPHAGOIDES PTERNOYSSINUS NÃO RAST ÁCARO , QUANDO SOLICITADO “ ÁCARO ”, CADASTRAR: RAST D1, D2 E D201 ACARO 1339 D2 - DERMAPHAGOIDES FARINAE NÃO RAST ÁCARO , QUANDO SOLICITADO “ ÁCARO ”, CADASTRAR: RAST D1, D2 E D201 ACARO 1340 D201 - BLOMIA TROPICALIS NÃO RAST ÁCARO , QUANDO SOLICITADO “ ÁCARO ”, CADASTRAR: RAST D1, D2 E D201 ACARO 1473 D3 - DERMATOPHAGOIDES MICROCERAS NÃO RAST 1341 D70 - ACARUS SIRO (ACARO DE ARMAZEM} NÃO RAST 1474 D71 - LEPIDOGLYPHUS DESTRUCTOR NÃO RAST 1475 D72 - TYROPHAGUS PUTRESCENTIAE NÃO RAST 1476 D73 - GLYCYPHAGUS DOMESTICUS NÃO RAST 1477 D74 - EUROGLYPHUS MAYNEI NÃO RAST 47 DEHIDROEPIANDROSTERONA - DHEA NÃO 2898 DETECÇÃO DE TRICHOMONAS VAGINALIS POR PCR SIM SIM PARA GESTANTES 62 DHL – DESIDROGENASE LATICA NÃO DHL – LACTADO DESIDROGENASE – LDH 1562 DHT - DEHIDROTESTOSTERONA NÃO DIHIDROTESTOTERONA 1519 DICLOFENACO RAST/C281 NÃO RAST 927 DISMORFISMO ERITROCITARIO NÃO AMOSTRA DE URINA ISOLADA (PRIMEIRA URINA PREFERENCIALMENTE, OU DUAS HORAS SEM URINAR) 707 DOSAGEM DE C1 - ESTERASE NÃO SIM INIBIDOR DE C1-ESTERASE 2720 DOSAGEM DA ATIVIDADE DA BIOTINIDASE SIM SIM 2453 DOSAGEM DA BILIRRUBINA NEONATAL NÃO DOSAGEM DE BILIRRUBINA TOTAL E FRACOES 2374 DOSAGEM DA TROPONINA SERICA NÃO EXAME ESPECÍFICO PARA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA 717 DOSAGEM DE ACIDO URICO URINARIO NÃO 502 DOSAGEM DE CALCIO URINARIO NÃO CALCIÚRIA – URINA DE 24 HORAS 1110 DOSAGEM DE CALCIO URINARIO EM AMOSTRA ISOLADA NÃO 2383 DOSAGEM DE CISTINA EM URINA DE 24 HORAS SIM 2597 DOSAGEM DE CLORO NO SUOR (IONTOFORESE PARA CLORO NO SUOR) SIM SIM SALA DE COLETA QUE REALIZA O AGENDAMENTO – REGULAÇÃO QUE ENVIA A DEMANDA DE PACIENTES – DEVERÁ SER INCLUÍDO NA DEMANDA. 723 DOSAGEM DE CLORO URINARIO NÃO CLORETO URINÁRIO 2798 DOSAGEM DE DIGOXINA NÃO DOSAGEM DE DIGITALICOS / DIGITOXINA 1697 DOSAGEM DE FENILALANINA NÃO 732 DOSAGEM DE FOSFORO URINARIO NÃO 85 DOSAGEM DE HEMOGLOBINA NÃO 2462 DOSAGEM DE IMUNOCOMPLEXOS CIRCULANTES SIM 302 DOSAGEM DE INSULINA NÃO INSULINEMIA 2733 DOSAGEM DE LAMOTRIGINA SIM SIM 780 DOSAGEM DE POTASSIO URINARIO NÃO 2887 DOSAGEM DE PRIMIDONA SIM 781 DOSAGEM DE SODIO URINARIO NÃO 2559 DOSAGEM DE TACROLIMUS (FK 506) SIM 784 DOSAGEM DE UREIA URINARIA NÃO 2676 DOSAGEM DO IODO SERICO SIM SIM 2892 DOSAGEM SÉRICA DE CLOBAZAM SIM SIM 2774 DOSAGEM SERICA DE LEVETIRACETAM SIM SIM KEPPRA 1342 E1 - CASPA DE GATO [CAT DANDER] NÃO RAST - CASPA DE GATO, EPITÉLIO DE GATO, PÊLO DE GATO E DESCAMAÇÃO PELE DO GATO 1343 E2 - PELO DE CAO NÃO RAST 1428 E201 - PENAS DE CANARIO NÃO RAST 1541 E213 - PENAS DE PAPAGAIO NÃO RAST 1429 E219 - PROTEINAS SERICAS DA GALINHA NÃO RAST 1344 E3 - EPITELIO DE CAVALO [HORSE DANDER] NÃO RAST 1430 E300 - FEZES DE PAPAGAIO NÃO RAST 1345 E4 - EPITELIO DE VACA [COW DANDER] NÃO RAST 1346 E5 - CASPA DE CAO NÃO RAST 1347 E6 - EPITELIO DE COBAIA NÃO RAST 2698 E70 - PENAS DE GANSO - RAST NÃO RAST 1523 E77 IGE ESPECIFICO, EXCREMENTO PERIQUITO NÃO RAST 1419 E80 - EPITELIO DE CABRA NÃO RAST 1420 E81 - EPITELIO DE CARNEIRO NÃO RAST 1471 E81 - EPITELIO DE CARNEIRO/OVELHA NÃO RAST 1421 E82 - EPITELIO DE COELHO NÃO RAST 1422 E83 - EPITELIO DE PORCO NÃO RAST 1423 E84 - EPITELIO DE HAMSTER NÃO RAST 1424 E85 - PENAS DE GALINHA NÃO RAST 1348 E86 - PENAS DE PATO NÃO RAST 1425 E87 - EPITELIO DE RATO NÃO RAST 1426 E88 - EPITELIO DE CAMUNDONGO NÃO RAST 1427 E89 - PENAS DE PERU NÃO RAST 1621 ECA - ENZIMA CONVERSORA DA ANGIOTEN SIM ENZIMA CONVERSORA DA ANGIOTENSINA 219 ELETROFORESE - HEMOGLOBINA (GEL. AMINO/ACENT. CELULOSE) NÃO PEDIDOS DE FALCIZAÇÃO – REALIZAR ELETROFORESE DE HEMOGLOBINA 295 ELETROFORESE DE LIPOPROTEÍNAS NÃO 29 ELETROFORESE DE PROTEINAS NÃO 1633 ENDOMISIO, ANTICORPOS IGA SIM ANTI ENDOMÍSIO - CADASTRAR TODOS SE NÃO ESTIVER ESPECIFICADO QUAL 1634 ENDOMISIO, ANTICORPOS IGG SIM SIM 1635 ENDOMISIO, ANTICORPOS IGM SIM 2758 ENOLASE NEURONIO ESPECIFICA - NSE SIM SIM 86 ERITROGRAMA NÃO 1622 ERITROPOIETINA SIM ERITROPOETINA 1556 ERROS INATOS DO METABOLISMO - URINA NÃO SIM 1583 ESPERMOCULTURA NÃO SIM CULTURA DE BACTERIAS - SEMEN 68 ESPERMOGRAMA CAR. FISICO/MOBIL./COLNTAG./MORFO NÃO SIM NÃO REALIZADO AOS SÁBADOS 2513 ESPOROTRICOSE (ESPOROTRIX) SIM SIM ESPOROTRICOSE EXPOROTRIX 362 ESTRADIOL NÃO E2 – QUANDO MÉDICO SOLICITAR “ ESTRÓGENO ” CADASTRAR ESTE 308 ESTRIOL NÃO E3 – QUANDO O MÉDICO SOLICITAR ESTROGÊNIOS CADASTRAR 362 + 308 + 304 304 ESTRONA NÃO E1 1330 EX1 - EPITELIOS DE ANIMAIS NÃO RAST 1489 EX2 - EPITELIOS DE ANIMAIS NÃO RAST 1480 EX71 - PENAS AVES [E70-E85-E86-E89] NÃO RAST 1481 EX72 PENAS AVES [E78-E201-E213-E214-E196] NÃO RAST 348 EXAME À FRESCO NÃO SIM EXAME MICROBIOLOGICO A FRESCO / DIRETO - SECREÇÃO VAGINAL – PARASITOLÓGICO DE SECREÇÃO VAGINAL A FRESCO 432 EXAME CITOPATOLOGICO CERVICO-VAGINAL E MICROFLORA (PAPANICOLAU) NÃO EXAME CITOPATOLÓGICO CERVICO-VAGINAL/MICROFLORA 798 EXAME CITOPATOLOGICO DE MAMA NÃO CITOLOGIA DE MAMA / DESCARGA PAPILAR 438 EXAME DE CITOLOGIA ONCOTICA (EXCETO CERVICO-VAGINAL) NÃO ENVIAR NO FLAYER DE CITOLOGIA - EXAME DE CITOLOGIA - OUTROS MATERIAIS – LÍQUIDOS CAVITÁRIOS, ETC – 1350 F1 - CLARA DE OVO NÃO RAST 1550 F10 - SEMENTE DE GERGELIM NÃO RAST 1551 F11 - FAGOPYRUM ESCULENTUM (TRIGO SARRACENO) NÃO RAST 1484 F12 - PISUM SATIVUM (ERVILHA) NÃO RAST 1351 F13 - AMENDOIM NÃO RAST 1352 F14 - GRAO DE SOJA NÃO RAST 1400 F15 - FEIJAO BRANCO NÃO RAST 1353 F17 - AVELA (CORYLUS AVELLANA) NÃO RAST 1401 F18 - CASTANHA DO PARA NÃO RAST 1354 F2 - LEITE DE VACA NÃO RAST 1402 F20 - AMENDOA NÃO RAST 1414 F201 - NOZ-PECA (CARYA PECAN NUT) NÃO RAST 1415 F208 - LIMAO NÃO RAST 1416 F210 - ABACAXI NÃO RAST 1501 F214 - SPINACIA OLERACEA (ESPINAFRE) NÃO RAST 1544 F218 - PIMENTAO (CAPSICUM ANNUUM ) NÃO RAST 1511 F225 - ABOBORA RAST ALERGENO NÃO RAST 1355 F23 - CARANGUEIJO, RAST NÃO RAST 1356 F24 - CAMARAO NÃO RAST 1357 F25 - TOMATE NÃO RAST 1492 F255 - AMEIXA NÃO RAST 1485 F259 - UVA (VITIS VINIFERA) NÃO RAST 1358 F26 - CARNE DE PORCO NÃO RAST 1359 F27 - CARNE DE VACA NÃO RAST 1417 F279 - PIMENTA CHILI NÃO RAST 1418 F280 - PIMENTA PRETA NÃO RAST 2919 F284 - RAST CARNE DE PERU NÃO RAST 1498 F291 - COUVE NÃO RAST 1534 F293 - MAMAO PAPAYA NÃO RAST 1360 F3 - PEIXE (BACALHAU) NÃO RAST 1528 F300 - LEITE DE CABRA NÃO RAST 1361 F31 - CENOURA NÃO RAST 1362 F33 - LARANJA NÃO RAST 3065 F333 – RAST PARA LINHAÇA NÃO 1593 F340 - RAST P/EXTRATO DE COCHONILHA NÃO RAST CORANTE VERMELHO 1403 F35 - BATATA NÃO RAST 1363 F36 - COCO NÃO RAST 1364 F37 - MEXILHAO AZUL NÃO RAST 1365 F4 - TRIGO NÃO RAST 1366 F40 - ATUM (THUNNUS ALBACARES) NÃO RAST 1367 F41 - SALMAO NÃO RAST 1368 F44 - MORANGO [FRAGARIA VESPA] NÃO RAST 1529 F45 - LEVEDURA (SACCHAROMYCES CEREVISIAE) NÃO RAST 1369 F47 - ALHO NÃO RAST 1404 F48 - CEBOLA NÃO RAST 1405 F49 - MACA NÃO RAST 1370 F5 - CENTEIO NÃO RAST 1531 F58 - LULA (TODARODES PACIFICUS) NÃO RAST 1545 F59 - POLVO (OCTOPUS VULGARIS) NÃO RAST 1371 F6 - CEVADA NÃO RAST 1548 F61 - SARDINHA NÃO RAST 1372 F7 - AVEIA NÃO RAST 1373 F75 - GEMA DE OVO NÃO RAST 1374 F76 - ALFA LACTOALBUMINA NÃO RAST 1375 F77 - BETA LACTOGLOBULINA NÃO RAST 1376 F78 - CASEINA NÃO RAST 1377 F79 - GLUTEN NÃO RAST 1378 F8 - MILHO (ZEA MAYS) NÃO RAST 1406 F80 - LAGOSTA NÃO RAST 1379 F81 - QUEIJO (CHEDDAR) NÃO RAST 1407 F82 - QUEIJO GORGONZOLA NÃO RAST 1380 F83 - CARNE DE GALINHA NÃO RAST 1408 F84 - KIWI NÃO RAST 1547 F86 - SALSA (PETROSELINUM CRISPUM) NÃO RAST 1536 F87 - MELAO NÃO RAST 1496 F88 - CARNE DE CARNEIRO NÃO RAST 1538 F89 - MOSTARDA NÃO RAST 1399 F9 - ARROZ NÃO RAST 1532 F90 - MALTE NÃO RAST 1409 F91 - MANGA NÃO RAST 1410 F92 - BANANA NÃO RAST 1381 F93 - CACAU NÃO RAST 1411 F94 - PERA (PYRUS COMMUNIS) NÃO RAST 1412 F95 - PESSEGO NÃO RAST 1413 F96 - ABACATE NÃO RAST 391 FAN - ANTICORPOS ANTI-NUCLEO , IFI NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS ANTI NUCLEO – FATOR ANTI NÚCLEO – UTILIZAR ESTE QUANDO SOLICITADO CÉLULAS LE 1316 FATOR DE VON WILLEBRAND NÃO SIM 431 FATOR IX - DOSAGEM NÃO FATOR DE COAGULAÇÃO IX 1667 FATOR V LEIDEN E MUTACAO DA PROTROM SIM SIM MUTACAO DA PROTROMBINA + FATOR V LEIDEN 429 FATOR VII - DOSAGEM NÃO SIM DOSAGEM DE FATOR VII 430 FATOR VIII - DOSAGEM NÃO SIM DOSAGEM DE FATOR VIII – FATOR VIII DE COAGULAÇÃO – FATOR VIII ATIVIDADE 35 FENITOINA NÃO DOSAGEM DE FENITOINA 36 FENOBARBITAL (DOSAGEM) NÃO DOSAGEM DE BARBITURATOS 3026 FENOTIPAGEM ANTÍGENOS ERITROCITÁRIOS (ANTIGENOS KELL, C , E) SIM TUBO ROXO – EDTA 31 FERRITINA NÃO 59 FERRO SERICO NÃO 41 FIBRINOGENIO - DOSAGEM NÃO SIM 26 FOSFATASE ACIDA - FRAÇÃO PROSTATICA NÃO 60 FOSFATASE ACIDA TOTAL NÃO 2713 FOSFATASE ALCALINA ÓSSEA ESPECÍFICA NÃO 17 FOSFATASE ALCALINA SERICA NÃO FAL / FA 56 FOSFORO SERICO NÃO DOSAGEM DE FOSFORO 1605 FRUTOSAMINA SIM TUBO SECO – SOMENTE PODE SER SOLICITADO POR ENDÓCRINO 284 FRUTOSE NÃO DOSAGEM DE FRUTOSE 88 FSH - HORMONIO FOLICULO ESTIMULANTE NÃO 144 FUNGOS, CULTURA NÃO SIM CULTURA PARA IDENTIFICACAO DE FUNGOS 207 FUNGOS, EXAME DIRETO - MICOLOGICO NÃO SIM EXAME MICROBIOLOGICO A FRESCO (DIRETO) 1331 FX1 - SEMENTES OLEAGINOSAS NÃO RAST 1332 FX2 - FRUTOS DO MAR NÃO RAST 1333 FX3 - CEREAIS NÃO RAST 1509 FX4 - PEIXE (BACALHAU, CAVALA, ARENQUE E SOLIA) NÃO RAST 1334 FX5 - ALIMENTOS INFANTIS NÃO RAST 1505 FX7 - RAST MULTIPLO NÃO RAST 1443 G1 - GRAMA GENERO GLYCERIA NÃO RAST 1382 G10 - CAPIM JOHNSON NÃO RAST 1383 G11 - CAPIM CEVADILHA [BROMUS INERMIS] NÃO RAST 1452 G12 - CENTEIO CULTIVADO [SECALE CEREALE POLLEN] NÃO RAST POLEN DE CENTEIO 1453 G13 - GRAMA VELUDO NÃO RAST 1454 G14 - AVEIA CULTIVADA [AVENA SATIVA CULTIVATED] NÃO RAST 1455 G15 - TRIGO CULTIVADO [TRITICUM AESTIVUM POLLEN] NÃO RAST 1456 G16 - RABO DE RAPOSA [ALOPERCURUS PRATENSIS] NÃO RAST 1457 G17 - GRAMA TIPO BAHIA [PASPALUM NOTATUM] NÃO RAST 1444 G2 - GRAMA BERMUDAS (CYNODON DACTYLON) NÃO RAST 1460 G202 - MILHO CULTIVADO NÃO RAST 1445 G3 - GRAMA POMAR [DACTYLIS GLOMERATA] NÃO RAST 1446 G4 - SARGASSO BRAVO (FESTUCA ELATIOR) NÃO RAST 1447 G5 - CENTEIO PERENE (LOLIUM PERENNE) NÃO RAST 1448 G6 - GRAMA TIPO TIMOTEO [PHLEUM PRATENSE] NÃO RAST 1449 G7 - CANA DE ACUCAR [PHRAGMITES COMMUNIS] NÃO RAST 1458 G70 - GRAMA CENTEIO SELVAGEM NÃO RAST 1459 G71 - GRAMA DAS CANARIAS (PHALARIS ARUNDINACEA) NÃO RAST 1450 G8 - GRAMA DE JUNHO NÃO RAST 1451 G9 - GRAMA PONTA VERMELHA NÃO RAST 2901 GALACTOSE 1 FOSFATO URIDIL TRANSFERASE NÃO SIM 27 GAMAGLUTAMIL TRANSFERASE - GAMA GT NÃO GGT 1312 GASOMETRIA VENOSA NÃO SIM GASOMETRIA ARTERIAL – SOMENTE EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA – MÉDICO DEVE REFERENCIAR 1696 GASTRINA NÃO HORMÔNIO GASTRINA 3070 GENE MDM2 FISH SIM SOMENTE POLICLÍNICA 2722 GENOTIPAGEM DO VIRUS DA HEPATITE C SIM SIM 57 GLICEMIA DE JEJUM NÃO DOSAGEM DE GLICOSE 789 GLICEMIA PÓS PRANDIAL NÃO SIM JEJUM COLHIDO NO POSTO. NÃO COLETA DE SÁBADOS. ORIENTAR PACIENTE A ALMOÇAR CONFORME HABITUAL E COMPARECER AO LABORATÓRIO 2 HORAS APÓS ALMOÇAR – COLETA DA PÓS ENTRE 12 E 14 HORAS. UNIDADE DEVE ENTREGAR UMA CÓPIA DO PEDIDO MÉDICO PARA O PACIENTE APRESENTAR NO LABORATÓRIO. ANOTAR A DATA DA COLETA DA JEJUM NA UBS. SE NÃO FOR A MESMA DATA, O PACIENTE SERÁ ORIENTADO A RETORNAR PARA A UBS. A UNIDADE DEVE CADASTRAR NO SIS UMA SOLICITAÇÃO SEPARADA PARA A PÓS PRANDIAL. O LABORATÓRIO UTILIZARÁ UM NOVO NÚMERO PARA O PACIENTE E FARÁ A RECEPÇÃO NO SIS PARA O RETORNO DO LAUDO NA SOLICITAÇÃO CRIADA SOMENTE PARA A PÓS PRANDIAL. 1303 GLICEMIA POS PRANDIAL CAFE NÃO SIM 292 GLICOSE-6-FOSFATO DESIDROGENASE NÃO G6PD – TUBO ROXO EDTA - VERIFICAR SE O CLIENTE SUBMETEU A TRANSFUSÃO DE SANGUE, INGESTÃO DE ASPIRINA E DERIVADOS DA VITAMINA K. CASO TENHA SUBMETIDO A TRANSFUSÃO, AGUARDAR 120 DIAS. NO CASO DE USO DE ASPIRINA E DERIVADOS DA VITAMINA K DEVE SER RELATADO O USO 786 GLICOSURIA 24 HORAS NÃO DOSAGEM DE GLICOSE NA URINA 787 GLICOSURIA FRACIONADA (4 AMOSTRAS-6 HORAS) NÃO DOSAGEM DE GLICOSE NA URINA – COLHER EM FRASCOS SEPARADOS A CADA 6 HORAS DAS 0 AS 6, DAS 6 AS 12, DAS 12 AS 18 E DAS 18 AS 0. 1624 GLUCAGON SIM SIM 639 GORDURA FECAL ( SUDAM III ) - PESQUISA NÃO PESQUISA DE GORDURA FECAL NAS FEZES – FRASCO UNIVERSAL – FEZES RECÉM EMITIDAS 1543 GORDURA FECAL QUANTITATIVA - DOSAGEM NÃO SIM DOSAGEM DE GORDURA FECAL NAS FEZES - VERIFICAR PREPARO E DIETA NO SITE DO PRESTADOR 2910 GX1 – RAST POLENS GRAMINEAS NÃO RAST GRAMAS MÚLTIPLO G3/G4/G5/G6/G8 1335 GX2 - POLENS DE GRAMINEAS NÃO RAST GRAMAS MÚLTIPLO G2/G5/G6/G8/G10/G17 1384 H1 - PO CASEIRO NÃO RAST 1385 H2 - PO CASEIRO NÃO RAST 1309 HAPTOGLOBINA NÃO 335 HBE AG NÃO PESQUISA DE ANTIGENO E DO VIRUS DA HEPATITE B (HBEAG) 213 HDL COLESTEROL NÃO DOSAGEM DE COLESTEROL HDL 1586 HELICOBATER PYLORI - ANATOMO PATOLOGICO NÃO PESQUISA DE HELICOBACTER PYLORI 1317 HEMATOCRITO NÃO 299 HEMATÓCRITO / HEMOGLOBINA NÃO ERITROGRAMA (ERITROCITOS, HEMOGLOBINA, HEMATOCRITO) 480 HEMOGLOBINA FETAL NÃO 30 HEMOGLOBINA GLICADA NÃO HEMOGLOBINA GLICOSILADA 2 HEMOGRAMA COMPLETO NÃO 493 HEMOSSIDERINA (SIDEROCITOS) URINA - PESQUISA NÃO HEMOSSIDERINA URINÁRIA 339 HEPATITE A - ANTI HAV IGM NÃO 131 HEPATITE A - ANTI HAV TOTAL NÃO 340 HEPATITE B - ANTI HBC TOTAL NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS IGG E IGM CONTRA ANTIGENO CENTRAL DO VIRUS DA HEPATITE B (ANTI-HBC-TOTAL) 3087 HEPATITE B – HBSAG – GESTANTE NÃO 3088 HEPATITE B – HBSAG – PARCEIRO OU PARCEIRA NÃO 500 HEPATITE B – HBSAG – POPULAÇÃO GERAL NÃO QUANDO SOLICITADO “ HEPATITE B ”: CADASTRAR HBSAG (500) + ANTI HBC TOTAL (340) 3089 HEPATITE C ( HCV ) - GESTANTE NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS CONTRA O VIRUS DA HEPATITE C (ANTI-HCV) 3090 HEPATITE C ( HCV ) - PARCEIRO OU PARCEIRA NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS CONTRA O VIRUS DA HEPATITE C (ANTI-HCV) 128 HEPATITE C ( HCV ) - POPULAÇÃO GERAL NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS CONTRA O VIRUS DA HEPATITE C (ANTI-HCV) 1631 HEPATITE E (HEV) SIM ANTICORPOS TOTAIS PARA HEPATITE E – IGG + IGM 1632 HEPATITE E, ANTICORPOS IGM SIM 133 HERPES SIMPLES, PESQUISA ANTICORPOS IGG NÃO 228 HERPES SIMPLES, PESQUISA ANTICORPOS IGM NÃO 3105 HIBRIDIZACAO IN SITU PARA HPV.  SIM COLETA DE FRAGMENTO DE BIÓPSIA – SOMENTE POLICLÍNICA 1676 HIBRIDIZACAO IN SITU/HER2 SIM SIM 3093 HIV – GESTANTES NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS ANTI-HIV-1 + HIV-3 3094 HIV – PARCEIRO OU PARCEIRA NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS ANTI-HIV-1 + HIV-4 115 HIV – POPULAÇÃO GERAL NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS ANTI-HIV-1 + HIV-2 2904 HIV CONFIRMATÓRIO - POPULAÇÃO GERAL NÃO HIVC – NÃO PRECISA DE SADT, APENAS DA CARTA DE CONVOCAÇÃO ENVIADA PELO LABORATÓRIO ASSINADA PELO MÉDICO DA UNIDADE 3091 HIV CONFIRMATÓRIO – GESTANTE NÃO HIVC – NÃO PRECISA DE SADT, APENAS DA CARTA DE CONVOCAÇÃO ENVIADA PELO LABORATÓRIO ASSINADA PELO MÉDICO DA UNIDADE 3092 HIV CONFIRMATÓRIO – PARCEIRO OU PARCEIRA NÃO HIVC – NÃO PRECISA DE SADT, APENAS DA CARTA DE CONVOCAÇÃO ENVIADA PELO LABORATÓRIO ASSINADA PELO MÉDICO DA UNIDADE 1648 HLA B27 SIM 2911 HLA B51 SIM SIM 2884 HLA CLASSE I A, B, C DE ALTA RESOLUCÃO SIM SIM COMUNICAR POR E-MAIL SOBRE O AGENDAMENTO PARA PROVIDENCIAR EM TEMPO HÁBIL OS MATERIAIS NECESSÁRIOS 2822 HLA DQ2 E DQ8 - ALELOS SIM SIM COMUNICAR POR E-MAIL SOBRE O AGENDAMENTO PARA PROVIDENCIAR EM TEMPO HÁBIL OS MATERIAIS NECESSÁRIOS 2883 HLA-DR, DQ TIPIFICACAO/ALTA RESOLUCAO CLASSE II SIM SIM COMUNICAR POR E-MAIL SOBRE O AGENDAMENTO PARA PROVIDENCIAR EM TEMPO HÁBIL OS MATERIAIS NECESSÁRIOS 1606 HOMOCISTEINA SIM SIM 1557 HOMOCISTINURIA - AMOSTRA ISOLADA NÃO PESQUISA DE HOMOCISTINA NA URINA 305 HORMÔNIO DE CRESCIMENTO- HGH NÃO 3053 HPN – HEMOGLOBINÚRIA PAROXISTICA NOTURNA NÃO SIM EXAME NECESSITA SER AGENDADO EXCLUSIVAMENTE NO HORÁRIO DE 10:20 - CD 55 – IMUNOFENOTIPAGEM PARA HPN 1677 HPV - CAPTURA HIBRIDA [1A AMOSTRA] SIM SIM HPV CAPTURA HIBRIDA 2739 HTLV I/II PCR SIM SIM HTLV I/II PCR 1336 HX2 - POEIRA DOMESTICA NÃO RAST INCLUI ACAROS DOMESTICO E BARATA COMUM 1386 I1 - ABELHA NÃO RAST 1461 I2 - DOLICHOVESPULA MACULATA (VESPA CAB. BRANCA - I2) NÃO RAST 1466 I204 - MOSCA DE CAVALO NÃO RAST 1462 I3 - VESPA CAPA AMARELA NÃO RAST 1387 I4 - VESPA COMUM (POLISTES SSP) NÃO RAST 1463 I5 - VESPA AMARELA NÃO RAST 1388 I6 - BARATA NÃO RAST 1389 I70 - FORMIGA NÃO RAST 1390 I71 - MOSQUITO COMUM NÃO RAST PERNILONGO 1391 I73 - LARVA DE SANGUE (CHIRONOMUS THUMMI) NÃO RAST 1465 I75 - VESPA EUROPEIA NÃO RAST 1467 I76 - TROGODERMA ANGUSTUM NÃO RAST 1464 I8 – TRAÇA NÃO RAST 1522 IBUPROFENO RAST NÃO RAST 2708 IGE ESPECÍFICO PARA OVO (F245) NÃO RAST 123 IGE TOTAL NÃO DOSAGEM DE IMUNOGLOBULINA E (IGE) 1625 IGF BP-3 SIM IGF BP3 1568 IGF-1 SOMATOMEDINA C NÃO SIM DOSAGEM DE SOMATOMEDINA C (IGF1) 1320 IMUNOELETROFORESE [SORO] NÃO IMUNOELETROFORESE / IMUNOFIXAÇÃO DE PROTEINAS PLASMÁTICAS / SÉRICAS 1321 IMUNOELETROFORESE, URINA 24 HORAS NÃO IMUNOELETROFORESE / IMUNOFIXAÇÃO DE PROTEINAS URINÁRIAS 3029 IMUNOFENOTIPAGEM - PAINEL PROLIFERATIVO EM ASPIRADO DE MEDULA ÓSSEA NÃO COLETA EXCLUSIVAMENTE NA POLICLÍNICA 3028 IMUNOFENOTIPAGEM - PAINEL PROLIFERATIVO EM SANGUE PERIFÉRICO NÃO SIM IMUNOFENOTIPAGEM DE HEMOPATIAS MALIGNAS 103 IMUNOFLUORECENCIA PARA CHAGAS - TRIPANOSSOMA CRUZI - CHAGAS IFI NÃO PESQUISA DE TRYPANOSOMA 2803 IMUNOFLUORESCENCIA DE PELE, RINS E TECIDOS - BIÓPSIA SIM SOMENTE POLICLÍNICA – DE SEGUNDA A QUARTA FEIRA. 2677 IMUNOFLUORESCÊNCIA PARA CLAMÍDIA NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS ANTICLAMIDIA / CHLAMYDIA 330 IMUNOGLOBULINA A – IGA NÃO 2463 IMUNOGLOBULINA D SIM SIM IGD 1678 IMUNOGLOBULINA G - IGG SIM IGG 331 IMUNOGLOBULINA M – IGM NÃO 1599 IMUNOHISTOQUIMICA NÃO IMUNOHISTOQUIMICA DE NEOPLASIAS MALIGNAS (POR MARCADOR) – ENVIADO EXCLUSIVAMENTE PELA POLICLÍNICA 1600 IMUNOHISTOQUIMICA [2A PECA] NÃO IMUNOHISTOQUIMICA DE NEOPLASIAS MALIGNAS (POR MARCADOR) - ENVIADO EXCLUSIVAMENTE PELA POLICLÍNICA 1223 INDICE HOMA IR BETA NÃO ENTRA AUTOMATICAMENTE OS EXAMES DE GLICEMIA E INSULINA 1627 INTERLIGADORES C-TERMINAIS CTX SIM SIM C-TELOPEPTIDEO 1530 IODO C616, RAST ALERGENO NÃO RAST – INATIVADO TEMPORARIAMENTE 1679 JAK2-QUALITATIVO - PESQUISA MUTACAO V617F DO GENE JAK2 SIM SIM 1486 K75 - ISOCIANATO TDI NÃO RAST 1526 K81 - FIGO RAST (FICUS - K81) NÃO RAST 1392 K82 - LATEX [ALERGENO ESPECIFICO/RAST] NÃO RAST 1549 K83 - SEMENTE DE ALGODAO NÃO RAST 3066 K84 – RAST PARA SEMENTE DE GIRASSOL NÃO 1520 KETOPROFENO RAST/C388 NÃO RAST 2675 LACTATO PÓS PRANDIAL NÃO SIM DOSAGEM DE LACTATO – PÓS ALMOÇO. JEJUM COLHIDO NO POSTO. NÃO COLETA DE SÁBADOS. ORIENTAR PACIENTE A ALMOÇAR CONFORME HABITUAL E COMPARECER AO LABORATÓRIO 2 HORAS APÓS ALMOÇAR – COLETA DA PÓS ENTRE 12 E 14 HORAS. 1607 LACTOSE, TESTE DE TOLERANCIA A SIM SIM AGENDAR EM HORÁRIO DE CURVA GLICÊMICA CLÁSSICA. PROVA DE ABSORÇÃO DE LACTOSE 49 LATEX - FATOR REUMATOIDE NÃO PROVA DO LATEX P/ PESQUISA DO FATOR REUMATOIDE 345 LATEX ( H. INFLUENZAE, S. PNEUMONIEAE, N.MENINGIT. A, B E C) NÃO PROVA DO LATEX EM LÍQUOR P/ HAEMOPHILLUS INFLUENZAE, STREPTOCOCCUS PNEUMONIAE, NEISSERIA MENINGITIDIS (SOROTIPOS A, B, C) 346 LCR CARACTERES FÍSICOS (LIQUOR) NÃO PESQUISA DE CARACTERES FISICOS NO LIQUOR 211 LDL COLESTEROL NÃO 1650 LEGIONELLA, ANTICORPOS IGG SIM 1651 LEGIONELLA, ANTICORPOS IGM SIM 1626 LEPTINA SIM SIM SOMENTE PODE SER SOLICITADO POR ENDÓCRINO 42 LEUCOGRAMA NÃO 366 LH - HORMONIO LUTEINIZANTE NÃO DOSAGEM DE HORMONIO LUTEINIZANTE (LH) 19 LIPASE NÃO 1608 LIPOPROTEINA (A) SIM SOMENTE PODE SER SOLICITADO POR CARDIOLOGISTA 2925 LIQUIDO ASCITICO – QUIMIOCITOLOGICO NÃO 2926 LIQUIDO CAVITARIO – QUIMIOCITOLOGICO NÃO 1588 LIQUOR - CITOLOGIA GLOBAL E DIFERENCIAL DE CELULAS NÃO CELULARIDADE LÍQUOR 2459 LIQUOR - ROTINA LCR/QUIMIOCITOLOGICO [SEM/GRAM] NÃO CADASTRAR TAMBÉM O 2460 – BACTERIOSCÓPICO DE LIQUOR 297 LÍTIO SÉRICO NÃO DOSAGEM DE LITIO / LITEMIA 1393 M1 - PENICILIUM NOTATUM NÃO RAST 1546 M11 - RHIZOPUS NIGRICANS NÃO RAST 1500 M14 - EPICOCCUM PURPURESCENS NÃO RAST 1499 M16 - CURVULARIA LUNATA NÃO RAST 1394 M2 - CLADOSPORIUM HERBARUM NÃO RAST 1395 M3 - ASPERGILLUS FUMIGATUS NÃO RAST 1468 M4 - MUCOR RACEMOSUS NÃO RAST 1469 M5 - CANDIDA ALBICANS NÃO RAST 1396 M6 - ALTERNARIA ALTERNATA NÃO RAST 1397 M8 - HELMINTHODPORIUM HALODES NÃO RAST 1470 M9 - FUSARIUM MONILIFORME NÃO RAST 1694 MACROPROLACTINA NÃO SIM PESQUISA DE MACROPROLACTINA 20 MAGNESIO – MAGNESURIA NÃO DOSAGEM DE MAGNESIO URINÁRIO 1601 MAGNESIO SERICO NÃO DOSAGEM DE MAGNESIO 3072 MANGANÊS NÃO SIM 1508 MARACUJA RAST ALERGENO NÃO RAST 2710 METABOLITOS DA COCAINA NÃO SIM DOSAGEM DE METABOLITOS DA COCAINA 1664 METANEFRINAS URINARIAS SIM SIM 1584 MICOLOGICO DIRETO NÃO SIM 3004 MICROALBUMINURIA 12 HORAS NÃO DOSAGEM DE MICROALBUMINA / ALBUMINÚRIA 479 MICROALBUMINURIA 24 HORAS NÃO DOSAGEM DE MICROALBUMINA NA URINA / ALBUMINÚRIA 734 MICROALBUMINURIA AMOSTRA ISOLADA NÃO DOSAGEM DE MICROALBUMINA NA URINA / ALBUMINÚRIA 1695 MIELOGRAMA NÃO COLETA SOMENTE NA POLICLÍNICA 1609 MIOGLOBINA SERICA SIM 98 MONONUCLEOSE, SOROLOGIA NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS VIRUS EPSTEIN-BARR 58 MUCOPROTEINAS ( ALFA-1-GLICOPROTEINA ACIDA ) NÃO ALFA-1-GLICOPROTEINA – SEROMUCOIDE 2742 MUSK, ANTICORPOS (ANTI-MUSK) NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS ANTIMUSCULO ESTRIADO 2467 MUTAÇAO DELTA F 508 SIM SIM 1337 MX1 - FUNGOS NÃO RAST MÚLTIPLO MOFO 1490 MX2 - FUNGOS NÃO RAST MÚLTIPLO MOFO 1655 MYCOPLASMA PNEUMONIAE – ANTICORPOS IGG / IGM SIM SIM 1659 MYCOPLASMA/UREAPLASMA SIM SIM CULTURA PARA MYCOPLASMA E UREAPLASMA – COLETA DE SECREÇÕES, RASPADOS URETRAIS, ESPERMA, RASPADO ENDOCERVICAL 1472 O1 - ALGODAO NÃO RAST 1398 O201 - FOLHA DE TABACO NÃO RAST 2806 OSMOLARIDADE PLASMÁTICA/SÉRICA NÃO 2807 OSMOLARIDADE URINÁRIA NÃO URINA AMOSTRA ISOLADA 2681 OSTEOCALCINA SIM SIM 1524 OVOALBUMINA RAST - F232 NÃO RAST 1525 OVUMUCOIDE RAST - F233 NÃO RAST 1610 OXACARBAZEPINA (TRIPLETAL) SIM TRIPLETAL 3054 PAINEL GENÉTICO PARA RAROPATIAS – SINDROME DE NOONAN SIM SIM COMUNICAR O AGENDAMENTO PREVIAMENTE PARA MARÍLIA DA SALA DE COLETA ESPECIAL 1518 PARACETAMOL RAST/C209 NÃO RAST 74 PARASITOLOGICO DE FEZES - PPF NÃO PESQUISA DE OVOS E CISTOS DE PARASITAS 561 PARASITOLOGICO DE FEZES - PPF - SEGUNDA AMOSTRA NÃO PESQUISA DE OVOS E CISTOS DE PARASITAS 562 PARASITOLOGICO DE FEZES - PPF - TERCEIRA AMOSTRA NÃO PESQUISA DE OVOS E CISTOS DE PARASITAS 2464 PARVOVIRUS B IGG/ IGM SIM 2777 PCR - HEPATITE B SIM SIM 2897 PCR PARA DETECÇÃO DE CHLAMYDIA TRACHOMATIS E NEISSERIA GONORRHOEAE – CLAMIDIA E GONOCOCO NÃO SIM DETECÇÃO DE CLAMÍDIA E GONOCOCO – GESTANTES – CLAMIDIA E GONOCOCO PRÉ NATAL – AGENDAR EM HORÁRIO DE SECREÇÕES. COLETA REALIZADA PARA SECREÇÃO DE CONTEÚDO VAGINAL 2912 PCR QUALITATIVO PARA CITOMEGALOVIRUS – CMV PCR SIM SIM PODE SER NO SANGUE OU NA URINA. MÉDICO PRECISA ESPECIFICAR DE QUAL MATERIAL QUER O EXAME. 2900 PCR QUANTITATIVO PARA CITOMEGALOVIRUS – CMV PCR SIM SIM 506 PEPTIDEO C NÃO SIM 3027 PESQUISA ANTICORPOS TREPONÊMICOS NO LIQUOR NÃO 2932 PESQUISA DA MUTAÇÃO DO GENE MTHFR SIM SIM SOMENTE PARA GESTANTES COM SOLICITAÇÃO DO PRÉ NATAL DE RISCO 1326 PESQUISA DE ANTICORPO ANTIFIGADO NÃO ANTI FIGADO 2719 PESQUISA DE ANTICORPOS ANTICISTICERCO NÃO ANTI CISTICERCO 2471 PESQUISA DE ANTICORPOS ANTIPARIETAIS NÃO ANTICORPOS ANTI PARIETAIS – ANTI CÉLULA PARIETAL 2473 PESQUISA DE ANTICORPOS IGG CONTRA O VÍRUS VARICELA-ZOSTER NÃO 2474 PESQUISA DE ANTICORPOS IGM CONTRA O VÍRUS VARICELA-ZOSTER NÃO 2735 PESQUISA DE BANDAS OLIGOCLONAIS EM LÍQUOR SIM LÍQUOR – SOMENTE POLICLÍNICA 2909 PESQUISA DE CÉLULAS DE SEZARY NÃO 275 PESQUISA DE ENTEROBIUS VERMICULARIS ( OXIURUS - SWAB ANAL ) NÃO SIM UTILIZAR HORÁRIO DE SECREÇÕES 943 PESQUISA DE ESTREPTOCOCOS BETA HEMOLITICOS NÃO 2458 PESQUISA DE HEPATITE C (PCR) SIM SIM 69 PESQUISA DE LEUCOCITOS FECAIS NÃO LEUCOCITOS NAS FEZES 2452 PESQUISA DE LEVEDURAS FECAIS NÃO PESQUISA DE LEVEDURAS NAS FEZES 2367 PESQUISA DE MICROFILÁRIAS EM GOTA ESPESSA NÃO PESQUISA DE FILARIA 2456 PESQUISA DE MUTAÇÃO DO GENE HFE (HEMOCROMATOSE) SIM HEMOCROMATOSE 2468 PESQUISA DE ROTAVIRUS NAS FEZES NÃO 71 PESQUISA DE SANGUE OCULTO NAS FEZES NÃO PSO – VERIFICAR A ORIENTAÇÃO DE DIETA NO SISTEMA DO PRESTADOR 567 PESQUISA DE SANGUE OCULTO NAS FEZES - 3ª AMOSTRA NÃO 566 PESQUISA DE SANGUE OCULTO NAS FEZES – 2ª AMOSTRA 1662 PESQUISA DE SARCOPTES SCABIEI SIM SIM 2889 PESQUISA MUTAÇÃO DA PROTROMBINA NÃO SIM 1699 PH FECAL NÃO 79 PLAQUETAS NÃO 1313 PLAQUETAS NO CITRATO NÃO SIM MATERIAL COLHIDO EM TUBO CITRATADO – SERÁ REALIZADO SOMENTE A CONTAGEM DAS PLAQUETAS 3071 POLIMORFISMO PAI1 SIM 1311 PORFIRINAS NÃO 21 POTASSIO SERICO NÃO 2714 PRO PETÍDEO NATRIURÉTICO TIPO B (PROBNP) BNP NÃO BNP / PRO BNP – CID I50 367 PROGESTERONA NÃO 46 PROLACTINA NÃO SIM 3067 PROTEÍNA AMILÓIDE A SIM SIM AMILOIDE A 1618 PROTEINA C NÃO SIM 124 PROTEINA C REATIVA ( PCR ) NÃO 354 PROTEÍNA DE BENCE JONES NÃO PESQUISA DE CADEIAS LEVES KAPPA E LAMBDA 1619 PROTEINA S NÃO SIM PROTEINA S 16 PROTEINAS TOTAIS NÃO 15 PROTEINAS TOTAIS E FRAÇOES NÃO 53 PROTEINURIA 24 HORAS NÃO DOSAGEM DE PROTEINAS ( URINA DE 24 HORAS ) 925 PROTEINURIA EM AMOSTRA ISOLADA NÃO DOSAGEM DE PROTEINA URINÁRIA AMOSTRA ISOLADA 2465 PROTOPORFIRINA ERITROCITÁRIA SIM PROTOPORFIRINA ERITROCITARIA ZINCO 636 PROVA DA D. XILOSE NÃO SIM PROVA DA D XILOSE 1669 PSA LIVRE SIM SERÁ REALIZADO SOMENTE MEDIANTE ALTERAÇÃO DO PSA TOTAL. INCLUSÃO AUTOMÁTICA. NÃO PRECISA SER CADASTRADO. 203 PSA TOTAL NÃO DOSAGEM DE ANTIGENO PROSTATICO ESPECIFICO (PSA) 1219 PTH ( DOSAGEM DE PARATORMONIO ) NÃO SIM 1693 QUANTIFICAÇÃO DE AMINOÁCIDOS NO SANGUE NÃO AMINOACIDOS (POR CROMATOGRAFIA) 1507 RAST - TXT7 [IGE MULTIPLO TX7] NÃO RAST - MÚLTIPLO PÓLEN ÁRVORES – OLIVEIRA , SALGUEIRO , PINHEIRO BRANCO , EUCALIPTO , MELALEUCA , ACACIA 3077 RAST QUINOA NÃO 2740 RAST-MEL - PESQUISA DE IMUNOGLOBULINA E (IGE) NÃO RAST 2888 RASTF212 / RAST COGUMELO 2730 RELAÇÃO PROTEINA / CREATININA NÃO URINA ISOLADA – – RELAÇÃO PROTEINÚRIA / CREATINÚRIA RELAÇÃO ALBUMINA / CREATININA 494 RENINA - DOSAGEM NÃO SIM 826 RESISTENCIA GLOBULAR / FRAGILIDADE OSMOTICA NÃO SIM SOMENTE REALIZADO DE TERÇA FEIRA. AGENDAR PARA ESTE DIA DA SEMANA 825 RETRAÇÃO DO COAGULO NÃO SIM 2683 REVISÃO DE LÂMINA NÃO 1516 RF263 - RAST PIMENTA VERDE NÃO RAST 1542 RF279-PIMENTA MALAGUETA/CHILE[CAPSICUM FRUTESCENS] NÃO RAST 125 RUBEOLA IGG NÃO ANTICORPOS IGG CONTRA O VIRUS DA RUBEOLA 712 RUBEOLA IGM NÃO ANTICORPOS IGM CONTRA O VIRUS DA RUBEOLA 1684 SATURAÇÃO DE TRANSFERRINA NÃO SEMPRE CADASTRAR JUNTO FERRO E TRANSFERRINA (ENTRADA AUTOMÁTICA) 1569 SDHEA - SULFATO DE DEHIDROEPIANDROSTERONA NÃO 1665 SELENIO SIM SIM 1672 SHBG SIM 778 SODIO SERICO NÃO 1628 SOROLOGIA CANDIDIASE SIM 1324 SOROLOGIA P/ CHLAMYDIA TRACHOMATIS IGG/IGM NÃO ANTI CLAMIDIA – CHLAMYDIA TRACHOMATIS 1328 SOROLOGIA PARA CHAGAS IGG NÃO ANTICORPOS IGG ANTITRYPANOSOMA CRUZI / MACHADO GUERREIRO 2894 SOROLOGIA PARA CRIPTOCOCOSE SIM 1682 SOROLOGIA PARA DENGUE ( NS1 - TESTE RÁPIDO ) NÃO 1702 SOROLOGIA PARA HELICOBACTER PYLORI NÃO 2668 SOROLOGIA PARA LYME IGG/IGM (BORRELIA) SIM BORRELIA BURGDORFERI 2715 SUBCLASSES IGG (1,2,3 E 4) SIM 2917 SUBSTANCIAS REDUTORAS NA URINA NÃO 1698 SUBSTANCIAS REDUTORAS NAS FEZES NÃO 1497 T K85 - CHLORAMINA NÃO RAST 1502 T18 - EUCALYPTUS SPP (EUCALIPTO) NÃO RAST 1491 T19 - ACACIA, MIMOSA NÃO RAST 90 T3 ( TRIIODOTIRONINA ) NÃO 1558 T3 LIVRE NÃO RETENÇÃO DE T3 1683 T3 REVERSO NÃO 101 T4 LIVRE NÃO DOSAGEM DE TIROXINA LIVRE 89 T4 TOTAL NÃO DOSAGEM DE TIROXINA 1517 TARTRAZINA RAST C279 [CORANTE AMARELO] NÃO RAST 80 TEMPO DE COAGULAÇAO - TC NÃO SIM 482 TEMPO DE PROTROMBINA - TP - INR NÃO SIM TEMPO E ATIVIDADE DA PROTROMBINA (TAP) - QUANDO SOLICITADO “ COAGULOGRAMA ”, CADASTRAR 482 + 43 81 TEMPO DE SANGRAMENTO - TS NÃO SIM DETERMINAÇÃO DE TEMPO DE SANGRAMENTO -DUKE 1314 TEMPO DE TROMBINA NÃO SIM 43 TEMPO DE TROMBOPLASTINA PARCIAL ATIVADA - TTPA NÃO SIM 921 TESTE DE HAM NÃO SIM 1571 TESTE DE SUPRESSAO DE CORTISOL POS DEXAMETASONA NÃO SIM ORIENTAR PACIENTE DEVE INGERIR A MEDICAÇÃO NA NOITE ANTERIOR AO EXAME, ENTRE ÀS 23 E 24 HORAS (DEXAMETASONA 1,0 MG POR VIA ORAL). AGENDAR COLETA ANTES DAS 8H NA SALA DE COLETA ESPECIAL 370 TESTOSTERONA LIVRE NÃO 93 TESTOSTERONA TOTAL NÃO 23 TGO - TRANSAMINASE OXALACETICA ( AST ) NÃO DOSAGEM DE TRANSAMINASE GLUTAMICO-OXALACETICA 24 TGP - TRANSAMINASE PIRUVICA ( ALT ) NÃO DOSAGEM DE TRANSAMINASE GLUTAMICO-PIRUVICA 87 TIPAGEM SANGUINEA - FATOR RH NÃO PESQUISA DE FATOR RH ( D FRACO ) 309 TIREOGLOBULINA NÃO 1671 TOPIRAMATO SIM SIM DOSAGEM TOPIRAMATO 1319 TOXOCARA CANIS, PESQUISA ANTICORPOS IGG SIM TOXOCARÍASE SOROLOGIA 200 TOXOPLASMOSE IGG NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS IGG ANTITOXOPLASMA 521 TOXOPLASMOSE IGM NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS IGM ANTITOXOPLASMA 1668 TRAB - AC. RECEPTOR DO TSH SIM ANTICORPO INIBIDOR DO TSH 64 TRANSFERRINA SERICA NÃO 1537 TRANSGLUTAMINASE, IGA NÃO ANTICORPOS ANTI TRANSGLUTAMINASE RECOMBINANTE HUMANO IGA 4 TRIGLICERIDEOS NÃO 12 HORAS JEJUM 3035 TRIPSINA IMUNO REATIVA NEONATAL NÃO SIM AVISAR A MARÍLIA DA SALA DE COLETA ESPECIAL DO AGENDAMENTO REALIZADO PARA PROVIDENCIAR MATERIAL ANTECIPADAMENTE 1329 TRYPANOSOMA CRUZI IGM [CHAGAS SOROLOGIA IGM] NÃO PESQUISA DE ANTICORPOS IGM ANTI TRYPANOSOMA CRUZI / MACHADO GUERREIRO 91 TSH - HORMONIO TIROESTIMULANTE NÃO 783 UREIA SERICA NÃO 823 URINA TIPO I NÃO ANALISE DE CARACTERES FISICOS, ELEMENTOS E SEDIMENTO DA URINA – EAS 489 UROCULTURA NÃO CULTURA DE URINA 84 VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTACAO ( VHS ) NÃO 1657 VIRUS SINCICIAL RESPIRATORIO, AC. I SIM SIM 1611 VITAMINA A SIM SIM 1614 VITAMINA B1 SIM SIM 3103 VITAMINA B12 NÃO 1615 VITAMINA B2/RIBOFLAVINA SIM SIM TUBO VERDE – HEPARINA 1616 VITAMINA B3/NIACINA SIM SIM TUBO ROXO – EDTA 1617 VITAMINA B6/PIRIDOXINA SIM SIM TUBO ROXO – EDTA 1305 VITAMINA C NÃO SIM DOSAGEM DE ACIDO ASCORBICO 3104 VITAMINA D NÃO DOSAGEM DE 25 HIDROXIVITAMINA D 1612 VITAMINA E SIM SIM 2573 VITAMINA K SIM SIM 212 VLDL COLESTEROL NÃO 1434 W1 - ERVA DANINHA COMUM NÃO RAST 1540 W10 - PE DE GANSO (CHENOPODIUM ALBUM) NÃO RAST 1494 W11 - SALSOLA KALI (BARRILHA ESPINHOSA) NÃO RAST 1435 W2 - ERVA DANINHA DO OESTE NÃO RAST 1436 W3 - ERVA DANINHA GIGANTE NÃO RAST 1437 W4 - ERVA DANINHA FALSA NÃO RAST 1438 W5 - ABSINTO (ARTEMISIA ABSINTHIUM) NÃO RAST 1439 W6 - ARTEMISIA [ARTEMISIA VULGARIS] NÃO B12 1440 W7 - MARGARIDA OLHO DE BOI (CHRYSANTHEMUM LEUCANTHEMUM) NÃO RAST 1441 W8 - DENTE DE LEAO NÃO RAST 1442 W9 - PLANTAGO LANCEOLATA NÃO RAST 195 WAALER ROSE NÃO 996 WESTERN BLOT PARA HIV NÃO INCLUÍDO AUTOMATICAMENTE NO CASO DE POSITIVO PARA HIV – NUNCA CADASTRAR 3097 WESTERN BLOT PARA HTLV – GETANTES NÃO SOLICITAÇÃO SOMENTE MEDIANTE SOROLOGIA DE HTLV I/II POSITIVA – COLETA EXCLUSIVA PELO CMAE 3098 WESTERN BLOT PARA HTLV – PARCEIRO OU PARCEIRA NÃO SOLICITAÇÃO SOMENTE MEDIANTE SOROLOGIA DE HTLV I/II POSITIVA – COLETA EXCLUSIVA PELO CMAE 3044 WESTERN BLOT PARA HTLV – POPULAÇÃO GERAL NÃO SOLICITAÇÃO SOMENTE MEDIANTE SOROLOGIA DE HTLV I/II POSITIVA – COLETA EXCLUSIVA PELO CMAE 1482 WX5 - ERVAS DANINHAS NÃO RAST 1483 WX7 - ERVAS DANINHAS NÃO RAST POLEN ERVAS DANINHAS 2805 X FRAGIL PCR SIM SIM COMUNICAR POR E-MAIL SOBRE O AGENDAMENTO PARA PROVIDENCIAR EM TEMPO HÁBIL OS MATERIAIS NECESSÁRIOS 54 ZINCO NÃO SIM Assinatura Digital de Documentos (gov.br e VIDAAS) Este material consolida as bases legais, técnicas e operacionais da assinatura digital no SISWEB, apresentando os conceitos normativos, as opções gratuitas disponibilizadas pela Secretaria da Saúde (gov.br e certificado médico CFM/Vidaas) e as orientações para uso regular no fluxo assistencial. A assinatura digital integra o processo formal de encaminhamento e registro eletrônico, garantindo autenticidade, integridade, validade jurídica e continuidade do cuidado ao paciente, em conformidade com a legislação vigente e com a Política Nacional de Regulação em Saúde. As orientações aqui descritas visam uniformizar procedimentos, fortalecer a segurança do profissional e assegurar a adequada tramitação regulatória na Rede de Atenção à Saúde. Diretrizes Institucionais sobre Assinatura Digital no SISWEB Referência: Processo nº 3552205.404.00020784/2026-88 . A Secretaria da Saúde de Sorocaba, por meio da Saúde Digital, comunica e orienta acerca do uso de assinatura digital nos documentos emitidos no SISWEB, com o objetivo de uniformizar entendimento, formalizar as opções disponíveis e indicar os materiais oficiais para consulta e capacitação. Este ofício possui caráter informativo e orientativo, não substituindo normativos internos específicos de cada fluxo assistencial, e deve ser dado ciência aos profissionais das unidades. Assinatura digital Conceito (assinatura eletrônica x assinatura digital) No Brasil, a legislação trata “assinatura eletrônica” como um gênero, que pode ocorrer por diferentes meios e níveis.  A Lei nº 14.063/2020  dispõe sobre o uso de assinaturas eletrônicas em interações com entes públicos e classifica tipos/níveis, incluindo a assinatura avançada e a assinatura qualificada. De forma simplificada: Assinatura eletrônica avançada:  associa o signatário de maneira unívoca, utiliza dados sob controle do signatário e permite detectar alterações no documento após assinado (Lei 14.063/2020). Assinatura eletrônica qualificada:  é a assinatura com certificado digital ICP-Brasil, com presunção legal e arcabouço técnico/jurídico consolidado (Lei 14.063/2020 e ICP-Brasil). Finalidade na Saúde A assinatura digital em documentos assistenciais e administrativos contribui para: Autenticidade:  identificar quem assinou; Integridade:  evidenciar se houve alteração após a assinatura; Não repúdio:  reduzir contestação sobre autoria; Rastreabilidade/auditoria:  reforçar governança e segurança; Desburocratização:  reduzir papel e retrabalho. Conteúdo oficial (Governo Digital):  https://www.gov.br/governodigital/pt-br/identidade/assinatura-eletronica/saiba-mais-sobre-a-assinatura-eletronica Validade jurídica A validade jurídica de assinaturas eletrônicas no relacionamento com a Administração Pública está disciplinada na Lei 14.063/2020 (assinaturas simples/avançada/qualificada). Para assinaturas qualificadas com ICP-Brasil, existe ainda a base estrutural da ICP-Brasil, instituída pela MP nº 2.200-2/2001, que garante autenticidade, integridade e validade jurídica de documentos eletrônicos assinados no âmbito da infraestrutura. Assinatura digital em prontuários eletrônicos e documentos em saúde A utilização de sistemas informatizados para registro de atendimentos, prescrições, encaminhamentos e demais documentos assistenciais é uma realidade consolidada nos serviços de saúde. O prontuário eletrônico e os documentos digitais têm a mesma finalidade do prontuário em papel: registrar de forma segura, completa e rastreável as informações clínicas do paciente, bem como as condutas e decisões tomadas pelo profissional de saúde. Nesse contexto, a assinatura digital exerce o mesmo papel da assinatura manuscrita no papel: identificar o profissional responsável pelo documento e garantir a autenticidade das informações registradas. Ou seja, a assinatura digital: identifica quem realizou o registro ou encaminhamento; assegura que o documento não foi alterado após a assinatura; garante validade jurídica ao documento eletrônico; permite auditoria e rastreabilidade das ações assistenciais. Base legal para uso de prontuário eletrônico A Lei Federal nº 13.787/2018 autoriza expressamente: a digitalização de prontuários; o uso de sistemas informatizados para guarda e manejo das informações do paciente; a substituição do papel por documentos eletrônicos, desde que atendidos requisitos de segurança. Isso significa que o registro eletrônico e a assinatura digital não são apenas permitidos, mas fazem parte do processo de modernização e segurança da assistência em saúde. Normas do Conselho Federal de Medicina O Conselho Federal de Medicina, por meio da Resolução CFM nº 1.821/2007, estabelece normas técnicas para: uso de sistemas informatizados para prontuário; digitalização de documentos; requisitos de segurança e integridade das informações. Essas normas determinam que os sistemas de prontuário eletrônico devem: garantir autenticidade e integridade dos registros; permitir identificação inequívoca do profissional responsável; utilizar mecanismos de assinatura digital conforme padrões técnicos reconhecidos. Esses requisitos são detalhados no Manual de Certificação SBIS/CFM, que define padrões de segurança para sistemas de saúde. Proteção de dados e sigilo das informações As informações de saúde são consideradas dados pessoais sensíveis, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018 – LGPD). Por isso, os sistemas de saúde devem adotar medidas que garantam: controle de acesso por usuário; identificação de quem realizou cada ação; registro de auditoria; proteção contra alterações indevidas. A assinatura digital é um dos principais mecanismos utilizados para atender a essas exigências, pois vincula o documento diretamente ao profissional responsável. Relação prática com o dia a dia do profissional Na prática, a assinatura digital: substitui a assinatura no papel; identifica o profissional que realizou o encaminhamento ou documento; garante validade legal ao registro eletrônico; evita recusas de documentos por falta de assinatura; protege o próprio profissional, ao registrar formalmente sua autoria. Assim, a assinatura digital não é um recurso adicional ou opcional, mas sim parte do funcionamento normal e seguro dos sistemas eletrônicos de saúde. Ecossistema de Identidade Digital gov.br - login único e assinatura digital O que é a conta gov.br A conta gov.br é a identidade digital oficial utilizada para autenticação em serviços públicos digitais e pode operar com níveis de identidade (ex.: bronze/prata/ouro) conforme critérios de segurança, incluindo validação biométrica e outras checagens, conforme descrito na documentação de Autenticação gov.br - Governo Digital < https://www.gov.br/governodigital/pt-br/estrategias-e-governanca-digital/transformacao-digital/ferramentas/autenticacao-gov.br >. O que é a Assinatura Eletrônica gov.br A Assinatura Eletrônica gov.br é um serviço oficial disponibilizado pelo Governo Federal que permite a assinatura de documentos digitais mediante autenticação pela conta gov.br, observando os parâmetros da Lei nº 14.063/2020. Nos termos da referida lei, a assinatura realizada por meio da conta gov.br, quando vinculada a mecanismos de validação reforçada (como biometria facial, validação bancária ou certificado digital), enquadra-se como assinatura eletrônica avançada, podendo alcançar níveis de maior robustez conforme o nível da conta (Prata ou Ouro). Como funciona tecnicamente (de forma simplificada) Quando o profissional utiliza a assinatura gov.br: O sistema redireciona o usuário para o ambiente oficial de autenticação do Governo Federal. O usuário realiza autenticação segura (login único). O documento é apresentado para conferência. A assinatura é vinculada à identidade digital validada. É gerado registro eletrônico contendo: identificação do signatário; data e hora da assinatura; código verificador; trilha de auditoria. O documento passa a conter elementos que permitem verificar sua autenticidade e integridade, inclusive por meio de validação posterior. A Secretaria da Saúde não armazena senhas, códigos ou dados sensíveis da conta gov.br do profissional, sendo todo o processo de autenticação realizado em ambiente oficial do Governo Federal. Requisitos e etapas para um sistema aderir ao login e à assinatura gov.br A integração ao ecossistema gov.br não é automática e envolve etapas formais e técnicas, tais como: solicitação formal por gestor/agente público; credenciais para ambientes de homologação/produção; integração ao Login Único (Conta gov.br) como pré-requisito para utilização da assinatura; homologação do fluxo integrado (com validações previstas em documentação técnica do governo). Referências oficiais: Serviço de Integração aos produtos de Identidade Digital gov.br (regras gerais):  https://www.gov.br/governodigital/pt-br/estrategias-e-governanca-digital/transformacao-digital/servico-de-integracao-aos-produtos-de-identidade-digital-gov.br Roteiro técnico do Login Único gov.br (documentação de integração):  https://acesso.gov.br/roteiro-tecnico/ Roteiro/documentação de integração da API de Assinatura gov.br (homologação e fluxos):  https://manual-integracao-assinatura-eletronica.servicos.gov.br/ (Observação: as credenciais e parâmetros de integração seguem processos e requisitos publicados pelo Governo Federal, incluindo referência a portarias vigentes quando aplicável, conforme FAQ do ecossistema de identidade digital gov.br.) Contextualização local Durante o ano de 2025, a Secretaria da Saúde, por meio da Saúde Digital, em conjunto com a Coordenadoria Geral de TI e a empresa Vivver Sistemas, executou as ações necessárias para atendimento de requisitos técnicos e formais visando habilitar: Login com conta gov.br  no SISWEB; e Assinatura eletrônica gov.br  no SISWEB. Em 01/12/2025, o processo de integração foi finalizado e disponibilizado no ambiente produtivo do SISWEB, tornando-se modo oficial de assinatura digital para documentos compatíveis no sistema. Certificado Digital médico gratuito (CFM/CRM) e Vidaas Certificado digital do CFM (em nuvem) para médicos regulares O Conselho Federal de Medicina, em conjunto com os Conselhos Regionais de Medicina, disponibiliza aos médicos regularmente inscritos um certificado digital padrão ICP-Brasil, emitido no modelo de certificado em nuvem, voltado à identificação profissional do médico em ambientes digitais. Trata-se de certificado digital de pessoa física vinculado à condição profissional do médico, emitido conforme as regras da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), instituída pela Medida Provisória nº 2.200-2/2001. A ICP-Brasil é o sistema nacional que regulamenta a emissão e validação de certificados digitais no país, garantindo: autenticidade da identidade do titular; integridade do documento assinado; validade jurídica presumida; reconhecimento nacional. Dessa forma, a assinatura realizada com certificado digital ICP-Brasil enquadra-se como assinatura eletrônica qualificada, nos termos da Lei nº 14.063/2020. Aplicativo Vidaas O Vidaas é a carteira de identidade digital utilizada como mecanismo de autenticação e autorização para uso do certificado digital médico disponibilizado pelo Conselho Federal de Medicina. No modelo de certificado em nuvem adotado pelo CFM, o certificado digital ICP-Brasil não fica armazenado em token físico ou em arquivo local na máquina do usuário. Ele permanece protegido em infraestrutura segura do provedor de certificação, sendo liberado para uso somente mediante autenticação forte realizada pelo titular. O Vidaas atua como: mecanismo de autenticação do titular do certificado; ferramenta de autorização da assinatura; camada adicional de segurança para liberação do uso do certificado em sistemas integrados. Caráter individual e pessoal A emissão do certificado digital médico pelo CFM: é ato individual e pessoal; depende de regularidade da inscrição no CRM; exige cumprimento das etapas de validação definidas pelo Conselho; pode envolver verificação biométrica e confirmação de identidade. As regras, etapas e eventuais exigências são definidas pelo próprio Conselho Federal de Medicina e pelos Conselhos Regionais. Assinatura digital gratuita no SISWEB A partir de 01/12/2025, a Secretaria da Saúde disponibiliza no SISWEB duas maneiras válidas e gratuitas de assinatura digital aos profissionais, as quais são juridicamente reconhecidas e se alinham às bases normativas citadas neste ofício: Assinatura com gov.br (nível Prata ou Ouro) Requer que o profissional utilize sua conta gov.br com nível compatível (Prata ou Ouro, conforme configuração do serviço). Baseada na Assinatura Eletrônica gov.br, serviço oficial do Governo Federal. Referências oficiais: Assinatura Eletrônica gov.br (visão geral):  https://www.gov.br/governodigital/pt-br/identidade/assinatura-eletronica Saiba mais (conceitos):  https://www.gov.br/governodigital/pt-br/identidade/assinatura-eletronica/saiba-mais-sobre-a-assinatura-eletronica Assinatura com certificado médico do CFM (Vidaas) Alternativa gratuita vinculada ao certificado digital do CFM, operacionalizado via Vidaas. Depende do cumprimento, pelo profissional, das etapas e requisitos do CRM/CFM. Referências oficiais: Certificado digital CFM:  https://certificadodigital.cfm.org.br/ Atualização da extensão Crescer Em 01/12/2025, foi atualizada a extensão Crescer, para o navegador Google Chrome, utilizada no ambiente de assinatura do SISWEB para leitura/integração com certificados digitais em estações de trabalho, permitindo também a operação com o Vidaas nas máquinas, quando aplicável. A Extensão é pública, pode ser localizada na Web Store do navegador ou diretamente pelo link oficial  https://chromewebstore.google.com/detail/crescer/jbafkelcjochnjgagbbibeimebiacofl . Segurança e validade As opções acima: integram fluxos oficiais do sistema e seguem as bases legais nacionais sobre assinaturas eletrônicas e infraestrutura de certificação (Lei 14.063/2020; ICP-Brasil/MP 2.200-2/2001 quando aplicável); fortalecem integridade e rastreabilidade documental; reduzem risco de inconsistências/pendências administrativas no trâmite de encaminhamentos e documentos assistenciais. Opções adicionais - certificados próprios Além das opções gratuitas disponibilizadas, o SISWEB possui suporte a outras formas de certificado digital, a critério do profissional, conforme abaixo. Certificado próprio A1 (arquivo .PFX) O SISWEB, no módulo de Cadastro e Controle de Operadores, permite associar certificado do tipo A1 por meio de arquivo .PFX, de forma individual por profissional. Quando o profissional optar por certificado próprio A1: deverá providenciar a contratação/renovação e a guarda segura do arquivo; deverá encaminhar o arquivo .PFX conforme procedimento de suporte definido. Para operacionalização e orientação do envio/associação no sistema, contatar: suportesis.sorocaba@sorocaba.sp.gov.br  e/ou saudedigital@sorocaba.sp.gov.br Certificado próprio A3 (token/cartão) O profissional poderá optar por certificado do tipo A3 (ex.: token/cartão), observadas as exigências técnicas para uso. Nessa hipótese, esclarece-se que: aquisição/locação de certificado, token, cartão, leitor, drivers e demais itens necessários será de responsabilidade do profissional, não sendo custeados pela Secretaria da Saúde; a compatibilidade de periféricos e softwares deve seguir requisitos do fornecedor do certificado. Uso da extensão Crescer Tanto para certificados próprios (A1/A3) quanto para o Vidaas, quando aplicável ao fluxo do SISWEB, é necessária a utilização da extensão Crescer ( https://chromewebstore.google.com/detail/crescer/jbafkelcjochnjgagbbibeimebiacofl ) como componente de integração no ambiente de assinatura. Da garantia do cuidado e da regularidade do encaminhamento A Portaria GM/MS nº 9.262, de 30 de dezembro de 2025, que institui a Política Nacional de Regulação em Saúde do SUS (PNR-SUS), estabelece que a regulação deve assegurar acesso oportuno, qualificado e resolutivo às ações e serviços de saúde (art. 1º, §2º), bem como promover a Qualidade e Segurança do Paciente como eixo estruturante do processo regulatório, orientando as decisões e os fluxos assistenciais à redução de riscos e à garantia de cuidado seguro e contínuo (art. 5º, inciso IV). A norma também prevê a responsabilização pelo usuário, com garantia de referência segura e informada ao próximo ponto da Rede de Atenção à Saúde (art. 19, inciso I), além da necessidade de registro adequado do processo regulatório por meio de sistemas informatizados (art. 35). Nesse contexto, a assinatura digital nas guias e documentos emitidos pelo SISWEB constitui etapa integrante do fluxo formal de encaminhamento, permitindo a adequada tramitação regulatória, a validação do documento pelo serviço de destino e a continuidade do cuidado. A Secretaria da Saúde disponibiliza alternativas gratuitas, juridicamente válidas e oficialmente integradas ao sistema para cumprimento desse requisito, não sendo necessária contratação de serviços externos. A não conclusão adequada do processo de assinatura pode resultar em devolução de guias ou interrupção do fluxo regulatório, com potencial impacto no tempo de acesso do paciente ao serviço especializado. Assim, recomenda-se que o profissional responsável pelo encaminhamento assegure o correto preenchimento e assinatura dos documentos, garantindo que o paciente não seja prejudicado por pendências formais evitáveis. Reitera-se que as equipes da Saúde Digital e do Suporte SIS permanecem à disposição para apoio técnico, com o objetivo comum de assegurar fluxos assistenciais seguros, regulares e centrados no paciente. 2. Como funciona a Assinatura pelo gov.br (Passo a Passo) Conteúdo: Primeira autenticação Escolha da conta gov.br Permissões do app SIS Fluxo de assinatura (confirmação, retorno, status) Mensagens comuns de erro do gov.br (token expirado, nível insuficiente, etc.) Como renovar login ou reconectar Essa página é essencial, pois todos os profissionais vão usar esse método. Como realizar assinaturas pelo gov.br no SISWEB 1. Acessando o SISWEB com gov.br Para iniciar qualquer assinatura, é obrigatório acessar o SISWEB utilizando sua conta gov.br . Abra o SISWEB . Na página de login, clique em “Entrar com gov.br” . A página oficial do gov.br será aberta. Preencha com seus dados de acesso . 2. Primeira autenticação no computador Se for sua primeira vez acessando o gov.br no computador: Abra o aplicativo gov.br no celular . Toque em “Gerar código de acesso” Digite o código gerado na tela do navegador. Quando solicitado, clique em “Autorizar” para concluir o acesso. 3. Acessando a fila de atendimento Após entrar no SISWEB usando o gov.br: Pesquise por “Fila para atendimento” na barra de pesquisa. Preencha os campos com seus dados. Altere a situação para “Atendido” . Clique no ícone de atualizar para carregar os atendimentos finalizados. Apenas atendimentos já finalizados podem ser assinados.   4. Selecionando o atendimento Com a lista carregada: Cada atendimento apresentará vários ícones. Clique em “Visualizar atendimento” no atendimento que deseja assinar. 5. Liberando a impressão Na janela do atendimento: Verifique se a Situação da Recepção está definida como “ATENDIDO” . Após isso, o botão “Imprimir” ficará disponível. Clique em “Imprimir” . 6. Escolhendo o relatório Na janela de visualização: Clique em “Selecionar Relatório” . Escolha o relatório desejado. Clique novamente em “Imprimir” para gerar a visualização completa. 7. Assinando com gov.br Na visualização final do relatório, clique em “Assinar com Gov.br” . O sistema pedirá que você abra o aplicativo gov.br no celular para gerar um novo código de acesso . Insira o código e clique em “Autorizar” para concluir a assinatura. 8. Caso a assinatura não funcione Verifique se sua conta gov.br possui nível Ouro , que é o mínimo exigido para assinaturas. Se houver erros do próprio gov.br (instabilidade, token expirado, etc.), tente novamente mais tarde. Caso não consiga assinar, garanta que sua conta gov.br é de nível Ouro no mínimo, para saber mais confira essa página . Em caso de erro d o gov.br, você pode deixar para tentar novamente mais tarde. Caso faça isso, e para assinar outros atendimentos em lote, confira  essa página. 3. Assinatura via VIDAAS (para Médicos) O que é VIDAAS:     É um serviço de certificação digital médica , integrado diretamente ao Conselho Regional de Medicina (CRM) .    Ele funciona como um certificado digital em nuvem , específico para atos médicos, permitindo que o profissional assine documentos eletrônicos de forma avançada , seguindo normas do CFM e da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). Resumidamente: É um certificado exclusivo para médicos ; Não precisa de token nem cartão físico; Fica vinculado ao CRM do profissional; Permite assinar prescrições, solicitações, atestados, evoluções e documentos que exigem assinatura médica avançada . Como o CRM concede automaticamente:  O CRM/SP (e outros CRMs estaduais) têm integração com a plataforma VIDAAS. Isso funciona assim: Quando o médico se registra ou renova seu registro no CRM, o sistema gera automaticamente um pré-cadastro no VIDAAS. Esse pré-cadastro fica vinculado: ao CPF do médico, ao número do CRM , e ao e-mail registrado no Conselho. O médico não paga nada para ter esse certificado básico, pois ele é parte dos serviços digitais oferecidos pelo CRM. O CRM envia a informação à plataforma VIDAAS, que aguarda o profissional ativar o certificado. Como o médico ativa:  O procedimento DEVE   ser feito pelo PRÓPRIO MÉDICO , fluxo costuma ser da seguinte forma: O médico acessa o portal do VIDAAS: https://vidaas.com.br Clica em “Ativar certificado” ou “Primeiro acesso” . Informa CPF e e-mail cadastrado no CRM . Recebe um código de confirmação no e-mail. Cria uma senha de uso do VIDAAS (essa senha será exigida sempre que assinar). Pronto: o certificado digital médico passa a estar ativo e pronto para ser usado no SISWeb. IMPORTANTE:  o setor da Saúde Digital ou da CGTI NÃO tem acesso à senha do VIDAAS. Caso o médico não saiba o e-mail cadastrado Como selecionar o VIDAAS dentro do SIS:    Diferenças de uso em relação ao gov.br: O VIDAAS é um sistema de assinatura digital exclusivo para médicos , enquanto o gov.br pode ser utilizado por qualquer cidadão. O VIDAAS é autorizado diretamente pelo CRM , oferecendo um certificado digital avançado e específico para atos médicos , diferente do gov.br, que utiliza um certificado comum. Com o VIDAAS, o médico pode assinar documentos sensíveis , como prescrições, atestados, laudos, evoluções e solicitações de exames — tipos de documentos que não podem ser assinados pelo gov.br, pois exigem um nível de segurança e responsabilidade técnica maior. Para usar o VIDAAS, o médico informa uma senha própria , criada no momento da ativação do certificado. Já o gov.br exige login tradicional com nível prata ou ouro. Além disso, o VIDAAS segue rigorosamente as normas do CFM para atos médicos, enquanto o gov.br nem sempre atende aos requisitos para documentos clínicos. Em resumo: O gov.br é utilizado apenas para documentos administrativos. O VIDAAS é obrigatório para documentos médicos que exigem responsabilidade legal e certificação avançada. Quando o sistema obriga usar assinatura médica avançada (ex: prescrição): 4. Documentos que podem ser assinados no SISTEMA Esta página apresenta, de forma objetiva, todos os módulos do SIS que possuem documentos assináveis, com instruções sobre onde assinar, como gerar e como consultar. Almoxarifado → Prescrição O que pode ser assinado:  Prescrição de materiais e insumos Autorização de retirada Conferência de dispensação Como gerar o documento: Acessar o módulo "Almoxarifado" Selecionar o paciente e abrir a tela de prescrição  Preencher itens, quantidades e justificativas Salvar a prescrição para habilitar a assinatura Como enviar para assinatura: Ambulatório → Atendimento Ações que geram documento assinável: Registro de atendimento clínico Evolução ambulatorial Encerramento do atendimento Onde aparece o botão de assinatura:  No rodapé da tela do atendimento, após salvar a evolução. Em alguns casos, aparece em “Documentos Gerados”. Onde consultar documentos assinados: Ambulatório → Solicitação de Procedimento Como assinar a guia:  Gerar a solicitação normalmente. Conferir informações do procedimento. Clicar em “Assinar Guia” . QUANDO ENVOLVER MÉDICO: Validar com VIDAAS . Onde aparece o histórico:   PEC → Atendimento SOAP Assinatura da evolução Assinatura de documentos adicionais UPA (Atendimento / Evolução / Checagem) Regras específicas Profissionais que podem assinar cada etapa Como corrigir assinatura pendente Hospital → Prontuário O que já está disponível O que está em implantação Laboratório → Solicitação de Exames Situação atual (sem assinatura) Previsão de implantação Como proceder enquanto não existe assinatura 5. Como acessar o Histórico de Documentos Assinados Conteúdo: Onde aparece a aba “Documentos Assinados” Como visualizar o PDF Como verificar status (Assinado, Recusado, Aguardando) Como exportar/imprimir Como acessar a Solicitação de Procedimento de Serviço 1. Acessando a funcionalidade No SISWEB , utilize a barra de pesquisa e digite "Solicitação de Procedimento de Serviço" . Quando aparecer na lista, selecione a opção. 2. Preenchendo os campos Preencha os campos conforme a necessidade, como por exemplo: Por profissional: permite buscar prontuários de pacientes atendidos por um profissional específico. Por prontuário: pesquisa diretamente pelo número do prontuário do usuário. 3. Localizando documentos assinados Após realizar a busca: Clique em "Documentos assinados" . Será exibida a lista de documentos assinados do prontuário selecionado. Se necessário, clique no  ícone de atualizar ( ) para recarregar a lista de documentos. 4. Baixando o documento Quando localizar o histórico desejado, a lista mostrará todos os documentos assinados daquele prontuário. Basta clicar no ícone de download ( )para baixar o PDF do documento assinado.   6. Erros Comuns e Como Corrigir Aqui vai reduzir 90% dos chamados ao suporte . Sugestões de tópicos: Erro “Assinatura não retornou ao SIS” Token expirado do gov.br Usuário não autorizado Documento em branco Conexão com VIDAAS inválida Divergência entre CNS/CPF do profissional Caso receba o erro de consulta no gov.br , espere um tempo e tente novamente mais tarde. Quando for tentar novamente, realize a assinatura em lote conforme as instruções  nessa página. Caso não consiga assinar, confira em seu aplicativo do gov.br se sua conta no é de no mínimo nível Ouro , caso contrário, siga as instruções no aplicativo para conseguir subir o nível de sua conta e tente assinar novamente.   7. Assinatura Digital em Lote (exclusiva gov.br) Nesta página você aprenderá como assinar mais de um documento por vez, podendo deixar para assinar todos ao final do dia. Objetivo Explicar como o profissional pode visualizar todos os documentos pendentes de assinatura e assiná-los de forma agrupada, em um único fluxo gov.br. 1. O que é a assinatura em lote Recurso que permite ao profissional assinar vários documentos de uma só vez. Funciona apenas com a Assinatura Digital via gov.br . Não funciona com VIDAAS porque o serviço do CRM não oferece fluxo de lote. 2. Onde acessar no sistema Na aba de pesquisa do SIS, você irá pesquisar por "Assinatura em lote de documento" que estará na pasta "Administração". Ao selecionar essa será a página que irá abrir:  Será necessário mudar na janela "Relatório" para "V0013 - Ficha de Atendimento Ambulatorial" Também será necessário colocar no "Modelo" o "Atendimento SOAP (DB)" na qual o código referente é "1699" Você DEVE deixar na data referente ao atendimento que deseja assinar e clicar em "Pesquisar". Após isso irá aparecer todos os atendimentos realizados pelo profissional e agora você tem a opção de assinar somente os que ficaram devendo a assinatura ou selecionar “Marcar todos” e depois “Assinar com gov.br”. E  caso o erro de consulta no Gov.br continue a aparecer, basta esperar e tentar novamente em outro momento utilizando a assinatura por lote. (explicação e print das assinaturas apos marcar todos e clicar em assinar) Após assinatura, basta voltar para a tela fila de atendimento, selecionar o atendimento e clicar em “Documentos assinados” e todas as assinaturas deverão aparecer. 8. Como Registrar Prescrição (com foco na assinatura) Preencher medicamento Via de administração Posologia Pressão do sistema para assinar Onde aparece o documento 9. Como Registrar Solicitação de Exames (com foco na assinatura futura) Fluxo atual (sem assinatura) Por que não assina ainda Como evitar erro de SADT incompleto Como gerar PDF e anexar Fluxo Operacional – Consultas OCI Cardiologia Antecipação de Horários: Antecipar em 15 minutos todas as consultas de primeira vez, a fim de viabilizar a realização prévia do ECG. Abertura da Fila e Escuta Inicial: O técnico de enfermagem deverá abrir a fila do médico e chamar o paciente para o ECG a partir da Escuta Inicial. Chamada dos Pacientes pelo Médico: O médico deve chamar somente os pacientes que já realizaram o ECG, identificados pelo ícone "Passou pela escuta" no sistema. Registro Clínico: Lançar CID(s) compatíveis com a OCI, Ao finalizar o atendimento, registrar o procedimento correspondente no sistema. (Diego já criou o procedimento; código pendente de inserção nesta instrução.) Preenchimento da APAC: Após o atendimento, o setor administrativo deverá preencher a APAC com todas as informações pertinentes: Dados completos do paciente CID compatível Procedimento registrado Solicitar carimbo e assinatura médica. Autorização: Encaminhar a APAC preenchida para a CREDAC com o objetivo de autorização e disponibilização do número da APAC. Processamento e Integração ao Sistema: Após o retorno das APACs autorizadas, a Policlínica deverá realizar a digitação no sistema específico, conforme orientações da OCI. Anexar posteriormente a APAC autorizada ao PEC. Visão Geral da OCI Cardiologia A Operação de Cuidado Integrado (OCI) em Cardiologia é um fluxo padronizado para garantir atendimento qualificado, registro clínico estruturado e processamento adequado das APACs relacionadas ao procedimento OCI Avaliação Cardiológica (0902010026) . Em Sorocaba, sua aplicação inicial ocorrerá exclusivamente em consultas de Primeira Consulta com o Médico Cardiologista (CBO 225120) . Como o sistema ainda não automatiza todas as etapas da OCI, parte do processo será conduzida pela equipe administrativa e de enfermagem, com apoio de exportação de listas e organização prévia dos atendimentos. 1. Objetivo da OCI Cardiologia A OCI tem como metas: Padronizar o processo das consultas cardiológicas de primeira avaliação. Garantir a realização prévia do eletrocardiograma (ECG) antes da consulta médica. Estruturar corretamente a Escuta Inicial e seus registros obrigatórios. Garantir que o cardiologista chame o paciente apenas quando a etapa de enfermagem estiver concluída. Lançar de forma padronizada o procedimento 0902010026 – OCI Avaliação Cardiológica . Facilitar e organizar o trabalho da equipe administrativa para correta emissão das APACs. Manter rastreabilidade clínica e administrativa com anexação da APAC ao prontuário. 2. Pacientes que Devem Seguir o Fluxo OCI A OCI Cardiologia é aplicada SOMENTE aos pacientes com: Tipo de atendimento: Primeira consulta CBO do profissional atendente: 225120 – Médico Cardiologista CID compatível , sendo permitido exclusivamente: Z136 – Exame especial de rastreamento de doenças cardiovasculares Z848 – História familiar de outras afecções especificadas Z48 – Outro seguimento cirúrgico Esses três elementos devem coexistir para a aplicação da OCI. 3. Identificação Prévia dos Pacientes (Processo Obrigatório – Novo) Um dia antes das consultas, a equipe designada pela Gestão da Unidade, conforme organização local, deve realizar a identificação prévia dos pacientes que se enquadram na OCI. 3.1 Onde fazer isso Ambulatório → Solicitação →  Recepção de Serviços 3.2 Filtros obrigatórios Tipo de atendimento: Primeira consulta CBO: 225120 – Médico Cardiologista O sistema exibirá a lista de todos os pacientes do dia seguinte que deverão obrigatoriamente seguir o fluxo da OCI. 3.3 Exportação ou impressão da lista A lista exibida pode ser exportada no ícone localizado na região inferior da tela, permitindo formatos como: MS-Excel CSV TXT XML JSON 3.4 Entrega da lista à equipe A lista exportada deve ser entregue fisicamente (ou enviada por e-mail institucional) para: Equipe médica (cardiologistas) Equipe de enfermagem (responsável pela Escuta Inicial e ECG) Essa lista funciona como guia de conferência, garantindo que: Apenas os pacientes da lista sigam o fluxo OCI. O cardiologista só chame esses pacientes após o símbolo de “Escuta Inicial realizada” aparecer na fila. 4. Etapas Principais da OCI A OCI Cardiologia segue o fluxo abaixo, detalhado nas demais páginas deste capítulo: Identificação prévia dos pacientes (1 dia antes) Recepção do paciente no dia da consulta Escuta Inicial obrigatória pela enfermagem CIAP2 com código 42 Eletrocardiograma Sinais vitais e antropometria Procedimento 0301040079 (preparo para ECG) Realização do ECG Atendimento médico Avaliação do ECG Registro de CID permitido Lançamento do procedimento OCI Identificação administrativa via relatório “Procedimentos realizados por paciente” Emissão e autorização da APAC Preenchimento manual Ou registro digital estruturado via: Regulação → APAC → Solicitação Laudo (APAC) Digitação da APAC autorizada no sistema específico Anexação da APAC autorizada ao prontuário eletrônico (PEC) 5. Ponto Importante: APAC Digital via Sistema Embora a APAC ainda não seja gerada automaticamente pela própria consulta, o sistema permite registrar sua versão digital através do menu: Regulação → APAC → Solicitação Laudo (APAC) Vantagens desse método: Importa automaticamente os dados cadastrais do paciente. Evita erros de digitação de informações básicas. Facilita organização e guarda da documentação. Padroniza o modelo para futuras automações. A equipe administrativa deve: Identificar o paciente pelo relatório. Abrir a tela de “Solicitação Laudo (APAC)”. Preencher os campos obrigatórios. Imprimir ou encaminhar digitalmente à CREDAC. Após autorização, anexar ao PEC. 6. Responsabilidades por Etapa Etapa Responsável Atividade Identificação prévia Equipe designada pela Coordenação Filtrar pacientes por Primeira Consulta + CBO 225120 Lista de pacientes Administração Exportar e entregar à equipe Escuta Inicial Enfermagem CIAP2 42, sinais vitais, preparo para ECG ECG Enfermagem Realizar exame antes da consulta Consulta médica Cardiologista Avaliar ECG, registrar CID, lançar OCI Relatório de produção Administração Identificar atendimentos que geraram OCI APAC Administração Preencher, registrar digitalmente e enviar à CREDAC Digitação Policlínica Digitar APAC autorizada PEC Policlínica/Administração Anexar APAC ao prontuário 7. Importância da Padronização Operacional A organização prévia garante que: A enfermagem receba antecipadamente a lista de pacientes que precisam de Escuta + ECG. O cardiologista saiba quais pacientes dependem da Escuta Inicial antes de serem chamados. A administração consiga prever e preparar a demanda de APACs. O processo permaneça rastreável, auditável e padronizado, mesmo antes da automatização completa. Identificação Prévia dos Pacientes da OCI Cardiologia A Operação de Cuidado Integrado (OCI) em Cardiologia aplica-se exclusivamente aos pacientes agendados como Primeira Consulta com profissionais de CBO 225120 – Médico Cardiologista . Para garantir que todos os pacientes sigam o fluxo obrigatório da OCI, é necessário que a equipe designada pela gestão da unidade realize a  identificação prévia da lista de pacientes no dia anterior à consulta. Esta etapa é fundamental para orientar a enfermagem sobre quem deverá passar pela Escuta Inicial e ECG, e também para que o médico saiba quais pacientes devem ser chamados apenas após a conclusão dessas etapas. 1. Quando realizar esta verificação? Sempre no dia util anterior às consultas de Cardiologia. Recomenda-se que seja feita por equipe designada pela gestão da unidade, conforme organização local. 2. Onde localizar os pacientes da OCI? Ambulatório → Solicitação → Recepção de serviços Nesta tela será possível buscar todos os agendamentos futuros da unidade. 3. Configuração dos filtros obrigatórios Na área de filtros, selecione: Tipo de atendimento: Primeira consulta CBO: 225120 – Médico Cardiologista Esses dois filtros combinados garantem a lista exata dos pacientes que devem obrigatoriamente seguir o fluxo OCI . 4. Exportação ou impressão da lista Após filtrar: Role a tela até a tabela de agendamentos Clique no ícone de exportação Escolha o formato desejado: MS-Excel CSV TXT JSON XML Salve ou imprima a lista Essa lista será o documento base para toda a unidade seguir o fluxo OCI com precisão. 5. Entrega da lista à equipe envolvida A lista deve ser encaminhada para: Enfermagem Para saber quem deve passar pela Escuta Inicial Para garantir que o ECG seja realizado antes da consulta Médicos Cardiologistas Para saber quem é paciente OCI Para chamar o paciente somente após o símbolo de “Escuta Inicial realizada” aparecer na fila Recomenda-se impressão física ou envio por e-mail institucional da unidade. 6. Importância desta etapa A checagem prévia permite: Garantir que nenhuma consulta de primeira vez seja atendida sem o ECG prévio Evitar que pacientes de retorno entrem indevidamente no fluxo da OCI Evitar que o cardiologista chame pacientes sem a Escuta Inicial Organização e agilidade para a enfermagem no início do expediente Facilitar o acompanhamento diário das APACs (pois se sabe previamente quantas OCI ocorrerão) Sem essa etapa, não é possível assegurar o padrão assistencial esperado da OCI. 7. Resumo da Rotina Diária (1 dia antes) Acessar a tela Recepção de Serviços Filtrar por: Tipo de Atendimento: Primeira Consulta CBO: 225120 – Médico Cardiologista Exportar ou imprimir a lista Entregar a lista à Enfermagem e ao Médico Arquivar uma cópia para conferência do dia seguinte Papel da Enfermagem (Escuta Inicial + ECG) A etapa da Enfermagem é essencial para garantir a correta execução do fluxo OCI Cardiologia. É durante a Escuta Inicial que são registrados sinais vitais, CIAP2, antropometria, glicemia (quando aplicável) e o procedimento preparatório para o ECG, além de permitir que o sistema sinalize ao médico que o paciente está pronto para ser chamado. Somente após a Escuta Inicial e a realização do ECG, o paciente pode seguir para a consulta com o cardiologista. Este capítulo descreve todas as ações obrigatórias da enfermagem, com pontos específicos para inserção de imagens da interface do sistema. 1. Recebimento da Lista de Pacientes OCI No início do dia, a equipe de enfermagem deve receber a lista impressa ou por email contendo todos os pacientes identificados previamente como candidatos à OCI Cardiologia. Essa lista permite: Planejar o atendimento Garantir que todos passem pela Escuta Inicial Acompanhar quem já realizou o ECG Evitar chamados indevidos pelo médico 2. Abertura da Escuta Inicial Quando o paciente comparecer à unidade, abra a Escuta Inicial a partir da fila do cardiologista, para isso, altere o filtro do profissional da fila ou especialidade na fila. O registro da escuta inicial deve ser feito sempre clicando no ícone  . O sistema apresentará a tela padrão de Escuta Inicial contendo: Dados do paciente Campos estruturados Motivo da consulta CIAP2 3. Registro do CIAP2 No campo de CIAP2, deve ser lançado: CIAP2 – 42 (Eletrocardiograma) Este código padroniza a Escuta Inicial para todo paciente da OCI Cardiologia, garantindo consistência no registro clínico. O campo “Motivo da consulta” pode ser preenchido de forma descritiva, conforme relato do paciente. 4. Preenchimento Completo dos Campos Estruturados É importante destacar que alguns outros campos podem servir de apoio adicional e fundamental ao atendimento médico, portanto, na Escuta Inicial também é indicado, sempre que possível, conter todos os dados estruturados preenchidos. São eles: 4.1 Antropometria Peso Altura IMC (automático ou manual) 4.2 Sinais Vitais Pressão arterial Frequência cardíaca Saturação Frequência respiratória Temperatura 4.3 Exames de Enfermagem Glicemia capilar (quando aplicável) Esses campos estruturados fornecem ao cardiologista uma visão clínica segura para análise prévia antes da consulta. 5. Priorização do Atendimento A priorização na Escuta Inicial não é uma classificação de risco, embora utilize cores no sistema. Para todas as consultas da OCI Cardiologia, a priorização deve ser: Azul – Não Aguda Isso diferencia o fluxo OCI de outros atendimentos e organiza a fila corretamente. 6. Procedimento Pré-Consulta (Obrigatório) Note que ao preencher os campos estruturados de antropometria, sinais vitais e exames, o sistema colocará alguns procedimentos automáticamente em Procedimentos Obrigatórios, porém, também será necessário registrar o procedimento executado pela enfermagem: 0301040079 – Preparação para o Eletrocardiograma Esse procedimento deve ser lançado sempre que o paciente estiver na OCI Cardiologia. 7. Conclusão da Escuta Inicial Antes de salvar: Verificar se todos os campos estão preenchidos Confirmar o CIAP2 42 Confirmar a Priorização Azul Confirmar o Procedimento 0301040079 Após conferir: Selecione “Paciente não liberado” Salve a Escuta Inicial Isso fará com que o sistema exiba o ícone de “Escuta Inicial Realizada” na fila de atendimento médico. 8. Importância do Registro Completo A Escuta Inicial é o gatilho que habilita o cardiologista a chamar o paciente. Sem o símbolo de Escuta Inicial concluída, o paciente não deve ser chamado para a consulta. A realização adequada desta etapa: Evita falhas no fluxo Organiza a unidade Garante segurança clínica Permite que a OCI seja executada sem retrabalho Minimiza erros na APAC e no faturamento Atendimento Médico (Cardiologista) O atendimento médico da OCI Cardiologia segue a estrutura de registro clínico orientado por problemas (SOAP), semelhante ao modelo utilizado no e-SUS APS. Nesta etapa, o cardiologista deve avaliar os dados registrados pela Enfermagem, analisar o ECG realizado previamente, registrar o CID compatível e finalizar o atendimento exclusivamente com o procedimento OCI Avaliação Cardiológica (0902010026) . Todas as ações descritas abaixo são obrigatórias para caracterizar um atendimento OCI. 1. Verificar na fila se o paciente está apto (Escuta Inicial Realizada) Antes de chamar qualquer paciente, o médico deve verificar na fila se o registro apresenta o ícone de “Escuta Inicial realizada” . Esse ícone indica que: A Enfermagem abriu a Escuta Inicial O ECG foi preparado e executado Todos os dados foram estruturados O paciente está pronto para atendimento Importante: O Médico Cardiologista deverá ter em mãos a lista de pacientes de primeira consulta que podem ser elegíveis a OCI, portanto, apenas esses pacientes devem ser considerados atender apenas quando a escuta inicial estiver concluída. Pacientes sem esse ícone  NÃO devem ser chamados , mesmo que constem na agenda do dia. 2. Abertura do atendimento – Folha de rosto Ao abrir o atendimento, o sistema exibe primeiro a Folha de Rosto , contendo: Dados pessoais do paciente Informações registradas pelo técnico (antropometria, sinais vitais, glicemia etc.) Lista de problemas e condições ativas/inativas Resumo clínico Esta tela deve ser usada pelo médico para uma leitura inicial do caso. Após revisar, o médico deve prosseguir para a aba SOAP. 3. Registro do atendimento na aba SOAP O atendimento é registrado seguindo as quatro seções do modelo SOAP: S – Subjetivo O – Objetivo A – Avaliação P – Plano A seguir, os itens obrigatórios dessa etapa. 3.1 OBJETIVO — Registro do Eletrocardiograma O ECG foi realizado previamente pela equipe de enfermagem durante a Escuta Inicial. Para registrar corretamente no sistema: Ir até OBJETIVO Localizar o grupo de exames Selecionar o exame: 0211020036 – Eletrocardiograma Marcar as opções: “Solicitado” “Avaliado” Clicar na seta para adicionar o exame ao atendimento Quando o exame for incluído: Aparecerá um ícone de lápis para registrar o resultado do exame O médico deve clicar nesse ícone O que preencher no campo de resultado Data de Solicitação: data do atendimento Data de Realização: data do atendimento Data do Resultado: data do atendimento Texto descritivo: análise clínica do médico sobre o ECG realizado 3.2 AVALIAÇÃO — Registro do CID + descrição clínica Na aba Avaliação , o médico deve: Selecionar um dos 3 CIDs permitidos pela OCI : Z136 Z848 Z48 Clicar na seta para adicionar o CID ao atendimento Registrar a avaliação clínica do paciente (texto livre) Observação opcional: Se desejado, o médico pode marcar “Inserir na lista de problema/condição como ativo”, Caso considere o diagnóstico parte do conjunto de problemas ativos do paciente. 3.3 PLANO — Condutas O médico deve registrar: Condutas Encaminhamentos Ajustes terapêuticos Reorientação Retorno programado 4. Finalização do Atendimento Após completar o SOAP, o médico deve ir até a aba Finalizar Atendimento . Essa etapa exige atenção porque envolve: 4.1 Exclusão de todos os procedimentos pré-cadastrados Isso inclui: Procedimento de eletrocardiograma Procedimentos automáticos configurados para o CBO Qualquer outro que apareça por padrão Por que excluir todos? Regra de faturamento: Na OCI Cardiologia, o atendimento será faturado via APAC . Quando um atendimento irá gerar APAC, nenhum procedimento exclusivo de BPA pode ser faturado junto . Por isso, todos os procedimentos devem ser removidos. 4.2 Registrar somente o procedimento da OCI Adicionar: 0902010026 – OCI Avaliação Cardiológica 4.3 Informar novamente o CID O sistema solicita a repetição do CID (Z136, Z848 ou Z48). Após conferir: Gravar o atendimento Encerrar 5. Finalização — O que acontece após salvar Quando o atendimento é salvo corretamente: O sistema registra o procedimento OCI A consulta fica disponível no relatório “Procedimentos realizados por paciente” A equipe administrativa identificará o atendimento e fará a emissão da APAC A APAC será posteriormente anexada ao prontuário após autorização 6. Resumo das Responsabilidades do Médico na OCI Chamar apenas pacientes com Escuta Inicial realizada Verificar dados da Escuta Inicial na Folha de Rosto Registrar ECG no OBJETIVO Preencher Avaliação com o CID permitido Registrar condutas no PLANO Excluir todos os procedimentos automáticos Lançar somente: 0902010026 – OCI Avaliação Cardiológica Repetir o CID na finalização Salvar o atendimento 7. Observação Importante sobre o Fluxo da APAC O médico não emite a APAC. Mas tudo que ele registra impacta: Qual paciente aparecerá no relatório A correta autorização pela CREDAC A ausência de glosas A rastreabilidade no prontuário Portanto, seguir o processo exatamente como descrito é essencial. Fluxo Administrativo das APACs A etapa administrativa da OCI Cardiologia é responsável por garantir que todo atendimento classificado como OCI seja devidamente convertido em APAC, autorizado pelo CREDAC, digitado no sistema específico e anexado ao prontuário eletrônico. O processo é obrigatório para todo atendimento finalizado com o procedimento:  0902010026 – OCI Avaliação Cardiológica. O Sistema de Gestão Pública de Saúde já está configurado para não enviar o atendimento ao BPA quando somente esse procedimento é lançado — exatamente como exigem as regras federais para OCI. 1. Identificando os Atendimentos que Geraram OCI Ao final do expediente, a equipe administrativa deve verificar quais pacientes geraram produção OCI. Caminho: Ambulatório → Relatórios → Gestor → Procedimentos realizados por paciente Filtros obrigatórios: Data do atendimento Procedimento: 0902010026 – OCI Avaliação Cardiológica A lista obtida corresponde a todos os pacientes que devem ter APAC emitida. 2. Importante: Comportamento Validado do Sistema (Versão v25.11.06) Foi realizado teste no ambiente de homologação/treino ( v25.11.06 ) registrando um atendimento SOAP conforme descrito nesse manual, com: Registro do ECG Registro do CID compatível Registro do plano Procedimento único lançado: 0902010026 Exclusão de qualquer outro procedimento BPA Resultando em um atendimento que não constou no arquivo BPA Isso confirma que o sistema municipal está alinhado às normas nacionais de OCI, que proíbem BPA em consultas que gerarão APAC. 32724812 TESTE SOAP OCI 01.pdf 32724854 TESTE SOAP OCI 02.pdf 2025.11 - Relatório de Procedimentos OCI Teste.pdf BPA TESTE OCI PA355220.NOV Por isso, a equipe administrativa deve sempre: Conferir o relatório Gerar APAC para todos os pacientes listados Nunca esperar BPA para OCI 3. Emissão da APAC — Duas Formas Possíveis A APAC pode ser emitida: Manual ( formulário físico tradicional ) Pelo próprio SIS Sorocaba (recomendado) Ambos são aceitos, desde que resultem em impressão assinada e entregue à CREDAC. 3.1. Opção 1 — APAC Manual No formulário físico, a equipe deve preencher: Dados completos do paciente (CNS, CPF, nome, endereço, data de nascimento, etc.) CID utilizado no atendimento: Z13.6 Z84.8 Z48 Procedimento principal: 0902010026 – OCI Avaliação Cardiológica Procedimentos secundários obrigatórios (ver item 4) Unidade solicitante/executante Profissional solicitante Data da consulta Assinatura e carimbo do médico 3.2. Opção 2 (Recomendada) — APAC via Sistema Para facilitar o preenchimento, o SIS Sorocaba oferece uma tela específica para geração da APAC digital: Caminho: Essa tela importa automaticamente: Dados cadastrais do paciente Dados administrativos da unidade Dados do profissional Como preencher: Selecionar o paciente Informar o profissional solicitante e o CBO Definir data da solicitação Preencher “Identificação das Unidades de Saúde” (solicitante/executante) Incluir: Procedimento principal: 0902010026 Procedimentos secundários obrigatórios (ver item 4) Selecionar o CID Preencher justificativas, quando necessário Salvar Clicar em Imprimir APAC Atenção: Esta tela NÃO está integrada automaticamente ao SOAP do paciente. A equipe deve identificar manualmente os pacientes no relatório. 4. Regras Federais Obrigatórias (PMAE / SIA / Portaria SAES/MS nº 2.331/2024) A APAC de OCI Cardiologia deve cumprir as regras federais do Ministério da Saúde. 4.1 CID permitidos Z13.6 – Rastreamento de doenças cardiovasculares Z84.8 – História familiar de outras afecções especificadas Z48 – Outro seguimento cirúrgico (Os mesmos utilizados pelo cardiologista no SOAP.) 4.2 Procedimentos obrigatórios na APAC Procedimento principal: 09.02.01.002-6 — OCI Avaliação Cardiológica Procedimentos secundários obrigatórios: A APAC deve conter pelo menos um destes: 03.01.01.007-2 — Consulta Médica em Atenção Especializada 02.11.02.003-6 — ELETROCARDIOGRAMA (O sistema não os insere automaticamente — a equipe deve incluí-los manualmente.) 5. Envio da APAC à CREDAC Após emissão: Revisar todos os campos Conferir: CID Procedimento principal Procedimentos secundários Verificar assinatura e carimbo do médico Encaminhar fisicamente à CREDAC Aguardar autorização e retorno do número da APAC 6. Digitação da APAC Autorizada Com o número autorizado: Registrar a APAC no sistema de digitação Preencher todos os campos obrigatórios Salvar 7. Anexação ao Prontuário Eletrônico (PEC) Caminho: Usuários → Documentos Anexos Digitalizar e anexar a APAC autorizada. Requisitos: Documento completo Legível Com assinatura + carimbo Número da APAC destacado 8. Resumo Operacional da Equipe Administrativa Etapa Ação Identificação Consultar relatório “Procedimentos realizados por paciente” Emissão Preencher APAC (manual ou sistema) Regras PMAE CID compatível + procedimentos secundários obrigatórios Autorização Enviar à CREDAC Digitação Registrar no sistema de APAC Anexação Digitalizar e anexar ao PEC Fluxograma Fluxo Operacional – Consultas OCI Ginecológica Antecipação de Horários: Antecipar em 15 minutos todas as consultas de primeira vez, a fim de viabilizar a realização prévia do ECG.Abertura da Fila e Escuta Inicial: O técnico de enfermagem deverá abrir a fila do médico e chamar o paciente para o ECG a partir da Escuta Inicial.Chamada dos Pacientes pelo Médico: O médico deve chamar somente os pacientes que já realizaram o ECG, identificados pelo ícone "Passou pela escuta" no sistema.Registro Clínico: Lançar CID(s) compatíveis com a OCI, Ao finalizar o atendimento, registrar o procedimento correspondente no sistema. (Diego já criou o procedimento; código pendente de inserção nesta instrução.)Preenchimento da APAC: Após o atendimento, o setor administrativo deverá preencher a APAC com todas as informações pertinentes: Dados completos do paciente CID compatível Procedimento registrado Solicitar carimbo e assinatura médica. Autorização: Encaminhar a APAC preenchida para a CREDAC com o objetivo de autorização e disponibilização do número da APAC.Processamento e Integração ao Sistema: Após o retorno das APACs autorizadas, a Policlínica deverá realizar a digitação no sistema específico, conforme orientações da OCI.Anexar posteriormente a APAC autorizada ao PEC. Visão Geral da OCI Cardiologia A Operação de Cuidado Integrado (OCI) em Cardiologia é um fluxo padronizado para garantir atendimento qualificado, registro clínico estruturado e processamento adequado das APACs relacionadas ao procedimento OCI Avaliação Cardiológica (0902010026) . Em Sorocaba, sua aplicação inicial ocorrerá exclusivamente em consultas de Primeira Consulta com o Médico Cardiologista (CBO 225120) . Como o sistema ainda não automatiza todas as etapas da OCI, parte do processo será conduzida pela equipe administrativa e de enfermagem, com apoio de exportação de listas e organização prévia dos atendimentos. 1. Objetivo da OCI Cardiologia A OCI tem como metas: Padronizar o processo das consultas cardiológicas de primeira avaliação. Garantir a realização prévia do eletrocardiograma (ECG) antes da consulta médica. Estruturar corretamente a Escuta Inicial e seus registros obrigatórios. Garantir que o cardiologista chame o paciente apenas quando a etapa de enfermagem estiver concluída. Lançar de forma padronizada o procedimento 0902010026 – OCI Avaliação Cardiológica . Facilitar e organizar o trabalho da equipe administrativa para correta emissão das APACs. Manter rastreabilidade clínica e administrativa com anexação da APAC ao prontuário. 2. Pacientes que Devem Seguir o Fluxo OCI A OCI Cardiologia é aplicada SOMENTE aos pacientes com: Tipo de atendimento: Primeira consulta CBO do profissional atendente: 225120 – Médico Cardiologista CID compatível , sendo permitido exclusivamente: Z136 – Exame especial de rastreamento de doenças cardiovasculares Z848 – História familiar de outras afecções especificadas Z48 – Outro seguimento cirúrgico Esses três elementos devem coexistir para a aplicação da OCI. 3. Identificação Prévia dos Pacientes (Processo Obrigatório – Novo) Um dia antes das consultas, a equipe designada pela Gestão da Unidade, conforme organização local, deve realizar a identificação prévia dos pacientes que se enquadram na OCI. 3.1 Onde fazer isso Ambulatório → Solicitação →  Recepção de Serviços 3.2 Filtros obrigatórios Tipo de atendimento: Primeira consulta CBO: 225120 – Médico Cardiologista O sistema exibirá a lista de todos os pacientes do dia seguinte que deverão obrigatoriamente seguir o fluxo da OCI. 3.3 Exportação ou impressão da lista A lista exibida pode ser exportada no ícone localizado na região inferior da tela, permitindo formatos como: MS-Excel CSV TXT XML JSON 3.4 Entrega da lista à equipe A lista exportada deve ser entregue fisicamente (ou enviada por e-mail institucional) para: Equipe médica (cardiologistas) Equipe de enfermagem (responsável pela Escuta Inicial e ECG) Essa lista funciona como guia de conferência, garantindo que: Apenas os pacientes da lista sigam o fluxo OCI. O cardiologista só chame esses pacientes após o símbolo de “Escuta Inicial realizada” aparecer na fila. 4. Etapas Principais da OCI A OCI Cardiologia segue o fluxo abaixo, detalhado nas demais páginas deste capítulo: Identificação prévia dos pacientes (1 dia antes) Recepção do paciente no dia da consulta Escuta Inicial obrigatória pela enfermagem CIAP2 com código 42 Eletrocardiograma Sinais vitais e antropometria Procedimento 0301040079 (preparo para ECG) Realização do ECG Atendimento médico Avaliação do ECG Registro de CID permitido Lançamento do procedimento OCI Identificação administrativa via relatório “Procedimentos realizados por paciente” Emissão e autorização da APAC Preenchimento manual Ou registro digital estruturado via: Regulação → APAC → Solicitação Laudo (APAC) Digitação da APAC autorizada no sistema específico Anexação da APAC autorizada ao prontuário eletrônico (PEC) 5. Ponto Importante: APAC Digital via Sistema Embora a APAC ainda não seja gerada automaticamente pela própria consulta, o sistema permite registrar sua versão digital através do menu: Regulação → APAC → Solicitação Laudo (APAC) Vantagens desse método: Importa automaticamente os dados cadastrais do paciente. Evita erros de digitação de informações básicas. Facilita organização e guarda da documentação. Padroniza o modelo para futuras automações. A equipe administrativa deve: Identificar o paciente pelo relatório. Abrir a tela de “Solicitação Laudo (APAC)”. Preencher os campos obrigatórios. Imprimir ou encaminhar digitalmente à CREDAC. Após autorização, anexar ao PEC. 6. Responsabilidades por Etapa Etapa Responsável Atividade Identificação prévia Equipe designada pela Coordenação Filtrar pacientes por Primeira Consulta + CBO 225120 Lista de pacientes Administração Exportar e entregar à equipe Escuta Inicial Enfermagem CIAP2 42, sinais vitais, preparo para ECG ECG Enfermagem Realizar exame antes da consulta Consulta médica Cardiologista Avaliar ECG, registrar CID, lançar OCI Relatório de produção Administração Identificar atendimentos que geraram OCI APAC Administração Preencher, registrar digitalmente e enviar à CREDAC Digitação Policlínica Digitar APAC autorizada PEC Policlínica/Administração Anexar APAC ao prontuário 7. Importância da Padronização Operacional A organização prévia garante que: A enfermagem receba antecipadamente a lista de pacientes que precisam de Escuta + ECG. O cardiologista saiba quais pacientes dependem da Escuta Inicial antes de serem chamados. A administração consiga prever e preparar a demanda de APACs. O processo permaneça rastreável, auditável e padronizado, mesmo antes da automatização completa. Identificação Prévia dos Pacientes da OCI Cardiologia A Operação de Cuidado Integrado (OCI) em Cardiologia aplica-se exclusivamente aos pacientes agendados como Primeira Consulta com profissionais de CBO 225120 – Médico Cardiologista . Para garantir que todos os pacientes sigam o fluxo obrigatório da OCI, é necessário que a equipe designada pela gestão da unidade realize a  identificação prévia da lista de pacientes no dia anterior à consulta. Esta etapa é fundamental para orientar a enfermagem sobre quem deverá passar pela Escuta Inicial e ECG, e também para que o médico saiba quais pacientes devem ser chamados apenas após a conclusão dessas etapas. 1. Quando realizar esta verificação? Sempre no dia util anterior às consultas de Cardiologia. Recomenda-se que seja feita por equipe designada pela gestão da unidade, conforme organização local. 2. Onde localizar os pacientes da OCI? Ambulatório → Solicitação → Recepção de serviços Nesta tela será possível buscar todos os agendamentos futuros da unidade. 3. Configuração dos filtros obrigatórios Na área de filtros, selecione: Tipo de atendimento: Primeira consulta CBO: 225120 – Médico Cardiologista Esses dois filtros combinados garantem a lista exata dos pacientes que devem obrigatoriamente seguir o fluxo OCI . 4. Exportação ou impressão da lista Após filtrar: Role a tela até a tabela de agendamentos Clique no ícone de exportação Escolha o formato desejado: MS-Excel CSV TXT JSON XML Salve ou imprima a lista Essa lista será o documento base para toda a unidade seguir o fluxo OCI com precisão. 5. Entrega da lista à equipe envolvida A lista deve ser encaminhada para: Enfermagem Para saber quem deve passar pela Escuta Inicial Para garantir que o ECG seja realizado antes da consulta Médicos Cardiologistas Para saber quem é paciente OCI Para chamar o paciente somente após o símbolo de “Escuta Inicial realizada” aparecer na fila Recomenda-se impressão física ou envio por e-mail institucional da unidade. 6. Importância desta etapa A checagem prévia permite: Garantir que nenhuma consulta de primeira vez seja atendida sem o ECG prévio Evitar que pacientes de retorno entrem indevidamente no fluxo da OCI Evitar que o cardiologista chame pacientes sem a Escuta Inicial Organização e agilidade para a enfermagem no início do expediente Facilitar o acompanhamento diário das APACs (pois se sabe previamente quantas OCI ocorrerão) Sem essa etapa, não é possível assegurar o padrão assistencial esperado da OCI. 7. Resumo da Rotina Diária (1 dia antes) Acessar a tela Recepção de Serviços Filtrar por: Tipo de Atendimento: Primeira Consulta CBO: 225120 – Médico Cardiologista Exportar ou imprimir a lista Entregar a lista à Enfermagem e ao Médico Arquivar uma cópia para conferência do dia seguinte Papel da Enfermagem (Escuta Inicial + ECG) A etapa da Enfermagem é essencial para garantir a correta execução do fluxo OCI Cardiologia. É durante a Escuta Inicial que são registrados sinais vitais, CIAP2, antropometria, glicemia (quando aplicável) e o procedimento preparatório para o ECG, além de permitir que o sistema sinalize ao médico que o paciente está pronto para ser chamado. Somente após a Escuta Inicial e a realização do ECG, o paciente pode seguir para a consulta com o cardiologista. Este capítulo descreve todas as ações obrigatórias da enfermagem, com pontos específicos para inserção de imagens da interface do sistema. 1. Recebimento da Lista de Pacientes OCI No início do dia, a equipe de enfermagem deve receber a lista impressa ou por email contendo todos os pacientes identificados previamente como candidatos à OCI Cardiologia. Essa lista permite: Planejar o atendimento Garantir que todos passem pela Escuta Inicial Acompanhar quem já realizou o ECG Evitar chamados indevidos pelo médico 2. Abertura da Escuta Inicial Quando o paciente comparecer à unidade, abra a Escuta Inicial a partir da fila do cardiologista, para isso, altere o filtro do profissional da fila ou especialidade na fila. O registro da escuta inicial deve ser feito sempre clicando no ícone  . O sistema apresentará a tela padrão de Escuta Inicial contendo: Dados do paciente Campos estruturados Motivo da consulta CIAP2 3. Registro do CIAP2 No campo de CIAP2, deve ser lançado: CIAP2 – 42 (Eletrocardiograma) Este código padroniza a Escuta Inicial para todo paciente da OCI Cardiologia, garantindo consistência no registro clínico. O campo “Motivo da consulta” pode ser preenchido de forma descritiva, conforme relato do paciente. 4. Preenchimento Completo dos Campos Estruturados É importante destacar que alguns outros campos podem servir de apoio adicional e fundamental ao atendimento médico, portanto, na Escuta Inicial também é indicado, sempre que possível, conter todos os dados estruturados preenchidos. São eles: 4.1 Antropometria Peso Altura IMC (automático ou manual) 4.2 Sinais Vitais Pressão arterial Frequência cardíaca Saturação Frequência respiratória Temperatura 4.3 Exames de Enfermagem Glicemia capilar (quando aplicável) Esses campos estruturados fornecem ao cardiologista uma visão clínica segura para análise prévia antes da consulta. 5. Priorização do Atendimento A priorização na Escuta Inicial não é uma classificação de risco, embora utilize cores no sistema. Para todas as consultas da OCI Cardiologia, a priorização deve ser: Azul – Não Aguda Isso diferencia o fluxo OCI de outros atendimentos e organiza a fila corretamente. 6. Procedimento Pré-Consulta (Obrigatório) Note que ao preencher os campos estruturados de antropometria, sinais vitais e exames, o sistema colocará alguns procedimentos automáticamente em Procedimentos Obrigatórios, porém, também será necessário registrar o procedimento executado pela enfermagem: 0301040079 – Preparação para o Eletrocardiograma Esse procedimento deve ser lançado sempre que o paciente estiver na OCI Cardiologia. 7. Conclusão da Escuta Inicial Antes de salvar: Verificar se todos os campos estão preenchidos Confirmar o CIAP2 42 Confirmar a Priorização Azul Confirmar o Procedimento 0301040079 Após conferir: Selecione “Paciente não liberado” Salve a Escuta Inicial Isso fará com que o sistema exiba o ícone de “Escuta Inicial Realizada” na fila de atendimento médico. 8. Importância do Registro Completo A Escuta Inicial é o gatilho que habilita o cardiologista a chamar o paciente. Sem o símbolo de Escuta Inicial concluída, o paciente não deve ser chamado para a consulta. A realização adequada desta etapa: Evita falhas no fluxo Organiza a unidade Garante segurança clínica Permite que a OCI seja executada sem retrabalho Minimiza erros na APAC e no faturamento Atendimento Médico (Cardiologista) O atendimento médico da OCI Cardiologia segue a estrutura de registro clínico orientado por problemas (SOAP), semelhante ao modelo utilizado no e-SUS APS. Nesta etapa, o cardiologista deve avaliar os dados registrados pela Enfermagem, analisar o ECG realizado previamente, registrar o CID compatível e finalizar o atendimento exclusivamente com o procedimento OCI Avaliação Cardiológica (0902010026) . Todas as ações descritas abaixo são obrigatórias para caracterizar um atendimento OCI. 1. Verificar na fila se o paciente está apto (Escuta Inicial Realizada) Antes de chamar qualquer paciente, o médico deve verificar na fila se o registro apresenta o ícone de “Escuta Inicial realizada” . Esse ícone indica que: A Enfermagem abriu a Escuta Inicial O ECG foi preparado e executado Todos os dados foram estruturados O paciente está pronto para atendimento Importante: O Médico Cardiologista deverá ter em mãos a lista de pacientes de primeira consulta que podem ser elegíveis a OCI, portanto, apenas esses pacientes devem ser considerados atender apenas quando a escuta inicial estiver concluída. Pacientes sem esse ícone  NÃO devem ser chamados , mesmo que constem na agenda do dia. 2. Abertura do atendimento – Folha de rosto Ao abrir o atendimento, o sistema exibe primeiro a Folha de Rosto , contendo: Dados pessoais do paciente Informações registradas pelo técnico (antropometria, sinais vitais, glicemia etc.) Lista de problemas e condições ativas/inativas Resumo clínico Esta tela deve ser usada pelo médico para uma leitura inicial do caso. Após revisar, o médico deve prosseguir para a aba SOAP. 3. Registro do atendimento na aba SOAP O atendimento é registrado seguindo as quatro seções do modelo SOAP: S – Subjetivo O – Objetivo A – Avaliação P – Plano A seguir, os itens obrigatórios dessa etapa. 3.1 OBJETIVO — Registro do Eletrocardiograma O ECG foi realizado previamente pela equipe de enfermagem durante a Escuta Inicial. Para registrar corretamente no sistema: Ir até OBJETIVO Localizar o grupo de exames Selecionar o exame: 0211020036 – Eletrocardiograma Marcar as opções: “Solicitado” “Avaliado” Clicar na seta para adicionar o exame ao atendimento Quando o exame for incluído: Aparecerá um ícone de lápis para registrar o resultado do exame O médico deve clicar nesse ícone O que preencher no campo de resultado Data de Solicitação: data do atendimento Data de Realização: data do atendimento Data do Resultado: data do atendimento Texto descritivo: análise clínica do médico sobre o ECG realizado 3.2 AVALIAÇÃO — Registro do CID + descrição clínica Na aba Avaliação , o médico deve: Selecionar um dos 3 CIDs permitidos pela OCI : Z136 Z848 Z48 Clicar na seta para adicionar o CID ao atendimento Registrar a avaliação clínica do paciente (texto livre) Observação opcional: Se desejado, o médico pode marcar “Inserir na lista de problema/condição como ativo”, Caso considere o diagnóstico parte do conjunto de problemas ativos do paciente. 3.3 PLANO — Condutas O médico deve registrar: Condutas Encaminhamentos Ajustes terapêuticos Reorientação Retorno programado 4. Finalização do Atendimento Após completar o SOAP, o médico deve ir até a aba Finalizar Atendimento . Essa etapa exige atenção porque envolve: 4.1 Exclusão de todos os procedimentos pré-cadastrados Isso inclui: Procedimento de eletrocardiograma Procedimentos automáticos configurados para o CBO Qualquer outro que apareça por padrão Por que excluir todos? Regra de faturamento: Na OCI Cardiologia, o atendimento será faturado via APAC . Quando um atendimento irá gerar APAC, nenhum procedimento exclusivo de BPA pode ser faturado junto . Por isso, todos os procedimentos devem ser removidos. 4.2 Registrar somente o procedimento da OCI Adicionar: 0902010026 – OCI Avaliação Cardiológica 4.3 Informar novamente o CID O sistema solicita a repetição do CID (Z136, Z848 ou Z48). Após conferir: Gravar o atendimento Encerrar 5. Finalização — O que acontece após salvar Quando o atendimento é salvo corretamente: O sistema registra o procedimento OCI A consulta fica disponível no relatório “Procedimentos realizados por paciente” A equipe administrativa identificará o atendimento e fará a emissão da APAC A APAC será posteriormente anexada ao prontuário após autorização 6. Resumo das Responsabilidades do Médico na OCI Chamar apenas pacientes com Escuta Inicial realizada Verificar dados da Escuta Inicial na Folha de Rosto Registrar ECG no OBJETIVO Preencher Avaliação com o CID permitido Registrar condutas no PLANO Excluir todos os procedimentos automáticos Lançar somente: 0902010026 – OCI Avaliação Cardiológica Repetir o CID na finalização Salvar o atendimento 7. Observação Importante sobre o Fluxo da APAC O médico não emite a APAC. Mas tudo que ele registra impacta: Qual paciente aparecerá no relatório A correta autorização pela CREDAC A ausência de glosas A rastreabilidade no prontuário Portanto, seguir o processo exatamente como descrito é essencial. Fluxo Administrativo das APACs A etapa administrativa da OCI Cardiologia é responsável por garantir que todo atendimento classificado como OCI seja devidamente convertido em APAC, autorizado pelo CREDAC, digitado no sistema específico e anexado ao prontuário eletrônico. O processo é obrigatório para todo atendimento finalizado com o procedimento:  0902010026 – OCI Avaliação Cardiológica. O Sistema de Gestão Pública de Saúde já está configurado para não enviar o atendimento ao BPA quando somente esse procedimento é lançado — exatamente como exigem as regras federais para OCI. 1. Identificando os Atendimentos que Geraram OCI Ao final do expediente, a equipe administrativa deve verificar quais pacientes geraram produção OCI. Caminho: Ambulatório → Relatórios → Gestor → Procedimentos realizados por paciente Filtros obrigatórios: Data do atendimento Procedimento: 0902010026 – OCI Avaliação Cardiológica A lista obtida corresponde a todos os pacientes que devem ter APAC emitida. 2. Importante: Comportamento Validado do Sistema (Versão v25.11.06) Foi realizado teste no ambiente de homologação/treino ( v25.11.06 ) registrando um atendimento SOAP conforme descrito nesse manual, com: Registro do ECG Registro do CID compatível Registro do plano Procedimento único lançado: 0902010026 Exclusão de qualquer outro procedimento BPA Resultando em um atendimento que não constou no arquivo BPA Isso confirma que o sistema municipal está alinhado às normas nacionais de OCI, que proíbem BPA em consultas que gerarão APAC. 32724812 TESTE SOAP OCI 01.pdf 32724854 TESTE SOAP OCI 02.pdf 2025.11 - Relatório de Procedimentos OCI Teste.pdf BPA TESTE OCI PA355220.NOV Por isso, a equipe administrativa deve sempre: Conferir o relatório Gerar APAC para todos os pacientes listados Nunca esperar BPA para OCI 3. Emissão da APAC — Duas Formas Possíveis A APAC pode ser emitida: Manual ( formulário físico tradicional ) Pelo próprio SIS Sorocaba (recomendado) Ambos são aceitos, desde que resultem em impressão assinada e entregue à CREDAC. 3.1. Opção 1 — APAC Manual No formulário físico, a equipe deve preencher: Dados completos do paciente (CNS, CPF, nome, endereço, data de nascimento, etc.) CID utilizado no atendimento: Z13.6 Z84.8 Z48 Procedimento principal: 0902010026 – OCI Avaliação Cardiológica Procedimentos secundários obrigatórios (ver item 4) Unidade solicitante/executante Profissional solicitante Data da consulta Assinatura e carimbo do médico 3.2. Opção 2 (Recomendada) — APAC via Sistema Para facilitar o preenchimento, o SIS Sorocaba oferece uma tela específica para geração da APAC digital: Caminho: Essa tela importa automaticamente: Dados cadastrais do paciente Dados administrativos da unidade Dados do profissional Como preencher: Selecionar o paciente Informar o profissional solicitante e o CBO Definir data da solicitação Preencher “Identificação das Unidades de Saúde” (solicitante/executante) Incluir: Procedimento principal: 0902010026 Procedimentos secundários obrigatórios (ver item 4) Selecionar o CID Preencher justificativas, quando necessário Salvar Clicar em Imprimir APAC Atenção: Esta tela NÃO está integrada automaticamente ao SOAP do paciente. A equipe deve identificar manualmente os pacientes no relatório. 4. Regras Federais Obrigatórias (PMAE / SIA / Portaria SAES/MS nº 2.331/2024) A APAC de OCI Cardiologia deve cumprir as regras federais do Ministério da Saúde. 4.1 CID permitidos Z13.6 – Rastreamento de doenças cardiovasculares Z84.8 – História familiar de outras afecções especificadas Z48 – Outro seguimento cirúrgico (Os mesmos utilizados pelo cardiologista no SOAP.) 4.2 Procedimentos obrigatórios na APAC Procedimento principal: 09.02.01.002-6 — OCI Avaliação Cardiológica Procedimentos secundários obrigatórios: A APAC deve conter pelo menos um destes: 03.01.01.007-2 — Consulta Médica em Atenção Especializada 02.11.02.003-6 — ELETROCARDIOGRAMA (O sistema não os insere automaticamente — a equipe deve incluí-los manualmente.) 5. Envio da APAC à CREDAC Após emissão: Revisar todos os campos Conferir: CID Procedimento principal Procedimentos secundários Verificar assinatura e carimbo do médico Encaminhar fisicamente à CREDAC Aguardar autorização e retorno do número da APAC 6. Digitação da APAC Autorizada Com o número autorizado: Registrar a APAC no sistema de digitação Preencher todos os campos obrigatórios Salvar 7. Anexação ao Prontuário Eletrônico (PEC) Caminho: Usuários → Documentos Anexos Digitalizar e anexar a APAC autorizada. Requisitos: Documento completo Legível Com assinatura + carimbo Número da APAC destacado 8. Resumo Operacional da Equipe Administrativa Etapa Ação Identificação Consultar relatório “Procedimentos realizados por paciente” Emissão Preencher APAC (manual ou sistema) Regras PMAE CID compatível + procedimentos secundários obrigatórios Autorização Enviar à CREDAC Digitação Registrar no sistema de APAC Anexação Digitalizar e anexar ao PEC Fluxograma Atendimentos SOAP Neste capítulo serão apresentadas as funcionalidades que garantem a ordenação da maior parte dos fluxos de atendimento que ocorrem nos serviços de atenção primária e atenção especializada. Inspirado no padrão de funcionamento do Prontuário Eletrônico e-SUS APS os profissionais de saúde têm acesso à Lista de Atendimentos da unidade de saúde utilizando o "menu inicial" do sistema, no módulo de Prontuário Eletrônico, atravéss da Fila de Atendimento. É por meio dela que são iniciados os atendimentos aos cidadãos agendados ou os que buscam um atendimento de demanda espontânea. Conceito e Contexto Este material tem como objetivo apresentar ao profissional de saúde o método de registro de Atendimento SOAP , explicando sua origem, finalidade e importância para o registro clínico no Sistema de Gestão Pública de Saúde (SIS) , preparando-o para utilizar o sistema de forma consciente, qualificada e alinhada ao cuidado longitudinal. O Atendimento SOAP é o tipo de registro adotado no município, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde , para as unidades de Atenção Primária à Saúde (Unidades Básicas de Saúde, Unidades de Estratégia Saúde da Família e Serviço de Atendimento Domiciliar) e de Atenção Especializada (Policlínica Municipal, Centro Municipal de Atendimento Especializado e Centro de Atenção Psicossocial). Ao longo deste conteúdo, serão abordados os fundamentos do método SOAP, sua origem e finalidade, os motivos de sua adoção pelo Ministério da Saúde e pelo município, bem como a forma como esse método organiza o registro clínico no SIS, apoiando o profissional no uso adequado do sistema. O que é o método SOAP O SOAP é um método de registro clínico estruturado , utilizado para organizar as informações do atendimento em saúde de forma lógica, padronizada e orientada ao cuidado do cidadão. O nome SOAP é um acrônimo que representa quatro etapas do raciocínio clínico: S – Subjetivo O – Objetivo A – Avaliação P – Plano Essas etapas orientam o profissional a registrar não apenas os dados do atendimento, mas também o processo de pensamento clínico envolvido na tomada de decisão, facilitando a continuidade do cuidado por outros profissionais e serviços. Origem do método SOAP O método SOAP foi desenvolvido pelo Dr. Lawrence Weed , professor de medicina e farmacologia da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, no final da década de 1960. Dr. Weed criou o SOAP como parte de um conceito mais amplo chamado Prontuário Médico Orientado por Problemas ( Problem-Oriented Medical Record – POMR ). Seu objetivo era enfrentar limitações da documentação clínica da época, que frequentemente carecia de padronização, clareza e lógica, dificultando o acompanhamento do paciente e a comunicação entre profissionais. O SOAP introduziu uma estrutura cognitiva para o raciocínio clínico , permitindo: organizar informações a partir dos problemas do paciente tornar explícita a relação entre queixa, exame, avaliação e conduta melhorar a comunicação entre profissionais e equipes de saúde Com o tempo, esse método passou a ser amplamente adotado em diversos países e áreas da saúde, tornando-se um padrão internacional de registro clínico. Adoção do SOAP pelo Ministério da Saúde No Brasil, o Ministério da Saúde adotou o método SOAP como parte do Registro Clínico Orientado por Problemas (RCOP) , incorporando-o à estratégia do e-SUS Atenção Primária à Saúde . Essa adoção teve como principais objetivos: Padronização e organização dos registros clínicos O SOAP oferece uma estrutura lógica e uniforme, facilitando a leitura, compreensão e interpretação das informações por diferentes profissionais. Qualificação do raciocínio clínico O método guia o atendimento desde a escuta do cidadão até a definição da conduta, fortalecendo práticas clínicas sistematizadas e seguras. Integração multiprofissional Registros organizados permitem que equipes multiprofissionais compartilhem informações de forma clara, favorecendo a continuidade e a coordenação do cuidado. Apoio ao Prontuário Eletrônico O SOAP é fundamental para a estruturação do Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC), possibilitando a informatização qualificada dos serviços de saúde. Fortalecimento da Atenção Primária à Saúde O método contribui para a reorganização da APS, alinhando-se aos princípios do SUS de universalidade, equidade, integralidade e cuidado centrado na pessoa. Importância do SOAP para o cuidado longitudinal O cuidado em saúde é um processo contínuo, construído ao longo do tempo, por diferentes profissionais e serviços da rede. O método SOAP contribui diretamente para o cuidado longitudinal , pois: organiza o histórico clínico do cidadão permite acompanhar problemas e condições de saúde ao longo do tempo facilita a retomada do cuidado por outros profissionais apoia decisões clínicas baseadas em registros anteriores Cada atendimento registrado em SOAP passa a integrar a trajetória de cuidado do cidadão, fortalecendo o acompanhamento contínuo e a integralidade da atenção. Analogia prática do método SOAP De forma simples, o SOAP pode ser compreendido assim: Subjetivo O que o paciente relata Queixa principal, motivo da consulta, percepção do cidadão Objetivo O que o profissional observa e mede Exame físico, sinais vitais, achados clínicos, exames Avaliação O raciocínio clínico do profissional Análise das informações, hipóteses diagnósticas, problemas identificados Plano O que será feito Condutas, orientações, prescrições, solicitações de exames, encaminhamentos Essa lógica ajuda o profissional a estruturar o atendimento de forma completa, clara e segura. O SOAP no Sistema de Gestão Pública de Saúde (SIS) No Sistema de Gestão Pública de Saúde (SIS) , o Atendimento SOAP é o modelo de registro clínico adotado no município , seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde, para os serviços de: Atenção Primária à Saúde (Unidades Básicas de Saúde, Unidades de Estratégia Saúde da Família e Serviço de Atendimento Domiciliar) Atenção Especializada (Policlínica Municipal, Centro Municipal de Atendimento Especializado e Centro de Atenção Psicossocial) O SOAP é o eixo central do atendimento clínico no sistema , a partir do qual são organizados os registros, as prescrições, as solicitações, os históricos e a continuidade do cuidado na rede. Visão Geral O Objetivo aqui é de apresentar a tela do Atendimento SOAP no Sistema de Gestão Pública de Saúde (SIS) como um todo, demonstrando que o método SOAP é o eixo central do registro clínico , além de situar o profissional em relação ao cabeçalho do atendimento e ao menu lateral de abas. Onde acessar o Atendimento SOAP no SIS O Atendimento SOAP pode ser acessado a partir do módulo de Prontuário Eletrônico , geralmente iniciado por meio da Fila de Atendimento da unidade de saúde. O uso indicado e correto do sistema é iniciar os registros de atendimento sempre a partir da Fila de Atendimento . No entanto, o SIS também possibilita a abertura direta da tela de  Atendimento SOAP , recurso utilizado principalmente para consultar atendimentos anteriores ou, em situações específicas. Visão geral da tela de Atendimento SOAP Ao acessar um Atendimento SOAP, o profissional visualiza uma tela organizada em três grandes áreas: Cabeçalho do atendimento Área central de registro Menu lateral de abas Essa organização tem como objetivo facilitar a navegação, o registro das informações e a visualização do histórico do cidadão. Cabeçalho do atendimento O cabeçalho do Atendimento SOAP apresenta as principais informações que identificam o atendimento em andamento, tais como: Unidade de saúde Profissional responsável Data e horário do atendimento Situação do atendimento Número do atendimento Dados básicos do cidadão Essas informações ajudam o profissional a confirmar que está registrando o atendimento no prontuário correto , além de garantir rastreabilidade e segurança das informações. O SOAP como eixo central do atendimento O método SOAP é o núcleo do registro clínico no SIS . É a partir dele que são organizadas as informações referentes à avaliação do cidadão, ao raciocínio clínico e às condutas adotadas. Mesmo quando existem registros prévios, como a Escuta Inicial, o Atendimento SOAP é o momento em que o profissional consolida o atendimento clínico, registrando: a queixa e o contexto apresentados pelo cidadão, os achados do exame clínico, a avaliação profissional, e o plano de cuidado definido. Menu lateral de abas No lado esquerdo da tela, o sistema apresenta um menu lateral com diversas abas , que permitem acessar diferentes informações relacionadas ao atendimento e ao histórico do cidadão. De forma geral, essas abas têm a função de complementar o registro SOAP , organizando informações que apoiam o cuidado clínico e a continuidade do acompanhamento. 📌 Importante: As abas não substituem o registro SOAP. Elas complementam o atendimento e organizam informações adicionais que podem ser consultadas ou atualizadas durante o cuidado. Cada uma dessas abas será detalhada ao longo deste capítulo, explicando: quando utilizar, quais informações registrar, e como elas se relacionam com o Atendimento SOAP. Uso do Atendimento SOAP no sistema O Atendimento SOAP é o modelo padrão de registro clínico do sistema e deve ser utilizado por todas as categorias profissionais, não sendo mais exclusivo de profissionais de nível superior. Conforme o Manual de Atendimento do e-SUS APS , profissionais de nível técnico, como técnicos de enfermagem, também realizam registros por meio da opção “Atender” na lista de atendimento. Nesses casos, o sistema disponibiliza uma versão simplificada do SOAP, com acesso aos campos compatíveis com sua atuação, como Subjetivo, Objetivo e Plano, além de funcionalidades como folha de rosto, acompanhamento, dados cadastrais e finalização do atendimento. Nas versões mais recentes do e-SUS APS, o uso do SOAP foi ampliado para contemplar toda a equipe de saúde, reforçando a importância do registro estruturado em todos os atendimentos realizados. No SIS, essa diretriz já está incorporada. O sistema adapta automaticamente a tela do atendimento conforme o perfil do profissional: profissionais de nível superior visualizam o SOAP completo; profissionais de nível técnico acessam uma versão simplificada, com campos compatíveis com sua atuação. Mesmo na versão reduzida, o atendimento deve ser registrado no SOAP, garantindo o correto registro das ações realizadas no prontuário do cidadão. Escuta Inicial x Atendimento SOAP O sistema possui diferentes formas de registro do atendimento, sendo as principais a Escuta Inicial e o Atendimento SOAP. A escolha adequada entre essas opções é fundamental para garantir a qualidade do registro e a organização do cuidado. A Escuta Inicial deve ser utilizada em situações de acolhimento, especialmente na demanda espontânea, quando o objetivo é ouvir o paciente, compreender o motivo da busca pelo serviço e direcionar a conduta mais adequada, sem caracterizar, necessariamente, um atendimento clínico completo. Nesse momento, o profissional pode realizar orientações, registrar informações iniciais, classificar risco e encaminhar o cidadão para atendimento no mesmo dia ou para agendamento. Em alguns fluxos de atendimento, a Escuta Inicial também pode incluir a coleta de dados clínicos iniciais, como sinais vitais, antropometria e outras informações que irão compor a Folha de Rosto do paciente. Isso é comum, por exemplo, em atendimentos realizados por técnicos de enfermagem, como na pré-consulta (PAC) ou em fluxos específicos como o atendimento em saúde da mulher. Nesses casos, mesmo havendo coleta de dados objetivos, a Escuta Inicial mantém seu papel de acolhimento e organização do fluxo, não substituindo o Atendimento SOAP quando houver necessidade de avaliação clínica, diagnóstico ou definição de conduta. Já o Atendimento SOAP deve ser utilizado sempre que houver realização de atendimento clínico, incluindo avaliação profissional, registro estruturado das informações, execução de procedimentos ou definição de conduta. Orientação prática De forma geral: utilizar a Escuta Inicial quando houver acolhimento, orientação ou direcionamento do paciente; utilizar o Atendimento SOAP quando houver avaliação clínica, realização de procedimentos ou definição de conduta. Registro SOAP (Subjetivo, Objetivo, Avaliação e Plano) O  SOAP  (Subjetivo, Objetivo, Avaliação e Plano), é o método de registro da  nota de evolução , permite registrar de forma sintética e estruturada os dados clínicos do cidadão. O método começa com as questões subjetivas, segue para as impressões objetivas sobre o estado geral do cidadão observadas no exame físico e exames complementares. Em seguida, após a coleta dos dados subjetivos e objetivos parte-se para a avaliação, identificando as condições ou problemas de saúde. Por fim, o plano de cuidados prescritos no encontro entre o profissional de saúde e o cidadão. O método SOAP é a principal ferramenta para registro do atendimento usada pelo modelo RCOP. A sigla SOAP corresponde a quatro blocos de informações detalhadas a seguir: (S) subjetivo : conjunto de campos que possibilita o registro da parte subjetiva da anamnese da consulta, ou seja, os dados dos sentimentos e percepções do cidadão em relação à sua saúde; (O) objetivo : conjunto de campos que possibilita o registro do exame físico, como os sinais e sintomas detectados, além do registro de resultados de exames realizados, marcadores de consumo alimentar e condição da vacinação. (A) avaliação : conjunto de campos que possibilita o registro da conclusão feita pelo profissional de saúde a partir dos dados coletados nos itens anteriores. Neste campo, também é possível verificar as condições de saúde latentes do indivíduo, bem como a classificação com CIAP2/ CID10. (P) plano : conjunto de funcionalidades que permite registrar o plano de cuidado ao cidadão em relação ao(s) problema(s) e condição(ões) de saúde identificado(s). NOTA: O campo  motivo da consulta  no Subjetivo,  problema detectado  na Avaliação e  intervenção-procedimento no Plano existe a possibilidade de coleta de dados padronizados por meio do uso da Classificação Internacional de Atenção Primária - 2ª edição (CIAP2), seguindo a metodologia desta classificação conforme podemos ver no diagrama da Figura abaixo. Para fazer melhor uso da informação, a definição abaixo nos auxilia a entender o conceito de  episódio de cuidado , caracterizado pelo registro desses três elementos da consulta: "Os motivos da consulta, os problemas de saúde/diagnósticos, e os procedimentos para o cuidado/intervenções são a base de um episódio de cuidados, constituído por uma ou mais consultas incluindo as alterações ao longo do tempo. Por conseguinte, um episódio de cuidados refere-se a todo tipo de atenção prestada a determinado indivíduo que apresente um problema de saúde ou uma doença. Quando esses episódios são introduzidos no processo informatizado de um paciente com base na CIAP2, é possível avaliar a necessidade de cuidados de saúde, a abrangência, o grau de integração, de acessibilidade e responsabilidade. " (CIAP2, 2008) Ao fazer a associação do registro via SOAP a uma classificação adequada ao processo de trabalho das equipes de Atenção Primária, o sistema potencializa o uso da informação de registro do atendimento a médio e longo prazo, possibilitando melhor avaliação da situação de saúde da população no território e ampliando a capacidade do sistema de produzir conhecimento novo e estruturado. SOAP na realidade municipal No SIS, o Atendimento SOAP é o principal instrumento de registro clínico do atendimento realizado, sendo responsável por consolidar as informações que compõem o prontuário do cidadão. Para que um atendimento possa ser finalizado no sistema, existem campos mínimos obrigatórios , sendo eles: o preenchimento da Avaliação , com ao menos um código de diagnóstico (CID) informado; a aba de Finalização do Atendimento , que consolida o registro no prontuário. Do ponto de vista operacional, é compreensível que muitos profissionais optem por utilizar apenas o campo de texto livre da Avaliação , descrevendo o atendimento e informando um CID/CIAP . Esse tipo de registro é válido para documentar o raciocínio clínico e permite a finalização do atendimento no sistema. No entanto, quando o registro do atendimento se limita apenas ao texto livre, a coleta de dados clínicos estruturados fica prejudicada . Informações importantes que fazem parte do cuidado — mesmo quando realizadas na prática — deixam de ser registradas de forma adequada no sistema. O SIS dispõe de campos específicos e estruturados,  para o registro de informações clínicas relevantes, como, por exemplo: solicitação e avaliação de exames (como hemoglobina glicada); aferição de pressão arterial; registro de glicemia capilar; sinais vitais, antropometria e outros procedimentos clínicos. Esses campos não existem apenas para organização da tela. Eles são fundamentais para que o sistema consiga interpretar, contabilizar, consolidar e transmitir/exportar as informações de saúde , especialmente no acompanhamento de condições crônicas, na avaliação da qualidade da assistência e no monitoramento de indicadores de saúde. Além disso, sempre que um atendimento é aberto, o sistema pode apresentar alertas automáticos em destaque , geralmente exibidos em quadros de cor amarela , com mensagens que chamam a atenção para situações importantes do cuidado, como: necessidade de registro de procedimentos; solicitações de exames recomendadas; ações pendentes relacionadas a indicadores de saúde; acompanhamentos que precisam ser realizados. Esses alertas funcionam como  apoio à continuidade do cuidado , indicando pontos que merecem atenção durante o atendimento. No entanto, é importante destacar que nem todas as informações relevantes estarão concentradas nesses avisos . Outros dados importantes podem ser visualizados ou registrados em abas como Acompanhamentos , Problemas/Condições e Alergias , bem como no resumo apresentado na Folha de Rosto . A leitura atenta desses alertas e a navegação pelas abas complementares permitem que o profissional tenha uma visão mais completa da situação de saúde do cidadão, apoiando um atendimento mais qualificado e alinhado ao cuidado longitudinal. É importante destacar que parte do financiamento da saúde está diretamente vinculada a indicadores , que dependem do correto registro dessas informações em campos estruturados. Quando dados como pressão arterial, glicemia capilar ou exames solicitados são registrados apenas em texto livre, o sistema não reconhece essas ações , mesmo que elas tenham sido efetivamente realizadas durante o atendimento. Dessa forma, o preenchimento adequado dos campos estruturados: contribui para um cuidado mais organizado e contínuo; fortalece o acompanhamento clínico do cidadão ao longo do tempo; qualifica as informações utilizadas para planejamento, avaliação e gestão em saúde; e possibilita que o município seja corretamente reconhecido e financiado pelas ações realizadas na rede. Embora o sistema permita a finalização do atendimento com informações mínimas, recomenda-se que o profissional utilize o Atendimento SOAP de forma completa, registrando os dados clínicos nos campos apropriados sempre que pertinente ao atendimento realizado. Essa prática fortalece tanto o cuidado prestado ao cidadão quanto a sustentabilidade da rede de saúde como um todo. Nos próximos tópicos, cada etapa do Atendimento SOAP será apresentada em detalhes, com orientações práticas para apoiar o correto preenchimento das informações no SIS. Subjetivo (Queixa do Paciente) O registro da parte subjetiva pode ser realizado usando o campo texto e/ou por meio de codificação do motivo da consulta usando a terminologia CIAP2, e ainda registrar notas, se necessário. O campo  Subjetivo é destinado ao registro das informações relatadas pelo cidadão , a partir da sua percepção sobre o problema de saúde que motivou o atendimento. Neste momento do registro, o foco deve ser o que o paciente diz e por que procurou o serviço , sem antecipar interpretações clínicas, diagnósticos ou condutas. Campo “Subjetivo” (texto livre) O campo de texto Subjetivo deve ser utilizado para descrever, de forma clara e objetiva: a queixa principal do paciente; o relato espontâneo do cidadão; informações relevantes trazidas durante a escuta clínica; o contexto do problema, quando informado pelo paciente. Sempre que possível, recomenda-se registrar o relato com palavras próximas às utilizadas pelo próprio cidadão , preservando o sentido da queixa apresentada. Exemplo: “Solicita laudo para PCD. Refere lombociatalgia por hérnia de disco lombar.” Motivo da consulta e uso do CIAP2 Logo abaixo do campo de texto, o sistema apresenta a área de Motivo da Consulta , onde pode ser registrado o CIAP2 . O CIAP2 é a classificação utilizada na Atenção Primária à Saúde e permite registrar, de forma estruturada, o motivo da consulta , em alinhamento ao método SOAP. No Subjetivo, o uso do CIAP2 não é obrigatório , mas, quando utilizado, deve representar o motivo do atendimento conforme o relato do paciente , e não a interpretação clínica do profissional. Quando utilizar o CIAP2 O CIAP2 deve ser utilizado sempre que for possível representar o motivo da consulta por meio de um código. Exemplos comuns: dor lombar, dor abdominal, dor de cabeça; febre, tosse, falta de ar; mal-estar, fraqueza ou outros sintomas inespecíficos; solicitação de avaliação, acompanhamento ou orientações; solicitação de documentos ou laudos. Caso o paciente apresente mais de um motivo de consulta, é possível registrar mais de um CIAP2. Importante: O CIAP2 registrado no Subjetivo representa o motivo da consulta . O diagnóstico deve ser registrado posteriormente na etapa de Avaliação . Objetivo (Exame Clínico) O campo Objetivo é destinado ao registro das informações observadas, medidas ou verificadas pelo profissional durante o atendimento. Diferente do Subjetivo, que representa o relato do paciente, o Objetivo corresponde aos dados clínicos obtidos a partir da avaliação profissional , incluindo exames físicos, sinais vitais e outros registros estruturados. No SIS, este campo é organizado em diferentes blocos que permitem registrar informações de forma estruturada, contribuindo para o acompanhamento clínico, produção de indicadores e qualificação do cuidado. De forma geral, podem ser registrados no Objetivo: Exame físico (campo de texto livre) Antropometria (peso, altura, circunferências, IMC, entre outros) Sinais vitais (pressão arterial, frequência cardíaca, temperatura, etc.) Glicemia capilar Situação vacinal Solicitação e avaliação de exames Testes rápidos Ações de rastreamento Importante: No SIS, a solicitação e avaliação de exames fazem parte do momento Objetivo , pois complementam a avaliação clínica e auxiliam na tomada de decisão do profissional. Durante o atendimento, o profissional pode tanto solicitar exames quanto registrar exames avaliados , conforme a necessidade clínica. Embora essa funcionalidade esteja disponível dentro do Objetivo, a solicitação e avaliação de exames serão detalhadas mais adiante nesta página , em seção específica, devido à sua importância no registro do atendimento. Adaptação do sistema ao perfil do paciente O SIS adapta automaticamente os campos do Objetivo conforme o perfil do paciente atendido, considerando fatores como: idade sexo condição clínica (ex.: gestante) Isso significa que nem todos os campos estarão disponíveis em todos os atendimentos . Por exemplo: pacientes do sexo feminino podem apresentar campos relacionados à saúde da mulher (DUM); gestantes possuem blocos específicos de pré-natal; crianças e recém-nascidos apresentam informações de puericultura; idosos podem apresentar instrumentos de avaliação específicos. Dessa forma, o sistema organiza o registro clínico de acordo com a necessidade do atendimento, sem sobrecarregar o profissional com informações desnecessárias. Paciente Adulto Conteúdo do Objetivo para pacientes adultos: Campo de texto livre para exame físico Antropometria Sinais vitais Glicemia Situação vacinal Exames solicitados e/ou avaliados Testes rápidos Rastreamento (ex.: câncer, risco cardiovascular) 1313238 - Teste Adulto Masculino (36 anos) Mulher em idade fértil Além dos campos gerais, podem ser apresentados: DUM (Data da Última Menstruação) Informação de DPP (quando aplicável) Testes rápidos com opção de gravidez Rastreamento de câncer de colo do útero e mama 1313239 - Teste Adulto Feminino (33 anos) Gestante O sistema apresenta campos específicos de pré-natal, incluindo: Informações de pré-natal: altura uterina batimentos cardíacos fetais movimentação fetal gravidez planejada presença de edema DUM e DPP automaticamente calculados Testes rápidos incluindo teste de gravidez Demais campos clínicos (antropometria, sinais vitais, exames, etc.) 1313240 - Teste Gestante (28 anos) Recém-nascido Inclui bloco específico de puericultura: Tipo de gravidez e parto Idade gestacional Apgar (1º, 5º e 10º minuto) Antropometria ao nascer Tipo de aleitamento Fatores de risco Alterações fenotípicas Além dos demais registros clínicos gerais. 1313241 - Teste De Recém Nascido (0 anos) Criança Semelhante ao recém-nascido, com foco em acompanhamento: Dados de puericultura Antropometria Sinais vitais Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento 1313242 - Teste Criança (3 anos) Adolescente Estrutura semelhante ao adulto, podendo incluir: Avaliações clínicas gerais Rastreamentos conforme necessidade 1313243 - Teste Adolescente (14 anos) Idoso Além dos campos gerais, pode apresentar: Instrumentos específicos (ex.: IVCF-20) Avaliações voltadas ao risco e funcionalidade 1313244 - Teste Idoso (75 anos) Registro Estruturado das informações no Objetivo No SIS, os dados do atendimento devem ser registrados, sempre que possível, nos campos estruturados disponíveis em cada bloco do Objetivo . Esses campos foram desenvolvidos para permitir o registro padronizado das informações clínicas, garantindo que os dados possam ser corretamente interpretados pelo sistema. Importante: As informações registradas nesses campos estruturados são utilizadas para o acompanhamento do cuidado do cidadão e também para a geração de dados que alimentam os sistemas do Ministério da Saúde. Quando um procedimento ou avaliação é realizado, mas registrado apenas em texto livre, o sistema não consegue reconhecer essa informação para fins de monitoramento e indicadores. Por esse motivo, recomenda-se que o profissional registre cada informação no campo específico correspondente , sempre que disponível. A seguir, serão apresentados os principais blocos do Objetivo e suas finalidades no registro do atendimento. Campo Objetivo Além dos campos estruturados, o SIS disponibiliza um campo de texto livre no Objetivo, destinado ao registro do exame físico e de observações clínicas realizadas pelo profissional. Esse campo deve ser utilizado para descrever, de forma clara e objetiva: achados do exame físico; condições observadas durante a avaliação; informações relevantes que não possuem campo estruturado específico. O registro deve refletir a avaliação clínica realizada no momento do atendimento, sem repetir informações já registradas nos campos estruturados. Importante:  O campo de texto livre do Objetivo tem a função de complementar o registro clínico. Informações mensuráveis, como pressão arterial, peso, glicemia e outros dados, devem ser registradas nos campos estruturados correspondentes, para que sejam reconhecidas pelo sistema. Antropometria O bloco de Antropometria é destinado ao registro de medidas corporais do paciente. Podem ser registrados: peso altura circunferências (cintura, quadril, abdominal, entre outras) perímetros (cefálico, panturrilha) índice de massa corporal e relação cintura-quadril Essas informações são essenciais para: avaliação do estado nutricional; acompanhamento de crescimento (em crianças); monitoramento de condições como obesidade e risco cardiovascular. Importante: Sempre que houver aferição de peso e altura durante o atendimento, essas informações devem ser registradas neste bloco, e não apenas descritas em texto livre, isso garante que o sistema coloque automaticamente o procedimento na parte de finalização. Sinais Vitais O bloco de Sinais Vitais permite o registro dos principais parâmetros clínicos do paciente. Inclui: pressão arterial frequência cardíaca frequência respiratória temperatura saturação de oxigênio Esses dados são fundamentais para: avaliação do estado clínico imediato; acompanhamento de pacientes com condições crônicas; monitoramento de indicadores, como controle de hipertensão arterial. Importante: A aferição da pressão arterial, por exemplo, só será considerada para fins de indicador quando registrada neste campo específico. Glicemia O bloco de Glicemia é utilizado para registrar a glicemia capilar realizada durante o atendimento. Permite informar: valor da glicemia (mg/dL) momento da coleta (ex.: jejum, pós-prandial) Esse registro é essencial para: acompanhamento de pacientes com diabetes; monitoramento de indicadores relacionados ao controle glicêmico. Importante: Assim como outros dados clínicos, a glicemia registrada apenas em texto livre não é considerada pelo sistema para fins de monitoramento. Vacinação em dia O campo Vacinação em dia permite registrar a situação vacinal do paciente no momento do atendimento. Esse registro contribui para: acompanhamento da cobertura vacinal; identificação de pacientes com esquema vacinal incompleto; ações de prevenção em saúde. Exames solicitados e/ou avaliados O bloco de Exames solicitados e/ou avaliados permite registrar, de forma estruturada, os exames relacionados ao atendimento, para solicitação quanto para avaliação de resultados já disponíveis. Como realizar o registro de um exame Para adicionar um exame, o profissional deve: Localizar o exame pelo nome no campo correspondente; Selecionar o exame desejado (o sistema irá apresentar automaticamente o código SIGTAP); Informar o CID , quando aplicável; Indicar se o exame foi: Solicitado (quando será realizado posteriormente); Avaliado (quando o paciente já apresenta resultado); Clicar no botão de seta para baixo para adicionar o exame ao grid . Importante: O sistema trabalha com uma estrutura em lista (grid), permitindo a inclusão de múltiplos exames no mesmo atendimento. Registro no grid de exames Após adicionar, o exame será exibido no grid, onde é possível visualizar: nome do exame; CID associado; indicação de solicitado e/ou avaliado; opção de registrar o resultado; opção de exclusão do exame. Caso o exame tenha sido incluído por engano, é possível removê-lo utilizando a opção de exclusão disponível no próprio grid. Registro de resultado de exame Para exames avaliados, o sistema permite registrar o resultado por meio da opção disponível no grid. Ao selecionar essa opção, será exibida uma janela (modal) para preenchimento do resultado. Uso do CID no exame O campo CID deve ser preenchido sempre que houver relação entre o exame e a condição clínica do paciente. Quando não houver um CID diretamente associado ao exame, o campo pode ser deixado em branco. Uso de grupos de exames O sistema disponibiliza a funcionalidade de Grupos de Exames , que permite agilizar o registro de solicitações frequentes. Ao selecionar essa opção, será apresentada uma lista de grupos previamente cadastrados, como por exemplo: CTA – Teste Rápido Diabetes Exames de rastreamento ou de rotina Gestante (por trimestre) Ao escolher um grupo, o sistema apresenta automaticamente uma lista de exames relacionados. O profissional pode: selecionar todos os exames; selecionar apenas os exames desejados; adicionar os exames selecionados ao grid. Importante:  Os exames incluídos por meio de grupos são registrados, por padrão, como solicitados , sendo necessário avaliar manualmente quando houver resultado disponível. Parametrização de grupos de exames Os grupos de exames podem ser configurados pela gestão do sistema, permitindo a criação de conjuntos personalizados de exames conforme as necessidades do serviço. Essa funcionalidade facilita o registro e padroniza a solicitação de exames no atendimento. A criação ou alteração de grupos de exames deve ser realizada com cautela e alinhamento com a gestão, pois esse cadastro não é restrito a uma unidade específica. Os grupos configurados no sistema ficam disponíveis para todas as unidades, impactando diretamente o fluxo de registro de exames em toda a rede. Por esse motivo, recomenda-se que qualquer solicitação de criação ou alteração de grupos seja discutida com os responsáveis pela gestão do sistema ou com a coordenação imediata, antes de sua implementação. Atenção sobre a solicitação de exames O registro de exames neste bloco tem como objetivo documentar as ações realizadas no atendimento e organizar o prontuário do paciente. Esse registro não substitui os fluxos de solicitação de exames laboratoriais , que podem envolver sistemas ou processos específicos do laboratório local. Testes Rápidos O bloco de Testes Rápidos permite complementar o registro de testes realizados durante o atendimento, como: teste de gravidez testes para HIV, sífilis e hepatites dosagem de proteinúria Importante: Quando um teste rápido for realizado, recomenda-se que ele seja registrado no bloco de Exames solicitados e/ou avaliados , informando o exame correspondente e, quando possível, o resultado obtido. Além disso, o teste também deve ser assinalado no bloco de Testes Rápidos . Isso ocorre porque cada registro atende a finalidades diferentes no sistema: o registro em Exames solicitados e/ou avaliados garante o detalhamento clínico da informação e sua utilização nos registros assistenciais e de produção; a marcação em Testes Rápidos permite que o sistema identifique rapidamente a realização desse tipo de ação, contribuindo para a consolidação das informações da Atenção Primária. Dessa forma, o preenchimento nos dois locais garante que a informação seja registrada de forma completa, tanto do ponto de vista clínico quanto dos sistemas de informação em saúde. Rastreamento O bloco de Rastreamento permite registrar ações voltadas à prevenção e detecção precoce de doenças. Inclui, por exemplo: rastreamento de câncer de colo do útero rastreamento de câncer de mama avaliação de risco cardiovascular Essas informações são utilizadas para: planejamento de ações em saúde; monitoramento da população; acompanhamento de indicadores estratégicos. Avaliação (Diagnóstico) A etapa de Avaliação corresponde ao raciocínio clínico do profissional, construído a partir das informações obtidas no Subjetivo e no Objetivo. É neste momento que o profissional interpreta os dados coletados, organiza as hipóteses e define o(s) problema(s) de saúde do paciente. Campo “Avaliação” (texto livre) O campo de texto livre deve ser utilizado para registrar a análise clínica do atendimento, incluindo: hipótese diagnóstica; diagnóstico definido; interpretação dos achados clínicos; fatores de risco identificados. Diferente dos campos estruturados, este espaço deve ser utilizado para sintetizar o raciocínio clínico , e não para repetir dados já registrados no sistema. Registro de Problemas e/ou Condições Logo abaixo do campo de texto, o sistema apresenta a área de Problemas e/ou condições detectadas , onde devem ser registrados os códigos clínicos do atendimento. Podem ser utilizados: CID-10 (diagnóstico) CIAP2 (problema de saúde na APS) O sistema permite o registro de múltiplos códigos, conforme a necessidade. A busca por CID-10 e CIAP2 pode ser feita digitando o código ou parte do nome. Não é necessário escrever o termo completo: ao inserir palavras-chave (ex.: “hip”), o sistema já sugere opções relacionadas para seleção. Lista de Problemas Ativos Ao registrar um problema ou condição, o profissional pode marcar a opção: “Inserir na lista de problema/condição como ativo” Essa ação indica que o problema deve ser acompanhado ao longo do tempo. Quando marcado: o problema passa a aparecer na folha de rosto; fica visível em atendimentos futuros; contribui para o cuidado longitudinal do paciente. CIDs com notificação obrigatória Alguns códigos CID possuem notificação associada no sistema. Nesses casos, ao selecionar o CID, será exibido um formulário de notificação que deve ser preenchido pelo profissional. Importante:  O código só poderá ser incluído na lista de problemas/condições após o preenchimento completo da notificação. Essa funcionalidade garante o registro adequado de agravos de notificação e o envio correto das informações para os sistemas de vigilância em saúde. Visualização no grid (problemas adicionados) Após adicionar o CID ou CIAP, ele passa a ser exibido na lista (grid), permitindo: visualizar os registros realizados; excluir itens, se necessário; acompanhar os problemas já registrados no atendimento. Importante sobre o uso da Avaliação Embora o sistema permita finalizar o atendimento apenas com o preenchimento do campo de texto e um CID, essa prática não é suficiente para um registro clínico adequado. O uso correto da Avaliação envolve: registrar o raciocínio clínico no campo de texto; utilizar os códigos CID/CIAP de forma estruturada; identificar e marcar problemas ativos quando necessário. Isso garante: melhor acompanhamento do paciente; organização do prontuário; geração de dados qualificados para o sistema de saúde. Plano (Conduta) A etapa de Plano corresponde às condutas definidas pelo profissional a partir da avaliação realizada. É neste momento que se registra o que será feito a partir do diagnóstico , organizando o cuidado do paciente de forma clara e orientada. Campo “Plano” (texto livre) O campo de texto deve ser utilizado para descrever as condutas adotadas no atendimento, como: orientações ao paciente; prescrição de medicamentos; solicitação de exames; encaminhamentos; definição de acompanhamento ou retorno. O registro deve ser objetivo e focado nas ações realizadas ou planejadas. Intervenção e/ou Procedimentos (CIAP2) Abaixo do campo de texto, o sistema apresenta a área de Intervenção e/ou procedimentos , onde é possível registrar, de forma estruturada, as ações realizadas no atendimento utilizando o CIAP2. Esses registros representam intervenções como: orientações em saúde; procedimentos realizados; ações educativas; acompanhamentos específicos. Importância do registro no Plano O Plano não deve ser apenas um complemento da Avaliação, mas sim a definição clara da conduta clínica. Um bom registro no Plano permite: orientar o seguimento do paciente; garantir continuidade do cuidado por outros profissionais; documentar as ações realizadas no atendimento; qualificar o prontuário clínico. Boas práticas no preenchimento do Plano Registrar apenas o que foi de fato orientado ou realizado; Evitar descrições genéricas ou vagas; Manter coerência com a Avaliação; Utilizar linguagem clara e objetiva; Sempre que possível, associar as condutas aos registros estruturados do sistema (prescrição, exames, procedimentos). Registro clínico e continuidade do cuidado O registro do atendimento no prontuário não deve ser compreendido apenas como uma obrigação do sistema, mas como parte essencial do cuidado em saúde. O prontuário é, прежде de tudo, um instrumento do cidadão, pois reúne as informações necessárias para o acompanhamento da sua saúde ao longo do tempo. No entanto, ele também é uma ferramenta fundamental para o próprio profissional. É por meio do prontuário que o profissional consegue: relembrar atendimentos anteriores; compreender a evolução clínica do paciente; dar continuidade ao cuidado com segurança; compartilhar informações com outros membros da equipe. Um registro incompleto ou realizado apenas de forma superficial compromete não apenas a qualidade dos dados do sistema, mas principalmente o cuidado prestado ao paciente. Além disso, o correto preenchimento das informações, especialmente nos campos estruturados, contribui para a produção de dados em saúde, acompanhamento de indicadores e organização da rede de atenção. Por esse motivo, recomenda-se que o Atendimento SOAP seja utilizado em sua totalidade, respeitando cada etapa do registro e utilizando os campos disponíveis de forma adequada. Registrar bem não é apenas alimentar o sistema. É garantir continuidade, segurança e qualidade no cuidado. Finalização do Atendimento A etapa de Finalização do Atendimento é responsável por consolidar todas as informações registradas durante o atendimento no prontuário do cidadão. É neste momento que o sistema organiza os dados clínicos, registra os procedimentos realizados e define o desfecho do atendimento. O atendimento só será efetivamente registrado no sistema após o preenchimento correto desta etapa. Tipo de atendimento O campo Tipo de atendimento é obrigatório e deve ser preenchido de acordo com a natureza do atendimento realizado. Esse registro ajuda o sistema a identificar o contexto da consulta e a organizar corretamente a informação no prontuário do cidadão. Para preencher: Clique no campo Tipo de atendimento ; Selecione a opção que melhor representa o atendimento realizado; Confirme se a opção escolhida corresponde ao motivo e ao fluxo do atendimento. As opções disponíveis no sistema são: Consulta agendada Utilizada quando o atendimento ocorre a partir de um agendamento prévio. Consulta no dia Utilizada para atendimentos realizados no mesmo dia, sem programação prévia de longo prazo. Consulta agendada programada / Cuidado continuado Utilizada quando o atendimento faz parte do acompanhamento contínuo do paciente, especialmente em condições crônicas ou seguimento programado. Escuta inicial / Orientação Utilizada quando o registro se refere a uma escuta inicial, acolhimento ou orientação ao cidadão. Atendimento de urgência Utilizada quando o atendimento ocorre em contexto de urgência, com necessidade de avaliação imediata. Importante: A opção selecionada deve refletir o tipo de atendimento efetivamente realizado, pois essa informação compõe o registro assistencial do cidadão e interfere na caracterização do atendimento no sistema. Forma de participação do cidadão O campo Forma de participação do cidadão é obrigatório e deve ser preenchido informando como ocorreu o contato entre o profissional e o paciente durante o atendimento. Esse registro faz parte de uma estratégia do Ministério da Saúde para qualificar a informação sobre a forma de acesso e interação no cuidado em saúde. Para preencher: Clique no campo Forma de participação do cidadão ; Selecione a opção correspondente à forma como o atendimento foi realizado. As opções disponíveis incluem: Presencial Quando o atendimento ocorre com a presença física do paciente na unidade. Chamada de vídeo Quando o atendimento é realizado por videoconferência. Chamada de voz Quando ocorre por ligação telefônica. E-mail Quando o contato é realizado por troca de mensagens eletrônicas. Mensagem Quando ocorre por aplicativos de mensagem. Não participou Quando o registro é realizado sem a participação direta do cidadão. Outros Para situações que não se enquadram nas opções anteriores. Importante: A opção selecionada deve refletir a forma real de realização do atendimento, pois essa informação contribui para o monitoramento das modalidades de cuidado e organização da assistência em saúde. Atendimento compartilhado com outro profissional O bloco Atendimento compartilhado com outro profissional permite registrar a participação de outros profissionais no mesmo atendimento. Esse recurso é utilizado quando o atendimento é realizado de forma conjunta, envolvendo mais de um profissional na assistência ao cidadão. Como preencher Para adicionar um profissional ao atendimento: Selecione o Profissional ; Informe o CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) ; Selecione a Forma de participação ; Clique no botão “+” para adicionar ao registro. Após a inclusão, o profissional será exibido na lista (grid) abaixo. Forma de participação do profissional A forma de participação segue as mesmas opções utilizadas para o cidadão, como: presencial chamada de vídeo chamada de voz entre outras Registro em lista (grid) O sistema permite: adicionar mais de um profissional no mesmo atendimento; registrar diferentes formas de participação para cada profissional; visualizar todos os profissionais incluídos no atendimento. Caso seja necessário, também é possível: excluir um profissional adicionado incorretamente. Quando utilizar O preenchimento deve ser realizado quando houver atuação conjunta, como por exemplo: atendimentos multiprofissionais; discussões de caso com outro profissional; participação simultânea de diferentes categorias no atendimento. Importante:  Este campo é opcional e deve ser utilizado apenas quando houver, de fato, compartilhamento do atendimento. Local do atendimento O campo Local do atendimento é obrigatório e deve indicar onde o atendimento foi realizado. Essa informação é importante para caracterizar o contexto da assistência e organizar corretamente os dados no sistema. Como preencher Para preencher: Clique no campo Local do atendimento ; Selecione a opção correspondente ao local onde o atendimento ocorreu. Opções disponíveis e quando utilizar UBS (Unidade Básica de Saúde) Utilizar quando o atendimento é realizado dentro da unidade de saúde. Domicílio Utilizar em atendimentos realizados na casa do paciente (visita domiciliar). Escola/Creche Utilizar em ações realizadas em instituições de ensino, como atendimentos ou avaliações em ambiente escolar. Instituição/Abrigo Utilizar quando o atendimento ocorre em instituições como abrigos, casas de acolhimento ou similares. Polo (Academia da Saúde) Utilizar em atendimentos realizados em polos de promoção da saúde, como academias da saúde. Rua Utilizar em atendimentos realizados em contexto de abordagem no território, como população em situação de rua. Unidade móvel Utilizar quando o atendimento é realizado em unidades itinerantes. Unidade prisional ou congêneres Utilizar em atendimentos realizados em unidades do sistema prisional. Unidade socioeducativa Utilizar em atendimentos realizados em instituições socioeducativas. Outros Utilizar quando o local não se enquadrar nas opções anteriores, por exemplo Unidades de Atenção Especializada (Policlínica, CAPS, CMAE, etc). Importante: O local selecionado deve refletir o local real do atendimento, pois essa informação contribui para o monitoramento das ações de saúde e organização da rede de atenção. Procedimentos O bloco de Procedimentos é um dos componentes mais importantes da finalização do atendimento. É nele que são registrados, de forma estruturada, os procedimentos realizados durante a consulta, conforme a tabela SIGTAP. Esses registros são fundamentais para: representar o que foi realizado no atendimento; produzir informações em saúde; subsidiar indicadores e relatórios; viabilizar o envio de dados para sistemas oficiais, como o BPA. Preenchimento automático a partir do SOAP Ao registrar corretamente os dados nos campos estruturados do SOAP, o sistema pode incluir automaticamente alguns procedimentos. Por exemplo: 0101040024 – Avaliação antropométrica 0301100039 – Aferição de pressão arterial 0301100250 – Aferição de temperatura 0214010015 – Glicemia capilar Esses procedimentos são gerados com base nas informações registradas nos blocos estruturados do atendimento SOAP. Atenção ao registro dos procedimentos Embora parte dos procedimentos seja incluída automaticamente, nem todos os registros estruturados do sistema alimentam esse bloco de forma automática. Por esse motivo, o campo de Procedimentos exige atenção especial por parte do profissional. Pode parecer redundante em alguns momentos, como quando há necessidade de registro de testes rápidos que podem ser realizados na etapa do Objetivo, em Exames solicitados e/ou avaliados, e também nesta aba de Procedimentos. Ainda assim, esse é um dos pontos mais importantes do registro do atendimento e não deve ser ignorado. Na Atenção Primária à Saúde, o modelo de financiamento foi reformulado pelo Ministério da Saúde por meio da Portaria nº 2.979/2019 do Ministério da Saúde , que instituiu o programa Previne Brasil, reduzindo a dependência direta do registro de procedimentos para fins de repasse financeiro e ampliando o foco em indicadores e acompanhamento do cuidado. No entanto, o registro dos procedimentos continua sendo fundamental para: representar de forma fiel o que foi realizado no atendimento; qualificar os dados assistenciais; subsidiar análises de produção e organização do trabalho das equipes. Importante:  Para os serviços de Atenção Especializada, o registro de procedimentos segue sendo diretamente vinculado à produção assistencial e ao faturamento (SIGTAP), sendo, portanto, indispensável o correto preenchimento deste campo. Importância dos procedimentos no sistema Os procedimentos registrados refletem, de forma objetiva: as ações realizadas durante o atendimento; o volume de atendimentos e atividades da equipe; o perfil de cuidado prestado na unidade. Além disso, esses dados são utilizados para fins administrativos e de registro da produção em saúde. Como preencher Para adicionar um procedimento: Pesquise pelo código ou pela descrição ; O sistema permite busca parcial (ex.: digitar parte do nome); Selecione o procedimento desejado; Informe o CID , quando exigido; Informe a quantidade ; Clique no botão “+” para adicionar ao registro. Uso do CID e quantidade Alguns procedimentos exigem a vinculação de um CID-10 . Nesses casos: o preenchimento do CID é obrigatório; a quantidade também deve ser informada corretamente. Revisão obrigatória dos procedimentos Após o preenchimento (automático ou manual), é fundamental revisar os procedimentos listados no grid. O profissional deve garantir que: apenas os procedimentos realmente realizados estejam registrados; procedimentos não realizados sejam excluídos; não haja registros duplicados ou indevidos. Configuração por perfil profissional (CBO Serviço) O sistema pode apresentar previamente uma lista de procedimentos com base na configuração de CBO Serviço , que relaciona os procedimentos mais comuns de acordo com o perfil do profissional. Essa funcionalidade tem como objetivo facilitar o registro , evitando a necessidade de busca manual constante. Importante: Mesmo com essa configuração, é responsabilidade do profissional revisar e ajustar a lista de procedimentos, mantendo apenas aqueles que foram efetivamente realizados no atendimento. Ponto de atenção O registro correto dos procedimentos é essencial para garantir que o sistema represente fielmente o atendimento realizado. Deixar de revisar ou registrar corretamente esse bloco pode comprometer: a qualidade das informações do sistema; a leitura da produção assistencial da unidade; a consistência dos dados utilizados para gestão em saúde. Racionalidade em saúde (exceto alopatia/convencional) O campo Racionalidade em saúde deve ser utilizado apenas quando o atendimento envolver práticas integrativas e complementares em saúde. Essas práticas fazem parte de políticas específicas do Sistema Único de Saúde (SUS) e incluem abordagens não convencionais de cuidado. Opções disponíveis e quando utilizar Antroposofia aplicada à saúde Utilizar em atendimentos baseados na medicina antroposófica. Homeopatia Utilizar quando o atendimento envolver abordagem homeopática. Fitoterapia Utilizar quando houver uso terapêutico de plantas medicinais. Ayurveda Utilizar em atendimentos baseados na medicina ayurvédica. Importante: Este campo não deve ser preenchido em atendimentos convencionais. Na rotina da maioria dos profissionais, esse campo permanecerá em branco. O preenchimento deve ser realizado apenas quando a prática integrativa fizer parte do atendimento. Desfecho do atendimento O campo Desfecho do atendimento é utilizado para registrar qual foi a conduta adotada ao final do atendimento realizado. Esse campo é obrigatório e deve refletir, de forma objetiva, o que foi definido para a continuidade (ou encerramento) do cuidado do paciente. As opções disponíveis seguem o padrão definido pelo Ministério da Saúde, conforme orientações do manual do e-SUS APS . Quadro de Conduta: O preenchimento deste quadro deve seguir as orientações do manual do e-SUS APS para a Ficha de Atendimento Individual . Ele é utilizado para registrar o desfecho do atendimento realizado, ou seja, a conduta definida pelo profissional ao final da consulta. É obrigatório selecionar ao menos uma opção. CAMPO ORIENTAÇÃO SOBRE O BLOCO/PREENCHIMENTO RETORNO PARA CONSULTA AGENDADA Conduta atribuída no momento do atendimento em consulta ou em escuta inicial que demande o agendamento de nova consulta. Não devem ser marcados aqui os retornos que caracteristicamente sejam de cuidado continuado ou programado. RETORNO PARA CUIDADO CONTINUADO/PROGRAMADO Conduta aplicada aos casos em que for necessário o retorno para continuidade do cuidado, como condições crônicas ou de acompanhamento prolongado. AGENDAMENTO PARA GRUPOS Assinalar quando o usuário for orientado a participar de algum grupo terapêutico, de educação em saúde ou de convivência. AGENDAMENTO PARA e-Multi Campo utilizado para registrar o agendamento do cidadão para os profissionais do eMulti. ALTA DO EPISÓDIO Utilizado para identificar os atendimentos realizados sem a necessidade de retorno referente ao problema ou condição apresentada. ENCAMINHAMENTO INTERNO NO DIA Assinalar quando, após o atendimento, o usuário for encaminhado para atendimento de outro profissional da UBS. ENCAMINHAMENTO PARA SERVIÇO ESPECIALIZADO Utilizado para registrar os casos em que for necessário fazer encaminhamento do usuário para serviço especializado. ENCAMINHAMENTO PARA CAPS Utilizado para registrar os casos em que for necessário fazer encaminhamento do usuário para o Centro de Atenção Psicossocial (Caps). ENCAMINHAMENTO PARA INTERNAÇÃO HOSPITALAR Utilizado para registrar os casos em que for necessário fazer encaminhamento do usuário para internação hospitalar. ENCAMINHAMENTO PARA URGÊNCIA Utilizado para registrar os casos em que for necessário fazer encaminhamento do usuário para atendimento de urgência. ENCAMINHAMENTO PARA SERVIÇO DE ATENÇÃO DOMICILIAR Utilizado para registrar os casos em que for necessário fazer encaminhamento do usuário para o Serviço de Atenção Domiciliar e que  não  sejam elegíveis para atendimento pela própria Atenção Básica. ENCAMINHAMENTO INTERSETORIAL Utilizado para registrar os casos em que for necessário fazer encaminhamento do usuário para atendimento em serviços de outros setores, como: Conselho Tutelar, Centro de Referência de Assistência Social (Cras), escola etc. Importante: As orientações de finalização do atendimento apresentadas neste material não se aplicam aos atendimentos odontológicos. Os profissionais da equipe de saúde bucal possuem um modelo de registro e tabela de procedimentos específicos, conforme as diretrizes próprias da área. Por esse motivo, o registro e a finalização dos atendimentos odontológicos serão abordados em manual específico de saúde bucal. Interpretação do desfecho no sistema O campo Desfecho do atendimento tem caráter informativo e deve refletir, de forma objetiva, qual foi a conduta definida ao final do atendimento. Esse registro é importante para demonstrar, dentro do sistema, o encaminhamento do cuidado realizado com o paciente, contribuindo para a organização da assistência e para a qualificação das informações em saúde. Importante O preenchimento deste campo não executa ações automáticas no sistema . Ou seja: marcar um encaminhamento não gera automaticamente uma guia ou solicitação ; marcar retorno não agenda automaticamente uma consulta . Esses registros indicam a conduta adotada, mas os fluxos operacionais — como agendamento, regulação ou solicitação de procedimentos — devem seguir os processos definidos pelo serviço e pelos sistemas específicos utilizados. Atenção: O desfecho deve estar coerente com:      • o que foi avaliado no atendimento (Objetivo);      • a análise clínica realizada (Avaliação);      • e o plano definido para o paciente (Plano). Liberar cidadão (Retirar da fila de espera) Este campo indica se o atendimento do cidadão foi finalizado na unidade ou se ele seguirá para outro fluxo dentro do serviço. Como preencher Sim Utilizar quando o atendimento foi concluído e o cidadão pode ser liberado, sem necessidade de permanecer na unidade. Não Utilizar quando o cidadão ainda precisa realizar alguma etapa após o atendimento. Exemplo: encaminhamento interno, realização de procedimento, vacinação, coleta de exame ou outro atendimento no mesmo dia. Importante: Este campo está relacionado ao fluxo do paciente dentro da unidade. Ele não substitui o registro do desfecho do atendimento, mas complementa a informação sobre a movimentação do cidadão após a consulta. Encerramento do Atendimento O preenchimento do Atendimento SOAP, aliado ao correto preenchimento da aba de Finalização, é suficiente para registrar e concluir o atendimento no sistema. Esses dois momentos concentram as informações essenciais do cuidado prestado, garantindo o registro clínico mínimo necessário no prontuário do cidadão. No entanto, o sistema dispõe de outras funcionalidades que complementam o acompanhamento do paciente e contribuem para um cuidado mais organizado, contínuo e qualificado. Nas próximas páginas, serão apresentadas ferramentas que auxiliam nesse processo, como: folha de rosto do paciente acompanhamentos receita e prescrição problemas, condições e alergias antecedentes protocolos de acompanhamento solicitação de procedimento de serviço (guia de encaminhamento) histórico de atendimentos histórico de exames declaração de comparecimento atestado encaminhamento interno agendamento direto Esses recursos ampliam a visão sobre o paciente e fortalecem o acompanhamento ao longo do tempo, indo além do registro pontual do atendimento. Informações clínicas e acompanhamento do paciente Durante o registro de atendimento no sistema, é fundamental que o profissional tenha acesso rápido às principais informações clínicas do paciente. Esses dados auxiliam na tomada de decisão, promovem maior segurança no cuidado e garantem a continuidade do acompanhamento ao longo do tempo. Neste contexto, o sistema disponibiliza um conjunto de informações consolidadas que permitem visualizar o histórico clínico do paciente de forma organizada. Entre essas informações, destacam-se a folha de rosto , os acompanhamentos em andamento , os problemas, condições e alergias registrados, além dos antecedentes clínicos . A consulta desses dados antes e durante o atendimento contribui para uma avaliação mais completa, evitando retrabalho, reduzindo riscos e qualificando a assistência prestada. Nos próximos tópicos, serão apresentados os detalhes de cada uma dessas funcionalidades e como utilizá-las no sistema. Folha de Rosto A folha de rosto do paciente apresenta um resumo das principais informações clínicas registradas no sistema. Essa visualização permite que o profissional tenha uma visão rápida do histórico de saúde do paciente, auxiliando na tomada de decisão durante o atendimento. Nessa área, estão organizados dados importantes como registros da escuta inicial, problemas ou condições de saúde já identificados e alergias ou reações adversas. Essas informações são fundamentais para garantir um atendimento mais seguro, evitando riscos e considerando o histórico clínico do paciente. A seguir, serão detalhados os principais blocos disponíveis nessa tela: Escuta inicial O bloco Escuta inicial apresenta as informações registradas durante a pré-consulta do paciente , como nos atendimentos de acolhimento ou classificação de risco. Nesse espaço, o sistema reúne dados coletados no momento da chegada do paciente à unidade, permitindo ao profissional visualizar rapidamente sua condição inicial antes do atendimento clínico. Entre as informações que podem ser exibidas, estão: Diagnóstico inicial , quando registrado na pré-consulta Classificação de risco ou vulnerabilidade Sinais vitais e medições , como: Pressão arterial Frequência cardíaca Temperatura Frequência respiratória Saturação de oxigênio Glicemia, entre outros Procedimentos realizados durante o acolhimento Nem todos os campos estarão necessariamente preenchidos, pois isso depende das informações registradas na etapa de pré-consulta. A consulta desse bloco é importante para que o profissional compreenda o estado do paciente no momento da entrada no serviço, contribuindo para uma avaliação mais segura e direcionada. Problemas/Condições O bloco Problemas/Condições apresenta o histórico de condições de saúde do paciente que foram registradas ao longo dos atendimentos. Nesse espaço, ficam listados os problemas identificados por profissionais de saúde , como doenças crônicas, condições em acompanhamento ou diagnósticos relevantes para o cuidado do paciente. Essas informações permitem que qualquer profissional que realize o atendimento tenha acesso ao histórico clínico já identificado, garantindo maior continuidade no cuidado. Entre os dados apresentados, estão: Situação do problema (ativo ou inativo) Descrição da condição Data de início Indicação se foi atualizado no atendimento atual A consulta desse bloco é fundamental para que o profissional saiba, por exemplo, se o paciente possui doenças pré-existentes ou condições em tratamento, como hipertensão, diabetes, entre outras. Dessa forma, é possível conduzir o atendimento de forma mais segura, considerando o histórico do paciente e evitando decisões que possam prejudicar seu acompanhamento. Alergias/Reações adversas O bloco Alergias/Reações adversas apresenta as informações registradas sobre alergias e reações do paciente a substâncias, medicamentos ou outros agentes . Nesse espaço, ficam listadas as reações já identificadas ao longo dos atendimentos, permitindo que o profissional visualize rapidamente possíveis riscos antes de realizar condutas, como prescrição de medicamentos ou administração de substâncias. Entre as informações exibidas, estão: Criticidade da reação (baixa, alta, entre outras) Categoria do agente causador (medicamento, alimento, ambiente, etc.) Agente ou substância responsável pela reação Tipo de manifestação apresentada (ex: urticária, dispneia, prurido, etc.) Data de registro da alergia Indicação se foi atualizada no atendimento atual A consulta desse bloco é essencial para a segurança do paciente, pois ajuda a evitar a prescrição ou utilização de substâncias que possam causar reações adversas. Sempre que houver informação registrada nesse campo, ela deve ser considerada antes de qualquer conduta clínica. Acompanhamentos A opção Acompanhamento apresenta informações consolidadas sobre o histórico de saúde do paciente, com base nos registros realizados ao longo dos atendimentos. Diferente de outros campos do sistema, essa área é alimentada automaticamente , a partir das informações registradas em diferentes momentos do cuidado. Os dados exibidos são organizados em blocos e podem variar conforme o perfil do paciente, como idade, sexo e condições de saúde , apresentando apenas informações relevantes para cada caso. Além disso, alguns blocos permitem visualizar a evolução dos dados ao longo do tempo , facilitando o acompanhamento clínico do paciente. Para o exemplo demonstrado na imagem, demontram-se os blocos Vacinação em dia Este bloco apresenta a situação vacinal do paciente, indicando se as vacinas estão em dia, além de informações sobre a última vacina registrada e a data de aplicação . Esses dados auxiliam na verificação rápida da cobertura vacinal, contribuindo para a prevenção de doenças. Diabetes Neste bloco, são exibidas informações relacionadas ao acompanhamento do paciente com diabetes, como registros de exames (por exemplo, hemoglobina glicada), quando disponíveis. Caso não haja dados registrados, o sistema informará que não existem exames avaliados ou solicitados. Esse acompanhamento permite ao profissional verificar rapidamente se há monitoramento adequado da condição. Gráficos Antropométricos - Atendimentos O bloco de Gráficos antropométricos permite visualizar a evolução de indicadores de saúde do paciente ao longo do tempo. Ao clicar nas opções disponíveis, o sistema apresenta gráficos com dados longitudinais, como: Altura por idade Peso por idade Índice de massa corporal (IMC) Pressão arterial Temperatura, entre outros Esses gráficos auxiliam na análise da evolução clínica do paciente, permitindo identificar mudanças importantes ao longo dos atendimentos. Problemas, condições e alergias A opção Problemas, Condições e Alergias permite registrar e consultar informações clínicas importantes do paciente, que devem ser consideradas durante o atendimento. Essa área reúne dados relacionados às condições de saúde e alergias do paciente, contribuindo para a continuidade do cuidado e para a segurança nas condutas clínicas. Diferente da folha de rosto (que apenas exibe informações), aqui o profissional pode visualizar, adicionar, editar ou excluir registros , conforme necessário. O preenchimento dessas informações é fundamental para manter o histórico do paciente atualizado e acessível para toda a equipe. A seguir, serão detalhados os blocos disponíveis nessa tela: Problemas e condições Este bloco apresenta os problemas ou condições de saúde registrados para o paciente, como doenças crônicas, diagnósticos prévios ou condições em acompanhamento. Esses registros podem ser incluídos de duas formas: Durante o registro SOAP , ao informar o CID do atendimento Diretamente neste bloco , utilizando a opção de adicionar A inclusão direta é especialmente útil quando o paciente relata alguma condição que não é o foco principal do atendimento , mas que deve ser registrada para acompanhamento futuro. Entre as informações apresentadas, estão: Situação (ativo, latente ou resolvido) Descrição do problema/condição Data de início Indicação de atualização no atendimento Manter esses dados atualizados permite que outros profissionais tenham acesso ao histórico clínico do paciente, contribuindo para um cuidado mais completo e contínuo. Inclusão e edição de problemas/condições No bloco Problemas e condições , é possível tanto editar registros já existentes quanto adicionar novos problemas ou condições ao histórico do paciente. O botão Editar permite alterar informações de um problema já registrado, como descrição, situação ou inserir a data de término , quando a condição não está mais ativa. O botão Adicionar (+) permite incluir um novo problema ou condição no histórico do paciente. Ao clicar em qualquer uma dessas opções, será aberta a mesma tela de preenchimento. A diferença é que: Ao editar , os campos já vêm preenchidos com as informações existentes Ao adicionar , os campos estarão em branco para um novo registro Alergias e reações adversas O bloco Alergias e reações adversas é destinado ao registro e à consulta de informações sobre reações do paciente a medicamentos, substâncias ou outros agentes . Nesse espaço, ficam listadas todas as alergias já identificadas, permitindo que o profissional visualize rapidamente possíveis riscos antes de realizar qualquer conduta. Diferente de outros dados do sistema, esse registro é feito exclusivamente por este bloco , sendo essencial que todas as alergias relatadas pelo paciente sejam cadastradas aqui. Inclusão ou edição de alergias e reações adversas Ao clicar em Adicionar (+) ou Editar , será aberta a tela de preenchimento da alergia, com os campos necessários para registro. Nessa etapa, devem ser informados: Categoria do alergênico: tipo do agente causador (ex: medicamento, alimento, animal, etc.) Alergênico: substância ou agente responsável pela reação (ex: penicilina, pelo de gato) Manifestações: sintomas apresentados pelo paciente (ex: urticária, falta de ar, coceira) Data de identificação: quando a alergia foi identificada ou registrada Criticidade: define o grau da reação: Baixa: reações leves Alta: reações graves ou com risco ao paciente Evolução: situação atual da alergia (ex: ativa) O correto preenchimento dessas informações é essencial para garantir a segurança do paciente, permitindo que os profissionais identifiquem rapidamente possíveis riscos durante o atendimento. Antecedentes A opção Antecedentes permite registrar informações relevantes sobre o histórico do paciente, incluindo problemas já resolvidos e condições familiares . Esses dados complementam o histórico clínico e ajudam o profissional a ter uma visão mais ampla do contexto de saúde do paciente. As informações são organizadas em dois blocos: Lista de problemas resolvidos Neste bloco, podem ser registrados problemas de saúde que o paciente já apresentou, mas que não estão mais ativos no momento. Para adicionar um registro: Informe o CIAP2 correspondente Preencha uma observação , se necessário, para detalhar o caso Clique no botão (+) para incluir o item na lista Esses registros são úteis para manter o histórico clínico completo, mesmo para condições que já foram resolvidas. Lista de problemas familiares Este bloco é destinado ao registro de condições de saúde em familiares , que podem ter relação com o risco ou acompanhamento do paciente. Para adicionar um registro: Informe o CIAP2 da condição Preencha uma observação , indicando o grau de parentesco ou contexto (ex: mãe, pai, irmão) Clique no botão (+) para incluir na lista Alta da Especialidade (Cuidado Continuado) Registro do Protocolo de Alta da Especialidade pela Atenção Especializada Esta página orienta os profissionais da  Atenção Especializada de Saúde sobre como registrar a Alta da Especialidade no SISWEB, por meio do uso de protocolos durante o atendimento do paciente. Como exemplo, será demonstrado o preenchimento do protocolo da Cardiologia Adulto . Quando novas especialidades forem implementadas, o processo de registro seguirá exatamente o mesmo fluxo , alterando apenas: O nome do protocolo , que seguirá o padrão Alta Especializada – Nome da Especialidade ; O número do protocolo , que corresponde ao ID do protocolo cadastrado no sistema, podendo variar conforme a especialidade. Todo o processo descrito nesta página acontece durante um atendimento no SISWEB , na tela de Atendimento SOAP . No dia a dia, durante o atendimento, é comum que o profissional concentre sua atenção principalmente em algumas opções do menu lateral do atendimento , como: Folha de rosto , utilizada para consultar informações prévias que auxiliam na condução do atendimento, como escuta inicial, problemas e condições do paciente, alergias e reações adversas; SOAP , onde o atendimento clínico é registrado; Solicitação de Procedimento de Serviço , para verificar as guias de encaminhamento do paciente e o status de cada uma; Histórico de atendimento(s) , para consulta de registros anteriores; Histórico de exames , onde são visualizados os exames laboratoriais do paciente; Finalizar atendimento , etapa em que são registradas informações como procedimentos realizados, local de atendimento e participação do paciente. Com a implantação do fluxo de Alta da Especialidade , além dessas opções já conhecidas, passa a ser necessário atenção também à opção Protocolo . É por meio dela que o médico registrará formalmente a Alta da Especialidade no sistema, utilizando o protocolo correspondente à sua especialidade. Acesso à opção Protocolo Com o atendimento do paciente aberto na tela de Atendimento SOAP : Localize o menu lateral do atendimento . Clique na opção Protocolo . Ao acessar essa opção, o sistema exibirá: O histórico de protocolos já registrados para o paciente; Uma área para inclusão de um novo protocolo . Preenchimento do Protocolo de Alta da Especialidade Para registrar a Alta da Especialidade: Na tela de Protocolo , localize a caixa de seleção do Protocolo Médico . Pesquise e selecione o protocolo: 314 – Alta Especializada – Cardiologista Adulto Importante:  O número exibido antes do nome do protocolo corresponde ao ID do protocolo no sistema e pode variar conforme a especialidade. Após a seleção, o sistema exibirá automaticamente, logo abaixo, um formulário de perguntas e respostas referente à Alta da Especialidade. Preencha todos os campos do formulário conforme a avaliação clínica do paciente. Além do registro no sistema, o médico deverá preencher manualmente o formulário em papel com as informações abaixo, que deverão acompanhar o paciente até a pós-consulta/checkout . Retorno com cardiologista    • Retorno semestral    • Retorno anual    • Retorno com outro intervalo    • Não necessita retorno Fluxo de alta ou cuidado continuado com o especialista    • Com agendamento prévio na UBS com clínico em até 30 dias    • Com agendamento prévio na UBS com clínico em até 60 dias    • Com agendamento prévio na UBS com clínico em dias a serem especificados    • Sem agendamento prévio na UBS de referência Essas informações são essenciais para que o agendamento do paciente na Atenção Primária à Saúde seja realizado corretamente. Inclusão do protocolo e continuidade do atendimento Após concluir o preenchimento do formulário: Retorne ao topo da tela. Clique no botão Incluir para salvar o protocolo. Após a inclusão, o sistema exibirá sucesso na inserção das respostas do protocolo e o mesmo já poderá ser visualizado no histórico de protocolos preenchidos. Assim, outros profissionais poderão consultar as informações do formulário em outros atendimentos e médico poderá seguir normalmente com o registro do atendimento no SOAP e a  finalização do atendimento no sistema. Criação da Agenda de Alta da Especialidade no Sistema Esta página é destinada aos profissionais responsáveis pela gestão e coordenação das unidades, descrevendo o processo de criação da agenda necessária para viabilizar o agendamento da Alta da Especialidade. Apresenta como configurar a agenda com o serviço  490 – Alta de Especialidade , utilizando agenda do tipo CENTRAL e com Agendamento Direto habilitado. Agendamento do Paciente pela Atenção Especializada (Pós-consulta / Checkout) Esta página orienta os profissionais da pós-consulta ou checkout sobre como realizar o agendamento do paciente na APS , com base nas informações registradas pelo médico no Protocolo de Alta da Especialidade. Aborda a leitura das orientações do especialista e o uso da agenda central para efetivar o agendamento na unidade de referência do paciente. Recepção do Paciente na Atenção Primária à Saúde Esta página descreve o processo de recepção do paciente na APS após a Alta da Especialidade. Explica que o paciente já chegará com o agendamento realizado pela Atenção Especializada e orienta como proceder com a recepção no sistema, sem necessidade de solicitação de procedimento. Visualização do Protocolo de Alta da Especialidade pela APS Esta página orienta os profissionais da Atenção Primária à Saúde sobre como visualizar o Protocolo de Alta da Especialidade durante o atendimento do paciente. Apresenta onde localizar o protocolo no atendimento SOAP e como utilizar as informações registradas pelo especialista para complementar e dar continuidade ao cuidado do paciente. Administrando e Parametrizando o Sistema Nesse capítulo, abordaremos configurações e parametrizações possíveis dentro do sistema. Essas opções estão disponíveis para profissionais com perfil de Administrador e, em algumas partes, de Suporte Técnico. Cadastro de Pessoa no SIS (Base para Operador e Profissional) A parametrização de colaboradores no Sistema de Gestão Pública de Saúde é um processo que exige atenção e organização, pois envolve diferentes cadastros que, juntos, garantem o funcionamento adequado do sistema no dia a dia das unidades. Para que um novo colaborador tenha acesso completo, desde o login até a realização de atendimentos, é necessário seguir uma sequência estruturada de etapas. Cada uma delas cumpre um papel específico e complementar, assegurando que o profissional seja reconhecido corretamente em todas as áreas do sistema. Quando alguma dessas etapas não é realizada ou é preenchida de forma incompleta, podem ocorrer situações em que o colaborador até consegue acessar o sistema, mas não aparece para a recepção ou não consegue realizar registros clínicos. Isso impacta diretamente o fluxo de atendimento e os registros de produção. Por esse motivo, o processo sempre se inicia pela base: o cadastro de Pessoa , que é o ponto de partida para todas as demais configurações. Onde encontrar no sistema Menu: Administração > Pessoa Como realizar o cadastro Acessar a tela de cadastro Acesse o menu Administração Clique em Pessoa Clique no botão Adicionar (+) para iniciar um novo cadastro Preencher os dados obrigatórios Na tela de cadastro, preencha os seguintes campos: Nome completo: Informar sem abreviações Data de nascimento: Importante para identificação do cadastro Sexo: Opções disponíveis Masculino e Feminino Nome da mãe: Utilizado para diferenciar pessoas com nomes semelhantes CPF: Deve ser único no sistema e será utilizado como identificador do usuário, também servirá para disponibilizar o acesso pelo gov.br Após preencher os dados obrigatórios, clique em  Salvar . Importante após o cadastro Após salvar, a pessoa já estará registrada no sistema e poderá ser utilizada nas próximas etapas. No entanto, neste momento ela ainda não possui acesso ao sistema nem vínculo profissional . Para completar a configuração, será necessário seguir para: Cadastro de Operador (liberação de acesso) Cadastro de Profissional (vinculação para atendimento) Cadastro de Operador (Acesso ao sistema) O cadastro de Operador é a etapa responsável por liberar o acesso do colaborador ao sistema. É aqui que são definidos o login, a senha e o perfil de acesso, determinando o que o usuário poderá visualizar e executar dentro do SIS. Enquanto o cadastro de Pessoa garante a existência do colaborador no sistema, o Operador permite que ele entre e utilize as funcionalidades disponíveis, de acordo com seu perfil. Um cadastro incompleto ou incorreto nesta etapa pode resultar em dificuldades de acesso ou visualização limitada do sistema. Onde encontrar no sistema Menu: Segurança > Operador Antes de começar (passo obrigatório) Ao acessar a tela de Operador, é necessário clicar no botão “Limpar” . Isso garante que nenhum filtro anterior interfira na busca ou no novo cadastro. Atenção: É padrão do sistema abrir essa tela com o campo Perfil preenchido com o perfil do usuário logado. Se esse filtro não for limpo, a busca exibirá apenas operadores com o mesmo perfil, o que pode dificultar a localização. Como realizar o cadastro Na tela de Operador, clique no botão Adicionar (+) Será aberta a tela de cadastro com diversos campos para preenchimento. Para preencher os campos, atente-se a: Pessoa: selecionar a pessoa previamente cadastrada (buscar pelo nome) Caso a pessoa já possua cadastro de operador, ela não aparecerá na lista Login: informar o CPF (somente números, sem pontos ou traços) Este é o padrão adotado para garantir um usuário único no sistema Perfil: selecionar conforme a função do colaborador A escolha do perfil pode variar conforme o caso Atualmente, não há uma definição única de perfis por categoria. Abaixo estão alguns dos perfis mais utilizados: Perfil de Acesso Descrição / Uso Comum 2 OPERADOR DE AGENDA Comumente utilizado para servidores que necessitam fazer gestão das agendas das unidades, porém, com diversas outras opções de utilização em módulos de assistência. 8 GERENTE DE UNIDADE Perfil utilizado para gestores da saúde, principalmente para coordenadores de unidades. 38 ENFERMAGEM Garante acesso a telas assistenciais e tem alguns acessos de gestão da unidade, porém, com limitações. 108 MEDICO Perfil que garante acesso a todos os módulos assistências, com acesso a dados sensíveis como históricos e etc. Importante:  Enquanto não houver padronização completa, recomenda-se utilizar como referência outros profissionais da mesma função. E-mail principal: preferencialmente o e-mail institucional E-mail alternativo: pode ser o e-mail pessoal Senha e confirmação: preencher com o padrão 123456 O usuário deve ser informado sobre alterar a senha após o primeiro acesso Outras configurações disponíveis Certificado digital (A1):  Caso o profissional possua certificado digital A1, é possível carregá-lo nesta tela. Após o carregamento, o profissional poderá utilizar o certificado para assinatura de documentos no sistema. Para funcionamento correto, é necessário instalar a extensão Crescer no navegador Google Chrome . Afastamento: Este campo permite ativar ou desativar o acesso do operador ao sistema. Deve ser utilizado quando o colaborador: Não faz mais parte da equipe Foi desligado da Secretaria da Saúde Não presta mais serviços Ao marcar como  afastado , o usuário perde o acesso completo ao sistema em todas as unidades e funcionalidades. Vincular Unidade e Setor (Etapa essencial) Após salvar o cadastro do operador, é comum ter a impressão de que o processo foi concluído. No entanto, ainda é necessário realizar o vínculo com Unidade e Setor . Importante: Sem esse vínculo:      • O operador consegue acessar o sistema      • Porém não consegue visualizar informações      • E não consegue realizar registros ou atendimentos Isso ocorre porque o sistema exige a definição do local de atuação do usuário. Acessar o vínculo de Unidade/Setor Após salvar o cadastro: Clique no botão “Unidade/Setor” Definir unidade e setor de atuação Na tela que será aberta: Selecione a Unidade onde o profissional irá atuar Selecione o Setor correspondente Os setores mais comumente utilizados são 0 PADRÃO e 35 SALA DE VACINA Marque se o profissional está Ativo na unidade Dica prática (facilita muito no dia a dia):  Antes de clicar em “Unidade/Setor” , altere a unidade/setor em que você está logado no sistema. Isso porque a tela já abre filtrada com base na sua unidade atual.      • Isso reduz a quantidade de unidades exibidas      • Facilita a busca e o preenchimento      • Evita erros na seleção Importante sobre ativação Existem dois níveis de controle de acesso: Tela de Operador (geral): Define se o usuário tem acesso ao sistema como um todo Tela de Unidade/Setor (por unidade): Define em quais unidades o profissional pode atuar Permite ativar ou desativar o vínculo de forma individual Isso é útil, por exemplo, quando o profissional atua em mais de uma unidade ou deixa de atuar em apenas uma delas. Cadastro de Profissional (Identidade clínica) O cadastro de Profissional é a etapa que permite ao colaborador realizar atendimentos no sistema. Enquanto o Operador garante o acesso ao sistema, o Profissional é o que habilita a atuação clínica, permitindo registros em prontuário, atendimentos e demais ações assistenciais. Sem esse cadastro, o usuário até pode acessar o sistema, mas não conseguirá atender pacientes . Onde encontrar no sistema Menu: Administração > Profissional Atenção antes de cadastrar o profissional Antes de iniciar o cadastro ou realizar qualquer vínculo com unidade de saúde, é indispensável garantir que o profissional esteja devidamente vinculado à unidade no CNES . O cadastro no sistema não deve ser realizado sem essa confirmação. Por que isso é importante O vínculo correto no CNES é o que valida o profissional para fins de:      • Produção ambulatorial (BPA)      • Registros no e-SUS APS      • Consolidação dos atendimentos no SUS Impactos de um cadastro incorreto Se o profissional for vinculado no sistema sem estar devidamente cadastrado no CNES da unidade, podem ocorrer:      • Glosas de produção (BPA e e-SUS APS)      • Perda de registros de atendimento      • Inconsistência nos dados enviados ao Ministério da Saúde      • Comprometimento dos indicadores da unidade      • Impacto no financiamento da unidade Importante O sistema permite realizar o cadastro do profissional, porém isso não garante a validade dos registros para fins oficiais. Essa possibilidade existe porque, em alguns casos, o vínculo no CNES pode ser realizado posteriormente, dentro da mesma competência, sem prejuízo da produção, por exemplo, em situações de plantão, finais de semana ou quando o cadastro no CNES ainda está em processamento. No entanto, caso o vínculo não seja regularizado dentro do prazo, os atendimentos realizados podem não ser considerados nos sistemas oficiais do SUS. Antes de continuar, confirme      • O profissional está vinculado à unidade no CNES (ou garanta que a ficha será enviada dentro da competência)      • O vínculo está ativo e atualizado      • O CBO está corretamente cadastrado no CNES Somente após essa validação, prossiga com o cadastro no sistema. Como realizar o cadastro Clique no botão Adicionar (+) Localize a Pessoa previamente cadastrada Endereço Estruturado O Endereço descritivo pode ser usado, porém, para garantir a qualidade de cadastro deve ser utilizado o estruturado sempre que possível, de acordo com a ficha CNES Número do Conselho (CRM, COREN, etc.) Informar junto com a  UF correspondente CNS (Cartão Nacional de Saúde) Obrigatório para registros e faturamento no SUS, de acordo com o cadastro do profissional no CNES Após o preenchimento das informações, clique no ícone de disquete (Salvar) para concluir o cadastro. Com o registro do profissional realizado, o sistema apresentará algumas abas na parte superior da tela: Profissional: onde ficam os dados principais do cadastro Unidade de Saúde: mostra em quais unidades o profissional está vinculado CBO: apresenta os CBOs cadastrados para o profissional Essas abas são utilizadas principalmente para conferência e manutenção do cadastro. Vínculo do Profissional Apenas o cadastro do profissional não garante que ele esteja disponível para atendimento na unidade. Para que ele apareça, por exemplo, na recepção de procura espontânea ou até mesmo para abertura de uma agenda ao profissional, é necessário realizar configurações adicionais. Essas configurações são realizadas na própria tela de Profissional , na aba Profissional , por meio dos botões localizados na parte inferior da tela, que permitem acessar as parametrizações necessárias. Parametrização de CBO Clique no botão CBO Será aberta a tela de cadastro de CBO do profissional Nesta tela é possível: • Incluir novos CBOs • Ativar ou desativar os vínculos no sistema • Infoirmação sobre ativar ou desativação dos vínculos no CNES Essa configuração permite que o profissional tenha mais de uma função no sistema, como atuar tanto como clínico quanto como especialista. Vinculação com Unidade de Saúde Clique no botão Unidade de Saúde Será aberta a tela de vínculo com a unidade Preencha os campos conforme abaixo: • Ativo no CNES: definir conforme cadastro no CNES • Unidade de Saúde: definir conforme solicitado •  Assinatura: definir como SIM •  Profissional: se certificar de que se trata do profissional que esta sendo parametrizado • Afastado: definir como NÃO para mante-lo ativo no sistema • * Utiliza protocolo médico: manter como SIM • Obriga assinatura eletrônica do atendimento: Atualmente utilizamos o padrão de NÃO. *IMPORTANTE: O campo Utiliza protocolo médico só deve ser definido como  NÃO apenas quando o profissional não irá realizar o registro completo do atendimento no prontuário (SOAP/Atendimento UPA/Atendimento Ambulatorial/etc.) Isso ocorre em situações como:      • Quando será realizado um atendimento tardio , sem necessidade de registrar toda a evolução      • Quando o objetivo é apenas lançar procedimentos e quantidades realizadas      • Quando não há necessidade de preencher o prontuário completo (SOAP e finalização) Nesses casos, o sistema permitirá apenas o lançamento simplificado, sem exigir o registro clínico completo. Liberação de Registro por Setor Clique no botão Setor Será aberta a tela de vínculo de setor Defina os setores de atuação do profissional: • 0 – Padrão: utilizado na maioria dos atendimentos • 35 – Sala de Vacina: utilizar para profissionais que realizam vacinação Até este ponto, o cadastro aparenta estar completo. No entanto, o profissional ainda pode não aparecer para atendimento na unidade. CBO da Unidade ("Ativação" da Vinculação) Clique no botão CBO da Unidade Será aberta a tela de vinculação final do profissional Preencha os campos conforme abaixo: • Unidade de saúde • Profissional • CBO • Ativo no CNES: definir como SIM • Ativo no sistema: definir como SIM • Exporta para e-SUS: definir conforme tipo de unidade É nesta etapa que o vínculo do profissional com a unidade é efetivamente concluído. Também é aqui que deve ser validado se o cadastro do profissional está correto no CNES. Em casos de múltiplos vínculos, é nesta tela que se define o CBO principal do profissional. Finalização do cadastro Após a conclusão de todas as etapas — cadastro do profissional, vinculação de CBO, definição de unidade, setor e configuração do CBO da unidade — o profissional estará corretamente parametrizado no sistema. A partir desse momento, ele estará disponível para: Atendimento na recepção (procura espontânea) Vinculação em agendas Registro de atendimentos no prontuário Produção válida para envio aos sistemas do SUS Importante: Caso o profissional não apareça para atendimento, é necessário revisar as etapas de vinculação, especialmente o CBO da unidade , que é responsável pela liberação final no sistema. Escuta Inicial Neste capítulo, abordaremos a utilização e preenchimento adequado da Escuta Inicial, a ser realizada antes do atendimento. Acessando a Escuta Inicial Para acessar o formulário e iniciar o preenchimento, acesse-o pelo botão "Realizar escuta inicial" localizado à esquerda do botão "Realizar atendimento", indicado na imagem abaixo por uma seta vermelha. Ao clicar, você será automaticamente redirecionado para a tela "Prontuário eletrônico do cidadão - Escuta Inicial", como no exemplo abaixo: Após se assegurar de que está na página correta, siga para Preenchimento Adequado . Preenchimento adequado Após acessar "Prontuário eletrônico do cidadão - Escuta Inicial", realize o preenchimento adequado de todos os dados pertinentes. IMPORTANTE: o campo "Motivo da consulta" deve ser usado em caráter complementar, não sendo adequado para registrar quaisquer valores disponíveis para uso nos demais campos. Certifique-se de usar o campo correto para cada dado pertinente . Dados informados em "motivo da consulta" que não estiverem presentes nos campos adequados serão desconsiderados pelo sistema, e o Prontuário estará em não conformidade com as diretrizes da Secretaria da Saúde. Deve-se sempre observar o preenchimento correto de todos os campos pertinentes , afim de evitar comprometer a qualidade e confiabilidade dos dados e, por consequência, o histórico do paciente, a qualidade do atendimento, as métricas e indicadores da Secretaria da Saúde e, por fim, colocando o serviço em risco de não conformidade e judicialização.   Inicie o atendimento informando o Motivo de Atendimento nos campos CIAP2. Em seguida, inclua uma breve descrição do Motivo da Consulta.  Quaisquer dados incluídos em Motivo da Consulta também devem ser incluídos em todos os campos pertinentes no restante do Prontuário. Em seguida, siga preenchendo cada dado pertinente em seu respectivo campo.  Dados que estiverem presentes apenas no campo Motivo da Consulta e/ou em campo incorreto serão desconsiderados. Classifique então a  Prioridade (não deve ser confundida com Classificação de Risco ). Especifique todos Procedimentos e Testes Rápidos aplicáveis. IMPORTANTE: para o correto processamento e encaminhamento dos dados, todas as informações devem estar presentes em todos os campos onde se aplicam, mesmo que duplicadas e/ou redundantes. Em seguida, preencha a Escala de GLASGOW. Selecione então todos os medicamentos administrados. Em encaminhamento, preencha os campos: CBO, Profissional, Tipo de Serviço, Observação. A seção Agendamento apenas exibirá quaisquer agendamentos já existentes (se houverem). Em seguida, decida se o cidadão permanece na fila para outros procedimentos. Certifique-se que todas as informações estão corretas e, por fim,  salve as informações antes de prosseguir. Se você seguiu todos os passos corretamente, parabéns! Sua Escuta Inicial foi concluída com sucesso.