Aula 04 - Aplicações da Saúde Digital no SUS
Neste material, vamos explorar diversas formas de aplicação da Saúde Digital por meio da apresentação de quatro situações fictícias inspiradas na realidade profissional do Sistema Único de Saúde (SUS). Essas situações são as histórias da médica Maria, do enfermeiro Carlos, da gestora Francisca e do analista João. As narrativas demonstram o uso das ferramentas: Telemedicina; Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC); Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS); Meu SUS Digital (antigo Programa Conecte SUS); Estratégia e-SUS Atenção Primária à Saúde (e-SUS APS); Inteligência Artificial (IA) para análise de exames; e painéis interativos para visualização de indicadores.
Ademais, vamos destacar a importância da Saúde Digital na modernização tecnológica e no fortalecimento dos princípios do SUS, especialmente evidenciada durante a pandemia de covid-19. Serão expostas iniciativas como o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde/Informação e Saúde Digital (PET-Saúde Digital) — uma parceria entre os Ministérios da Saúde e Educação focada na transformação digital do SUS —, além de eventos como o Congresso Brasileiro de Informática em Saúde (CBIS) e o Simpósio Internacional de Transformação Digital no SUS, que promovem o debate e a inovação na área.
OBJETIVO DE APRENDIZAGEM
Ao final, esperamos que você consiga compreender as aplicações práticas da Saúde Digital na Rede de Assistência à Saúde (RAS), com destaque para situações práticas inspiradas na realidade profissional.
Aplicações da Saúde Digital
A Saúde Digital tem diversas formas de aplicação na RAS. Para entender melhor sobre como ela está sendo aplicada no SUS, acompanhe as situações fictícias de Maria, Carlos, Francisca e João. Clique nos áudios a seguir para ouvir as histórias dos quatro profissionais que atuam no SUS:
Doutora Maria, neurologista
|
Maria e o Meu SUS Digital
|
|
Transcrição do Áudio
[Vinheta de abertura]
Vamos conhecer a Maria? Maria é médica, especialista em neurologia, em um hospital universitário de uma capital nordestina. Na sua rotina de trabalho, Maria realiza atendimentos ambulatoriais remotos por meio da Telemedicina.
— Gosto muito do meu trabalho, é bastante desafiador, mas quando nos acostumamos a usar as tecnologias disponíveis, vemos que podemos facilitar vários processos.
Em um dos atendimentos, Maria acessou o Prontuário Eletrônico do Cidadão, o PEC, para revisar o histórico do seu Francisco, usuário do SUS que recentemente sofreu um AVE, Acidente Vascular Encefálico, e agora será acompanhado pela neurologista.
Por meio do sistema integrado à Rede Nacional de Dados em Saúde, RNDS, Maria consegue acesso aos registros realizados na APS, laudos laboratoriais, resultados de exames de imagem e prescrições solicitados por outros médicos, inclusive em outros estados, que foram sincronizados via Meu SUS Digital. Em seguida, ela utiliza o receituário digital para prescrever o medicamento necessário para o tratamento de seu Francisco.
— O Meu SUS Digital é uma ferramenta maravilhosa, que só tem a melhorar se pudermos discutir mais sobre a tecnologia, testá-la no nosso cotidiano.
Ao fim desse atendimento, que seria o último do dia, Maria seguiu para um encontro híbrido com alunos de graduação da área da saúde e da TI, participantes do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde/Informação e Saúde Digital, também conhecido por PET Saúde Digital, residentes e outros especialistas espalhados por todo o Brasil.
Neste encontro em específico, Maria e os alunos do PET Saúde Digital utilizaram a IA, Inteligência Artificial, para auxiliá-los na análise de exames de imagens de um usuário cujo caso é complexo, além de discutirem sobre possíveis condutas.
Para além disso, nesses encontros, que são mensais e realizados na sala de videoconferência do hospital, há a discussão acerca do uso ético e estratégico de tecnologias digitais, incentivo para a criação de soluções digitais inovadoras e promoção à proteção de informações e a troca de dados entre diferentes níveis de atenção.
— Adoro os encontros do PET Saúde Digital! É uma área que está em pleno desenvolvimento, então precisamos nos apropriar disso. Todos os dias a tecnologia pode surgir com novas ferramentas que podem nos ajudar ou nos inspirar, somos todos estudantes o tempo todo!
Essa é a realidade da Dr.ª Maria, médica que está cada vez mais usando a tecnologia a seu favor. Quais ferramentas usadas por ela você também já utilizou na sua prática?
[Vinheta de encerramento]
PARA SABER MAIS
O PET-Saúde Digital é uma iniciativa dos Ministérios da Saúde e da Educação que integra ensino, serviço e sociedade com foco na transformação digital do SUS. Ela reúne docentes e estudantes da saúde e da informação em grupos tutoriais colaborativos. Para entender mais sobre o programa, acesse o vídeo:
• PET-Saúde: Informação e Saúde Digital.
Carlos, enfermeiro da Estratégia Saúde da Família
|
O SUS sempre por perto
|
|
Transcrição do Áudio
[Vinheta de abertura]
Agora vamos conhecer o Carlos, enfermeiro de uma UBS localizada no interior de um estado da região centro-oeste. Ele faz parte da equipe da Estratégia Saúde da Família, composta também por um médico e Agentes Comunitários de Saúde. Em sua rotina, Carlos realiza visitas domiciliares agendadas com a equipe, levando o tablet que fica disponível aos profissionais da UBS. O tablet que Carlos usa está conectado ao sistema e-SUS APS, que permite aos profissionais registrarem as informações dos usuários, para que haja atualização automática e segura junto à RNDS.
— Eu preencho todas as informações possíveis porque a gente sabe que quanto mais atualizado, melhor pra todo mundo.
Durante uma visita ao seu José, um idoso de 65 anos, o médico presente sugeriu o uso da Calculadora de Estratificação de Risco para verificar a probabilidade dele desenvolver doenças ou agravos crônicos não transmissíveis, como sobrepeso, obesidade, diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica. Além disso, foi realizada uma análise do risco cardiovascular global e uma avaliação de autocuidado.
Essa tecnologia digital institucional possibilita esse suporte aos profissionais da APS, pois são integradas ao prontuário do usuário. Com ela, foi possível identificar precocemente fatores de riscos e elaborar, de forma conjunta pela equipe, um plano de cuidado individualizado para o seu José.
— É muito bom quando a gente faz parte de uma equipe que conhece e sabe usar as ferramentas disponíveis. Facilita muito nosso trabalho, principalmente esses de visita, quando precisamos ter as informações em mãos.
Depois do seu José, foi a vez da visita à Joana. Ela é mãe de primeira viagem e estava com dúvidas sobre o esquema vacinal do filho. Carlos a relembrou quando seria a próxima vacina e, logo em seguida, a ACS da equipe apresentou à Joana o aplicativo Meu SUS Digital, informando que era só cadastrar o seu filho para ter acesso à Caderneta Digital da Criança.
Joana ficou sabendo que a Caderneta Digital da Criança notificaria as datas das próximas doses das vacinas, bem como permitiria que ela acompanhasse de forma mais fácil a curva de crescimento e desenvolvimento do seu filho, além de acessar o histórico clínico de consultas, procedimentos e exames, orientações sobre os cuidados com a Saúde Bucal, alimentação saudável, aleitamento materno e muitas outras informações importantes sobre a criança.
— Nós sempre tentamos ensinar aos responsáveis onde eles podem ter acesso a essas informações para que sejam também autônomos e corresponsáveis pelo seu cuidado.
Essa é a realidade do enfermeiro Carlos e de sua equipe. Você já indicou a algum paciente o uso do aplicativo Meu SUS Digital?
[Vinheta de encerramento]
PARA SABER MAIS
O Meu SUS Digital é a versão atual do Programa Conecte SUS. É um aplicativo que permite aos usuários acessar suas informações de saúde de forma rápida, segura e digital. Nele é possível ter acesso a histórico clínico, dados de vacinação, resultados de exames, medicações, posição em fila de transplante, à caderneta digital da criança e a outros serviços. Você pode baixar o aplicativo via web, no Google Play ou na App Store. Para compreender mais sobre ele, assista ao vídeo:
• Conheça o app Meu SUS Digital.
Após conhecer os contextos profissionais da Maria, médica neurologista, e do Carlos, enfermeiro da ESF, vamos conhecer a realidade de outros profissionais igualmente importantes! Eles atuam em áreas administrativas e também fazem o SUS funcionar: a Francisca, gestora do SUS em uma secretaria estadual de saúde, e o João, analista de sistemas em uma maternidade pública.
Francisca, gestora do SUS
|
Francisca e o desafio da gestão em Saúde Digital
|
|
Transcrição do Áudio
[Vinheta de abertura]
Agora, conheça Francisca. Ela é uma gestora do SUS, lotada na coordenação de Saúde Digital de uma secretaria estadual de saúde. Durante uma visita técnica de representantes do Ministério da Saúde, Francisca, em conjunto com outros setores da secretaria, avaliou o cenário estadual, realizando o diagnóstico situacional em Saúde Digital. A partir da análise de dados da Central de Regulação Ambulatorial, provenientes de um sistema estadual próprio, foi observado que em uma macrorregião de saúde existia uma enorme fila de espera para consultas com especialista em cardiologia.
A partir da identificação desse problema, Francisca idealizou a possibilidade de utilizar recursos do Plano de Ação de Transformação para a Saúde Digital, o PA Saúde Digital, para enfrentá-lo, uma vez que era possível aplicar a Saúde Digital para isso. Ela e a equipe elaboraram um plano com objetivos, metas e prioridades bem definidos, alinhado aos domínios do Índice Nacional de Maturidade em Saúde Digital, o INMSD, detalhando todas as informações necessárias.
A proposta foi estruturar serviços de Telessaúde para agilizar o atendimento com cardiologistas naquela macrorregião. As ações incluíram o levantamento da oferta dos atendimentos para a especialidade via Telessaúde; adesão à modalidade de serviço pretendida (teleconsultoria, teletriagem, telediagnóstico, telemonitoramento e afins); revisão dos protocolos clínicos de atendimento segundo a linha de cuidado da cardiologia; implantação da infraestrutura adequada, incluindo aquisição de equipamentos e contratação de recursos humanos; e a formação das equipes para utilização da solução digital.
Esta situação fictícia foi adaptada do Manual Instrutivo SUS Digital, publicação do Ministério da Saúde, de 2024.
E você? Quais são os desafios que você vivencia na gestão?
[Vinheta de encerramento]
Na situação hipotética de Francisca, gestora em uma secretaria estadual de saúde na área da Saúde Digital, houve a apresentação de um ponto essencial no SUS: o diagnóstico situacional. A partir da identificação do problema, foi possível elaborar um plano de ação específico, que terá maiores chances de eficiência.
PARA REFLEXÃO
Diagnosticar é planejar com responsabilidade! Isso faz com que a Saúde Digital seja mais do que tecnologias digitais aplicadas à saúde: consiste numa solução digital concreta para problemas reais do SUS, promovendo acesso, equidade, resolutividade e continuidade do cuidado.
João, analista de sistemas
|
João e a Internet das Coisas
|
|
Transcrição do Áudio
[Vinheta de abertura]
João é analista de sistemas em uma maternidade pública localizada na capital de um estado nortista. Em sua rotina, uma de suas atribuições é garantir que os sistemas de informação sejam integrados e interoperáveis para que se comuniquem adequadamente por meio do HL7 FHIR, o padrão adotado pelo Ministério da Saúde.
Junto com sua equipe, desenvolveu painéis interativos que permitiam a visualização de indicadores em tempo real, promovendo a gestão à vista de modo a apoiar decisões mais assertivas. Os dados eram captados do prontuário das usuárias de forma otimizada e automatizada. Agora, estão trabalhando no aprimoramento do sistema de controle inteligente do estoque do setor farmacêutico da maternidade.
Eles pretendem fazer isso com base na Internet das Coisas, com sensores conectados a refrigeradores que alertem variações bruscas de temperatura, bem como pretendem integrar todo o sistema do setor e das farmácias satélites, facilitando o monitoramento de prazos de validade, baixas críticas de estoque e condições inadequadas de armazenamento de medicamentos e insumos.
Como soluções em tecnologia estão sendo implementadas e discutidas no seu ambiente de trabalho?
[Vinheta de encerramento]
Padronizar as terminologias em saúde é fundamental para garantir qualidade, segurança e interoperabilidade nos Sistemas de Informação em Saúde. Assim, é importante que os profissionais que atuam no SUS tenham conhecimento de terminologias nacionais.
PARA SABER MAIS
A seguir, clique para acessar cada uma das principais terminologias padronizadas:
• Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID);
• Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM);
• Sistema de Gerenciamento da Tabela de Procedimentos, Medicamentos e Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS (SIGTAP);
• Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS).
Soluções em Saúde Digital no SUS
A partir das situações fictícias, você deve conseguir visualizar melhor as diversas aplicações da Saúde Digital na sua prática profissional. Diante desse cenário, que tal você refletir sobre a relevância dessa área?
Durante a pandemia de covid-19 e diante das recomendações de distanciamento social, a Saúde Digital foi bastante utilizada. Ela foi essencial para integrar os dados em saúde a partir de fontes intersetoriais, garantindo uma visão mais completa da saúde dos usuários. Entre as principais ações que auxiliaram no combate ao vírus, destacam-se:
- Ampliação do uso do Programa Conecte SUS (substituído Meu SUS Digital), com criação e emissão do certificado de vacinação contra a doença;
- Ampliação do e-SUS Notifica, sistema de notificações dos casos suspeitos e confirmados da doença;
- Plataforma covid-19, com a apresentação de painéis interativos (dashboards) com quantidade de casos novos e acumulados, número de óbitos e número de leitos disponíveis e ocupados;
- Parceria com a Rede Universitária de Telemedicina (RUTE) para Telessaúde emergencial;
- Monitoramento de usuários com sintomas leves por meio de plataformas e aplicativos de acompanhamento; e
- Oferta de cursos para capacitação dos profissionais.
Assim, cabe ressaltar a relevância da Saúde Digital, até mesmo diante de uma pandemia, para a modernização tecnológica a favor do fortalecimento dos princípios do SUS.
PARA SABER MAIS
A Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) realiza o Congresso Brasileiro de Informática em Saúde (CBIS) em todos os anos desde 2001. No CBIS do ano 2024 (CBIS24), foi abordado o tema “Saúde Digital: saúde para todos”, buscando impulsionar efeitos positivos na acessibilidade, na equidade, no acesso, na educação em saúde e na inovação a partir do uso da Saúde Digital. O evento contou com minicursos, seminários, sessões técnicas, palestras, mesas redondas e apresentações de trabalhos. Alguns desses estudos apresentam experiências exitosas da aplicação da Saúde Digital no SUS. Para compreender mais sobre essas experiências, você pode acessar abaixo os trabalhos publicados nos anais do evento:
• Congresso Brasileiro de Informática em Saúde.
O Ministério da Saúde também promoveu um evento direcionado à Saúde Digital, o 1º Simpósio Internacional de Transformação Digital no SUS. Foram dois dias de evento com o público composto por gestores, pesquisadores e profissionais do SUS, contando com oficinas sobre a RNDS, Interoperabilidade e o Padrão HL7 FHIR e o uso de dados administrativos para pesquisa populacional. Para saber mais sobre o evento e ter acesso às gravações dos dois dias, acesse:
• Ministério da Saúde promove primeiro Simpósio Internacional de Transformação Digital no SUS.
Considerações finais
As situações dos profissionais da saúde apresentadas ao longo deste material ilustram as diversas maneiras pelas quais a Saúde Digital pode ser aplicada na rede de assistência do SUS. Essas narrativas demonstram o uso prático das ferramentas Telemedicina, Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC), Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), Meu SUS Digital (antigo Programa Conecte SUS), Estratégia e-SUS Atenção Primária à Saúde (e-SUS APS) e Inteligência Artificial (IA).
Vimos que a Saúde Digital é crucial para a modernização tecnológica e para o fortalecimento dos princípios do SUS. A pandemia de covid-19 evidenciou essa importância, com o uso da Saúde Digital para integrar dados de saúde, permitindo uma visão mais completa da situação dos usuários.
Para além das tecnologias, também aprendemos como o diagnóstico situacional é um ponto essencial no SUS, pois permite identificar problemas para, então, elaborar planos de ação eficientes. A história da gestora Francisca ilustra como a Saúde Digital, a partir de um diagnóstico, pode se tornar uma solução concreta para problemas reais, promovendo acesso, equidade e continuidade do cuidado. O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde: Informação e Saúde Digital (PET-Saúde Digital), por exemplo, é uma iniciativa dos Ministérios da Saúde e da Educação, que foca na transformação digital do SUS, reunindo docentes e estudantes para a criação de soluções inovadoras e a discussão sobre o uso ético das tecnologias.
Além disso, vimos eventos como o Congresso Brasileiro de Informática em Saúde (CBIS), promovido pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), e o Simpósio Internacional de Transformação Digital no SUS, realizado pelo Ministério da Saúde, também promovem o debate e a inovação na área. Esses eventos servem como plataformas para a apresentação de experiências bem-sucedidas e para a discussão de temas importantes, como a interoperabilidade e o uso de dados para pesquisa populacional.
Esperamos que você tenha compreendido as aplicações práticas da Saúde Digital na Rede de Assistência à Saúde (RAS)! A Saúde Digital não é apenas um conjunto de ferramentas, mas uma abordagem estratégica para enfrentar os desafios do SUS e fortalecer seus princípios. Considere esses princípios em sua trajetória!
Referências
1. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual instrutivo SUS Digital: planos de ação. Brasília, DF: MS, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/... . Acesso em: 28 maio 2025.
2. DONIDA, B.; COSTA, C. A. da; SCHERER, J. N. Making the covid-19 pandemic a driver for digital health: Brazilian strategies. JMIR Public Health and Surveillance, v. 7, n. 6, e28643, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.2196/... . Acesso em: 02 jul. 2025.
Créditos
Secretaria de Informação e Saúde Digital – SEIDIGI
Ana Estela Haddad
Coordenação do Projeto
Paola Trindade Garcia
Coordenação-Geral da UNA-SUS/UFMA
Elza Bernardes Ferreira
Elaboração de conteúdos e atividades
Francenilde Silva de Sousa
Validação Pedagógica
Isabelle Aguiar Prado
Validação Técnica - SEIDIGI
Ana Estela Haddad
Maria Aparecida da Silva
RECURSOS EDUCACIONAIS
Identidade Visual
Jackeline Mendes Pereira
Design Instrucional
Steffi Greyce de Castro Lima
Design Gráfico
Priscila Penha Coelho
Revisão Textual
Talita Guimarães Santos Sousa
Homologação no AVA
Alessandra Viana Natividade Oliveira
Francisco Vinicius de Lima Menezes
Tiana Santos Soeiro
Tecnologia da Informação
Kleydson Beckman Barbosa
COMO CITAR ESTE MATERIAL
SOUSA, Francenilde Silva de. Aplicações da Saúde Digital no SUS. São Luís, MA: UFMA; SEIDIGI/MS, 2025. 08p. Material digital elaborado para o curso Especialização em Saúde Digital no Sistema Único de Saúde (SUS), disponibilizado no Ambiente Virtual de Aprendizagem SIAII/SEIDIGI.
COPYRIGHT
©2025 Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI) do Ministério da Saúde & Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Esta obra é disponibilizada nos termos da Licença Creative Commons – Atribuição – Não Comercial – Compartilhamento pela mesma licença 4.0 Internacional. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte.





Nenhum comentário